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Musa do Brasileirão é do Goiás

Qua, 03/12/08
por junior villela |

O Goiás fez parcialmente sua parte no Campeonato Brasileiro, porém nossa Musa, Thais Carvalho, fez muito bem seu papel. E fez maravilhosamente bem. O resultado de tamanho “esforço” é, que nossa representante foi classificada entre as 5 finalistas do concurso”Musa do Brasileirão” do globoesporte.com, e do programa Caldeirão do Hulk.

Contamos com sua ajuda! Vamos unirmos no objetivo de eleger nossa representante a mais bela do País. Para votar e ajudar a Thais a vencer o concurso, basta CLICAR AQUI e votar.

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Vencemos mesmo sem vencer

Seg, 01/12/08
por junior villela |
categoria Brasileirão

A descrença não tardou a chegar, aos trinta e cinco do primeiro tempo já perdíamos de três. Descrente, nem sequer em sonho imaginava uma reação tão espetacular. Não imaginava por estarmos jogando fora de casa. E também por enfrentarmos o Flamengo, time que visa – mas que agora não depende de si – uma vaga na Copa Libertadores do ano que vem. Mas nunca, (NUNCA!) duvidei da força motriz do Goiás, muito menos da capacidade do elenco e do técnico. Sentimento que não é o mesmo a respeito dos dirigentes!

Após a apática e desorientada apresentação do primeiro tempo, o time voltou diferente. Eu vi esse desejo nos olhos dos jogadores. Como feras depois da bordoada do líder, vinham com tudo; raivosos, com sede, com desejo, com fervor… A concentração parecia mais com a de um guerreiro que entra numa arena para decidir o destino de sua vida. O olhar, penetrante! O objetivo, definido! Por terem dado tudo, conseguiram e honraram a si mesmos.

Só resta a mim, esse humilde blogueiro, parabenizar a equipe pela vitória – isso mesmo, vitória! Agora, como bem disse o técnico Hélio dos Anjos, só nos resta melhorar nossa posição com uma vitória diante o São Paulo e torcer para que o Grêmio também vença. Se depender do gaúcho líder do Goiás, Paulo Baier, a equipe gaúcha desde já é campeã. De Ijuí, ele é gremista de coração. Em entrevista afirmou que quer dar o campeonato ao pai, Elemar. O maior gremista que ele conhece.

Em especial para Ibson, jogador do Flamengo, algumas palavras educativas: como assim, meu caro, um time jogar sem objetivos, isso inexiste. Saiba que diferente de vocês – pressupondo o que disse - nós não jogamos apenas cumprindo tabela. Os três gols no segundo tempo são provas do que vos falo. Antes de tudo e de todos, temos do lado esquerdo do peito um segundo coração que bate e que o defendemos com honra e dignidade. Tenha a certeza: situação nenhuma ultrapassa a honra e a dignidade do manto glorioso do Goiás.

Goiás e São Paulo

Muito mais do que ajudar quem seja, vencer o São Paulo e torcer pelo Grêmio são atitudes contrárias as decisões da incompetente entidade que julga o futebol brasileiro. Antes de tudo, contrária o oligopólio do eixo Rio-São Paulo. A respeito do preço dos ingressos, nada ainda está decididamente decidido. Há o cochicho de que será 400 reais. Mas o real valor só sairá hoje mais tarde. Então esperemos!  Entretanto, o prejuízo é certo. Tanto para o time quanto para nós. Uma pena!

Eu acredito na Solidariedade

Qui, 27/11/08
por junior villela |

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O assunto em questão, não tem nada a ver com futebol, e sim, um movimento muito importante de todos os blogueiros do globoesporte.com, e que abre aspas para os tristes acontecimentos no estado de Santa Catarina, que sofre neste momento com uma de suas piores catástrofes naturais de todos os tempos.

A Defesa Civil de Santa Catarina abriu duas contas bancárias para receber doações em dinheiro para ajudar as vítimas. Os interessados podem depositar qualquer quantia nas contas:

Banco do Brasil
Agência 3582-3
Conta corrente 80.000-7

Besc
Agência 068-0
Conta Corrente 80.000-0.

Locais de arrecadações de mantimentos:

Em Florianópolis:

Assembléia Legislativa de Santa Catarina
Centro Cívico - Centro

Procon Municipal de Florianópolis
Rua Deodoro, 209 - Centro

Portal Turístico de Florianópolis
Cabeceira continental das ponte Pedro Ivo Campos

Hall da Reitoria da UFSC
Campus Universitário da UFSC - Trindade

Centro de Cultura e Eventos da UFSC
Campus Universitário da UFSC - Trindade

Escola Básica Municipal Osmar Cunha
Travessa Virgílio Várzea - Canasvieiras

Centro Comunitário do Rio Tavares
SC-406, próximo ao Trevo do Campeche - Rio Tavares

Paraná: As doações pessoais podem ser feitas nos quartéis do Corpo de Bombeiros e para as doações de grande porte deve-se entrar em contato com a Defesa Civil pelo telefone 199.

* Fonte: Globo * Foto: Gilmar de Souza/Jornal de SC/Ag. RBS

Mais uma vez decepcionado

Ter, 25/11/08
por junior villela |
categoria Brasileirão

Desculpe a demora, esperava a decisão sobre onde seria a última partida do Goiás contra o São Paulo. Bem, o pronunciamento saiu. Resultado: a partida será no Walmir Campelo de Bezerra, ou se preferir Bezerrão, no dia sete, às 17h. Eu já esperava.  Quem quiser assistir o encerramento do esmeraldino vai ter que dirigir-se até Gama, cidade-satélite de Brasília, a 180 km da capital, Goiânia. Não é tão longe assim, mas em relação a onde moro é 12 vezes mais distante do que o Serra Dourada. E o preço do ingresso sabe-se lá quanto será. Eu ainda não sei! Você sabe?

Você que acompanha o Blog têm ciência do que acho a respeito da decisão do STJD. Não é pertinente novamente retratá-la. Discordo, ponto final! Ponto que nada, exclamação. Agora, ponto. – Brincadeirinha, descontrair um pouco. Há os mais esperançosos. Eles aguardam um novo posicionamento por parte do Tribunal. Ou seja, ainda pensam que o jogo poderá ser em Goiânia. Acho difícil que algo de natureza absurda, como essa, aconteça! Nesse momento, voltar atrás na decisão tomada significa divergir ao conceito do eixo Rio - São Paulo. Por isso, acordem. O jogo será mesmo no Bezerrão!

Tudo muito previsível. Nada disso me contrariou, porém algo que li deixou-me furioso. Dirigentes do clube, dos quais queria saber o nome, consideraram viável a tentativa do São Paulo, se caso campeão na penúltima rodada, transferir o jogo para o Rio.  Isso antes do anúncio da CBF. Vem cá, você foi consultado? Por que eu não fui. Olha, vocês, dirigentes têm que correr para conseguir o mando de campo, mesmo que supostamente impossível. Porque vocês têm que analisar a viabilidade a nosso favor. Ao contrário do que fizeram! Estou, mais uma vez decepcionado.

Para terminar, novamente peço desculpas pela demora. O fato é que estava esperando a resposta, ela saiu e nada de surpresa. Depois de tudo, o que você espera para o fim do ano. Ou melhor, o que você espera para os próximos jogos do Goiás. E qual é o seu palpite para o campeão do campeonato, quem serão os quatro na libertadores. Eu torço demais para o Grêmio ultrapassar o tricolor paulista, mas acho complicado e pouco provável. Mesmo assim, força Grêmio. Estamos torcendo por você.

Todos nós somos VÂNDALOS

Ter, 18/11/08
por junior villela |
categoria Brasileirão

Desde que Mundo é Mundo a problemática de dada coisa remete um culpado, vezes conhecido outras não. Na utopia de avaliar igualmente os envolvidos, criaram a justiça e, conseqüentemente, uma duvidosa maneira de avaliar, culpar e penalizar. Para penalizar dado alguém há a necessidade do desenvolvimento de leis, geralmente perpassando pelo complexo caminho da moral social, ou simplesmente nas relações do dia-a-dia. No futebol a engrenagem é um pouco mais simples, mas não deixa de ser complicada, ressalvo.

Nada contribui positivamente à conclusão do STJD, nada. Os que concordaram com a decisão contra o Goiás erraram, erraram feio. É inaceitável condenar toda uma grande torcida por um erro cometido por um “desconhecido” ou conhecido, se o sujeito for conhecido, pior ainda! Por que não penalizá-lo judicialmente e publicamente pelo ato. Por que penalizar o pobre torcedor que economiza centavo a centavo para ir ao estádio ver seu time jogar. Saiba STJD. Vocês não tiraram somente o mando de campo do Goiás, vocês acabaram com o final de semana de pessoas que nada tem haver com o problema “avaliado”.

A absurda falha cometida tem um nome: generalização. STJD generalizou e mais uma vez demonstrou sua ineficaz e ignorante maneira de resolver as coisas, punido os torcedores. Eles pegaram aqueles dizeres populares do estilo: toda loira é burra… E concluíram: todos os torcedores do Goiás são vândalos a exemplo daquele que invadiu o campo. Isso é certo? Desconheço um período em que decisões de tamanha proporção fossem tomadas por essas pressuposições. Fazer o quê?

É uma pena reconhecer que o melhor futebol do mundo ainda passa pelas mãos de pessoas com essa visão limitada e pouco reflexiva. Parabenizo a equipe pela conquista, mesmo jogando “fora de casa”, vencemos a estrela solitária do Rio. Com relação a nós sinto dizer: mas somos Todos vândalos na ótica do STJD.

Cru veio CRU e levou três dos esmeraldinos

Seg, 03/11/08
por junior villela |
categoria Brasileirão

O que acontece com o Goiás, alguém aí pode me explicar? As vezes não entendo esse sobe e desce de produtividade. Nas últimas rodadas os resultados alcançados decretaram a limitação da equipe. Achei que ela chegara a seu nível máximo. Mas de repente, de repente mesmo, em exatos 15 minutos já estávamos com três gols à frente do terceiro colocado, o Cruzeiro. Compreendo, a partida foi no Serra e lá somos superiores. Mas por que não temos linearidade? Por que não conseguimos jogar como jogamos diante do Cruzeiro em todas as partidas dentro ou fora de casa? Simplifico: por que perdemos para o Vasco, lanterna, e ganhamos da Raposa com tanta facilidade?

Ao contrário do que se pensava, a equipe esmeraldina tem mais a mostrar, e quando mostra o que sabe não tem para ninguém. Grêmio e Cruzeiro são testemunhas! Fomos a campo com somente um atacante, o Cruzeiro veio CRU, perdido e levou logo três gols. Novamente, re-revelo discordar da estrutura de jogo, mesmo ela tendo dado certo. Não gosto, porém adjetivo o hesito. Como o autor do terceiro gol, Henrique, disse “foi um jogo perfeito. Estivemos bem taticamente, aplicados.” Ele tem toda razão. A equipe jogou redondamente.  - Entretanto, prefiro dois atacantes!

O diferencial desse em relação ao jogo anterior foi a aproximação. O Goiás estava, sim, com “tão-somente só” um jogador à frente, Iarley. Toda via, os jogadores aprenderam ao errar no jogo passado. Neste, eles compactaram o sistema de jogo e não deixaram o atacante só. Ao fazerem isso, a tropa verde pequi atacou e alcançou o planejado. Aprendemos!

O “se” como li em um dos comentários do Blog Nação Esmeraldina é sempre o culpado. Em um campeonato de pontos corridos, a exemplo do Brasileirão, o “se” deve ser abolido do dicionário. Os grandes trabalham, pensam, agem assim e por isto estão onde estão. Há três anos sofremos essa sina, o carrapato do “se”. Ele é o responsável por essa não linearidade. Enquanto não extinguirmo-lo, conviveremos em meio a oscilações. Será mais ou menos assim: sonha com a bela moça, mas acorda com a mais ou menos, quando não a feia – Não é isso Bruno Lima!

A culpa é da retranca, e não do juiz

Sex, 31/10/08
por junior villela |
categoria Brasileirão

Sentado a frente de uma tela de 19 polegadas acompanhei o jogo entre Goiás e Palmeiras pelo site do globoesporte.com. Deixei bastante espaço entre a cadeira e a mesa do computador, mas nem precisou. Não pulei, não comemorei… Fiquei quieto a espera. Após o gol de pênalti do time paulista, aguardei a desejada e reforçada por orações reação do verde pequi. Ele tentou, apostou em contra-ataques rápidos. Em vão! O técnico Hélio dos Anjos fez o que pensou ser o certo, escalou o time com “tão-somente só” um atacante.  - Eu acho pouco! Muito pouco!

O Palmeiras veio a campo com um tradicional “quatro-quatro-dois” o Goiás com “três-seis-um”. A linha do meio campo do Goiás poderia vir em peso depois de roubar a bola seja onde fosse que a linha dos dois fixos, mais os laterais e a segunda linha de quatro do meio do Palmeiras acompanhariam o esmeraldino. Não havia saída! Por mais veloz o contra-ataque puxado, nunca tínhamos uma vantagem numérica, porque Iarley estava sempre sozinho. E se um time quer mesmo explorar o erro do adversário, a situação não deve ser essa. Hélio tentou consertar a tática utilizada. Sem resultados!

O grande erro responsável pela derrota foi a retranca da qual incorporamos a mando de Hélio dos Anjos. Sem essa de colocar a culpa no juiz. Talvez se tivéssemos ido ao jogo com mais de ousadia, vontade, sede de gol ou, quem sabe, com mais um atacante, a história provavelmente seria outra. Uma pena! Por culpa nossa e comodismo deles foi um jogo sem grandes emoções. Principalmente, no segundo tempo em os dois times pareciam estar satisfeitas com o resultado. E dá-lhe equilíbrio no meio de campo.

Mais uma vez, seguindo a lógica do era uma vez um time que perdia pontos fora de casa por pequeninos detalhes, mais três se foram e, com isso, caímos uma posição. Falar em vitória sobre o time paulista, fora de casa é demais, mas o empate era possível. Só me resta ressaltar o trabalho da nossa zaga que jogou demais. A fiel muralha verde de épocas atrás. Parabéns a Rafael Marques, Ernando e Henrique. Acrescento a lista de elogios o goleiro Harley que também fez ótima partida.

Novamente o “Viagra do Brasileirão”, infelizmente!

Qui, 23/10/08
por junior villela |

viagraberde.jpgNem mesmo o torcedor vascaíno mais apaixonado esperava um placar tão elástico e convincente. Agora imagine como nós. Com todo respeito à equipe carioca, se na partida de ontem existiu um favorito, esse alguém foi o Goiás. Mas como não existe isso deu no que deu. Vínhamos de uma seqüência de vitória e empates. Há tempo não sentíamos o sabor de uma derrota. Ela chegou e desceu arranhando a garganta.

O que dizer após um quatro a dois dentro de casa, em pleno Serra Dourada? O que dizer depois sermos goleados pelo lanterna do campeonato? Nada! Mas, novamente, como a dois anos seguidos, constatamos que somos o grande remédio para os enfermos, ou melhor, o “Viagra do Brasileirão”. É triste escrever isso, entretanto, trata-se de um fato que se tornou rotina. Infelizmente!
 
Tínhamos tudo a nosso favor, mesmo assim, - como diria um amigo meu – tomamos na “tarraqueta”. Ou seja - assim espero que seja -, tomamos na cabeça. Poderia muito bem me estender a respeito do jogo, porém, creio que não compense. É melhor deixar de lado, simplesmente esquecer o episódio, porque não compensa relembrá-lo. Muito menos vamos discutir se houve ou não marmelada, porque se houve ou não nunca saberemos. Só me resta deixar aqui meus Parabéns a equipe do Vasco pela vitória!

Mudando de Assunto

Há somente uma luz no fim do túnel, e que luz. Depois da derrota obrigatoriamente temos que pensar em coisas boas, segundo a teoria da Atração. Então, o melhor que podemos fazer nesse momento é… Quem sabe aí? Deliciarmo-nos com a beleza de nossa Musa.

 thaiscaravalho.jpg

Não perca tempo, já estão disponíveis as fotos do novo ensaio de Thaís Carvalho. Acesse!

Senti o que o Goiás sentiu!

Seg, 20/10/08
por junior villela |
categoria Brasileirão

Este final de semana foi estranho, bota estranho nisso. Assim como o Goiás, também passei o final de semana fora e quando refleti sobre minha situação logo me lembrei do jogo contra o Coritiba (sem erro desta vez, Álvaro). Nesse momento fiquei imaginando os onze dentro do campo, sendo olhados com certo teor de ódio pela torcida adversária. Daí, pensei novamente. Estou num lugar com pouquíssimas pessoas se comparado a quantidade normal do público de um estádio, mesmo assim não estou me sentido bem, imagine como o Goiás se sente. Na verdade, tudo naquela cidadezinha do interior era novo por mais que a tenha conhecido anteriormente, e o novo é intimidante e/ou desconhecido por mais que nos preparemos.

E não parou por aí… Se não bastasse o lugar, as pessoas, das quais já tive o contato em outras oportunidades, já não eram as mesmas em sua essência. Elas mudaram, e como mudaram. Fizeram novas amizades, adquiriram novos conceitos, progrediram (aqui entenda por ir adiante). Eu também mudei e passei por grande parte do que elas passaram, por isso, quem sabe, tenha me sentido um estranho em meio a pessoas que pensei conhecer.

Depois de analisar o todo, me comparei com a situação da qual se encontrava o Goiás. Na ocasião, estava na numa sala com menos de cinco metros quadrados vendo o jogo em uma televisão de mais ou menos 14 polegadas. Além de pequena, a parabólica não estava bem sintonizada, ou seja, dá-lhe chuvisco. Voltando a comparação dita anteriormente. Por tudo que pude sentir, entendi a difícil tarefa do esmeraldino: jogar fora de casa e sempre com um novo adversário que muda a cada dia.

Com torcedores irritados ao meu lado, acompanhei a partida sem dizer uma palavra. Em silêncio não esbocei nenhuma reação, tentei ao máximo sentir o que o elenco sentia em campo e penso ter captado, mesmo em pequeno tom, o passado por eles. Ao término da partida, levantei, peguei o computador e iniciei meu ensaio para este post. Tentativa inválida, o som era demais e simplesmente não havia como concentrar. Conseqüentemente, assim como o Goiás após o empate com o Coritiba, tudo o que queria era ir embora! E foi o que aconteceu!

Cheguei e pensei, pensei e pensei um pouco mais. Vi, re-vi e vi de novo os lances da partida. Fui assistir ao Fantástico, para ver o que o comentário do Tadeu Schmidt (é assim que escreve mesmo?). Ele simplesmente falou daquele lance do Romerito, e nada mais! Agora você deve estar se perguntando o que ele quer dizer com toda essa ladainha. É simples, vou tentar explicar. Empatamos fora de casa com um forte concorrente, e não acho a atitude de ficar irritado a mais correta. Não acho mesmo! Como bem disse Bruno Lima em seu post do dia 14/10, o máximo não foi suficiente. Mais uma vez!

Mesmo com pessoas irritadas ao meu lado, televisão pequena e com um sinal péssimo, comprovei que a equipe jogou pra valer, deu o máximo de si e conseguiu um ótimo resultado. Talvez o 1 a 1 seria melhor visto em outras circunstâncias. Porém, depois de sentir na pele o que o Goiás sentiu, eu não tenho dúvidas de que o empate foi um ótimo resultado – coma já disse, agora, a três linhas acima.

UM ABRAÇO A TODOS!

FUTEBOL e seus imprevistos

Seg, 13/10/08
por junior villela |
categoria Brasileirão

Somente uma anormalidade, como disse na postagem anterior, poderia subtrair de nós os três pontos frente ao Internacional, e foi o que aconteceu. Tudo nos favorecia: campo, torcida, bons resultados, etc.. Mas o imprevisível nos surpreendeu. Tropeçamos em nós mesmos, e estamos, a cada dia, mais distantes do sonho da Copa Libertadores da América.

No jogo passado, empatamos com o Fluminense em pleno Maracanã. Nessa circunstância, afirmei: não perdemos dois pontos, ganhamos um. Agora, não! Diante o Colorado gaúcho perdemos dois pontos sim! Perdemos não por merecimento, mas por nossas próprias falhas. Pecamos nos detalhes, e a maior prova disto foi o pênalti perdido por Iarlei.

Nós jogamos, e jogamos bem! O empate, mesmo com sabor de derrota, não desqualifica o trabalho realizado pela equipe em seus últimos sete ou oito jogos. Concordo com a exaltação feita por Hélio dos Anjos a respeito da atuação da equipe. Como já disse antes, o Goiás mereceu vencer, mas, como no futebol nem sempre o melhor sai vitorioso, empatamos. Coisas do esporte!

Com o fim da rodada, mantivemos o oitavo lugar. Somando mais um pontinho, estamos agora com 44. Assim, Nada mudou! Entretanto, a distância entre nós e o grupo dos quatro, ou melhor, o G4, aumentou. Faltam nove jogos para o fim do campeonato e, talvez, nosso sonho. Até lá, 27 pontos serão disputados. Sem querer iludir ninguém, digo: não é impossível, mas é pouco provável.

Agora, devemos seguir adiante, sem cambalear. Temos tempo somente para corrigir erros cometidos, e nada mais. Na seguinte rodada enfrentaremos o Coritiba, fora de casa. Ele vem de um empate fora de casa e é sétimo colocado, ou seja, nosso concorrente direto. A partida é uma ótima oportunidade para o Goiás redimir-se. Quem sabe não voltemos de lá com três pontos. Quem sabe!!


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