Reviravolta
Mais uma notícia no Vasco dada como certa foi desmentida por um membro da Diretoria. O vice de futebol, José Hamilton Mandarino, disse ontem no programa “Só Dá Vasco” que o Morais ainda não foi negociado, negando o que havia sido divulgado há semanas. Ninguém esperava uma reviravolta dessas…
Aí a gente se pergunta: se o rapaz não foi vendido, porque não negaram de cara a notícia? Por que aguentar várias críticas por conta de negociação e não desmentir de uma vez o noticiado? Parece que a diretoria tem um lado masoquista para gostar tanto de ser criticada.
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Se estão guardando o Morais para ser moeda de troca na prorrogação do empréstimo do Carlos Alberto, tudo bem. A idéias seria muito boa: se o rapaz não der chilique na Alemanha, pode se valorizar com a experiência internacional e ainda ficamos com o Casalberto para o resto do campeonato. Essa poderia ser uma última carta na manga do clube nessa negociação.
Porque sem algum trunfo e com o contrato do capitão já encerrado, não haveria muitas razões para otimismo. Apesar disso, Rodrigo Caetano está confiante num final feliz por dois motivos: além do Werder Bremen não ter enviado nenhuma comunicação oficial ao Carlos Alberto, mesmo com a pré-temporada marcada para a semana que vem, o clube alemão prometeu dar uma resposta amanhã sobre o caso. Se fosse uma questão fechada, não haveria motivo para o Werder dar um prazo para a solução do contrato.
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Uma boa notícia: o atacante Adriano, que se apresenta hoje na Colina, pode atuar já contra o Ponte Preta se tiver condições físicas para isso. Segundo o JB: “mesmo tendo tido uma rápida passagem pelo Málaga, da Espanha, seu passe sempre esteve vinculado ao Internacional e portanto não vai precisar esperar a abertura da janela de transferência internacional para ter condições de jogo.“
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Mas enquanto Carlos Alberto não fica e Adriano não chega, o Dorival tenta adaptar o time à nova realidade: ontem ele testou o esquema 3-5-2 com o elenco. O time que treinou foi Fernando Prass; Vilson, Titi e Mateus (como 3º zagueiro); Fágner, Souza, Léo Lima (depois Jéferson), Alex Teixeira e Ernani; Elton e Robinho (depois Magno).
Na prática, o time muda muito pouco. Amaral já joga grande parte do tempo como um terceiro zagueiro e colocar um volante de origem para substituí-lo mostra que o Dorival não pretende mudar tanto o esquema do time. Quisesse mesmo armar um 3-5-2 de verdade, Morisco – ou outro zagueiro qualquer – acabaria ganhando a vaga do Amaral.
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