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Sem maldição

dom, 31/01/10
por JC |

fribvascoO Friburguense, adversário do Vasco hoje, entra em campo hoje sem sua principal arma. Aliás, o campo é justamente o maior desfalque do time serrano: mandando o jogo contra o Gigante no Raulino de Oliveira, em Volta Redonda, o Friburguense não aproveitará a urucubaca que paira sobre os nossos jogadores quando vamos até o Eduardo Guinle, estádio onde coisas estranhas costumam acontecer com o Vasco.

Relembremos dois casos. No estadual de 1998, o Vasco venceu o Friburguense por 3 a 0, mas saiu com três jogadores contundidos “levemente“: Ramon sofreu uma entorse no joelho esquerdo, Luisinho teve afundamento do malar e Luizão levou dez pontos na boca. No ano seguinte, nova vitória vascaína (por 1 a 0) e mais uma baixa no elenco, dessa vez do Reizinho, que sofreu uma torção no tornozelo.

Mesmo sem precisarmos nos preocupar com a “maldição do Eduardo Guinle“, o time tem seus problemas com contusões. Ainda sem poder contar com Carlos Alberto e Fagner, Mancini também não sabe se poderá contar com outros quatro titulares. Fernando, Márcio Careca, Nilton e Souza depende de um ok do departamento de fisiologia para serem escalados. Esses são os jogadores que estão próximo do limite e podem ter problemas físicos caso não sejam poupados. Gustavo, Jumar e Paulinho podem entrar na zaga e no meio campo. Já a lateral esquerda tem uma complicação extra: Ernani, o único reserva especialista na posição, sofreu um acidente e desfalca o time por pelo menos três meses. Caso Careca não jogue, o Vasco hoje entrará em campo sem laterais de ofício (já que o zagueiro Thiago Martinelli está improvisado na direita). E não são apenas os problemas físicos que trazem desfalques ao time. Léo Gago, Rafael Coelho e Rodrigo Pimpão estão suspensos. Rafael Carioca terá sua estréia como titular no lugar do Gago e na frente Dodô, voltando de suspensão, volta ao ataque.

Ficha técnica
Ficha técnica

Apesar das várias mudanças, o Vasco não deve alterar muito a sua forma de jogar e deve partir pra cima do Friburguense, como tem feito contra todos os adversários. O clube serrano ainda tem remotas chances de classificação para a fase decisiva da Taça Guanabara e deve ser um adversário mais complicado que o Ma(l)caé. Com a segunda melhor defesa do grupo B, não será surpresa se o Friburguense se segure melhor que nossos últimos oponentes e encerre nossa sequência de goleadas.

Mas enfrentemos ou não uma defesa mais sólida, não dá pra esperar outra coisa além da vitória. O Gigante tem sobrado dentro do seu grupo e tem a melhor campanha de todo o Carioca. O que todo torcedor quer ver mais uma vez é um Vasco que busca sempre o resultado e que não abandona a ofensividade nem com o jogo resolvido. Com ou sem maldição em campo.

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O estado clínico do Ernani é estável e ele não corre maiores riscos. Apesar de não ser dos jogadores mais bem quistos pelos vascaínos, todos devemos ficar na torcida pela sua pronta recuperção.

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Na coluna de hoje n´Os 4 Grandes: agora, mais que nunca, precisamos de laterais.

Sendo do contra…

seg, 09/03/09
por JC |

Não sei se foi calor senegalês que fez na cidade ontem, se foi o longo período sem jogos oficiais ou qualquer outra razão. Mas dessa vez, mesmo com uma vitória fácil sobre o Friburguense por 3 x 0 (que poderia ter um placar ainda maior), vou ficar com o Dorival Jr. e conter a empolgação – que já foi demonstrada por alguns comentários – e dizer que não gostei muito do jogo ontem. Não que o time tenha se apresentado muito mal. Mas depois de tanto treino, do massacre pra cima do CFZ (que, por pior que seja, não pode ser tão mais fraco que o Friburguense) e de tantas declarações sobre a evolução do time, eu esperava um pouco mais.

Talvez tenha sido o tal “ritmo de treino” tão falado por aí. Mas mesmo um treino poderia ter sido um pouco melhor. O primeiro tempo, sob o maçarico inclemente do verão carioca, tornou o jogo muito lento. Mesmo diante de um adversário que parecia querer provar o porquê de ser o último colocado do campeonato, quem levou o primeiro susto fomos nós: Fernando, que já não prima pela velocidade em temperaturas mais amenas, perdeu na corrida para o atacante adversário e só não levamos o gol porque Tiago fez uma excelente defesa.

A resposta veio rápido. Fagner se infiltrou pelo meio e com um belo passe deixou Carlos Alberto de cara pro gol. Ele não perdoou, tocou pras redes e foi pro abraço. Depois disso o jogo voltou à lentidão habitual. O Friburguense não conseguia nos ameaçar e o Vasco chegava eventualmente com perigo. Antes do final da primeira etapa ainda perdemos duas chances claras, uma com Elton – depois de mais um passe do Fagner – e outra com Jéferson.

No segundo tempo, com a temperatura um pouco mais baixa e com a conversa que o Dorival teve com o time no intervalo, o jogo melhorou um pouco. Logo aos oito minutos o Vasco ampliou o placar: “Casalberto” avança pela lateral, sofre um pênalti – não marcado pelo juiz ¬– se recupera e chuta. O goleiro espalma nos pés do Alex Teixeira que finaliza do jeito que ele sabe, mal. A bola ainda sobra e Elton vai pra dividida com o goleiro, levando a melhor e marcando o gol mais chorado e feio do Vasco esse ano. Mas é como dizem por aí, “feio é não fazer gol” e o que importa é que nosso centro-avante marcou o segundo.

Com o jogo sob controle, Dorival fez algumas substituições. Cansado, Carlos Alberto dá lugar a Fernandinho e o sumido Alex Teixeira sai para a entrada do Pimpão. Mas quem entrou no jogo mesmo foi Ramon, que depois de um fraco primeiro tempo e resolveu jogar e além de criar várias jogadas pela esquerda quase marcou um golaço.

Por outro lado, Fernandinho, que tinha acabado de entrar, só conseguiu ser notado duas vezes: quando tomou um amarelo e quando saiu por contusão (para a entrada do Enrico). Fora isso, era melhor não ter entrado no jogo. Foram mais 14 minutos em campo sem justificar a confiança do Dorival no seu futebol. Antes do fim do jogo, o Vasco fez o terceiro e mais bonito da partida: um foguete de Rodrigo Pimpão, mostrando um tempinho no banco pode fazer bem ao garoto.

O jogo não foi difícil, mas poderia – ou melhor, DEVERIA – ter sido ainda mais fácil. Pra uma primeira rodada de returno, o resultado foi bom, mas o futebol apresentado deixou a desejar. A torcida pode ter se empolgado com um ou outro jogador, ter gostado muito do placar e tal, mas estou com o Dorival: o time não foi muito bem. Se na próxima quinta jogarmos dessa forma contra a cachorrada, poderemos ter sérios problemas.

Pode parecer que estou sendo do contra, mas fazer o que? Acho que já podemos nos dar ao luxo de sermos um pouco mais exigentes com o time.

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Tiago não foi muito exigido – e nem poderia, diante de um adversário tão fraquinho – mas fez umas duas ou três grandes defesas. A primeira, logo aos 5 do primeiro tempo, foi excelente.

Aos poucos nosso camisa 50 vai mostrando que a temporada de 2008 é mesmo pra se esquecer. Que o Tiago siga nesse crescente (e não nos desaponte em algum jogo mais decisivo).

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Fernando e Tite não deveriam ter muitas complicações ontem, mas ainda assim deram uns vacilos, principalmente no primeiro tempo. Não se pode culpar o calor, que foi brabo pros atacantes adversários também, nem mesmo o constante apoio dos nossos laterais, já que ontem tivemos volantes que na grande maioria do tempo apenas marcaram.

Os dois podem ter sido os titulares da melhor zaga do campeonato até agora, mas ainda assim eu gostaria de ver o Leonardo jogar.

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Até os 15 minutos do segundo tempo, Ramon vinha fazendo uma das suas piores partidas pelo Vasco. Errando muitos passes – e quase entregando o ouro numa dessas, no começo do segundo tempo – e não aparecendo muito no ataque, o garoto só resolveu jogar direito depois do segundo gol do Vasco. Não que tenha se empolgado com o placar, mas porque durante a comemoração o Dorival Jr. o chamou para lhe dar uma bronca daquelas. Aí o Ramon a que estamos acostumados apareceu: foi uma boa opção ofensiva pela esquerda, partindo pra cima dos marcadores com personalidade e criou boas jogadas. Quase marcou um golaço por cobertura.

O Fagner fez uma estréia promissora. Não se intimidou com a primeira partida pelo time, jogando com personalidade. Apoiou, marcou quando necessário, correu o jogo todo e ainda acertou dois belos passes, um que rendeu o primeiro gol do jogo e o segundo que foi desperdiçado pelo Elton. Não diria que foi uma apresentação que ameace a titularidade do Paulo Sérgio, mas serve para deixar a torcida animada com a possibilidade de termos não apenas um bom lateral direito, mas também uma boa opção de reserva para a posição.

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Amaral novamente não desapontou a torcida e marcou com firmeza e, para espanto geral, sem violência e não errando passes. Ontem, no primeiro tempo, chegou a acertar um lançamento de uns 30 metros numa inversão de jogada. O Dorival Jr. deve ter feito alguma coisa com o sujeito para ele ter melhorado tão significativamente.

O Mateus também não foi mal. Não foi nem de longe tão útil na ligação com os armadores como teria sido o Nilton ou o Leo Lima, mas pelo menos fez bem – para os seus padrões – o trabalho de marcação. Pelo menos impediu um chute perigoso do Friburguense no segundo tempo e não foi o jogador irritante que costuma ser.

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O esquema do Dorival não favorece muito ao Jéferson. E se normalmente ele não pode apresentar um futebol dos mais vistosos, com a lentidão do time no jogo de ontem ele aparece ainda menos. Ele deve ter alguma importância tática para o time, mas ele se esconde tanto no jogo que é difícil perceber qual é essa importância. No primeiro tempo, o Jéferson apareceu depois de perder um gol feito depois de jogada com “Casalberto”. No segundo ele cresceu de produção junto com o time, mas ainda assim sem maior brilho.

Já o Carlos Alberto, talvez inspirado pela notícia de que será papai, fez uma bela partida. Buscando o jogo, partindo pra cima dos adversários e brigando sempre (e o que é melhor, sem levar cartão), Casalberto foi o melhor da partida ontem. Fez o primeiro com um toque sutil tirando o goleiro e iniciou a jogada do segundo, depois de sofrer pênalti, não assinalado pelo juiz, e chutar para o goleiro serrano oferecer o rebote. Saiu cansado, o que é até compreensível, já que foi o que mais correu enquanto esteve em campo.

Ele saiu para a entrada do Fernandinho que não conseguiu fazer nada certo mesmo diante de um adversário fácil e já batido. Se contundiu depois de 14 minutos dentro de campo, mas se fosse um famoso “pedido pra cagar e sair”, não faria diferença. Ainda não mostrou o futebol que o Dorival parece crer que ele tenha. O Enrico entrou em seu lugar e não teve chance de mostrar muita coisa. Mas ainda assim, foi melhor que o Fernandinho.

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O ataque parece ter sido o setor do time que mais sofreu com o calor. Elton não repetiu as atuações anteriores e no primeiro só não passou em branco porque perdeu um gol feito –depois de dar um chute digno de um Alex Teixeira de tão fraco – na cara do goleiro. No segundo tempo continuou não sendo ao atacante perigoso que mostrou ser em outras partidas, mas pelo menos marcou o seu, depois de um lance muito brigado.

O Alex Teixeira também não fez muito na partida. Se o Dorival o colocou em campo para dar uma maior movimentação na frente, a medida não surtiu efeito. Alex teve um primeiro tempo apagado e quando teve uma chance clara de gol foi derrubado e o juiz ainda fez o favor de não marcar a falta. Na etapa final, no pouco tempo que ficou em campo, apareceu apenas no lance do segundo gol, pra variar, finalizando mal diante do goleiro. Saiu para a entrada do Pimpão, que amargou pouco mais de uma hora no banco e entrou mostrando serviço, dando mais movimentação ao ataque e marcando um golaço, depois de um belo chute da entrada da área. Se não voltar a ter aqueles ataques de marrentice, pode ser que a reserva tenha durado apenas um tempo e alguns minutos para o Pimpão.

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Com os resultados da primeira rodada, já somos líderes da Taça Rio, pelo saldo de gols. Mas a julgar pela dificuldade que TODOS os outros times do nosso grupo tiveram, não vejo dificuldades em nos mantermos nessa liderança até às semifinais.

Isso, claro, se o time ainda der uma melhorada. Mesmo mostrando o melhor futebol da primeira rodada, ainda estamos um pouco longe de termos um time 100% confiável. 

Mordido, contra tudo e contra todos

dom, 08/03/09
por JC |

A Taça Rio começa nesse domigo para o Vasco. O jogo contra o Friburguense, às 16 horas, na Colina, é o primeiro desafio rumo ao título do turno e final contra o Botafogo. Mostrar seu valor e convencer a torcida de que merece envergar a Cruz de Malta no peito não é mais a única motivação para o elenco. Como bem disse há algum tempo o técnico Dorival Jr., agora é uma questão de honra.

Mas o melhor time do grupo A na Taça Guanabara não vai jogar completo. Teremos o desfalque de dois dos desfalques do Vasco no primeiro turno, curiosamente ambos componentes da melhor esquema defensivo do campeonato e eficientes também como opções ofensivas. Por conta de mais uma confusão não criada pelo nosso time – e sim por um juiz que não conseguiu fazer direito sequer a parte burocrática do seu trabalho – Paulo Sérgio não joga. Nilton, nosso volante artilheiro também está fora, este por suspensão.

Não contaremos com os bons cruzamentos do nosso lateral direito, “poupado” porque um árbitro não assinalou na súmula um cartão amarelo (e para evitar problemas com o  TJD, que sempre se mostra eficientíssimo para punir o Vasco). Com isso teremos a estréia do jovem Fágner, que tem se destacado nos treinos e que aparenta entrar para disputar uma vaga como titular. Já o Nilton será substituido pelo Mateus. Dessa troca confesso que não gosto muito. Dorival tem confiança no no garoto, mas sua entrada deve prejudicar muito a ligação entre os volantes e os meias, já que o Mateus não tem, nem de perto, a qualidade  no passe que tem o Nilton. Como o Mateus também nunca foi um primor na marcação, só posso entender que a razão da escolha seja a falta de ritmo do Leo Lima, que voltou de contusão há pouco e já admitiu não ser capaz ainda de jogar os 90 minutos. Caso seja mesmo essa a razão da entrada do Mateus, temos que torcer que ele vá bem no jogo, ou então, que o Dorival opte por colocar o Leo Lima – que estará no banco – no decorrer da partida.

O único titular sacado por opção do treinador foi Rodrigo Pimpão. Mesmo tendo sentido o joelho, ele já teria sido sacado e substituido pelo Alex Teixeira. A torcida não deve ter ficado muito satisfeita com essa opção, mas dá pra compreender os motivos do Dorival. Todos gostariam de ver como se sairia em campo o Edgar,  ou até o Alan Kardec – que pode ser mais efetivo com um time que explora melhor os cruzamentos na área – mas como em outras oportunidades, nosso treinador preferiu por em campo um substituto com características semelhantes ao do titular.

Muitos vão falar que o ponto comum entre o Alex e o Pimpão é a baixa qualidade na finalização (o que é verdade também). Mas vale lembrar que os dois se movimentam mais no ataque, caindo pelas laterais, coisa que nem o Edgar ou o AK, que são jogadores mais fixos na área,  fazem. Como o Élton tem a função de centro-avante, Dorival fez mais uma vez uma escolha pelo esquema tático, não pelo jogador que entra em campo.

Mas de resto, o time vai completo e tem tudo para fazer uma boa estréia  no segundo turno diante do Frizão. Jogando em casa, com o apoio da massa vascaína (que, por favor, tem que comparecer ao estádio!), o time não pode bobear, já que o Friburguense desse ano não está tão perigoso como em outros anos. Tendo ficado na última posição do grupo B na Taça Guanabara, a maior motivação do time serrano é evitar o rebaixamento no Estadual. Com todo respeito que devemos ter por nossos adversários, por menor que sejam, nem dá pra comparar com as razões que temos para arrebentar nessa partida. O time está mordido e começar a Taça Rio com três pontos e jogando bem será uma conquista não apenas no campo, mas uma vitória sobre todos os adversários que tivemos nesse Estadual. Tanto dentro quanto fora das quatro linhas.

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Não que eu ache que isso fosse fazer uma diferença gigantesca para esse grupo, que já mostrou um comprometimento com o Vasco sem igual na história recente do clube. Mas que é bem melhor entrar em campo sabendo que os salários foram pagos, não há como negar.

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Andrei, filho de um dos ídolos vascaínos da década de 80 Geovani, assinou contrato por três anos com o clube. Com apenas 16 anos, o garoto é muito parecido fisicamente com seu pai. Se as semelhanças se mantiverem dentro de campo, no trato com a bola, teremos mais um craque com a Cruz de Malta no futuro.

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Parabéns à Torcida Organizada do Vasco – a popular TOV – pelo seu aniversário de 65 anos de fundação. É mais uma amostra de como o pioneirismo faz parte da história do clube e de como a nossa torcida sempre se espelhou na vocação vascaína de chegar na frente.



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