Tema livre
“Se tivermos que sair sangrando do campo, vamos sair” - Jonílson.
Esse é o espírito. Vamos ver se em campo a prática vai comprovar a teoria….
“Se tivermos que sair sangrando do campo, vamos sair” - Jonílson.
Esse é o espírito. Vamos ver se em campo a prática vai comprovar a teoria….
Tirando o resultado mais óbvio - a vitória da bambilândia sobre o Figueira - nenhum resultado nos foi muito favorável. Dá pra pensar que pela tabela do Fluzim (uma seqüência dois jogos fora contra SP e Inter), a vitória deles sobre a Lusa não tenha sido a pior coisa do mundo. Mas mesmo assim, a situação só se complica.
Nessa rodada quem joga por último somos nós. Se a situação complicadíssima na tabela não é motivo que baste para motivar o time - para não repetirmos a ridícula atuação contra Galo - espero que saber o resultado dos nossos concorrentes ajude. O jogo é contra os líderes do campeonato, mas nesse momento poderia ser contra a seleção canarinha de 70: não importa quem venha pela frente, precisamos vencer.
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É como dizem: “quem tem boca fala o que quer“. Espero que o Borges seja calado em campo…
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O quinto e último ensaio da nossa Musa está no ar. Que a beleza da Marcela sirva de inspiração - e alento - para a torcida. Estamos precisando…
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Ao fim da 35ª rodada, não dependemos mais exclusivamente dos nossos esforços para permanecermos na série A em 2009. Por isso mesmo dependemos cada vez mais do apoio da torcida. Não dá pra abandonar o Vasco nesse momento.
Update: como era de se esperar, vários tricolores paulistas vieram deixar seus comentários por aqui. Alguns, reclamando de eu ter usado o termo Bambi, como se fosse eu quem o tivesse inventado. Outros para - PASMEM!!! - falar que têm medo que haja algum tipo de ajuda para o Vasco dos árbitros na partida … Se bem que é compreensível: quem foi ajudado tantas vezes (não apenas nesse campeonato) tem mesmo que ficar com o pé atrás. Os sãopaulinos sabem muito bem como a arbitragem pode ajudar uma equipe…
E depois do jogo contra o Inter, os santistas pararam de aparecer reclamando de ajuda do juiz. Por que será?
Depois de ter feito milhares de concessões para assinar com o clube;
ser obrigado a ver do banco de reservas jogadores que não tem a menor condição técnica de usarem a camisa do Vasco;
ver que dificilmente terá chances de jogar com o time sob o comando do Renato Gaúcho;
passar pela situação de entrar aos 45 minutos do segundo tempo de um jogo perdido para poupar o inigualável Madson;
e ainda ver que parte da torcida o culpa por não vir sendo escalado, o chamando de velho e bichado sem que ele tenha tido sequer uma chance de jogar mais de 45 minutos de uma partida.
Pode até ser boato a história de que Pedrinho deseja se aposentar ao final dessa temporada. Mas depois de tudo isso aí em cima, seria altamente compreensível. Uma pena.
PS.: o “velho” Pedrinho tem a mesma idade do Leandro Amaral….
PS.2: meu micro pessoal entrou em coma profundo ontem a noite. Com o acontecido, pode ser que os futuros comentários demorem um pouco para serem aceitos.
Indo de trás pra frente….
Poderia se falar que o Rafael falhou no segundo gol e fez um pênalti ridículo, levantando a perna pra dar uma banda no atacante do Galo.
Poderia se falar que a defesa voltou no tempo e atuou como há algumas rodadas: desligada e lenta. Assistiu os jogadores do Atlético entrando na área nos dois primeiros gols e o Odvan deixou a bola quicar na frente dele no lance do segundo pênalti.
Poderia se falar que nosso jogador com maior poder de marcação é completamente desprovido de inteligência. Além dos constantes erros de posicionamento ao longo da partida, o pênalti cometido pelo Jonílson, quando a bola ia pra linha de fundo e o Rodrigo Antônio estava na sobra é uma prova da sua total falta de sapiência.
Pode-se até ir pra fora de campo e falar sobre nosso “técnico-que-sonha-dirigir-a-seleção“. Ele pode não ter errado em manter o 3-5-2, mas escalar o Edmundo desde o começo depois dele ter jogado meio tempo no sábado era temerário. Insistir com Rodrigo Antônio e deixar o Baiano de fora nem vale mais a pena comentar. E durante o jogo, depois de sofrermos gols, tirou o zagueiro errado (com seus 73 anos de carreira, NUNCA que o Odvan agüentaria acompanhar a velocidade do jovem time atleticano), depois voltou atrás na sua alteração e colocou outro zagueiro em campo - como se perder de pouco ajudasse em algo a nossa situação - e ainda fez o favor de colocar o Pedrinho aos 43 minutos do segundo tempo, substituição que teve como único efeito criar a maior cara de constrangimento já feita por um jogador do Vasco em seus 110 anos de história.
Mas, não há como tirar do Leandro Amaral o título de jogador mais irritante da partida. Não, a derrota não foi culpa dele (pelo menos, não exclusivamente. O time todo se recusou a jogar hoje). Mas pelos gols perdidos, pela displicência no jogo e principalmente pelo pênalti perdido de forma grotesca, é impossível não coroá-lo com o troféu baranga da noite.
Não há mais muito o que falar sobre a derrota para o Atlético. Só que demos sorte em não tomar um sapeca igual ao que os mineiros tomaram na Colina.
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Só mais uma coisa…O time perdeu uma partida e para alguns torcedores, o mundo desabou novamente. Vamos combinar o seguinte: quem não agüenta mais, é só parar de torcer. Se mesmo faltando ainda 9 pontos a serem disputados e com um resto de rodada em que é bem possível que percamos apenas uma posição na tabela alguns já jogaram a toalha, talvez seja melhor não se estressar. Pra que gastar grana indo aos jogos e gastar energia vendo pela TV os jogos fora do Rio? Recomendo a leitura de um livro, uma ida ao cinema ou qualquer outra coisa mais produtiva.
Quanto a mim, só perco as esperanças quando não houver mais chances matemáticas. E mesmo que as dificuldades aumentem ainda mais, vou continuar acreditando e torcendo. Isso não é mérito nenhum para mim. É apenas meu dever como vascaíno. Quem pensa do mesmo jeito, que me acompanhe. Quem não pensa, é melhor esperar o Vasco voltar a ter um bom time e um bom técnico. Não se preocupem: sempre haverá torcedores que não abandonarão o Gigante em situação nenhuma.
Que a torcida do Vascão e a do Galo são irmãs, é público e notório. Mas que ninguém duvide que a partida de hoje contra o Atlético no Mineirão será mais uma batalha para assegurarmos nossa permanência na primeira divisão ano que vem. Podemos confraternizar nas arquibancadas, mas no campo, o couro deve comer.
Obviamente que nosso objetivo é muito mais sério e com conseqüências muito mais graves. Os três pontos são muito mais importantes para nós por vários motivos: manter a boa seqüência de resultados, continuar com a moral alta para o resto do campeonato, ficar por 12 dias fora da zona de degola, assegurar mais uma vitória, garantindo ainda mais a vantagem nesse critério de desempate e, acima de tudo, nos afastar mais um pouco de um 2009 que manchará a história do clube caso o pior aconteça.
Já o Galo, que tem riscos ínfimos de queda, tem como objetivo garantir uma vaga na Sul-Americana, o que, convenhamos, não é razão pra tanta motivação assim. Até porque, mesmo que perca o jogo, o Atlético Mineiro continuará na zona de classificação para a competição. Também há a possível vontade de dar o troco no sacode do primeiro turno. Mas todo mundo sabe que aquele atípico 6 x 1 na Colina teve mais cara de fritada de técnico que qualquer outra coisa.
Não podemos esquecer também que os onze do outro lado são profissionais e ninguém joga pra perder.
Mas dito isso tudo, a conclusão a que chegamos é que quem tem que entrar no jogo com vontade redobrada é o Vasco. A vitória é conseqüência, mas brio não pode faltar nem um minuto sequer. Devemos respeitar a tradição do Galo, a substancial melhora que o time teve no campeonato e o fato dele jogar no seu terreiro. Mas se não temos a obrigação de vencer, temos a obrigação de nos entregarmos durante os 90 minutos.
Isso o time tem feito. E mantendo a disposição mostrada nos últimos jogos, a vitória se torna possível. O Vasco tem jogado com bastante aplicação ao fiapo de tática que o Renato Gaúcho armou para o time e tem dado certo. Pra variar, o Churrasqueiro não entregou ainda qual será a escalação. Fica para o Marcelo Oliveira, técnico do Galo, saber se deve mexer no seu time caso iniciemos com Edmundo no ataque ou não. As opções são Pedrinho ou Leandro Bomfim. Pedrinho seria uma opção que deixaria o time mais ofensivo, mas jogando fora de casa e já contando com a reticência do Renato em escalar nosso camisa 98, poderia apostar que quem entra é o Bomfim caso o Animal fique como opção para o segundo tempo. Com isso saíriamos do 3-5-2 clássico para um 3-6-1, com Leandro Amaral mais a frente. Essa armação tem suas qualidades: Madson teria mais liberdade para chegar à frente e com Bomfim ajudando na marcação, Wagner Diniz teria ainda mais liberdade. Vamos ver.
Pra terminar, o de sempre: independente do time que vá entrar, os vascaínos em BH precisam se juntar às caravanas que devem sair do Rio e dar sua força para o time no Mineirão. Enquanto isso, a galera fica no resto do Brasil apoiando com o pensamento positivo na frente da TV. Se mesmo quando o time não ajuda a torcida não pode deixar de apoiar, imaginem agora que os caras estão pelo menos suando a camisa…
Update do jogo: 2 x 0 no primeiro tempo. Alguns pontos sobre o jogo:
- Pelo que corre o time do Galo e o nosso, parece que quem está lutando pra ficar na Série A é o primeiro.
- Com uma zaga lenta na corrida, até dá pra se virar. Com uma zaga lenta na corrida e no raciocínio, fica difícil.
- É impressão minha ou o segundo gol era defensável? O chute foi fraco e não estava fora do alcance do Rafael.
- Em alguns momentos, parece que há mais jogadores do Galo em campo. Deve ser porque o Leandro Amaral não veio….
Hoje teremos um tema livre sem cara de tema livre. Vi numa página na internet há algum tempo uns números interessantes. O autor do artigo havia feito o somatório dos pontos dos adversários que faltavam para os postulantes ao título (quem tinha o caminho mais fácil à época era, coincidentemente, o SP. E mais coincidentemente ainda, a mulambada contava a segunda menor soma de pontos nos confrontos futuros). Isso não quer dizer muita coisa - e os resultados das últimas rodadas provam isso - até porque futebol e matemática quase nunca seguem por trilhas semelhantes. De qualquer forma, resolvi fazer o mesmo pro grupo de baixo da tabela. E se fossemos levar em consideração apenas os números, era pra ficarmos bem preocupados. Analisando os jogos que faltam para os times que ainda correm risco de queda (do Santos até o Ipatinga), o Vasco terá adversários que têm o segundo maior somatório de pontos: 204 pontos. Apenas o já enrascado Ipatinga tem soma maior (206). O restante dos times na luta contra o rebaixamento têm as seguintes somas:
Santos |
182 |
Atlético-PR |
191 |
Fluzinho |
183 |
Náutico |
174 |
Lusa |
191 |
Figueira |
202 |
Olhando dessa forma, Náutico e Fluzinho, que estão abaixo de nós na tabela, teriam as melhores chances de escapar da degola. Mas como o futebol não dá a mínima para a lógica fria dos números, há de se considerar que os dois encaram concorrentes diretos ao títulos (Cruzeiro e o clássico da bambilândia, respectivamente) e têm mais confrontos diretos contra os fugitivos do rebaixamento (o Fluzinho tem dois e o Timbú três). Ou seja, no final das contas, esse tipo de cálculo serve como curiosidade, mas não quer dizer muita coisa…. Outro número curioso: dividindo os 204 pontos que vamos enfrentar até o fim do Brasileiro pelos quatro jogos que nos faltam, temos uma média de 51 pontos. Seria o mesmo que enfrentássemos 4 vezes o Internacional, que tem esse número de pontos hoje. Se fosse assim que as coisas funcionassem, bastaria repetirmos o resultado que tivemos contra o Colorado na Colina…
Não consegui ver o jogo nem pela TV, então não tenho muito o que falar da importantíssima vitória sobre o Santos por 1 x 0 ontem. Tive que me desesperar esperando os torpedos enviados pelo grande amigo - não na altura - Bigatello direto de São Januário. Foram umas 15 mensagens. E a cada toque do celular, o nervosismo aumentava. A tranqüilidade só veio com o torpedo anunciando o fim do jogo e a vitória. Uma coisa é certa: não ver o jogo é muito pior do que estar roendo as unhas nas arquibancadas…
Pelo que vi nos melhores momentos, tivemos mais chances de marcar que o Peixe. E também deu pra perceber que a vontade de vencer novamente marcou presença. Isso é o que importa. Daqui até o final, vai ser assim: luta, garra e empenho total para nos garantirmos de vez na séria A em 2009.
E assim, de batalha em batalha, vamos subindo na tabela. Até agora - 15:30 de domingo - estamos fora da zona de degola e, nas probabilidades mais pessimistas, 57% de chance de nos mantermos na elite (na mais otimista, as chances são de 66,2%). Jogando sempre com a disposição que temos mostrado, em breve esses números sobem para 100%.
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Não posso deixar de citar: novamente nossa torcida deu um show, transformando a Colina Sagrada novamente em um caldeirão. Dessa vez, o calor da galera ajudou a fazermos uma bela moqueca
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Depois de tanta tensão no jogo de ontem, um alívio visual, pelo menos: o quarto ensaio da Marcela está no ar. Não é porque a gatinha rodou no Caldeirão do Huck que ela não merece uma moral, certo?
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Não pude ir ao Maraca contra o Fluzinho e o Vasco venceu, e foi o primeiro clássico do ano. Não pude ir à Colina contra o Santos e o Vasco venceu, a primeira no Caldeirão depois de mais de dois meses.
Já me chamaram de pé frio nos comentários. E, por via das dúvidas, acho que só volto aos jogos depois de nos garantirmos na série A ano que vem….
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Ainda estou fora do Rio, por isso, os comentários podem demorar um pouco para serem aceitos.
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Update de comentários: alguns santistas - não muitos, é verdade - vieram deixar comentários falando que foram garfados.
Acho hilário. 3 pênaltis em um tempo pode, mas marcar a penalidade depois de um claro empurrão, não pode.
É como dizem por aí: o choro é livre.
Update de comentários II: os santistas continuam aparecendo. O que eu acho incrível é que eles esquecem que jogamos muito mais e que se não fosse o Fábio Costa, provavelmente sairiam com uma sacola de gols do Rio. Estão tão revoltadinhos que parece que eles tiveram gols anulados, jogadores expulsos e que o pênalti aconteceu a 30 metros da área.
Peixaiada, menos…se o time de vocês fosse tão bom assim, não estaria até agora com apenas 40 pontos. A diferença entre Vasco e Santos não é tão grande (3 empates). E o Vasco merecia a vitória no sábado. Então é melhor chorar pela campanha que por esse jogo. Até porque, foi pênalti.
Um comentarista insistente do Santos disse: “Quero ver quando vocês forem roubados se vão dizer que o choro é livre“. Rapaz, até entendo você não acompanhar o Vasco, mas se eu for enumerar as garfadas que o Vasco sofreu nesse campeonato, você veria que o número de roubos que sofremos é maior que o que vocês têm de pontos na tabela.
Não estarei em São Januário nessa que será a sexta batalha nas nove rodadas que faltavam para terminar o campeonato desde a derrota contra o Figueira. Minha preocupção agora não é com a compra de ingressos - os de arquibancada já se esgotaram - e sim, onde vou arranjar uma televisão decente para ver o jogo contra o Santos, amanhã.
Renato Gaúcho ainda não divulgou o time titular, o que significa que só devemos ficar sabendo com certeza se vamos com Leandro Amaral ou Edmundo em cima da hora (a tendência é de que seja o primeiro). Mas qualquer que seja nosso ataque, é preciso que a garra que temos mostrado em campo permaneça. A vontade de vencer, que tem sido um diferencial para o nosso lado desde a partida contra a mulambada, é a principal arma para sairmos vitoriosos.
Isso e, obviamente, o apoio que a torcida vem dando ao time. A Colina Sagrada estará novamente lotada e a pressão pra cima do Peixe tem que rolar não somente dentro das quatro linhas. Que tiver a honra de estar dentro de São Januário tem que apoiar o time durante os 90 minutos.
(Parêntese: não chego ao exagero de pedir que a galera não xingue o Jorge Luiz caso ele faça alguma besteira, mas se for inevitável, que xingue baixo. Se o cara tem errado antes que a torcida pegue no pé dele, vaias não vão ajudar em nada. Nisso o Churrasqueiro está certo. fecha parêntese)
Com o bom clima que impera no elenco e a força da torcida, o Vasco tem tudo para fazer uma boa apresentação, conquistar a vitória e dar mais um passo rumo à permanência na elite do futebol em 2009. Já que eu não poderei estar na Colina, peço aos leitores que estejam presentes que façam valer a vantagem de jogar diante da nossa torcida por mim.
Só faltou o velho “zagueiro-zagueiro” completar com “Se eu cheguei à Seleção, ele também consegue“…
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Falando sério agora: vocês já compraram seu ingresso para o sábado? Melhor correr: a procura está grande (os ingressos destinados às lojas Habib´s já se esgotaram) e só no primeiro dia foram vendidos 8700 ingressos.
A Colina vai bombar! Vocês não vão ficar de fora dessa, vão?
Então, o tal de Tulio Fornicola, o homem do marketing da Reebok, não quer pagar mais que os míseros 75 mil/mês ao Vasco? E não tem conversa até janeiro de 2010, quando finda o maravilhoso contrato arrumado pela antiga diretoria?
Fácil: aceitemos a proposta da FT Champs e paguemos a multa rescisória com a RBK. Se a empresa canadense oferece 5 milhões/ano, certamente dará pra pagar a multa e ainda sobrar muito mais que os 900 mil oferecidos pela empresa bretã. O Vasco quer conversar. Se a RBK não quer, fazer o que?
Por mim, nem tinha negociação…é um absurdo a Reebok pagar dezenas de milhões para o SP e para o Inter por ano e oferecer essa miséria para o Vasco. Se não fosse prejudicar nosso próprio clube, era coisa pra sugerir um boicote à marca. Ou que pelo menos a torcida só comprasse os produtos licenciados do Vasco. Fora isso, nada de Reebok.