Julio Cesar http://colunas.globoesporte.com/juliocesar O espaço da galera do vascão da gama. Casaca Sat, 11 Oct 2008 23:41:22 +0000 http://wordpress.org/?v=2.3.1 en Velhos e novos tempos… http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/10/11/velhos-e-novos-tempos/ http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/10/11/velhos-e-novos-tempos/#comments Sat, 11 Oct 2008 15:37:51 +0000 JC http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/10/11/velhos-e-novos-tempos/ Várias notícias interessantes na cobertura do Vasco nesse fim de semana. Todas têm algo em comum: contratos envolvendo o clube.

Clube faz oferta de R$ 19,5 milhões por ano à Eletrobrás

Vasco teria oferta 6 vezes maior do que Reebok paga atualmente

Transferência de Guilherme teria ocorrido em desacordo com normas da Fifa

Lendo as matérias podemos ver com clareza a distinção entre as fases do clube. As duas primeiras matérias falam de acordos - que ainda não foram firmados, é verdade - que podem vir a ser absurdamente mais favoráveis ao Vasco que os que temos atualmente. A última fala sobre um contrato feito em outro momento do clube e que, infelizmente, nos trouxe um prejuízo enorme.

Vamos torcer que continue assim. As boas notícias no futuro e as más no passado…

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A comunidade do Blog da Fuzarca finalmente passou a marca de 1000 participantes. Obrigado, galera!

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Derrota http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/10/09/derrota/ http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/10/09/derrota/#comments Thu, 09 Oct 2008 13:39:36 +0000 JC http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/10/09/derrota/ Tirando o espírito de luta e o poder de reação que não vemos há muito tempo no time, o empate de ontem contra o Sport  não teve outro gosto para a torcida além do da derrota. Se em alguns momentos jogamos até razoavelmente, analisando o jogo em sua totalidade tivemos mais uma apresentação bem abaixo do que desejamos.

Como eu havia imaginado, jogar com 3 volantes matou as oportunidades que poderíamos ter de contra-atacar. Isso é ruim, mas se os três homens de contenção nos dessem a contrapartida de uma maior proteção à zaga, uma coisa compensaria a outra. Mas nem isso aconteceu. O time estava disperso em campo, os volantes não marcavam em cima e o Sport teve todo o espaço que quis durante a partida inteira, principalmente na meia hora final do jogo. Nossa marcação era sempre frouxa, permitindo que o adversário tocasse a bola com toda tranquilidade até a nossa área, onde, aí sim, os zagueiros chegavam mordendo. Resultado? Pressão dos pernambucanos o tempo todo e chutões da zaga pra rechaçar o perigo. E com Jonílson, Mateus e Victor, não adiantava esperar que o rebote ficasse conosos ou, ainda mais difícil, que um dos três criasse um contra-ataque.

E como nem os laterais faziam muita questão de apoiar ao ataque, os únicos dois que tinham pretensões ofensivas eram o Alex Teixeira e o Leandro Amaral. Mas sem receber as bolas, os dois só tinham duas opções: ou tentavam dominar alguns dos vários chutões vindos da nossa defesa (o que era complicado, já que eram eles sozinhos contra os três zagueiros do Sport) ou eram obrigados a recuar e iniciar as jogadas no nosso campo.

Ou seja, o cenário era dos mais terríveis. Apesar do primeiro lance de perigo ter sido nosso - uma bola no travessão depois de bela cobrança de falta do Baiano - o que vimos foi o Sport em cima do Vasco o tempo todo. Mesmo sem transformar o domínio de bola em muitas chances claras de gol, o rubro-negro levou perigo, principalmente em chutes de fora da área. Essa foi a consagração de Rafael, que entrou na fogueira depois de Roberto passar mal antes do início do jogo. Pelas defesas que fez no jogo, nosso terceiro goleiro mostrou - pelo menos até agora - que merece a vaga.

Mas como Rafael não é santo pra fazer milagre, num lance de sorte o Sport abriu o placar, depois do Baiano ter desviado a bola para nossa rede depois de despretensioso chute do meia adversário. Nesse momento todos os vascaínos devem ter pensado que a novela ia se repetir e que veríamos outra derrota fora de casa.

 Mas a impressão durou pouco tempo. Dois minutos depois chegamos ao empate, na única maneira que poderíamos com a escalação feita pelo Churrasqueiro: uma roubada de bola na vacilada de um zagueiro, Alex Teixeira dá um passe açucarado para Leandro Amaral que, de primeira, empata a partida. E para nossa surpresa, viramos a partida em seguida. Depois de mais uma roubada de bola, o Vasco subiu em bloco e depois de uma troca de passes Leandro Amaral arrematou de esquerda marcando um golaço. O primeiro tempo terminou com os vascaínos esperançosos de uma segunda e mais que providencial vitória fora de casa.

Veio o segundo tempo e o Sport seguiu pressionando. Apesar disso, o Vasco era quem chegava com algum perigo, indo na boa e contando com as corridas do Leandro Amaral, que ontem parecia ter alugado um terceiro pulmão. Apesar disso, nossa zaga ainda cedia muito espaço ao rubro-negro, que rondava nossa área o tempo todo. Seguíamos nos segurando e tentando encaixar outro contra-ataque na base dos chutões. Enquanto Leandro Amaral teve pernas, conseguíamos fazer alguma coisa, mas na metade final do segundo tempo, seria humanamente impossível ele não estar cansado. Renato começou a fazer suas alterações, trocando Valmir e Fernando, contundidos, - por Eduardo Santos e Odvan respectivamente -  e Alex Teixeira por Abubakar. As alterações não alteraram o panorama da partida. O Sport seguia martelando e os 428 defensores do Vasco continuavam espanando a bola da área. O time recifense atacava sem muito perigo e o Vasco esperava o jogo acabar quando, no finalzinho, a zaga dá um daqueles apagões coletivos que nos rendem o título de pior zaga do campeonato, e sofremos o empate.

Olhando no contexto do campeonato, foi um resultado razoável. Prum time que não tem conseguido empates nem em casa, arrancar um ponto do Sport na Ilha seria um feito. Mas depois de 90 minutos se segurando na defesa, ver dois pontos indo embora dessa forma é de matar qualquer torcedor de raiva. Serve de consolo imaginar que, mesmo jogando novamente mal, a disposição e a garra do time foram outras e que isso já é uma ajuda para as próximas batalhas que vêm por aí. Como o próprio Leandro Amaral falou ao fim do jogo, se jogarmos sempre com esse empenho, dá pra se livrar do rebaixamento contando com nossas próprias pernas.

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Depois da partida de ontem, nós já temos um novo titular no gol, não é, Renato? Não dá pra voltar com o Tiago ou Roberto depois da atuação excelente do Rafael ontem.

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Vão falar mal do cara e crucificá-lo por conta do gol contra, mas achei que pelo menos ontem o Baiano não foi tão mal. Além da bela cobrança de falta no início da partida, foi depois de uma jogada sua que Leandro Amaral fez o segundo gol. Baiano não foi nenhuma maravilha, ainda está fora de forma, mas pelo menos dá mostras de que pode se útil ao time.  Já o Valmir se ateve à marcação, coisa que não faz com muita eficiência (graças ao seu porte físico esquálido). A seu favor, no segundo tempo ele fez o que deve ter sido o primeiro cruzamento certo do Vasco no ano - desperdiçado pelo Mateus numa cabeçada ridícula. Ele cedeu lugar ao Eduardo Santos que entrou bem e tentou segurar a bola no ataque na base da habilidade. Mas como ele não tem tanta assim, alguns lances foram desperdiçados por preciosismo.

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Se a função dos volantes era dar segurança à zaga, ontem os nossos três falharam completamente ontem. Espalhados, marcando à distância e, pior, marcando a bola e não o jogador, Jonílson, Victor e Mateus não conseguiram evitar a pressão do Sport. Deixando para “morder” já na nossa intermediária, nossos volantes acabaram se embolando com nossos zagueiros. Isso criou um congestionamento na nossa área que até ajudou em alguns momentos. Mas quando tomávamos as bolas, havia um rombo enorme entre o meio campo e o ataque. Some isso ao fato de que nunca saíamos tocando a bola e só dávamos bicões pra frente e fica compreensível porque tivemos tão poucos contra-ataques.

Pelo menos, não faltou vontade aos três volantes. E me parece que o problema maior deles na partida de ontem foi de posicionamento (coisa que quem tem que corrigir é o Churrasqueiro).

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E a nossa zaga? A nossa zaga é o de sempre: pouca inteligência e muito desespero. Mas ontem a zaga foi até acima da média habitual. Conseguiram se antecipar em vários lances, jogaram firme quando preciso e deram seus bicões de sempre. E, incrível, nenhum dos três zagueiros foi expulso!

Mas é claro que, como nada é perfeito, rolaram as vaciladas. Um time armado com 3 zagueiros não pode ser o tempo todo atacado pelas laterais como fomos ontem. Os laterais tinham que cobrir os avanços dos alas do Sport, mas era pra ter um zagueiro na sobra sempre. E em muitos momentos ontem nem os laterais cobriam bem, nem a sobra existia. O lance do primeiro gol foi ridículo: bola espanada depois de escanteio, sobra para um jogador do Sport dentro da área que rola para um meia do seu time quase na linha lateral. Ele recebe livre, dá três passos com a bola e NINGUÉM apareceu pra fechar o chute. Aí não dá!

O lance do segundo gol então…desatenção total da zaga, já crendo que o jogo estava resolvido. Mas vale frisar que um dos zagueiros teve a chance de destriur a jogada, mas não conseguiu. E novamente ele, Jorge Luiz (que nem tinha comprometido até aquele momento) vacila: ele entrou com pé de moça numa dividida e não roubou a bola do atacante do Sport que centrou para um jogador praticamente aleijado marcar, livre de marcação.

E ontem também teve a reestréia do Odvan no time do Vasco. Para ele, deve ter sido um momento inesquecível. Para os torcedores, o melhor é esquecer a quantidade de lances em que ele quase faz pênaltis porque está sem ritmo de jogo algum.

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A participação do Alex Teixeira merece apenas um comentário. Das duas uma: ou o rapaz se alimenta direito ou pára de conviver com o Wagner Diniz. Pra ser cai-cai desse jeito, só pode ser por insuficiência vitamínica ou influência negativa. Pelo menos ele roubou a bola e deu um belo passe para o Leandro Amaral marcar o primeiro. Mas tirando isso, só pedaladas infrutíferas e tombos. Abubakar entrou no seu lugar e mostrou que pode muito bem ser uma opção melhor que o Alan Kardec.

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Se foi pra mostrar serviço pra diretoria do Sport, tomara que a mulambada ligue para o Leandro Amaral às vésperas do clássico. Dois golaços, muita correria e a entrega de sempre. Torcemos que sua pontaria tenha voltado de vez.

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Renato: qual é o seu problema com o Pedrinho?

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Update de falta de tempo: estava redigindo o post sobre o jogo quando fui chamado às pressas para uma reunião. Só pra terminar a resenha, mais alguns pontos.

Como bem lembraram vários comentaristas, apesar de ter sido disparado o melhor do jogo, foi justamente Leandro Amaral que iniciou a jogada que originou o gol de empate do Sport. Com a bola no ataque ele recuou a bola displicentemente nos pés de um jogador adversário e deu no que deu. Seria injustiça culpá-lo pelo resultado, mas quem vive reclamando que os companheiros precisam ter atenção o tempo todo não pode cometer uma falha dessas.

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Muitos disseram que o time melhorou com a saída do Edmundo. Acho isso um engano. O time continuou frágil na defesa e sem ligação entre meio e o ataque. A diferença é que dessa vez o time correu e jogou com vontade. E não teve um sujeito paradão em campo gritando com todo mundo.

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Outra coisa que ficou evidente com a ausência do Animal: mesmo não se acertando em campo, o time se falou o tempo todo. Isso, ainda mais em um time que não parece ter muito a mão do técnico, é fundamental para que todos fiquem espertos (pena que não funciona em 100% dos casos). E outra: há quanto tempo não vemos uma comemoração de gol tão empolgada e com tantos jogadores se abraçando como a do gol da virada? Se lembrarmos da “festa” feita pelo time no gol do Edmundo contra o Ipatinga, é fácil ver a diferença gritante.

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É melhor nem pisar na Ilha”, “Menos de 4 x 0 é vergonha”, “impossível perder”, “vamos massacrar vocês”. Esse era o teor dos vários comentários feitos – e deletados – pelos torcedores do Sport antes do jogo.

Hoje o número dos comentários dos torcedores pernambucanos diminuiu muito e o teor dos que sobraram é bem mais ameno….

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A primeira batalha http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/10/08/a-primeira-batalha/ http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/10/08/a-primeira-batalha/#comments Wed, 08 Oct 2008 08:26:21 +0000 JC http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/10/08/a-primeira-batalha/ Num dos seus costumeiros ataques de fanfarronice, nosso dublê de técnico e churrasqueiro resolveu falar uma das suas: ele não espera um jogo muito difícil hoje, na Ilha do Retiro. Não que o sentido das palavras do Renato seja complicado de entender. Sem obrigações maiores no Brasileirão e já garantido na Libertadores, para o Sport, a partida de hoje tem um certo gosto “obrigação“, como se o time pernambucano entrasse em campo para cumprir tabela.

Mas o treinador vascaíno precisa entender duas coisas. A primeira, é que QUALQUER DECLARAÇÃO vinda de membros do Vasco são potencializadas à enésima potência por esses dias. Imaginem o que a torcida do Sport - sempre empolgada e na defensiva quando joga com os times do “eixo do mal” - vai pensar quando vir as declarações do Renato? Ainda mais quando o treinador deles, que tem uma posição muito mais confortável na tabela, prega a humildade contra nosso time? Se tem uma coisa que não estamos precisando é de um estádio cheio de torcedores ainda mais motivados (ainda mais depois da sapatada que demos no Sport no primeiro turno).

A outra coisa que o Renato Gaúcho ainda tem que notar definitivamente é que com o elenco que ele tem nas mãos, não existe jogo fácil. Nem em São Januário, muito menos na casa dos adversários. Contra um time perigoso como o Sport, com uma torcida que lota seu estádio e num gramado que nunca ajuda, mesmo que o Sport já fosse o campeão brasileiro a partida de hoje seria uma batalha. A primeira das 10 que faltam para nos garantir na Série A em 2009.

Mas o Gaúcho sabe disso. Tanto que armou o time na maior retranca. Indo do 8 ao 80 em quatro dias, nosso técnico troca a escalação kamilkaze de 5 homens ofensivos pelo paredão de 6 jogadores essencialmente de marcação. Pode dar certo, mas acredito que se tivermos um resultado positivo no Recife hoje será muito mais pela pouca vocação para a artilharia do nosso anfitrião (que tem o 3º pior ataque da competição) que pela solidez dessa parade armada com a pior defesa do Brasileiro.

É lógico que na situação que estamos a cautela é necessária. Mas jogar com 3 volantes e 3 zagueiros vai prejudicar muito nossa armação de contra-ataques. Com Jonílson, Mateus e Victor no meio, esperar um passe rápido e preciso para municiar o ataque é complicado. Provavelmente o Alex Teixeira precisará recuar para buscar o jogo e isso vai deixar o Leandro Amaral isolado na frente, facilitando sua marcação. Ou, pior ainda, os dois atacantes em campo precisarão sair de perto da área para ver a cor da bola. E nessa, as chances de arremate pro nosso lado vão acabar diminuindo.

Enquanto isso, Pedrinho segue na reserva. Tenho minhas dúvidas se o extremo cuidado com que Renato armou o time não ganharia se ele fosse um pouco mais ousado e tirasse um volante para a entrada do nosso camisa 98. Com ele em campo, a ligação com o ataque seria mais fácil, já que Pedrinho é rápido, habilidoso e tem um bom passe. Mesmo que Alex Teixeira volte para a armação das jogadas, o garoto prende muito a bola e não tem a mesma velocidade do Pedrinho. Acredito que a entrada dele deixaria o time mais equilibrado. Mas esperar equilíbrio por parte do Churrasqueiro parece ser demais.

Conseguir um resultado positivo hoje contra o Sport não é impossível, mas está longe de ser minimamente fácil como profetizou nosso técnico. Já que vamos fechadinhos, é esperar que a bola não entre no nosso lado e que nossos atacantes resolvam acertar o gol adversário, já que nossas chances de ataque não dão a menor pinta de que serão muitas. Precisamos de firmeza na defesa e precisão no ataque. E como toda a torcida já sabe pela nossa campanha no Brasileiro, esperar por isso já torna a partida de hoje uma verdadeira guerra.

 Update de promoção: o globoesporte.com vai levar um vascaíno criativo e um acompanhante para assistir ao clássico contra a mulambada na faixa e na maior mordomia!

Pra concorrer é fácil: basta clicar no banner aí embaixo ou ir á página da promoção e responder de forma inteligente a pergunta “Do que você é capaz para ajudar o Vascão e por quê?” O autor da melhor resposta ganha DOIS ingressos nas CADEIRAS ESPECIAIS do Maraca para assistir à partida contra a urubulândia. A promoção começa hoje e termina no final do dia 12 de outubro.

Participem! O vencedor e seu acompanhante serão mais duas vozes a gritar pelo Vascão nesse jogo importantíssimo para a nossa campanha.

Sei que a vontade será grande, mas não adianta dizer que mataria um ou outro membro do elenco ou da comissão técnica. Mesmo que isso fosse realmente ajudar o Vasco…

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Tema livre http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/10/07/tema-livre-38/ http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/10/07/tema-livre-38/#comments Tue, 07 Oct 2008 12:34:08 +0000 JC http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/10/07/tema-livre-38/ Então a história do afastamento definitivo do ex-dirigente finalmente revelou-se uma bravata. Não que alguém realmente esperasse que ele saísse para sempre da política do clube. Aliás, como eu disse há algum tempo, não era MESMO pra ter saído: toda gestão deve ter sua oposição - que seja, obviamente, honesta e que pense no melhor para o clube - e o Eurico poderia ser mais útil ao clube marcando junto a nova diretoria e suas falhas que soltando factóides por aí.

Porque é exatamente isso, um factóide, essa história de que o time não seria rebaixado se assumisse plenos poderes no futebol do Vasco. O que ele faria? Um curso intensivo de estratégia para o Churrasqueiro? Daria um elixir para fazer os Irmãos Luiz aprenderem a jogar bola? Daria superpoderes para o Tiago aprender a voar nas bolas? Ou será que daria a poção da juventude para o Edmundo ficar 10 anos mais novo? Não fazendo nada disso, é impossível ter certeza que o time não cairá. Afirmar isso com toda essa certeza só dá a entender que o ex-dirigente sabe de alguma coisa ou usaria fatores extra-campo para resolver a situação do time.

Ou, é claro, o ex-dirigente está se fiando na sua influência no mundo do futebol (que de fato existe, mas não o bastante para evitar as garfadas seguidas que o time sofreu no Brasileiro e na Copa do Brasil). Se for isso, talvez seja melhor o rabaixamento. Se salvar utilizando jogadas nos bastidoes e não no campo seria uma vergonha maior que a queda.

Mas essa opção é a que eu quero crer. Por mais oportunista que tenha sido esse “oferecimento para ajudar” - como se ele não tivesse planejado essa pretensa volta triunfal - não acredito que a certeza do ex-dirigente em manter o Vasco na série A seja porque coisas estranhas cessariam de acontecer. Por maior que seja a satisfação em ver a atual gestão fracassar, não acho concebível que membros da antiga diretoria estejam prejudicando o time de alguma forma. Nem eles seriam capazes disso. Pode-se ter todo tipo de restrição ao ex-dirigente, mas é inegável que vascaíno ele é. E um vascaíno nunca prejudicaria seu clube de coração por motivos pessoais.

Eu acho….

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Muito louvável o esforço do Edmundo em ajudar o time não indo ao seu próprio julgamento no STJD. Sabendo que acabaria sendo escalado pelo Churrasqueiro e percebendo que não está rendendo muito, ele resolveu tomar a punição por conta própria para não jogar as próximas partidas.

Porque só pode ter sido proposital sua recusa a comparecer ao tribunal, certo? Senão, além de um ato de insubordinação, é um péssimo exemplo para os seus companheiros de time (principalmente os mais jovens) e uma mostra de que o Animal não dá a mínima se sua presença nos jogos pode ou não ajudar o time. Time esse que é o seu, de coração.

Vascaíno assumido como é, o Edmundo não faria uma coisa dessas nunca, não é mesmo?

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E não é que o Renato respondeu a pergunta do post abaixo escalando os 3 zagueiros e 3 volantes? Espero que ele não tenha sido influenciado por nada que tenha lido por aí…

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Para descontrair um pouco o espaço, vamos falar de beleza: Marcella Schittine foi a eleita a Musa do Vascão com 44% dos votos. A disputa foi acirrada, até porque as outras concorrentes - a Lívia e a Isabela - eram maravilhosas e, importantíssimo, 100% vascaínas.

Mas nosso clube está muito bem representado pela gatinha Marcella. Que no concurso das Musas do Brasileirão ela seja motivo de orgulho para essa torcida, que tem precisado tanto disso…

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Desequilíbrio http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/10/05/desequilibrio/ http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/10/05/desequilibrio/#comments Sun, 05 Oct 2008 11:05:44 +0000 JC http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/10/05/desequilibrio/ Precisávamos ganhar. Então Renato Gaúcho montou o time com três atacantes e dois meias ofensivos.

Podia dar certo? Podia. Mas era preciso fazer um gol antes que o Figueirense percebesse que o time com a segunda pior defesa do campeonato - até ontem - estaria ainda mais frágil que o normal. Não fizemos o gol.  E levamos um daqueles que acontecem em final de pelada de veteranos (quando ninguém mais corre e sempre tem um cara completamente livre de marcação).

Se tínhamos que partir com tudo pra cima quando o jogo estava 0 x 0, com o placar adverso é que não poderíamos fazer diferente. Mas aí o segundo tempo nem precisou começar direito para o Figueirense fazer mais um gol numa total falha de marcação. Aliás, minto: não pode haver falha em algo que não existe. O zagueiro do Figueira estava completamente sozinho na hora de escorar o escanteio para as nossas redes.

Depois disso, o time, que já carece de confiança, se perdeu de vez. Tiago levou um gol de falta do meio da rua, Madson foi expuslo - o que é natural quando obrigam um cara a marcar quando ele não sabe - e ainda levamos outro, depois de um cara ter todo o espaço para cruzar do meio de campo para outro sujeito bagunçar com nossa zaga e marcar.

Os dois gols que fizemos não valeram de consolo. O Figueira já não queria mais jogar - nem precisava - e os quase 19 mil torcedores presentes, que fizeram a sua parte até onde era aceitável, já não acreditavam que pudesse acontecer alguma mudança no jogo. E não aconteceu. Mais uma derrota em casa, mais uma goleada e faltando 10 rodadas para o fim do campeonato, o Vasco consolidou a lanterna.

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Ainda dá pra escapar? Estamos a 2 pontos de sair da zona, temos 10 jogos pela frente e se nossos concorrentes diretos continuarem nos ajudando, não será nada impossível nos livrarmos dessa situação. Mas só olhar a tabela não é o bastante para que fiquemos confiantes. Apresentando esse futebol, como é que algum torcedor pode ter esperança de conseguir bons resultados contra Sport e Goiás (fora de casa) e contra a Mulambada? Se perdermos mais 9 pontos - o que parece ser bem provável pelo que estamos jogando - vai ficar MUITO difícil escapar.

Ontem, com 15 minutos do segundo tempo a torcida começou a deixar a Colina. Na entrevista coletiva depois do jogo, o Churrasqueiro não estava com a menor cara de quem tem esperança. Se a torcida e o técnico não acreditam mais, só resta aos próprios jogadores confiarem em si. Só que, aparentemente, eles já não confiam na virada há muito tempo.

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Algumas perguntas:

E agora, Renato? Jogando fora vai armar o time com 3 zagueiros e 3 volantes?

A palavra “equilíbrio“. Já ouviu falar dela?

Com o Madson suspenso, será que o Pedrinho terá chance de começar uma partida?

Você vai seguir com o rodízio do Edmundo? Ele não vai para o Recife, vai?

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Saindo da zona.. http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/10/04/saindo-da-zona/ http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/10/04/saindo-da-zona/#comments Sat, 04 Oct 2008 17:47:26 +0000 JC http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/10/04/saindo-da-zona/ Não há muito o que falar hoje. Na partida contra o Figueira, logo mais na Colina, só a vitória interessa. Sabendo disso, Renato Gaúcho armou uma escalação ousada (até meio suicida) e o Vasco deve partir pra cima desde o primeiro minuto. Precisamos muito do resultado, por isso até se justifica a formação com 5 jogadores ofensivos. Mas é o tipo de estratégia que tem que funcionar rápido. Se não conseguirmos resolver o jogo rapidamente, a torcida - que deve comparecer em bom número hoje - vai se impacientar e aí, todos sabemos o que acontece.

Por falar na torcida, por favor: VAMOS APOIAR O TIME. Vamos guardar as possíveis vaias para o final do jogo. O protesto é sempre justo, mas no decorrer do jogo não ajuda em nada. O time tem suas limitações e vaias só servirão para aumentar a ansiedade dos caras em campo. O momento EXIGE que todos demos força para os jogadores (até porque alguns não tem muito mais recursos para apresentar).

Agora, todos em São Januário. Hoje é dia de sair da zona de rebaixamento…

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Cuidado: manchetes à vista… http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/10/03/cuidado-manchetes-a-vista/ http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/10/03/cuidado-manchetes-a-vista/#comments Fri, 03 Oct 2008 13:10:35 +0000 JC http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/10/03/cuidado-manchetes-a-vista/ Acho que foi importante esse choque da torcida com eles, sinceramente. Choque, que eu digo, no bom sentido. O torcedor veio passivamente para conversar. Já vi coisas muito piores. Todos os torcedores que estiveram ontem no Vasco Barra e hoje, vieram para conversar. Isso é bom e importante, porque o próprio jogador sente que o torcedor está cobrando também, mas está junto com o grupo. Isso é fundamental. Ninguém veio aqui para agredir nenhum jogador. Nesse ponto foi importante, até porque o torcedor está aí, apoiando, pagando, incentivando, e quer que a equipe reaja. É uma coisa normal. Por isso, achei um aspecto até positivo. Não sou advogado do grupo, do torcedor, mas vi e falei isso para os torcedores ontem no Vasco Barra. É uma coisa positiva, porque eles vieram para cobrar, no bom sentido, e falaram que vão incentivar no sábado. É isso que é o mais importante

Renato Gaúcho, em entrevista para Rádio Tupi.

Os trechos em negrito foram grifados por mim.  Só pra mostrar a diferença entre o que é divulgado na imprensa e o que realmente acontece (pelo menos, na visão do técnico). Invasões e xingamentos durante treinos, ameaças e agressões não são aceitáveis, claro. Mas é incrível como agora QUALQUER COISA que aconteça no Vasco vira um epopéia de proporções colossais.

Todo dia aparece uma notícia que só tem como efeito prático uma coisa: tumultuar ainda mais o ambiente do clube. Diante da atual rotina de refletores em cima do elenco, comissão técnica e diretoria, cabe à torcida saber distingüir entre o que é real e o que é sensacionalismo.

Todo mundo sabe que jornal vive de vender más notícias. Pela preservação de um mínimo de tranqüilidade para que o clube saia dessa, os vascaínos não podem servir como caixa de ressonância de tudo que é publicado por aí.
*** 

E aí? Já compraram os ingressos pra partida? Lugar de vascaíno amanhã é na Colina Sagrada, apoiando seu time do coração.  Agora o Vasco precisa de cada torcedor ao seu lado. E é em um momento complicado como o que passamos que o torcedor de verdade se mostra.

Colocar a camisa quando o time é campeão é fácil. Parar de ficar apenas se lamentando, sair de casa e ajudar o time a sair do risco de não permanecer na série A em 2009  é que são elas.

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Se até o Governador vai, não vão ser vocês que vão ficar de fora. Não é? 

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E o Cuca, hein?

Update: nossos problemas no gramado nos preocupam tanto que acabamos passando batido pelas conquistas fora do campo de futebol. Domingo passado o Vasco sagrou-se Campeão Estadual de remo de 2008, conquistando seu 46º título.

Em tempos de tão raras boas notícias, é motivo de orgulho e festa, mesmo sendo uma velha rotina ver o Vasco levantar a taça na categoria. Aos nossos campeões, os parabéns do Blog e dos seus leitores.

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Previsões e apostas http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/10/01/previsoes-e-apostas/ http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/10/01/previsoes-e-apostas/#comments Wed, 01 Oct 2008 13:48:11 +0000 JC http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/10/01/previsoes-e-apostas/ Tá rolando uma tabela dinâmica no portal Globoesporte.com na qual os torcedores simulam os resultados das próximas rodadas. Palpitando sobre os jogos que faltam, temos uma prévia do que acreditamos ser a tabela final do Brasileirão, daqui a fatídicas 11 rodadas.

Fui conferir a brincadeira e - contando obviamente com um pouco de otimismo - nos meus chutes o Vasco se livra do rebaixamento. Infelizmente, muito mais pela incapacidade alheia que por nossos méritos. Com essa tabela dá pra ver que nossos adversários diretos na luta pra permanecer na Série A têm uma batalha muito mais complicada que o Vasco.

 

Agora é torcer que nossas esperanças contem, minimanente pelo menos, com a ajuda dos 11 sujeitos que vestem nosso sagrado pendão em campo…

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Philippe Coutinho já faz parte do time profissional. Sua integração ao elenco foi um pedido do Renato Gaúcho. A justificativa é já ir preparando o garoto para o ano que vem, pra se adaptar ao ritmo dos profissionais.  

Será? Pegar ritmo ele já pegaria fazendo o que tem feito: treinando eventualmente com os mais velhos. Parece que não querem criar muita expectativa, mas a meu ver, o Churrasqueiro não pediria isso se não tivesse a intenção de colocar o PC pra jogar caso seja necessário.

 É uma aposta. Se o moleque corresponder ao que se espera dele, será bom pra ele e ótimo para o time.

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Tema livre http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/09/30/tema-livre-37/ http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/09/30/tema-livre-37/#comments Tue, 30 Sep 2008 12:47:29 +0000 JC http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/09/30/tema-livre-37/ Falar mal do antigo emprego depois de ser demitido sempre passa a impressão de despeito. E apesar de algumas das farpas lançadas pelo Tita na entrevista que deu ao jornal O Dia realmente parecerem choro de quem perdeu o emprego, várias das suas colocações são a mais pura verdade.

Agora, dizer que saiu por causa da fraqueza do elenco é demais. Primeiro porque ele sabia que os jogadores não eram uma maravilha e aceitou o cargo (”uma oportunidade de ouro”, como ele mesmo disse). Depois de não conseguir dar uma solução no time dizer isso é fácil. E reclamar do “pacote do Eurico” depois de ele próprio ter feito seu pacote - tão fraco quanto - é ridículo.

No final das contas, o Sr. Paixão reclamou do que quis, não assumiu um centímetro de culpa pela fase do time e quando falou algo contundente, não era novidade para nenhum torcedor do Vasco. Ou seja, a entrevista serviu para duas coisas: para que o Tita desabafasse e para tumultuar ainda mais o já conturbado ambiente do clube.

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Já que ex-treinadores não ajudam, vamos fazer a nossa parte: os ingressos de arquibancada para o jogo contra o Figueira são 10 realetas apenas. TODO MUNDO tem que estar lá pra apoiar o time. Se a situação não é boa e o time não é dos melhores, esse é o melhor momento para provar que pelo menos a torcida do Vasco não deixa nada a dever para nenhuma outra.

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Sem muitas palavras… http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/09/28/sem-muitas-palavras/ http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/09/28/sem-muitas-palavras/#comments Mon, 29 Sep 2008 00:06:12 +0000 JC http://colunas.globoesporte.com/juliocesar/2008/09/28/sem-muitas-palavras/ Nos últimos jogos em São Januário, os comentários dos meus amigos após as partidas eram sempre o mesmo: “Pra gente é ruim, mas já terminou. Pior você, que ainda vai ter que escrever sobre isso tudo“. Depois  de mais uma derrota, dessa vez para aquele que era o lanterna do campeonato, não há como ter ânimo de escrever qualquer coisa. Então, sendo breve…

Novamente uma rebatida para frente da área e novamente gol do adversário. E dessa vez, com o agravante de uma bola passando por debaixo do seu corpo quando o chute veio. Não consigo entender como o Tiago ainda pode ter alguma moral para ser titular do time cometendo a mesma falha desde o Campeonato Estadual.

Jorge Luiz está conseguindo o feito de ser o pior zagueiro em uma zaga que conta com Eduardo Luiz. E nem estou falando do pênelti que ele comenteu, que não seria feito nem pelo zagueiro reserva do time da APAE. Mesmo que tenha sido falta em cima dela no lance - e eu acho mesmo que foi - um zagueiro com 1,85m e 80Kg não pode ficar caindo em uma bola dividida com um cara que devia ter metade do seu tamanho. E não foi apenas nessa situação em que JL desabou, foram várias vezes durante a partida. Alguém precisa avisar ao rapaz que um zagueiro não pode ser cai-cai.

Fiquei reparando no Johnny nessa partida. Acho que ele deve ser o jogador de futebol profissional mais lento do mundo. Coisa pra entrar no Guiness mesmo. É incrivel a lentidão com que ele volta para marcar quando perdemos a bola e como NUNCA acompanha o jogador que está marcando quando esse passa a bola.

Não fosse pelo gol (do Edmundo, depois de passe do Leandro Amaral) , nosso ataque passaria completamente desapercebido. Mais uma vez.

O Renato tem que se virar: não dá pro time ficar sem o Pedrinho. Mesmo tendo uma atuação discreta, com a entrada dele passamos de UMA finalização no primeiro tempo para nove ao final do jogo.

E por falar no Churrasqueiro: ele é o segundo treinador que quando tem mais tempo para treinar o time consegue deixá-lo pior. E ele também errou ao tirar o Fernando e manter o Jorge Luiz em campo (por motivos óbvios).

Ao final da rodada estamos em penúltimo lugar na tabela. A situação fica cada vez mais complicada e o tempo para revertê-la, cada vez menor.

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