Formulário de Busca

Várias

Qui, 04/12/08
por JC |

O Vitória não vem com time misto para o jogo. Pelo andar da carruagem, a torcida não vai nem conseguir lembrar de secar os outros times…

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O Inter fez a parte dele e se garantiu na segunda fase da Sul Americana ano que vem. Agora sobrou uma vaga por colocação na tabela. Santos, Náutico, Atlético-PR têm chances de levá-la. Para o Peixe, seria um consolo para um ano em que nada deu certo. Para o Timbu e para o Furacão, um ótimo bônus para quem conseguiu se livrar do rebaixamento. E é mais uma motivação para os dois vencerem seus jogos no domingo.

Mas somente o Santos depende apenas de suas forças para conseguir a vaga. Resta saber se eles acham que vale a pena usar essas forças.

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Não adiantou nada o Edmundo ter comprado um carro de brinquedo. Para quem achava que “quanto menos carro na mão do Animal, menor o risco de acidentes“, ontem ficou provado que isso não adianta: Edmundo derrubou um funcionário de uma escada ao manobrar seu Mini Cooper no estacionamento em São Januário. Segundo a matéria do link, “O veículo bateu na escada, e o homem caiu de uma altura de aproximadamente quatro metros em cima do capô do carro.

Graças a Deus, o rapaz só precisou enfaixar o braço e já está em casa. Já o estado do carrinho de pilha depois do cara ter caído no seu capô não foi informado…

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Lúcio Flávio, Juninhofora do Botafogo, a torcida já cogitou a vinda do Túlio…

Tá certo que o time tem que se reforçar - e muito - pra 2009. Mas não precisa virar uma filial do Foguinho, né não?

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Por falar em se reforçar, a saída do Eduardo Luiz é o primeiro reforço para 2009. Baiano também deve sair, antes mesmo do Vasco contratar alguém pra substituir o sãopaulino Wagner Diniz. Isso porque o lateral não conta com a simpatia do Renato Gaúcho.

Eu me pergunto: quem tem que antipatizar com o Churrasqueiro para termos um reforço no comando do time?

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Já temos um pretendente à substituto do Edmundo no papel de “atacante-experiente-prestes-a-abandonar-a-carreira“: o Sr. Iarley, com seus 34 anos de idade.

Tema livre

Ter, 02/12/08
por JC |

Como o que não falta ultimamente é gente analisando os jogos que nos interessam na próxima rodada, também darei meu pitaco sobre o assunto. Não falarei sobre os adversários diretos (que obviamente só pensam em vencer), mas apenas dos times que podem - ou não - nos ajudar.  Considerem que em todos os casos acredito que nenhum time entra para perder, já que eles têm, não só um salário para honrar, mas também suas torcidas a respeitar.

 Santos - caso o Internacional seja campeão amanhã, o Santos terá mais motivação para o jogo contra o Náutico, por conta da vaga extra na Sul Americana. Se o jogo na Vila terminar empatado, o Santos pode perder essa vaga na competição para o Atlético-Pr, caso o Framengo perca seu jogo (ambos terminariam com 45 pontos, mas o Furacão teria uma vitória a mais). Se apenas a vaga do Sport sobrar, não vejo muitos motivos para o Peixe dar seu sangue na partida, já que dificilmente o Fluzim perderá pontos para o rebaixado Ipatinga em pleno Marca e é quase certo que garantirá a participação na competição ano que vem. Mas, mesmo que sobre apenas uma vaga, a equipe santista ainda pode ter mais um motivo para se esforçar um pouquinho na partida: caso Kléber Pereira seja absolvido, ele poderá lutar para confirmar a artilharia da competição.

Nos motivos extra-campo, o Santos teria tanto razões para ajudar o Vasco - retribuir o título brasileiro de 2004, conseguido depois de uma vitória nossa sobre o Atlético-PR na penúltima rodada - como para não dar a mínima para a nossa situação (a torcida, e o que é pior, o elenco santistas encasquetaram que a sua derrota na Colina foi roubada).

Flamengo - a Mulambada vai pro jogo com desfalques importantes, tem remotas chances de conseguir uma vaga na Libertadores (a Lusa não deve dar trabalho para a Raposa e todo mundo viu o que acontece quando se precisa contar com o Foguinho), vive um clima ruim internamente e agradaria a grande maioria da sua torcida se abrisse as pernas nessa partida. Aparentemente, esse seria o jogo com que a nossa torcida menos poderia contar.

Mas de onde menos se espera…Apesar de uma derrota garantir a gozação da urubulândia, não contar com o Vasco na Série A ano que vem trará prejuízos ao Framengo. Serão menos dois jogos no Rio e a renda de dois Maracas cheios. Se isso não é motivo que baste, ainda será péssimo ver um Brasileirão com SEIS paulistas e apenas três cariocas. Se a imprensa de São Paulo já faz o que faz com 4 para cada lado, imagine o que não falarão do Rio de Janeiro numa situação dessas.

 E sempre há a chance de, claro, a vitória sobre o Atlético-PR render uma inesperada vaga na Libertadores.

Internacional - com a vaga na Sul Americana garantida, seja pela posição na tabela, seja pela título na atual edição da competição, o Colorado só terá mesmo como motivação o desejo de terminar o Brasileiro com vitória. Caso se confirme campeão na quarta, vai ser chato ver a faixa carimbada pelo Figueira. Provavelmente entrará com o time reserva na partida, o que nos traz uma dúvida: qual Inter estará em campo no domingo? Será o time B do Inter que perdeu facilmente para o Fluzim ou será o time brioso que venceu o Cruzeiro, que ainda disputa uma vaga na Libertadores? De qualquer forma, dos três confrontos que precisamos acompanhar, acho que o Colorado é provavelmente o que mais chances tem de jogar sério.

Em quem vocês apostam suas fichas?

Update: alguns comentaristas observaram que antes de falarmos dos outros jogos, devemos pensar na NOSSA partida contra o Vitória.

Isso é ÓBVIO. Não falei - NESSE post - sobre o nosso jogo pelo mesmo motivo que não comentei sobre Náutico, Atlético-PR e Figueirense: todos já sabem que a principal motivação desses três e a nossa é permanecer na Série A e o único resultado que interessa para todos - exceto o Timbu - é a vitória. Se todo mundo já sabe isso, porque gastar tempo escrevendo? Pensei que isso fosse claro pra todos, tanto para vascaínos como para os torcedores dos outros times envolvidos.

O tema do post é “quais as motivações dos times que podem nos ajudar nessa última rodada”. Não ter falado sobre Vasco X Vitória não é considerar que temos uma missão fácil e muito menos que o jogo está ganho (aliás, penso exatamente o contrário).  Só não falei sobre a nossa partida porque ela não tem a ver com o assunto proposto no tema livre.

Estamos entendidos?

Ajuda para quem precisa

Qua, 26/11/08
por JC |

Renight Gaúcho pode ir de 4-4-2 contra o Coxa. Essa formação foi utilizada hoje no treino tático na Colina. O problema é - além do fato de que essa formação não deu muito certo às vezes em que o Churrasqueiro optou por ela - que o ataque seria formado pelo Leandro Amaral e Edmundo.

Se os dois seguirem perdendo gols como vêm perdendo….

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Mas o 3-6-1 não está completamente descartado. Se o Animal não herdar a vaga do Jorge Luiz - suspenso, já que essa é a única maneira de tirar o cara do time - pode entrar um zagueiro no lugar.  O problema é que o Fernando ainda não está em condições de jogo.

Anderson, André, Vílson e Victor disputam a vaga. E a torcida disputa as caixas de calmantes nas farmácias….

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Não é só Vasco que anda precisando de ajuda:

Eu acredito na Solidariedade

Santa Catarina sofre neste momento com uma de suas piores catástrofes naturais de todos os tempos. As chuvas intensas que castigaram o Estado nos últimos dias provocaram tragédias em diversos municípios provocando até o momento 84 mortes e aproximadamente 54 mil desabrigados de acordo com as últimas estatísticas.

O momento é de união, independente de religião, classe social, raça ou mesmo paixão futebolística. As pessoas atingidas pelos estragos causados em decorrência das fortes chuvas assolam o Estado carecem de nossa ajuda, e é neste momento que devemos acreditar na solidariedade entre os brasileiros. Somos todos os irmãos, e como uma grande família, devemos nos ajudar.

A Defesa Civil de Santa Catarina abriu duas contas bancárias para receber doações em dinheiro para ajudar as vítimas. É o único modo de quem está distante de ajudar. Quem for ajudar pode dor dinheiro, fazer doação de roupa, comida, colchão, cobertores e etc.

O Blog do Figueira, comandado pelo Diego Simão, começou uma campanha para ajudar a galera que anda passando maus bocados com as enchentes em Santa Catarina. Quem puder dar aquela força, ajudará muito. Mais detalhes sobre como contribuir, aqui.
 

Eletrobrás

Qua, 19/11/08
por JC |

Para quem perguntava pela Eletrobrás, que por motivos óbvios saiu um pouco dos refletores, finalmente uma novidade: a estatal solicitou ao clube a documentação necessária para o acordo ser fechado. Ao que parece, as coisas começam a se firmar.

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Apoveitem que vocês estão por aqui e dêem uma moral ao mini-craque Madson na eleição de Craque da Galera. É só clicar no link e votar.

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Como a torcida tricolor paulista ficou ir-ri-ta-dís-si-ma por ter sido chamada de “bambilândia“, não usarei mais esse termo hor-ro-ro-so para designá-la.

Não entendi bem o motivo de tanto chilique, já que esse apelido é utilizado por todas as torcidas rivais há muito tempo. Mas como eu não tenho tido tempo e muito menos paciência pra moderar comentários de quem não agüenta pilha fraca, prefiro evitar de usar o persongem de Walt Disney que é um mamífero da ordem dos artiodáctilos como referência aos tricolores.

É chato não poder zoar com os adversários nem em um blog de torcedor, mas fazer o que? É como dizem por aqui no Rio: “não sabe brincar, não desce pro play“…

Várias…

Seg, 17/11/08
por JC |

Tirando o resultado mais óbvio - a vitória da bambilândia sobre o Figueira - nenhum resultado nos foi muito favorável. Dá pra pensar que pela tabela do Fluzim (uma seqüência dois jogos fora contra SP e Inter), a vitória deles sobre a Lusa não tenha sido a pior coisa do mundo. Mas mesmo assim, a situação só se complica.

Nessa rodada quem joga por último somos nós. Se a situação complicadíssima na tabela não é motivo que baste para motivar o time - para não repetirmos a ridícula atuação contra Galo - espero que saber o resultado dos nossos concorrentes ajude. O jogo é contra os líderes do campeonato, mas nesse momento poderia ser contra a seleção canarinha de 70: não importa quem venha pela frente, precisamos vencer.

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É como dizem: “quem tem boca fala o que quer“. Espero que o Borges seja calado em campo…

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O quinto e último ensaio da nossa Musa está no ar.  Que a beleza da Marcela sirva de inspiração - e alento - para a torcida. Estamos precisando…

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Ao fim da 35ª rodada, não dependemos mais exclusivamente dos nossos esforços para permanecermos na série A em 2009. Por isso mesmo dependemos cada vez mais do apoio da torcida. Não dá pra abandonar o Vasco nesse momento.

 

Update: como era de se esperar, vários tricolores paulistas vieram deixar seus comentários por aqui. Alguns, reclamando de eu ter usado o termo Bambi, como se fosse eu quem o tivesse inventado. Outros para - PASMEM!!! - falar que têm medo que haja algum tipo de ajuda para o Vasco dos árbitros na partida … Se bem que é compreensível: quem foi ajudado tantas vezes (não apenas nesse campeonato) tem mesmo que ficar com o pé atrás. Os sãopaulinos sabem muito bem como a arbitragem pode ajudar uma equipe…

E depois do jogo contra o Inter, os santistas pararam de aparecer reclamando de ajuda do juiz. Por que será?

Tema livre

Ter, 11/11/08
por JC |

Hoje teremos um tema livre sem cara de tema livre. Vi numa página na internet há algum tempo uns números interessantes. O autor do artigo havia feito o somatório dos pontos dos adversários que faltavam para os postulantes ao título (quem tinha o caminho mais fácil à época era, coincidentemente, o SP. E mais coincidentemente ainda, a mulambada contava a segunda menor soma de pontos nos confrontos futuros).  Isso não quer dizer muita coisa - e os resultados das últimas rodadas provam isso - até porque futebol e matemática quase nunca seguem por trilhas semelhantes. De qualquer forma, resolvi fazer o mesmo pro grupo de baixo da tabela. E se fossemos levar em consideração apenas os números, era pra ficarmos bem preocupados. Analisando os jogos que faltam para os times que ainda correm risco de queda (do Santos até o Ipatinga), o Vasco terá adversários que têm o segundo maior somatório de pontos: 204 pontos. Apenas o já enrascado Ipatinga tem soma maior (206). O restante dos times na luta contra o rebaixamento têm as seguintes somas:

Santos
182
Atlético-PR
191
Fluzinho
183
Náutico
174
Lusa
191
Figueira
202

Olhando dessa forma, Náutico e Fluzinho, que estão abaixo de nós na tabela, teriam as melhores chances de escapar da degola. Mas como o futebol não dá a mínima para a lógica fria dos números, há de se considerar que os dois encaram concorrentes diretos ao títulos (Cruzeiro e o clássico da bambilândia, respectivamente) e têm mais confrontos diretos contra os fugitivos do rebaixamento (o Fluzinho tem dois e o Timbú três).  Ou seja, no final das contas, esse tipo de cálculo serve como curiosidade, mas não quer dizer muita coisa…. Outro número curioso: dividindo os 204 pontos que vamos enfrentar até o fim do Brasileiro pelos quatro jogos que nos faltam, temos uma média de 51 pontos. Seria o mesmo que enfrentássemos 4 vezes o Internacional, que tem esse número de pontos hoje. Se fosse assim que as coisas funcionassem, bastaria repetirmos o resultado que tivemos contra o Colorado na Colina…

Piada do dia…

Qui, 06/11/08
por JC |

Jorge Luiz é um excelente zagueiro. Tem grande potencial. Ele tem apoio do grupo e creio que ele dará muita alegria a torcida. Ele é um defensor veloz e tem potencial para defender a Seleção” - Odvan.

Só faltou o velho “zagueiro-zagueiro” completar com “Se eu cheguei à Seleção, ele também consegue“…

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Falando sério agora: vocês já compraram seu ingresso para o sábado? Melhor correr: a procura está grande (os ingressos destinados às lojas Habib´s já se esgotaram) e só no primeiro dia foram vendidos 8700 ingressos.

A Colina vai bombar! Vocês não vão ficar de fora dessa, vão?

A primeira do ano, na hora mais importante…

Seg, 03/11/08
por JC |

Motivada pelos últimos resultados, nosso clientela se empolgou e me obrigou a deletar vários comentários antes do clássico de hoje. Mas como não poderia deixar de ser, a freguesia se fez presente no Maraca e vencemos os Tricoletas por 1 x 0. Com isso, completamos três jogos invictos, conquistamos três pontos importantes e acabamos com o incômodo jejum de mais de um ano de vitórias em clássicos cariocas. E, claro, deixamos a torcida do outro lado mais uma vez na maior flustração.

Não que a vitória sirva de alívio, não só porque ainda estamos na zona de rebaixamento, mas também porque em grande parte do clássico jogamos muito mal. O primeiro tempo é pra se esquecer completamente. Com o time muito recuado e errando muitos passes, tivemos poucas chances de perigo. Já o Fluzinho pressionou bastante, perdendo algumas boas chances tanto pela qualidade do seu elenco como pela já conhecida incompetência da nossa zaga. Para nossa sorte, a pouca eficiência do ataque tricolor se equiparou a do nosso sistema defensivo e o Fluzinho não conseguiu abrir o placar, apesar das oportunidades criadas. Mas isso não servia de consolo para a nossa torcida. Chegávamos muito pouco ao ataque - até porque Alan Kardec estava em dia de Gasparzinho - e tirando uma cabeçada a queima-roupa do  Jorge Luiz, não conseguíamos ameaçar o gol adversário. Nossa postura excessivamente defensiva nos fazia chegar com poucos homens na frente e o único jeito era recorrer aos chutes de longa distância. Todos inúteis.

Pra piorar a situação, Fernando voltou a sentir a contusão que arrumou no jogo contra o Atl-PR ainda no primeiro tempo e cedeu lugar ao Odvan. Como se ter Jorge Luiz em campo não fosse emoção que bastasse. Mas o primeiro tempo acabou sem que levassemos o gol que a torcida adversária achava certo.

O segundo tempo começou sem alterações, nem no nosso time, nem no panorama da partida. O Fluminense continuava pressionando, nós continuávamos recuados. O tempo passava, e como os dois times precisavam desesperadamente da vitória, o jogo acabou ficando mais aberto. Nossas jogadas pela direita começaram a se encaixar, principalmente com Madson, Wagner Diniz e Alex Teixeira. Até que por volta dos 20 minutos, duas substituições começaram a mudar a cara do clássico: Fabinho, que já tinha amarelo e distribuia pancadas com desenvoltura, foi sacado no lado tricolor. E Renato se rendeu ao óbvio trocando o inoperante Alan Kardec pelo Pinilla.

Isso tornou o jogo ainda mais franco, mas quem perdeu poder de marcação foi o Fluzinho. Subimos uma, duas, três vezes. E mesmo estando lá e cá, quem acabou marcando foi o Vasco, depois de cruzamento do Micão que acabou sobrando no peito de Wagner Diniz, que matou jogando a bola à frente e empurrando para as redes.

O Fluminense então partiu para o desespero, e mesmo sem muita eficácia, perderam uma ou duas boas chances de empatar o placar. Renato ainda teve tempo de colocar o Leandro Bomfim para cadenciar o jogo e tentar tranqüilizar a equipe. Como em todo o clássico, o Vasco se segurou mais no coração e na vontade do que na técnica. Tentamos reter a bola no ataque, conseguimos em alguns momentos, em outros não, mas não teve jeito. A partida terminou com a primeira vitória sobre um grande rival do Rio esse ano e nos deu uma sobrevida no campeonato.

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Com Fernando jogando no sacrifício e não resistindo por muito tempo, quem acabou sendo o melhor zagueiro na partida foi, por incrível que pareça, o Eduardo Luiz. Não que ele tivesse feito muita coisa, mas não presepou em campo e ainda impediu um gol feito do Flu no primeiro tempo. Odvan, que substituiu Fernando,  também não comprometeu, jogando com seriedade (só o fato de não ter sido expulso e de não ter cometido nenhum pênalti já lhe garantiria elogios). Já o Jorge Luiz….Duas furadas bisonhas que quase renderam gols ao Fluzinho. O pior é que se vê que ele se esforça. O problema é que ele não consegur passar uma partida sem fazer suas pixotadas. Talvez um tratamento psicológico ajude. Se isso não ajudar, o cara está realmente merecendo um banco. Pelo que jogou ontem, Odvan não faria feio no seu lugar.

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É o primeiro jogo em quase três meses em que saímos sem levar gol (o último foi contra a Portuguesa, quando ganhamos pelo mesmo placar). A defesa até que ajudou um pouco ontem, mas vale citar a atuação do Rafael, que foi seguro e fez pelo menos umas três defesas difíceis. Se o objetivo era compensar a falha no segundo gol contra o Atl-PR, ele conseguiu.

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O meio e o ataque foram muito mal em grande parte do jogo. Só se salvou a determinação e a vontade com que jogaram, porque com a bola no pé, o time fez muito pouco. Jonílso é isso aí mesmo, 100% de disposição e 0% de habilidade, então não dá pra esperar muito. Mateus foi um pouco melhor. Ele tem tudo pra realmente se tornar um excelente volante, mas precisa parar de dar “migué” na marcação. Reparem como ele sempre marca a distância e adora dar um espaço para o adversário avançar. O Madson foi o melhor do setor, apesar do primeiro tempo meio apagado que teve (junto com o time todo, aliás). No segundo tempo, seu já natural empenho fez a diferença.

Já o ataque…Alex Teixeira tentou muito e não acertou nada. Acho injusto ainda chamarem o garoto de cai-cai (ele até tem se mantido em pé mesmo depois de levar umas bordoadas), mas ontem ele não acertou nada. Ele tentou algumas arrancadas, partindo pra cima da marcação, mas alguém precisa urgentemente dizer para o Alex passar a bola mais rápido.

Sobre o Alan Kardec… tirando uma cabeçada sem perigo nenhum no primeiro tempo, foi um fantasma andando em campo. Depois de ontem, não existe nenhuma justificativa aceitável para o Pinilla ser banco para o garoto. O Chileno nem foi a oitava maravilha do mundo, mas nos 20 minutos que teve em campo, foi muito mais perigoso que o AK. Não que isso seja muita vantagem, já que até os gandulas foram mais perigosos que ele….

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Nossos laterais foram exatamente opostos: enquanto o Wagner Diniz foi o destaque, sendo uma das principais opções ofensivas do time e marcando o gol da vitória, o Rodrigo Antônio foi…o Rodrigo Antônio de sempre, quase uma nulidade. Só não foi a figura mais apagada do time porque pelo menos foi razoável na marcação e porque em se tratando de inoperância, ninguém consegue superar nosso atacante “fantasminha camarada“. Quando tentava apoiar a torcida já sabia: ou ele ia isolar a bola em chutes sem noção ou erraria o passe.

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Insistir com Jorge Luiz e Alan Kardec, deixar o Pinilla de fora, preferir improvisar o Rodrigo Antônio na esquerda à improvisar o Baiano, que é muito melhor e já é lateral. Alguém pode explicar porque o Renato Gaúcho faz essas coisas? Se for para dar mais emoção às partidas, alguém tem que avisar a ele que esse tipo de emoção a torcida dispensa…

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A CBF instituiu uma nova regra: pênalti no Wagner Diniz só vale se for  de soco na cara pra cima. Deve ter sido por isso que nem o Simon nem o bandeirinha marcaram o empurrão que nosso lateral levou no segundo tempo. 

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O Massa que nos perdoe, mas poucos presentes foram tão apropriados quanto o que Lewis Hamilton recebeu antes de se sagrar Campeão Mundial de Fórmula 1: a camisa do Vascão. As cores do primeiro time a aceitar negros em seu elenco tinha mesmo que servir de talismã para o primeiro piloto negro a ser campeão da categoria mais importante do automobilismo mundial. Parabéns, Hamilton!

Respirando com aparelhos…

Sex, 31/10/08
por JC |

Como falei com vocês, perdi uma resenha inteira por problemas técnicos. Como o tempo é curto e a paciência menor ainda, serei sucinto. Até porque, esse empate foi uma &%$*#@ pra gente…

Primeiro tempo: o time se portou bem, exceto por uma parte da etapa em que deu uns moles na marcação e permitiu que o Atl-PR tivesse mais posse de bola. A zaga deu seus moles, os caras tiveram algumas chances, mas foi o Vasco quem realmente levou perigo. Quando marcávamos com mais atenção, conseguíamos anular as jogadas do Atlético e partíamos com alguma qualidade para o ataque, principalmente pelo lado direito. Perdemos um gol feito com o Edmundo, outro como Alex Teixeira, até que naturalmente veio nosso primeiro. Leandro Bomfim encontra o Edmundo no meio de campo e esse, com um lindo passe de primeira, encontra Mateus livre. Nosso volante rolou para Valmir que escorou para o gol. O jogo não era muito bom, mas estava disputado. Iríamos para o intervalo em vantagem no placar até que Jorge Luiz, sempre ele, resolve dar um escanteio de presente para o adversário. E foi nesse lance que sofremos o gol de empate.

Segundo tempo: os problemas começaram antes de iniciar o tempo final. Edmundo, machucado, teve que sair e Renato preferiu colocar o Alan Kardec e deixar o Pinilla no banco. Precisando do resultado, o Vasco partiu pra cima com tudo, mas sem Edmundo para reter a bola com qualidade na frente e com Kardec apenas tropeçando na bola, o time acabou dando espaços para o contra-ataque. E foi numa dessas que o Furacão conseguiu virar o jogo (após mais um baile de Pedro Oldoni sobre o Jonílson, que deve estar um verdadeiro pé-de-valsa tantas aulas de dança).

Foi o sinal verde pro time bagunçar de vez. Renato resolve tentar corrigir seu próprio erro e colocou o chileno. Mas ele preferiu tirar o Mateus, que não vinha jogando mal, o que deixou o meio de campo ainda mais aberto. O jogo avançava e tudo o que víamos era o Vasco atacando sem a menor organização e o Atl-PR conseguindo contragolpes perigosos. Nossas jogadas se restringiam a tocar para o Madson e esse alçar a bola na área. Quando o jogo já estava pra acabar, o mini-craque resolve arriscar um chute ao invés de cruzar e acerta o ângulo de Galatto, fazendo um golaço que garantiu o empate. Um empate que não chega a ser nosso atestado de óbito, mas que não nos tira da UTI.

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Eu não vou falar do Jorge Luiz.

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Pode nem ter sido falta no Rafael no lance do primeiro gol do Atlético como alega o Churrasqueiro. Mas não marcar pênalti naquele lance em que o zagueiro adversário meteu a mão na bola dentro da área foi sacanagem.

Queria ver se o lance fosse contra o Vasco….

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Por falar no Churrasqueiro…

Renato Gaúcho voltou para o Vasco com apoio de 70% da torcida. Até agora, não correspondeu tanta confiança e a partida de ontem deixou mais evidentes várias das suas limitações. Renato começou errando antes de o jogo começar, quando decidiu tirar um zagueiro e escolheu manter Jorge Luiz no time.

Mas foi no decorrer da partida que ele vacilou feio mesmo. Obviamente, Edmundo e Valmir se contundirem não é culpa do Renato. Mas substituir mal não há outro a quem culpar. Desencavar o Rodrigo Antônio – que provou não ter o menor cacoete para lateral, já que afunilou praticamente todas as jogadas que passaram pelos seus pés – até tem desculpa, já que o setor é mesmo complicado. Agora, em um jogo tenso como o de ontem, em que ter jogadores experientes era fundamental, deixar o Pinilla no banco para colocar o Alan Kardec foi algo – para não ser ofensivo – incompreensível. Sai o mais experiente e entra um dos mais novos. Resultado? AK só foi reparado em campo quando mostrava sua pouca intimidade com a redonda.

Quando tomamos o segundo gol, o Renato deve ter visto que cometeu um erro e colocou o chileno pra jogar. Para olhos pouco atentos, ele fez bem. Mas não fez. Tirar o Mateus naquele momento da partida serviu para duas coisas, nenhuma delas boa: deixar o meio ainda mais desprotegido e sumir com o Alex Teixeira, que vinha bem na frente e desapareceu quando teve que recuar um pouco. O time ficou completamente bagunçado.

Se o Churrasqueiro quisesse mesmo corrigir seu equivoco, deveria ter a coragem de tirar o Alan Kardec. Queimaria o filme do garoto? Não mais que do que ele próprio conseguiu se queimar. E ainda manteria o equilíbrio do time. Renato não foi ousado ao tirar um volante e colocar mais um atacante naquele momento do jogo, ele foi imprudente. Agiu como um treinador de várzea: quando o time está perdendo, coloca-se um atacante; quando o time está vencendo, coloca-se um zagueiro.

E se a lambança fosse só essa, estava bom, mas não. A entrada do AK serviu apenas para queimar uma substituição que se mostrou muito necessária quando o Fernando se contundiu. Sem poder colocar mais ninguém em campo, Fernando atuou no sacrifício, pode ter agravado sua contusão e talvez desfalque o time no jogo contra os tricoletas domingo. Sem Leandro Amaral, Edmundo e agora talvez sem Fernando, as coisas vão ficar muito mais complicadas.

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Por falar Fluzinho…

Quando Renê Simões foi cotado para assumir o Vasco, eu havia opinado que ele seria uma opção melhor que o Churrasqueiro. Falei isso e fui detonado por quase todos os leitores do blog, principalmente com o argumento dos “70% de apoio da torcida”.

Hoje, o Fluzinho está fora da zona de rebaixamento, há três jogos invicto – com uma vitória fora de casa sobre o mesmo Atl-PR que pegamos ontem, um empate, também fora, em que foram claramente garfados e um chocolate pra cima de um time do G4 – e partindo para o quarto jogo sem derrota, a se manter o resultado da partida interrompida de ontem.

Podem dizer que a recuperação do Fluzinho acontece porque o elenco deles é melhor que o nosso. Isso é inegável. Mas aí eu pergunto: se o Fluzinho se recuperou, é porque estava mal antes, certo? E quem era o técnico do mesmo elenco florido na época em que os tricoletas estavam mal? Pois é, todo vascaíno sabe a resposta.

Outro argumento que utilizaram foi o de “o que esse cara já ganhou na vida?”. Rene Simões foi campeão da Série B de 2007, um título muito mais difícil de se conquistar que uma Copa do Brasil herdada nas quartas-de-final. E se certos erros no comando do Vasco continuarem, seria muito bom que nosso próximo técnico tivesse essa experiência na segundona.

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A paciência acaba mas a esperança não. Tá complicado, mas eu ainda acredito….

A maré está braba…

Sex, 31/10/08
por JC |
categoria Variedades

Galera…eu tinha escrito a resenha do jogo e na hora de publicar, o Wordpress deu um tilt e eu perdi TUDO.

 Vou reescrever, mas agora não dá. Mais tarde eu posto a resenha aqui.


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