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Não vi e não gostei

qui, 18/03/10
por JC |

phillipe-coutinhoVi apenas 10 minutos da partida entre o ASA-AL e o Vasco pela segunda rodada da Copa do Brasil, aproveitando a TV do boteco em frente ao meu trabalho que estava ligada no jogo. No final das contas, o café que fui comprar como desculpa para dar uma espiada na partida foi a única coisa que prestou no empate entre os dois clubes.

Aliás, minto. Do pouco que vi, Coutinho ainda fez uma graça. De resto, o Vasco foi o mesmo de várias partidas do carioca: mesmo tendo mais posse de bola, não transformamos esse maior tempo com a redonda em chances de gol. E pra piorar, se a intenção era ter uma defesa mais sólida, os três zagueiros em campo não deram muito resultado.

O fato é que não dá pra ficar falando muito sobre a partida já que só pude ouvi-lo – e sem poder prestar 100% de atenção – pela internet e os melhores momentos não dão a noção exata do que aconteceu (os possíveis vários passes errados, erros de posicionamento, etc, etc, etc). Mas se pensarmos bem, um empate com o  clube arapiraquense é mais contundente que qualquer coisa que eu possa falar.

Tá certo que o Vasco perdeu alguns gols feitos e que o goleiro adversário foi muito bem. Porém isso não apaga o fato de que temos uma grave crise no ataque. Parece que a sapatada que demos no Canil ainda no primeiro turno do estadual fez com que nossos atacantes entrassem em estado letárgico. A seca de gols vem desde janeiro, quando fizemos pela última vez três gols em um único jogo. Depois disso, tivemos algumas vitórias pela diferença mínima diante de adversários fracos (nesse meio tempo apenas uma vitória com dois gols de diferença, diante do Bangu. Mas nessa jogamos tão mal que poderíamos até ter perdido a partida) e jogamos três clássicos sem conseguir balançar as redes adversárias nem uma única vez.

A diretoria não se pronuncia, mas é impossível que o resultado de ontem não tenha colocado um pouco mais de lenha na fervura da batata do Mancini. Os boatos sobre a procura de um novo técnico vem ganhando força e um outro tropeço no fim de semana diante do Olaria deve tornar a situação do técnico insustentável.

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Além de ser o único que fez algo que preste na partida, Coutinho garantiu pelo menos o empate em inapelável cobrança de pênalti. Bateu com categoria e paradinha. E agora é o segundo cobrador de penalidades da equipe (o primeiro é o Carlos Alberto).

Espero que essa decisão faça o Sr. Ricardo Lucas desistir de tomar a bola da mão da criança se pintar outro pênalti com ele em campo.

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A atual diretoria rescindiu o contrato com a Quadran – antiga fornecedora de ingressos do clube – sem dar explicações. Contratou em seu lugar a BWA, empresa cercada por controvérsias e denúncias por todos os lados. Se a empresa fosse problemática mas cobrasse menos do clube, já seria uma medida discutível. Cobrando mais, é inexplicável.

Nessa, o clube ainda pode perder até R$ 700 mil para a Quadran, que – muito acertadamente, diga-se – foi à justiça por conta da quebra de contrato.

Para quem prometia uma gestão transparente, a atual diretoria deixa muitos pontos opacos na sua administração. E parece não fazer muita questão de esclarecer as questões, já que tem evitado sistematicamente às convocações do Conselho de Benméritos para responder sobre a BWA. Quem não deve, não teme. Se não há problemas com a atual fornecedora de ingressos, que o presidente vá até o conselho e deixe isso claro.

Fugir das explicações só serve para dar munição à oposição. Se a antiga gestão não tinha um opositor para lhe cobrar explicações, pior para ela (e para o clube). O fato é que agora há uma oposição que certamente não deixará escapar uma vírgula sobre os atos da diretoria. Para evitar problemas, é bom que os atuais gestores façam tudo dentro dos conformes no Vasco. E se tudo estiver 100% correto, não há porque temer a oposição.

O triste é depender de uma oposição atuante para que a situação faça seu trabalho como deve ser feito.

Update: tem coluna nova n´Os 4 Grandes. Hoje falando de uma das coisas incompreensíveis que acontecem na Colina.

Tema livre

ter, 19/01/10
por JC |

A partir das 11 horas de hoje, acontece a eleição para a presidência do Conselho de Beneméritos do clube. 69 beneméritos, 105 grandes beneméritos, o presidente da Diretoria Administrativa e o presidente do Conselho Fiscal vão escolher, por meio de voto secreto, entre a chapas formadas por Henrique Loureiro/Antônio Soares Calçada  e Eurico Miranda/Silvio Godói.

O Conselho de Beneméritos é, como diz o estatuto, o “poder moderador” do clube. Sua principal função é a de fiscalizar as ações da Diretoria Administrativa. Obviamente, a presidência do conselho é um cargo de muita importância dentro do Vasco. Na teoria, seu presidente não tem tanta influência nas decisões da diretoria. Na prática, ele pode deixar as coisas correrem muito soltas para a diretoria ou tumultuar bastante o ambiente do clube.

É por isso que os candidatos que concorrem hoje ao cargo talvez não sejam os mais indicados. Apesar de ter como vice o grande presidente Calçada, que certamente se preocupa mais com o bem do Vasco do que com picuinhas políticas, Henrique Loureiro tem uma ligação muito forte justamente com quem deveria fiscalizar com mais atenção as atividades dentro do clube: é tio do empresário Carlos Leite.

Já o outro candidato, líder supremo da oposição, mudou completamente o tom ameno que utilizava em entrevistas após deixar o cargo de presidente do clube e voltou a dar as declarações arrogantes com que todos estão acostumados: “A eleição de amanhã – podem gravar e me cobrar depois – eu vou ganhar e vou ganhar de muito“. Se antes da eleição começar o ex-presidente já fala dessa forma, como acreditar que ele vai ter a serenidade necessária para ocupar o cargo que pleiteia? Alguém acredita que ele, que tanto reclamou da oposição quando estava no poder, fará diferente e pensará mais no bem do Vasco do que em prejudicar seus adversários?

Infelizmente parece que, qualquer que seja o vencedor nas eleições de hoje, quem perderá será o Vasco. Tudo indica que a paz política e a união visando o melhor para o Gigante ainda está longe de ser uma realidade.

Rafael_sumar

Cibele e Fernandinha Abreu

Cibele e Fernandinha Abreu

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Dia de tema livre é dia de Vasco Imortal aqui no Blog. Hoje, teremos fotos de pequenos vascaínos com torcedores ilustres. À direita temos o Lucas, que aproveitou uma visita ao treino do Vasco e tirou fotos com vários jogadores, entre eles o capitão Carlos Alberto e o goleirão Fernando Prass. Na esquerda, vemos a Cibele, de Brasília, que aproveitou o lançamento do livro “Meu Pequeno Vascaíno” e foi pegar um autógrafo e tirar uma foto com a sua autora, a cantora Fernanda Abreu.

Para enviar suas contribuições para o Fotolog Vasco Imortal ou para a página do Blog da Fucarca no Youtube, utilizem o email daqui: blogdovasco@globo.com. Acessem também a Comunidade do Blog no Orkut e o nosso Twitter.

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Hoje também tem coluna nova n´Os 4 Grandes: Elton volta ao clube, mas terá que ralar pra reconquistar sua posição no elenco.

Tema livre

sex, 25/09/09
por JC |

Ainda sobre a polêmica das cotas da tv, recebi a seguinte informação (de uma fonte que pediu para não ser identificada): a diretoria só teria antecipado as cotas de transmissão do Estadual de 2010, nos meados desse ano. A cota do Brasileiro de 2010 entrará, depois de muito tempo, integralmente nos cofres do clube ano que vem.

Ano passado, antes de sair da direção do clube, a antiga gestão antecipou os valores pelo Estadual 2009 e metade do Brasileiro desse ano. Como o descenso, o Vasco acabou sem ter direito a mais nada pela transmissão da Série B. O clube só recebeu verbas esse ano pelas transmissões pela TV aberta e pelos tapetes nos campos, negociaçõesfeitas pelo Clube dos 13, sem envolvimento das emissoras.

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Dorival completa 50 jogos como técnico do Vasco. Falo mais sobre isso em um outro espaço, o site Os 4 Grandes, onde também falo sobre o Gigante. Visitem sem medo.

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A modelo e a acanhada

A modelo e a acanhada

Dia de tema livre é dia de Vasco Imortal aqui no blog. E hoje, é o dia de gatinhas vascaínas do futuro:na esquerda temos a pequena Stella Rocha (de Uberlândia – MG), que com apenas quatro aninhos já faz pose de modelo quando veste o uniforme do Gigante. Na direita, a menina com esse jeitinho tímido é a Pamela Maria, também com 4 anos. Ela é de Teresina (PI).

Para enviar fotos para o fotolog Vasco Imortal ou vídeos para a página do Blog da Fuzarca no Youtube, utilizem o e-mail blogdovasco@globo.com. Participem também da Comunidade do Blog da Fuzarca no Orkut e acompanhem as notícias do Vascão pelo Twitter do blog.

A guerra continua

qui, 24/09/09
por JC |

A guerrinha política continua no Vasco. A situação acusa a antiga gestão, a oposição rebate chamando a diretoria de incompetente, a diretoria faz novas acusações. E nessa, não se sabe quem se dá bem. Só é certo que não é o Vasco.

Da nota divulgada pela oposição, não entendi uma coisa: a diretoria explica as razões para não conseguir pagar os salários dos funcionários (que está atrasados por alguns meses) e eles falam sobre rendas que o clube conseguiu ano passado. Se o atraso é de três meses, porque falar dinheiro que entrou em 2008? O dinheiro dessa época, obviamente, foi gasto NAQUELA época. Afinal de contas, os salários dos funcionários não são as únicas despesas do clube. Várias são as dívidas antigas que têm que ser pagas. E quase todas elas realmente não foram contraídas na atual gestão.

Das declarações do Nelson Rocha, seria interessante que ele explicasse para a torcida pontos que não ficaram claros: a atual gestão antecipou ou não cotas da tv? E se o programa de sócios é um sucesso, por que não se consegue pagar os salários dos empregados do clube?

Se o quadro de funcionários do clube está inchado – e 540 parece realmente ser um número excessivo – não adianta reclamar da gestão anterior. Os problemas herdados não deixam de ser problemas apenas por se dizer quem os criou. Cabe a quem dirige o clube hoje resolvê-los. Criar um programa de demissão premiada, aumentar a arrecadação do programa “O Vasco é Meu”, realocar verbas para salários. Não sei qual é a solução para os constantes atrasos nos vencimentos dos funcionários, mas todas começam com trabalho.

Querer que situação e oposição trabalhem juntos em prol do Vasco é pedir demais. Então, se a guerrinha política vai continuar de qualquer jeito, que pelo menos a atual gestão mostre serviço. Antes que o clima político comece a atrapalhar, mais uma vez, o desempenho do futebol.

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Já que o clube precisa de outras fontes de renda, o Vasco procura acelerar a renegociação dos valores pelo patrocínio com a Habib´s (a diretoria quer aumentar os atuais R$ 75 mil/mês para cerca de R$ 416 mil/mês). A rede de fast food teria que dar uma resposta até o mês que vem. Caso contrário, a diretoria pretende procurar outro patrocínio para a manga da camisa até o fim do ano.

Essa indefinição tem atrapalhado o fechamento de mais um contrato de patrocínio, com empresa ainda não divulgada. Sem saber se a Habib´s continua ou não, não se sabe se o novo patrocinador estampará sua marca na manga da camisa ou nos shorts.

Nessa história toda, uma coisa tem que ser vista com muito cuidado: caso seja rescindido o contrato com a rede de lanchonetes, é preciso avaliar se a multa pela quebra de contrato não tornará pouco lucrativo um novo patrocínio.

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Joílson, lateral dispensado pelo Grêmio, teria despertado o interesse do Vasco. O Vice de Futebol, José Hamilton Mandarino, disse jogadores que estivessem em forma, prontos para ajudar o time se contratados, seriam analisados e daí viria o possível interesse no Joílson.

Porém, Rodrigo Caetano descartou a vinda não apenas do ex-gremista, mas de qualquer outro jogador. Para o diretor executivo do time, o ciclo de contratações para o restante do Brasileiro está encerrado.

Notas

ter, 22/09/09
por JC |

Dorival já demonstra vontade de ficar no clube em 2010. Com o principal objetivo para esse ano realizado (a volta para a série A praticamente garantida e com o título muito bem encaminhado), natural que a diretoria pensasse na continuidade do trabalho.

Mas daí a oferecerem o dobro do que o nosso técnico recebe atualmente, é exagero.

Um dos motivos para o Dorival Jr. aceitar a proposta da diretoria para dirigir o Vasco na Série B foi justamente o salário de Série A que ele receberia (oficialmente os valores nunca foram confirmados, mas especula-se que ele esteja entre os quatro treinadores mais bem pagos do País). Se ele já recebe um salário de primeira, não faz sentido dobrá-lo.

A diretoria não revelou quais são seus planos para o ano que vem (então nada garante que essa será a proposta feita para o Dorival) e é claro que um profissional que cumpre suas metas merece um aumento na hora da renovação. Mas para tudo há um limite.

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Oswaldo Sestário tem obtivo diversas vitórias para o Vasco ao defender o clube em julgamentos no STJD. Até onde eu sei, o advogado não é funcionário do clube. É contratado para advogar a favoro do Vasco em questões jurídicas. Sendo assim, não haveria o menor problema se o Sestário defendesse outros clubes que se interessassem em contratá-lo.

O problema começa quando o advogado defende um outro clube numa causa contra o Vasco. E foi exatamente isso que o Sestário fez ao defender a Portuguesa no julgamento sobre o tumulto na partida em que o Gigante venceu a Lusa no Canindé. A situação é no mínimo constrangedora e por isso, Nelson de Almeida – vice-jurídico do Vasco – recomendeu ao Dinamite que suspenda os serviços do advogado.

Com o Sestário, o Vasco deixou de ser o saco de pancadas do STJD e ganhou vários julgamentos. Mas nessa o advogado decididamente vacilou. Apesar do bom trabalho que vinha realizando até agora, a suspensão seria mais que justa.

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No Vasco, quando o Animal e o Baixinho brigaram – na lamentável história do Rei, Principe e Bobo da Corte – quem ficou ao lado do ex-presidente foi o Romário.

Na política, aconteceu o contrário: enquanto o Romário abandona o partido do ex-presidente e se filia ao PSB, o Edmundo se alia ao antigo patrão e entra para o PP. Existe a possibilidade dos três sairem como candidatos a cargos legislativos nas próximas eleições.

Então os torcedores do Vasco que votam no Rio já sabem em quem NÃO VOTAR em 2010….

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Os torcedores do Guarani ficaram extremamente ofendidos com o comentário irônico que fiz sobre o tamanho da sua torcida no último post. Estranhei tanta ofensa. Esse é um blog de torcedor e se tem um lugar onde as zoações são mais que aceitáveis é em um espaço como esse.

Os bugrinos acusaram o golpe e ofensas de todo tipo – para toda as gerações da minha família – foram feitas, algumas de um nível inaceitável. Para esses, recomendo uma maracujina. Com o Bugre fazendo uma bela campanha, com chances reais de voltar à elite depois de tantos anos na série B, nada justifica tamanho mau humor. Falar de futebol sem sacanear os adversários não tem a menor graça. Partir para ofensas ou para comparações descabidas não faz sentido.

Qualquer clube e suas torcidas merecem o mesmo respeito. Mas isso não os isenta de serem zoados. Fiz uma brincadeira mas não deixo de respeitar o Guarani e sua história. Respeito o time de Campinas assim como respeito a Cabofriense, o Icasa, o Asa de Arapiraca, o Ibis entre outros.

Há 17 anos

qui, 06/08/09
por JC |

Dinamite se despede do futebol, um ano depois do problema com o Cadin

Dinamite se despede do futebol, um ano depois do problema com o Cadin

Quem nasceu em 1992 completa 17 anos em 2009. Em 92, o Vasco era apenas bicampeão nacional e tinha apenas o Sulamericano de 1948 como título internacional e nenhum tricampeonato estadual. Edmundo estreava como grande promessa na Colina. O Brasil era tri-campeão mundial de futebol. Collor era presidente do Brasil, a moeda do país era o Cruzeiro e, em janeiro desse ano, desembolsando CR$ 1.079,30 conseguíamos comprar 1 Dólar.

E é por causa dessa cotação Dólar/Cruzeiro no longíquo ano de 1992 que a Eletrobrás ainda não pagou a primeira parcela do patrocínio para o clube.  O Cadin, cadastro de débitos com o setor público federal, acusa uma o clube de ter uma pendência com o Banco Central por conta da venda do Bebeto para o La Coruña. O clube teria praticado uma irregularidade cambial naquela que, à época, era a maior negociação do futebol brasileiro em todos os tempos.

Ou seja, a novela Eletrobrás ainda não terminou. E, é claro, muita gente vai colocar o prolongamento da novela na conta da nova diretoria. Mesmo que a pendência tenha 17 anos e que no longíquo ano de 1992 a atual gestão estivesse bem longe de comandar qualquer coisa no Vasco.

Tão longe, mas tão longe, que em 1992 o Dinamite só colaborava de uma forma com o Vasco: jogando. O atual presidente não tinha ainda nem se retirado dos campos quando o problema foi criado.

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Enquanto isso, o time se prepara para o jogo contra o Campinense. Na zaga, Titi tinha virado dúvida após sentir o púbis e ser dispensado do treino de ontem. Mas o departamento médico o liberou para o treino de hoje e ele deve manter sua posição ao lado do Vílson.

Como Fágner e Paulo Sérgio não terão mesmo condição de jogo, Dorival testou duas opções para a lateral direita: o garoto Max, dos Juniores e o Alex Teixeira deslocado para a posição. Como o Alex se saiu bem na lateral no jogo contra o Juventude, a tendência é que ele siga ocupando essa área do campo.

Com isso, abre-se uma vaga no meio. Carlos Alberto deve mesmo jogar na armação e ao seu lado dois jogadores disputam a posição: Enrico e Mateus. Já que o Coutinho ainda é preservado pelo técnico e o Benitez segue sendo ignorado, resta desejar “dos males o menor“. Que entre o Enrico, só pra torcida ter o prazer de ver o Vasco começando uma partida com apenas dois volantes.

E no ataque, o que gera a maior expectativa na torcida para a próxima partida, parece que está definido: Aloísio deve mesmo começar no banco.

A chiadeira deve ser geral, mas é claro que o Aloísio sentirá a falta de ritmo. Fisicamente ele deve aguentar bem uma partida inteira, mas como todo mundo sabe, “jogo é jogo e treino é treino“. Dorival teme que o atacante entre precipitadamente e fique sem condições nas próximas rodadas caso se esforce muito após mais de 3 meses inativo. Como o Dorival é daqueles treinadores bem cautelosos, a tendência é que o Aloísio entre no decorrer do jogo.

E o companheiro do Aloísio no ataque parece ter sido definido também. Será o Adriano. No meu entender, o estilo de um completa o do outro mesmo. O Élton, que joga mais fixo, tornaria uma dupla com o Chulapa muito paradona na área.

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Top Blog: ainda não recebi qualquer resposta da organização da premiação, mas parece que os leitores realmente têm tido vários problemas para confirmar seus votos. Foi legal enquanto os votos dos vascaínos eram computados, mas parece que o melhor mesmo é esquecer o prêmio. Acho difícil que, mesmo que a situação se normalize, dê tempo para reverter a situação.

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E o Léo Lima, hein?

Gols, para variar…

sáb, 27/06/09
por JC |

Estamos há quatro rodadas sem vencer e há 438 minutos sem fazer gols no campeonato. O Guarani venceu outra e já está 10 pontos à nossa frente. Estamos na 6ª posição e até o fim dessa rodada, cinco times podem nos ultrapassar (inclusive o nosso adversário, em caso de uma derrota). Diante disso tudo, o jogo contra o Figueirense – hoje, às 16:00, em Floripa – ganhou uma importância bem maior do que poderia se prever.

Parte da importância da partida pode ser creditada ao Figueira. Depois de um bom começo na competição, o alvinegro catarinense também caiu de produção, ficou quatro rodads sem vencer e despencou na tabela. Depois do êxito contra o Paraná no último jogo, nada melhor que vencer um dos favoritos do campeonato diante  da sua torcida para consolidar seu momento de recuperação.

Recuperação essa que o Vasco também procura iniciar hoje no Orlando Scarpelli. O Vasco não perdeu tantas partidas quanto o Figueira, mas a ausência de vitórias e de gols já ligou o sinal amarelo na Colina. E com sua dupla de ataque titular impedida de jogar (Élton está suspenso e Pimpão contundido), o Gigante vem com novidades na frente. Robinho, ex-Voltaço, finalmente fará sua estréia no time e já encara a difícil missão de acabar com o jejum de gols do time.

Ao seu lado estará o Carlos Alberto, improvisado numa posição em que ele nem está tão desacostumado a jogar. Com isso teremos um ataque mais rápido e habilidoso, mas com menos presença de área, já que não contaremos com um centro-avante mais fixo. Não que isso tenha resolvido nosso problema: a falta de pontaria do Élton e a incapacidade de lidar com a bola do Edgar, os últimos homens de área que atuaram, não saciaram a seca de gols do time.  Dorival agora tenta vencer a defesa adversária escalando um ataque que se movimenta mais.

Outra mudança no time é a presença de Alex Teixeira, que herdou a posição do hoje adiantado Casalberto. Essa alteração pode ser boa: motivado pela última convocação pela CBF e jogando numa posição em que notadamente se sai melhor, Alex tem tudo para ter uma boa participação no jogo, principalmente se criar jogadas em velocidade junto com o nosso Capitão.

Dorival comandará a equipe de dentro do campo, graças a um efeito suspensivo. Vamos ver se dessa vez a proximidade do jogo ajuda nosso técnico a orientar melhor o time. Seu esquema para hoje oferece a oportunidades de mais variações táticas no decorrer da partida, sem que sejam necessárias alterações. Mas se alguém precisar ser substituido, Dorival relacionou Magno e Coutinho como opções ofensivas para o banco. O que nos leva a crer que o treinador compreendeu a importância de um vitória hoje. Torçamos que o time inteiro esteja pensando igual e, principalmente, que as chances que criemos se transformem em gol, para variar.

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Quem deve estar sofrendo com a partida é o Pedrinho, que estará do lado de lá hoje. O meia já disse que caso marque um gol, não fará comemorações. Ninguém esperava uma atitude diferente dele.

Que o Pedrinho tenha muita sorte no restante da sua carreira. Mas que ela só apareça na rodada que vem.

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Mandarino confirmou que só falta confirmar a negociação que trará o Adriano, ex-Inter e atualmente no Málaga (ESP), para o clube:

“(…) a negociação falta apenas ser oficializada, o que deve acontecer, espero, na segunda ou na terça-feira

Ou seja, não tem nada certo ainda.

Como precisamos MUITO de reforços para o ataque, a vinda desse Adriano pode ser boa. Mas não seria muito melhor se contratássemos alguém que já pudesse estrear? Ou a intenção é trazer alguém que faça companhia ao Aloísio até agosto?

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A diretoria se reune no dia 15 de julho com a Lusoarenas para tratar da reforma de São Januário. Será uma conversa decisiva, para resolver os pontos finais da parceria. Segundo o Luso Soares da Costa, vice geral do clube, “(…) se tudo der certo, esperamos ter parte da reforma pronta no fim do ano que vem, e outra em 2011“.

É bom pensar em questões práticas. O estádio precisa de uma ampliação, mas as obras não poderão fechar por completo São Janu. É bom lembrar que o Maraca ficará fechado por um bom tempo e ter que ver o Vasco no Engenhão será dose.

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Profusão de ex-dirigentes do Vasco processando o clube. Primeiro, o responsável pelos grandes times do Vasco na antiga gestão, José Luiz Moreira. Esse, aparentemente, luta pelo rassarcimento de empréstimos feitos ao clube na gestão do ex-presidente. Espero que nesse caso haja mais provas do que uma confissão de dívida assinada…pelo ex-presidente. O outro processo é mais antigo, do José H. Coelho. Alega o defenestrado ex-vice de marketing que tentou um acordo com o Dinamite e não obteve resposta, por isso seguirá com reclamando os valores obtidos nas vitórias em julgamentos contra a antiga gestão. Se isso for mesmo verdade, seria de bom tom que a diretoria se posicionasse publicamente a respeito.

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Aliás, a atual diretoria bem que podia esclarecer outros pontos nebulosos que surgiram ultimamente:

- Por que não o valor da compra do Morais pelo Carlos Leite não foi divulgado? A torcida não teve uma confirmação oficial dos tais R$ 3,5 milhões aventados pela imprensa.

- A BWA, empresa que gerenciará as bilheterias em São Januário, realmente cobrará mais (10% contra 4% da renda bruta dos jogos) para fazer o mesmo serviço que era feito por outra empresa na gestão anterior? Se isso é verdade, por que a mudança?

Questões como essa não poderiam e não podem passar sem uma explicação da diretoria. A torcida está cansada – e faz tempo que está – de não saber o que se passa nas internas do clube. Pregou-se que a transparência daria o tom da nova gestão. Ser transparente apenas nas boas notícias não adianta. É preciso ser claro sobre tudo o que acontece dentro do Vasco. É isso que a torcida espera.

Teste para o elenco

sáb, 30/05/09
por JC |

Faz tempo que a torcida desejava ver em campo alguns jogadores que não têm tido chances no time principal. E o jogo de volta das semifinais da Copa do Brasil acabou criando essa oportunidade. Faltando apenas 4 dias para a partida mais importante do ano para o Vasco – mais importante até o momento, claro. Ainda podemos ter as finais pela frente – Dorival resolveu escalar um time praticamente reserva para o duelo contra o Paraná, pela quarta rodada de série B.

A proximidade da decisão contra o Corinthians é a única razão para o time não ir com força máxima para Curitiba. Mesmo passando por uma fase meio complicada (o Paraná conquistou apenas um ponto em nove possíveis na Série B e não vence há 9 jogos), o tricolor paranaense merece todo o respeito como adversário. Desde os tempos da primeira divisão, o Vasco nunca teve uma vida fácil jogando fora de casa contra o Paraná: em sete confrontos, perdemos 4 e vencemos apenas um. E se esse histórico não é o bastante para evidenciar como o jogo de hoje pode ser difícil, o fato do Paraná estar diante de sua torcida e precisar reagir desesperadamente no Brasileiro é motivo de sobra para nos preocuparmos.

Dos titulares, apenas Fernando Prass estará em campo logo mais. Por conta disso, a torcida deve ter um interesse especial em acompanhar a partida. Veremos como Paulinho, Edgar e Bruno Gallo se comportam iniciando uma partida. Também veremos como o Pará se sai em sua estréia e se o Fernandinho, depois de várias contusões e de um começo terrível no Vasco, justifica toda a confiança que o Dorival deposita em seu futebol. O restante do time já teve chances como titulares. Leonardo, Titi, Mateus, Jeferson e Enrico vão poder mostrar se merecem deixar a condição de reservas.

O treinador Zetti também tem problemas para escalar o Paraná e o Vasco, mesmo com seus reservas, precisa jogar com personalidade. Devemos suportar a pressão que nosso anfitrião certamente fará no começo da partida e esperar que a torcida local comece a cobrar mais que apoiar seu time.

Será um bom teste para o elenco. Sair com um bom resultado do Durval de Brito será uma mostra de que o Vasco pode contar com seus reservas quando necessário, pelo menos na disputa da Série B. Além de mostrar sua força, uma vitória contra o Paraná nos manterá na liderança do campeonato e com 100% de aproveitamento (o que é mais importante depois que o Guarani conseguiu mais uma vitória e chegou aos 12 pontos).

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Outros reservas também tiveram um teste hoje e não foram muito felizes. O time júnior do Vasco, reforçado por Faioli, Souza, Pedro Vera e Benítez e os sub-17 Philipe Coutinho e Willen perderam por 4 x 2 um amistoso contra o Daejeon Citizen, da 1ª divisão da Coréia.

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Novela Champs: a fornecedora insiste em negar o fim do contrato, mas Fábio Fernandes, VP de Marketing do Clube, considera a relação da Champs com o Vasco encerrada. Segundo o dirigente, a única preocupação do Vasco agora é encontrar um novo fornecedor de material esportivo.

Está marcada para sexta-feira uma reunião para acertar de vez a rescisão.

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O Vasco construirá um Memorial em parceria com a Estilo Carioca (empresa que confecciona camisas licenciadas do clube, como a feita em homenagem ao Geovani e a do “O Sentimento não Para” ) e a Vasco Boutique.

As obras têm previsão para começarem ainda esse mês. O objetivo do projeto é criar um espaço para organizar, preservar e a divulgar momentos importantes para a história do Vasco.

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10 dias de campanha. 20.419 inscritos. A campanha “O Vasco é meu” segue de vento em popa.

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O Bordeaux confirmou que pagou 5 milhões de Euros e não 2 milhões de dólares para contratar Paulo Miranda em 2001. Ao ler essa informação, duas perguntas surgem imediatamente na cabeça de qualquer vascaíno:onde foi parar o resto do dinheiro? E por que o Bordeaux imaginou que o Paulo Miranda valia isso tudo?!?!

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Top Blog: vocês já votaram no Blog da Fuzarca hoje? Façam isso clicando aqui.

Amor materno

dom, 10/05/09
por JC |

Quem é que nos ama incondicionalmente, sem medidas e sem restrições? Quem é que sempre nos incentiva e apóia nos maus momento e explode de orgulho nos nossos êxitos? Quem está sempre ao nosso lado, haja o que houver? Em pleno dia das mães, as respostas para essas perguntas poderiam ser uma só. Mas depois do vimos nas arquibancadas e cadeiras de São Januário na estréia vascaína no Brasileiro de 2009, podemos dizer que nossa torcida é uma verdadeira mãe para o Vasco.

A vitória por 1 x 0 sobre o Brasiliense foi magra, mas a demonstração de apoio da torcida foi uma goleada em cima do pessimismo que alguns tinham com relação à empolgação dos vascaínos. Se a entrega dos torcedores for o mesmo durante toda a Série B, não há dúvida que o caldeirão da Colina levará a Cruz de Malta de volta à elite do futebol brasileiro.

E em alguns momentos da partida, a impressão que todos tivemos é que o time vai realmente precisar do grito das arquibancadas. Mesmo não jogando mal como em algumas recentes partidas, a irregularidade do Vasco chegou a preocupar. Apesar disso, o Jacaré candango não ofereceu tantos riscos como a imprensa esportiva de um modo geral falou nos jornais de hoje. Basta conferir os melhores momentos: o Brasiliense teve apenas duas ou três chances claras de gol. O Vasco teve o mesmo número apenas no primeiro tempo, com Pimpão, Elton e Carlos Alberto. No segundo tempo o Brasiliense só viu a bola nos minutos finais do jogo. Não que o Vasco não tivesse dado espaços demais, principalmente na primeira etapa. Mas de um modo geral, quando o time não ia bem tecnicamente, se superou na base da raça. E nessa, a torcida mostrou sua importância cantando durante os 90 minutos. Quando se inflama a massa vascaína em seu caldeirão, não há como os jogadores não suarem sangue em campo.

E foi no ritmo das arquibancadas que o Vasco retornou para o segundo tempo. Se jogarmos todas as partidas como jogamos nos primeiros 30 minutos da etapa final de ontem, o retorno à Série A está garantido. Com pegada, velocidade e muita movimentação , o Vasco criava jogadas em sequência na frente e não deixava o Brasiliense jogar, tomando a bola do adversário evitando os contra-ataques. Enquanto manteve o futebol envolvente, o Vasco foi muito superior ao time do Distrito Federal e conseguiu finalmente marcar aos 15 minutos. Léo Lima passa a bola para Ramon, que limpa um zagueiro e encontra Pimpão na área. O camisa 11 limpa outro adversário e chuta sem chances para o fundo das redes.

Pouco depois disso o Dorival mexeu no time, tirando Pimpão, Mateus e Elton para entrada de Alan Kardec, Nilton e Bruno Gallo, respectivamente. O primeiro, pediu para sair depois de correr sem parar enquanto esteva em campo. O segundo, mesmo que não houvesse se machucado, já tinha sua saída programada para a entrada do camisa 6, que voltava de contusão. O terceiro, depois de mais uma atuação abaixo do esperado, saiu depois de ter levado uma cabeçada. As alterações acabaram fazendo o time perder em velocidade – com a saída do Pimpão – e em articulação, já que Carlos Alberto foi deslocado para o ataque e a criação ficou a cargo apenas do Léo Lima.

As alterações, o cansaço do time e disposição do Brasiliense em arrancar ao menos um ponto de um dos favoritos ao título fez com que nosso adversário ameaçasse uma pressão pra cima do Vasco. Não adiantou muito, já que o Jacaré não conseguiu nos ameaçar muito e ainda conseguimos criar mais lances perigosos no contra-ataque. O time conseguiu se segurar e conseguimos os primeiros três pontos que nos levarão de volta à série A.

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Dorival Jr. ainda pena com as contusões dos jogadores e insiste em dar moral ao Vílson, Gian, Mateu e Leo Lima. Ontem ele foi afortunado, já que apesar dos desfalques, o time como um todo jogou bem ou pelo menos se esforçou bastante. A vitória pelo placar mínimo nos trouxe os três pontos – que é o que realmente importa – mas mostrou que o time ainda precisa ser mais constante no decorrer dos jogos e precisa corrigir um defeito que acontece já não é de hoje: a mania de começar a jogar de verdade apenas depois da conversa no intervalo. A disparidade no desempenho dos jogadores no primeiro e no segundo tempo precisa acabar. Do jeito que vem acontecendo, parece que o Dorival é fraco de preleção e bom nas broncas.

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Depois de um bom começo (ou pelo menos acima do que muitos esperavam) de temporada, Tiago deu o azar de se contundir justamente na véspera da estréia do Vasco no Brasileiro. Fernando Prass assumiu de repente a posição e, além de não comprometer,  mostrou ter a sorte que nosso titular do gol não teve: em pelo menos dois lances contou com uma ajudinha do destino para sair invicto do jogo. Na primeira, uma bola na trave que caprichosamente voltou nas suas mãos. Na segunda, o veterano atacante Fábio Jr. furou uma bola em que fatalmente empataria o jogo no segundo tempo.

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Mesmo com Leonardo já à disposição do Dorival desde o jogo contra o Icasa, o técnico escolheu manter Vilson e Gian na zaga. E fora uma ou outra bobeada, os dois foram bem. Vílson se destacou nas antecipações e teve calma quando tinha a bola nos pés, preferindo sair tocando ao invés de rifá-las. Achei que o Gian teve uma atuação um pouco abaixo da que teve seu companheiro de setor. Duas coisas me incomodaram nele: volta e meia ele vai de primeira nas bolas e é facilmente driblado e ontem ele pareceu acometido de uma “jorgeluizite” aguda, volta e meia indo para o ataque e voltando com lentidão. Foi numa dessas que o Brasiliense teve uma das suas melhores chances ainda no primeiro tempo, que por sorte terminou num chute cruzado para fora.

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Ramon pode ser o xodó da torcida, mas ontem seu companheiro da lateral direita se saiu melhor. Aliás, esse é o segundo jogo seguido em que Paulo Sérgio tem uma atuação mais regular que a revelação do Estadual. No primeiro tempo Ramon subiu poucas vezes ao ataque, e quando o fez, mais de uma vez desperdiçou lances ao preferir jogadas de efeito ao invés de tocar para companheiros em melhor colocação. Totalmente diferente do Paulo Sérgio, que apoiou sempre que pode e pensou mais no coletivo. Ramon acompanhou a melhora do time no segundo tempo e por um tempo o time equilibrou as jogadas pelas duas laterais. Ainda assim, Ramon perdeu um gol feito por preciosismo e também apagou depois dos 30 minutos da etapa final, quando as jogadas voltaram a acontecer mais pela direita. Paulo Sérgio manteve o nível após o cansaço do time e até teve uma chance boa com um chute dentro da grande área.

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Amaral não jogou tão recuado como vinha jogando e mostrou a mesma disposição de sempre. Ele serve de exemplo para o time, já que sempre supera sua pouca técnica com um empenho acima do normal. Ontem ele foi até obrigado a jogar com um curativo no rosto sem que isso diminuisse sua eficiência no combate.

Já o Mateus teve as mesmas atuações irritantes de sempre no primeiro tempo. Mesmo sendo um pouco melhor na marcação, ele insistia em perder as bolas que conseguia roubar ao errar muitos passes. Mas na volta do intervalo Mateus teve uma melhora significativa, chegando mais junto na marcação, errando menos passes e até arriscando algumas jogadas. Saiu machucado para a entrada de Nilton, que voltando de contusão, ainda está fora de ritmo. Conseguiu compensar a falta de pegada no combate com sua habilidade, bem superior a do Mateus.

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As primeiras atuações do Léo Lima nessa volta ao Vasco o obrigarão a matar um leão por jogo até convencer a torcida. Mesmo tendo dado passes precisos e encontrando várias vezes jogadores bem posicionados durante todo o jogo, não escapou de algumas vaias da torcida (mesmo quando não conseguia dominar algumas bolas quadradas que recebia).

A atuação dele ontem me fez lembrar – sem querer comparar os jogadores, que têm estilos bem distintos – a primeira temporada do Felipe no Vasco jogando como meia: como ele era o jogador responsável por aquele passe decisivo, é natural que seu número de passes errados seja maior. Mas a torcida não está ali para entender isso e vaia mesmo depois da segunda bola enfiada que não dá certo.

Mas quem prestou atenção no Léo ontem reparou que ele deixou os homens de frente em ótimas posições várias vezes. E não foi apenas com os passes precisos que ele se destacou: mais ligado no jogo que de costume, Léo Lima não fez firulas e ainda ajudou muito o Vasco na marcação. Por essas e outras, o meia foi na minha opinião um dos destaques e certamente a maior surpresa da partida.

Com a atuação de ontem e mantendo o mesmo nível, vai ficar complicado para o Jéferson recuperar a titularidade.

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A partida do Carlos Alberto ontem serviu para nos trazer uma preocupação: o que será do time se ele realmente sair no meio do ano? Não há no elenco alguém que se compare em habilidade, visão de jogo e disposição (até demais, já que tomou mais um amarelo por um carrinho desnecessário no meio de campo). Nosso capitão não se furtou da responsabilidade e chamou o jogo para si, partindo para dentro, dando dribles desconcertantes e criando boas jogadas. Pra dizer que não foi uma partida nota 10, “Casalberto” pecou nas finalizações, ou chutando fraco (como no primeiro tempo, depois de bela tabelinha com Pimpão) ou sem direção (em mais de um arremate para fora, principalmente no segundo tempo).

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Pelo gol que nos deu a vitória, Rodrigo Pimpão merece ser um dos destaques da partida. Mesmo assim, não foi uma das suas melhores atuações. No primeiro tempo empregou a correria e vontade de sempre, mas não conseguiu ser muito objetivo – mais de uma vez desperdiçou boas bolas por não entender as jogadas – e pecou nas finalizações. Melhorou no segundo tempo junto com o time e conseguiu criar espaços na retranca brasiliense com sua velocidade. Quando finalmente acertou um chute, foi premiado com o belo gol que nos deu a vitória. Pediu para sair e foi substituido pelo Alan Kardec, que não conseguiu fazer muita coisa além de preocupar a zaga adversária nas jogadas aéreas. Para seu azar, não acertamos um bom cruzamento sequer para ele finalizar.

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Elton novamente jogou mal. Não recebeu muitas bolas no primeiro tempo e se viu obrigado a recuar para buscar o jogo. Mesmo não sendo totalmente desprovido de habilidade, essa definitivamente não é a dele. Conseguiu apenas uma finalização perigosa, dando uma cabeçada para fora depois de um bom cruzamento do Paulo Sérgio. No segundo tempo a retranca mais acirrada do Brasiliense prejudicou seu estilo de jogo e ele continuou sem levar perigo ao adversário. Após ter levado uma cabeçada na cabeça, saiu para a entrada do Bruno Gallo, que entrou para dar mais proteção ao time. O garoto não teve muito tempo para jogar, mas mostrou alguma habilidade e ajudou o time como pode.

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Mesmo com fraca atuação ontem, Elton terá pelo menos duas semanas para tentar reverter esse quadro: esse é prazo para que Aloísio Chulapa esteja regularizado e à disposição do Dorival.

A nota ruim nisso é que essa demora tira o Aloísio da disputa da Copa do Brasil.

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Não há o menor sentido entre torcedores do mesmo time sairem no tapa. Protestar é um direito de todos e partir para violência porque não se concorda com quem protesta é uma atitude indigna das tradições do Clube. Por isso, a confusão nas sociais ontem não tem justificativa.

Agora, escolher a estréia do Vasco no Brasileiro, quando a Colina lotada estava em festa para mostrar que o apoio ao time será incondicional, é uma mostra de que para alguns torcedores, fazer política é mais importante que torcer.

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Philipe Coutinho marcou um dos gols na final do Sul-Americano Sub-17 em que o Brasil se sagrou tricampeão da categoria. Willen, do Vasco assim como o Philipe, também fez parte do grupo que venceu a Argentina nos pênaltis (depois do empate em 2 x 2).

Nada melhor que um título com a amarelinha para motivar o Philipe. Veio no momento certo, já que o Dorival espera sua volta ao elenco para aproveitá-lo no Brasileiro.

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Parabéns a todas as mamães leitoras, sejam ou não vascaínas, pela data.

Tema livre

ter, 05/05/09
por JC |

Não confiando na completa recuperação do “Casalberto“, Dorival Jr. vai deixar o capitão no banco e escolheu novamente o Léo Lima para iniciar a partida de amanhã contra o Icasa. Enrico e Mateus também seguem no time.

Se a classificação não vier com esse time, a gritaria será grande. E não vai dar pra tirar a razão de quem reclamar.

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Ramon, Nilton e Carlos Alberto fazem parte da seleção do Carioca 2009. Nosso lateral-esquerdo ainda foi eleito a revelação do Estadual.

Parabéns aos três. Pena que isso não faz a menor diferença…

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Eletrobrás: depois do parecer favorável da Justiça sobre a dívida com o INSS, falta apenas a publicação no Diário Oficial de que conseguimos as certidões negativas para que a novela termine.

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O Clube espera pelo Aloísio para a assinatura do contrato nessa sexta-feira. A pendência é a duração do compromisso: Chulapa quer um contrato até dezembro e o Vasco quer uma assinatura de dois anos.

Porque não um meio termo? Um contrato até o final do Carioca de 2010 estaria de bom tamanho…

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E como todos já sabem, hoje é dia de mostrar os vascaínos do amanhã. Mas hoje temos uma foto com torcedores não apenas do futuro, mas também do passado e do presente: o Gustavo Rodrigues manda a foto com seu filho Bruno (de 3 anos), o pai Carlos e a irmã Andressa.

Não se esqueçam: a Comunidade do Blog da Fuzarca no Orkut, o Twitter do blog e o fotolog Vasco Imortal continuam esperando por vocês. Acessem e participem sempre que desejarem.

Para enviar fotos para o Vascão Imortal, utilizem o e-mail do blog: blogdovasco@globo.com

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Quero ver a galera lotando São Januário no sábado. Temos que estar juntos neste momento e encher o nosso Caldeirão a cada jogo do Brasileiro. Vamos juntos, com fé, que tudo vai dar certo -  Fernanda Abreu no seu show em benefício ao clube.

Ou seja: a Fernandinha cantou, encantou e ainda falou tudo! Sábado tem que ser dia de Colina lotada!



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