Para não repetir 1996
Classificado para a decisão da Copa Sul-Americana, o Internacional anunciou um time repleto de reservas (e juniores) para o jogo deste domingo contra o Fluminense, às 19h10. A notícia foi comemorada de forma comedida nas Laranjeiras. Prudente, sabe o elenco tricolor que futebol se ganha dentro de campo e que, quando a bola rolar, outros 11 jogadores estarão em campo do lado de lá.
Não é preciso voltar muito no tempo para lembrarmos de partidas entre reservas de um time que venceram titulares de outro. Coincidentemente, confrontos recentes de Fluminense x Internacional ilustram isso. Em 2005, envolvido com a fase final da Copa do Brasil, o Fluminense, então dirigido por Abel Braga, foi a campo,
Acaso? O destino mostrou que um raio pode cair duas vezes no mesmo lugar. No ano passado, novamente às vésperas das finais da Copa do Brasil, o Fluminense, desta vez sob batuta de Renato Gaúcho, pisou o Maracanã novamente sem seus titulares contra um Internacional então campeão do mundo e que contava até com Alexandre Pato. A história se repetiu e o Tricolor goleou novamente pelo mesmo placar:
Voltamos a 2008 e vivemos uma situação inversa. Desta vez, é o Internacional que jogará em seus domínios e que levará a campo seus jogadores suplentes. Os mesmos que golearam o Ipatinga por
Por isso tudo, cravar vitória do Flu neste interessante duelo é meio caminho andado para um desastroso revés.
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Desastroso, sim, já que o Fluminense tem de ter em mente que este é o jogo-chave dos três que lhe restam. Perdendo, muito provavelmente chegará à última rodada precisando “secar” seus adversários para se livrar do rebaixamento (além de vencer o Ipatinga, claro).
Ainda está fresco na memória dos tricolores o ano de 1996, quando o Fluminense chegou à derradeira rodada do Brasileirão precisando vencer o Vitória, em Cariacica (ES), e torcer contra Criciúma ou Bahia para escapar da degola. Resultado: o Flu bateu o Rubro-Negro baiano, dirigido por Edinho, por
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Sinistra coincidência: oponente do Flu na última rodada de 1996, o Vitória, desta vez, encerrará sua participação no campeonato contra o Vasco.
O que tem isso? É que, em ambos os casos, o técnico do adversário rubro-negro foi/será o frasista Renato Gaúcho.
Já pensou?
Pelo sim, pelo não, é bom ver o que andam falando os orixás.
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O Beira-Rio não deverá receber um grande público neste fim de semana. Mas o jogo tem lá seus atrativos. Inter e Flu farão um duelo entre clubes finalistas das copas Libertadores e Sul-Americana (repito: clubes; não times).
Será também o jogo de número 900 do Fluminense na história dos Campeonatos Brasileiros.
Marca expressiva.
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Tão expressiva quanto o ranking liberado esta semana pela Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS), que aponta o Fluminense como o melhor clube brasileiro na atualidade.
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Bem legal a resposta dos internautas na enquete sobre quem deverá ser o técnico do Fluminense na próxima temporada. A questão praticamente dividiu os leitores, que, entretanto, são praticamente unânimes em dizer que tanto René quanto Parreira são excelentes profissionais.
Apesar do bom trabalho do atual treinador, ando desconfiado de que o técnico campeão mundial com a Seleção Brasileira em 1994 deverá ganhar a preferência da diretoria no fim da temporada.
É que, pra quem não se lembra, foi Carlos Alberto Parreira quem levou Roberto Horcades para as Laranjeiras em 1999, conforme me contou o ex-presidente Francisco Horta em entrevista postada neste mesmo Blog do Flu.
Uma boa saída, porém, é ficar com os dois. Isso se o homem-forte do Flu, o presidente da patrocinadora, Celso Barros, quiser desembolsar alguns reais a mais para contar com uma comissão técnica de excelente nível em 2009.
Sem dúvida, um presentão de Natal, não?
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