O Fluminense não pode mais tardar sua reação. Terá neste sábado, às 18h20, jogo decisivo para sua pretensão de se manter na elite do futebol brasileiro em 2009. Vencendo o Coritiba no Maracanã, terá grandes chances de deixar a zona do rebaixamento já nesta rodada. Todos os seus adversários diretos - Portuguesa, Ipatinga, Vasco, Atlético-PR e Figueirense - enfrentam equipes que estão na briga pelo título ou, no mínimo, uma das vagas para a Libertadores.
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Se acontecer, será no mínimo estranha a decisão de Cuca escalar Wellington Monteiro de ala direito mesmo depois do jogador deixar claro sua posição original em sua apresentação – cabeça-de-área.
Sacrificar o jogador numa posição em que não está acostumado a jogar não parece ser a melhor solução, sobretudo porque o time hoje também carece de bons volantes – Arouca há muito não é o mesmo jogador; Romeu, hoje o melhor deles, é apenas esforçado; e Ygor e Fabinho nunca caíram nas graças da torcida.
O ideal seria definir um lateral-direito - Eduardo, Carlinhos e Rafael são as opções -, dar confiança ao jogador e ir com ele até o fim do ano. Testar uma formação a cada partida desestabiliza e confunde o time, que fica com seu entrosamento e padrão de jogo comprometidos.
A continuar com invencionices e troca-trocas, Cuca justificará a fama de professor Pardal, adquirida justamente por testar, sem sucesso, jogadores fora de sua posição original.
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Embora não confirme oficialmente, Thiago Silva acertou sua ida para o futebol italiano e deixará mesmo o Fluminense ao fim da temporada. Cotado para o exterior ao término dos Jogos Olímpicos, o zagueiro retornou às Laranjeiras para cumprir sua promessa de ajudar o time no restante do Brasileiro.
Contratado em 2006 a pedido do então técnico do Flu Ivo Wortman, Thiago Silva se diz grato ao clube que apostou em seu futebol após atravessar delicadíssimo problema de saúde na Rússia. Tricolor de coração desde a decisão do Estadual de 1995, quando o Fluminense conquistou sobre o Flamengo seu vigésimo-oitavo título da competição, o “melhor zagueiro do Brasil” lamenta a transferência e diz que, se pudesse, jamais deixaria as Laranjeiras.
De olho no futuro, Thiago Silva tem planos condizentes com um atleta de sua grandeza – humana e profissional: quer fazer sua independência financeira na Europa, seguir sendo convocado para a Seleção Brasileira (para, quem sabe, disputar uma Copa do Mundo) e encerrar a carreira no Fluminense, preferencialmente com novas conquistas.
Silva baterá asas e voará ainda mais alto. Os três anos de (brilhantes) serviços ao Fluminense jamais serão esquecidos pela torcida tricolor, que o tem como um dos grandes zagueiros da história do clube e maior ídolo dos tempos modernos.
É mesmo um orgulho esse cracaço chamado Thiago Silva.
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Thiago Silva completará 24 anos neste domingo. Para comemorar a data, torcedores vem preparando homenagens para o zagueiro neste sábado, quando o jogador mais uma vez vestirá a camisa tricolor.
Por tudo que Thiago já nos proporcionou, bem que a galera poderia chegar junto no Maracanã para saudar este monstro da retaguarda tricolor.
Se Thiago já ficou emocionado no Fla-Flu só de ouvir novamente seu nome depois de servir a Seleção, desta vez não sei nem o que poderá acontecer com o zagueirão após as reverências que receberá.
Certo mesmo é que Thiago Silva comerá grama para sair de campo com a vitória e ajudar o Flu a se afastar da zona perigosa.
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Muito tem se falado a respeito da mudança de campo de Botafogo x Flamengo, que por medidas de segurança passou do Engenhão para o Maracanã – e olha que a partida será só em novembro.
Em contrapartida, Botafogo e Fluminense jogarão no próximo dia 28 e a diretoria tricolor ainda sequer se manifestou sobre uma possível transferência do local do jogo, também originalmente marcado para o Engenhão.
A coluna lamenta a ineficácia e a pouca disposição dos homens que comandam hoje o Fluminense de lutar pelos interesses do clube, cada vez mais à deriva e caminhando a passos largos para o abismo.
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No começo da semana, a diretoria do Flu anunciou que estudava uma redução de ingressos para Flu x Coritiba. O curioso é que o estudo ficou mesmo apenas no papel, já que não baixaram um único centavo para o importante jogo desse sábado.
Do jeito que a coisa vem sendo conduzida, dá-se margem para pensarmos verdadeiros absurdos, como o da diretoria não querer casa cheia por temer represálias e manifestações contrárias da torcida.
Absurdos à parte, complicado mesmo entender o que se passa na cabeça dos dirigentes, que parecem viver numa redoma de vidro e num mundo particular onde só benesses são propaladas em detrimentos das mazelas, que, ao vir à tona, queiram ou não, já comprometeram a atual administração.
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Com parceria firmada com o Fluminense até 2009, a Unimed poderá deixar o clube na mesma situação que o encontrou – na Série B.
É que a empresa de saúde começou a apostar no futebol tricolor em 1998, quando o Tricolor disputava justamente a Segunda Divisão do futebol nacional.
Para quem ambicionou conquistar o mundo – e esteve bem perto disso – terminar a parceria desta maneira seria trágico demais, não?
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A chegada de Ciel ao Fluminense me fez lembrar de deliciosa história acontecida em 1997, quando seu irmão, o atacante Nildo, era jogador do clube.
Jogador arisco e de razoável habilidade, Nildo formava dupla de ataque com Roni durante a disputa do Campeonato Estadual daquele ano. Dirigido por Julio César Leal, o Tricolor ia mal das pernas e fazia campanha ruim na Taça Guanabara. Leal não resistiu aos maus resultados e foi logo substituído por Valdir Espinosa – primeira das três passagens do técnico campeão mundial pelo Grêmio no clube.
Repentinamente, o Fluminense se transformou, passando a liquidar adversários, chegando inclusive a virar um clássico sobre o Flamengo de Romário (3 a 2) com dois gols dele, do baixinho Nildo.
Com a boa campanha, o time chegou confiante à decisão da Taça Rio (Segundo Turno). Do outro lado, o difícil Botafogo, que havia conquistado de maneira invicta a Taça Guanabara e que jogava pelo empate para ficar também com a Taça Rio.
Jogo pegado, de muita disputa, e nada do placar sair do zero. Eis que numa escapada Nildo sofre pênalti escandaloso, mas ignorado pelo árbitro. Revoltada, a torcida tricolor passou a pegar no pé do juiz até o fim da partida.
Fim de jogo. 0 a 0 e Botafogo campeão. Time tricolor inconformado e uma sonora vaia para o homem de preto.
Na saída do estádio, jogadores e dirigentes do Fluminense, ainda de cabeça quente, foram para suas casas. Menos Álvaro Barcelos, o presidente-champanhe, que seguiu para os estúdios da CNT, em São Cristóvão, onde participaria do programa Mesa Redonda, uma daquelas resenhas dominicais, apresentada pelo Garotinho José Carlos Araújo.
Roda VT e começam a mostrar os melhores momentos do jogão. Pinta o lance crucial e Barcelos levanta a voz.
- Um absurdo! Todo o Marananã testemunhou a infração. Só o árbitro da partida não enxergou o pênalti.
Mal terminou de falar e o jornalista Denis Meneses rebateu o presidente.
- O senhor me desculpe, mas eu também achei que não existiu o pênalti.
Visivelmente contrariado, Álvaro Barcelos tomou de novo a palavra e, fitando o jornalista, bradou.
- Corrigindo, José Carlos! Só o árbitro da partida e o Denis Meneses não enxergaram o pênalti.
O Garotinho achou melhor pedir os comerciais.
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Simplesmente maravilhosa a matéria sobre o Tricolor postada no site da FIFA no último dia 17. Sob o título de “Para sempre Fluminense”, a reportagem traça um rápido balanço da história do clube, citando o Estádio das Laranjeiras – palco de jogos da Seleção Brasileira no começo do século -, grandes ídolos que já vestiram a camisa tricolor e conquistas inesquecíveis como os campeonatos nacionais de 1970, 1984 e 2007, que deram ao Fluminense o direito de participar da Taça Libertadores da América, também lembrada – com destaque – pelo site da entidade.
Quem quiser conferir a merecida homenagem ao Flu, acesse
http://www.fifa.com/classicfootball/news/newsid=882713.html#forever+flu
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