Formulário de Busca

Vozes sábias e tricolores

Qui, 28/02/08
por joao marcelo garcez |
categoria Sem Categoria

Nos últimos dias, leitores do Blog do Flu têm travado acalorados debates sobre a formação ideal do time para a temporada. Ao contrário de anos anteriores, desta vez o problema está longe de ser carência de bons jogadores no elenco. Com atletas de nível de seleção, a dúvida está em como armar um esquema sólido e confiável diante de tantos jogadores de poderio ofensivo.

Pensando nisso, o leitor Jorge Cabral me escreve solicitando uma pesquisa para ajudarmos o técnico Renato Gaúcho a encontrar o time que “dará a liga”. “João, sugiro uma enquete sobre a melhor formação para o atual time do Fluminense”.

Sugestão aceita, Jorge! Agora é com vocês, tricolores. Mão na massa.

***
O leitor Marcílio, ainda de cabeça quente com a perda da Taça Guanabara, se antecipou à enquete e me escreveu furibundo com o técnico do Flu.

“João, o Renato Gaúcho está copiando o que há de pior e mais retrógrado no futebol brasileiro. Sua insistência com Maurício me fez lembrar Marcel, em 2002, quando RG também estava nas Laranjeiras. Se for para Maurício disputar vaga no time titular é com Ygor e olhe lá.

“Outro mistério é o futebol de Arouca, que ninguém sabe onde está. Compartilho com o Sussekind de que ele é o Seerdof brasileiro. Não fossem as dores crônicas no púbis em 2006, já estaria num time de ponta da Europa. Mas cadê seu futebol de motorzinho a jato com chutes e passes precisos?

“Apesar de sua alternância, Cícero, nesta temporada, aparenta mais maturidade. Este jogador poderia tranqüilamente assumir a titularidade na esquerda (segundo homem), deixando o meio-de-campo em formato de losango num 4-4-2 clássico mas eficaz, se tanto Arouca quanto Cícero usassem suas respectivas polivalências no sentido positivo.

“Gabriel está correndo pra não chegar: se marca sozinho e culpa o esquema. Está na hora de esquentar um banco, pois precisa urgentemente de um choque à Bernardinho. É puro desperdício de talento.

“Precisamos ser corajosos, ousados e destemidos”.

***
Do outro lado do Atlântico, recebo e-mail de Lucas Andrade, residente em Lisboa (POR). Com opinião parecida à de Marcílio (embora discordante do momento atual), Lucas diz que o futebol de Arouca lhe enche os olhos.

“João, por toda a qualidade técnica que vem mostrando nos últimos anos, Arouca faz muita falta ao meio-de-campo tricolor. Penso que deve estar louco pra jogar na Europa (que jovem talento não está?), mas se fizer uma grande temporada, não só ajudará o Fluminense a conquistar seus objetivos como ficará ainda mais valorizado para uma eventual transferência”.

No corpo do texto, dado os rumores nas Laranjeiras, o leitor se disse ainda apreensivo com uma imediata transferência de Arouca, que não deverá mais acontecer (ao menos agora), viu Lucas?

***
Preocupado com a debandada da garotada tricolor, Ítalo Gustavo Lara é outro que me escreve. No texto, Lara diz achar estranho que o clube se desfaça de tantos jogadores com potencial, como os gêmeos Fábio e Rafael, Lenny, Arouca (já impedido) e possivelmente Maurício Alves. “Com a venda destes atletas, não renovaremos o time e ficaremos sempre a mercê do nosso patrocinador”.

Procede a preocupação de Ítalo. Mesmo porque, apesar de positiva, um dia a Unimed deixará de investir no clube. E aí, sem a presença de jovens talentos, ficaremos com uma mão na frente, outra atrás.

Com a palavra, a diretoria do Fluminense.

***
A derrota para o Botafogo já é passado e o Fluminense tem agora nova chance de começar sua caminhada à decisão do Campeonato Estadual. Vencer o Cabofriense, de novo de Marcão, é importantíssimo para o time pegar moral para o jogo contra o Arsenal (ARG), na quarta-feira. O Flu estréia na Taça Rio neste sábado, às 18h10, no Maracanã.

***
Estou reticente quanto à anulação do contrato de Leandro Amaral. Prefiro aguardar o desenrolar dos fatos.

***
Vejamos como se sairá o novo meio-campo do Flu com Conca e Thiago Neves juntos.

_____________________________________________________________________
E-mails para esta coluna: joaogarcez@yahoo.com.br

Bastidores de uma noite à européia

Dom, 24/02/08
por joao marcelo garcez |
categoria Sem Categoria

“O Fluminense não vai ganhar nada esse ano”, detonou o blogueiro do Vasco, Julio Cesar, dando início às provocações que rolaram solto na festa Trophy Tour 2008 - The UEFA Champions League, ocorrida neste fim de semana no Jockey Club Brasileiro, Rio de Janeiro.

Não se sabe se por despeito ou por não suportar ver dois de seus melhores jogadores - Leandro Amaral e Conca – ir para as Laranjeiras, o nobre colega resolveu engrossar o coro dos que morrem de inveja do mais tricolor entre todos os tricolores do Brasil.

Enquanto isso, Zé Fogareiro, vulgo João Roberto, rechaçava o favoritismo na decisão da Taça Guanabara contra o algoz Flamengo. “Pára com isso, pára com isso. Não suporto mais esta idéia. Favorito é o Fla”, bradava a plenos pulmões, competindo em decibéis com os DJs que animavam o evento.

Neste momento, a ex-BBB Fani, trajada com um minivestido que deixava praticamente à mostra seus atributos físicos, triunfante, adentrou o recinto, deixando-se fotografar por dezenas de fotógrafos que a cercaram, cobrindo-a de flashes em disparada.

Atônito, Zé Fogareiro perdeu os sentidos e passou a dizer coisas desprovidas de qualquer nexo. Virando-se pra mim, disparou. “Diga ao Gravatinha que ele está sempre certo em tudo o que fala; o freguês tem sempre razão”.

Foi a senha para que o próprio deixasse o além e rompesse o salão em disparada indo direto ao encontro do blogueiro do Botafogo. “Caríssimo, vocês deveriam ter vergonha do número ínfimo de Estaduais que conquistaram em sua história, contemporânea à nossa. A diferença de títulos do Fluminense para o Botafogo é maior, por exemplo, da do Alvinegro para o América. É de doer”.

“Mas ganharemos a Copa do Brasil”, tentou reagir.

“Copa do Brasil? Há anos que não sei o que é isso”, interrompeu o não menos elegante Daniel Perrone, blogueiro do São Paulo, deixando o pobre do Fogareiro sem argumentos nem palavras, já que clubes que disputam a Taça Libertadores da América são impedidos pela CBF de participaram da Copa do Brasil, competição concomitante à continental.

Dou uma caminhada até o Open Bar e dou de cara com o ex-craque tricolor Petkovic, Bola de Prata no Brasileirão-2005 e autor do gol 1000 do clube em Campeonatos Brasileiros. Sentindo-se em casa e bem à vontade, o jogador sérvio observava sorridente imagens da competição européia exibidas em monitores espalhados pelo espaço temático.

Novo giro e encontro Robinson Vasconcelos e Thiago Cruz, dois dos idealizadores do projeto Blog dos Torcedores, do Globoesporte.com. O primeiro parecia exultante com seu Fla na finalíssima do Primeiro Turno. “Vai torcer por quem João? Você sabe, né? Na final, Fla é Fla”.

Nós, tricolores, sabemos, Robinson! Sobretudo quando contra o Fluminense.

Mas faltava o blogueiro rubro-negro, Arthur Muhlenberg. Notícias dão conta de que estava presente à festa. Mas acho que preferiu não me encontrar: o fantasma do 4 a 1 (mais uma vez) ainda deve estar rondando a cabeça do amigo, que corre do Flu como o diabo corre da cruz.

Já passava das 3h da manhã quando, após muitos drinques, bate-papos e até alguns passos de dança, deixei o Jockey Club. Não sem antes tirar uma foto ao lado da taça UEFA Champions League, linda e imponente, cujo vencedor em 2008 rivalizará com o ganhador de outra, a Santander Libertadores, em dezembro, em Yokohama.

E mergulhado em sonhos prósperos e venturosos, dirigi-me pra casa. “O Flu tem um belo futuro pela frente. A América e o mundo verão se tenho ou não razão”.

Capricha, Flu! Capricha!

***
Quer dizer então que a imprensa européia apontou o Fluminense como azarão na Libertadores? Ótimo, melhor assim. Hoje e sempre, favorito é o Mengo.

***
Nem Flamengo, nem Botafogo. O primeiro grito de campeão no futebol carioca veio das Laranjeiras. Ao bater, nos pênaltis, a Cabofriense, o Fluminense levou pra casa a Taça Guanabara e já está na decisão do Estadual da categoria.

Beleza pura, garotada!

______________________________________________________________________
E-mails para este blog: joaogarcez@yahoo.com.br

Flu teve medo de ser feliz

Qui, 21/02/08
por joao marcelo garcez |
categoria Sem Categoria

Depois de um primeiro tempo hesitante, em que esteve acuado em seu campo defensivo e com muitos erros de passe, o Fluminense mostrou personalidade na etapa final e só não chegou à vitória porque teve medo de ser feliz. No momento em que estava mais perto de abrir o marcador do que seu adversário, Renato tirou de campo Thiago Neves, um de seus principais jogadores (chegou a chutar uma bola na trave), e colocou Roger, sinalizando para o time que estava satisfeito com o 0 a 0. O time, então, recuou e sofreu intenso bombardeio nos últimos minutos.

O empate sem gols com o bem-estruturado time da LDU na altitude de Quito pode ser visto como bom num primeiro momento. Mas com a boa atuação tricolor nos 45 minutos finais, ficou uma sensação de que o Fluminense poderia ter trazido os três pontos em sua estréia na Libertadores. Mesmo assim, se confirmar seus resultados em casa e seguir ao menos empatando fora, o time alcançará a classificação às oitavas-de-final no Grupo 8.

***
Num lance idêntico ao ocorrido contra o Atlético-PR nas quartas-de-final da Copa do Brasil-2007, Cevallos, fora de sua área, defendeu com as mãos um chute de Thiago Neves que tinha endereço certo. O árbitro colombiano Albert Duarte, porém, se mostrou covarde e não teve coragem de aplicar a regra e expulsar o goleiro equatoriano, que atuava em casa.

É Libertadores!

***
O Fluminense volta a campo pela competição no próximo dia 5, quando enfrentará no Maracanã o líder Arsenal (ARG), que bateu o Libertad (PAR) por 1 a 0 nesta primeira rodada.

Se vencer, o Flu já assumirá a liderança do Grupo 8 e dará uma boa arrancada para ficar com uma das duas vagas para as oitavas-de-final.

A galera tricolor vai chegar junto pra dar aquela força.

***
O Fluminense será homenageado pelo desenvolvimento de programas como o Flu Educação Esportiva e por ações beneficentes como a campanha Adote um Sonho. O prêmio faz parte das comemorações do Rotary, que chega aos seus 103 anos de fundação. O evento acontece neste sábado no Museu Militar Conde de Linhares.

***
Este Flu é raçudo sim senhor!

Para encantar a América

Dom, 17/02/08
por joao marcelo garcez |
categoria Sem Categoria

Vai começar a escalada tricolor rumo ao topo da América. E se pra chegar ao cume é preciso subir, o Fluminense já estará bem perto dele: a 2.850 metros do nível do mar, o time enfrenta a Liga Deportiva Universitária, atual campeã equatoriana, nesta quarta, pela Taça Libertadores.

Não bastasse todos os efeitos negativos causados pela altitude, o Flu terá em seu jogo de estréia um osso duro de roer. Dirigida pelo argentino Edgardo Bauza, a LDU conta em seu elenco com diversos jogadores que atuam ou já atuaram pela seleção do Equador, como o goleiro Cevallos, zagueiro Jayro Campos, o lateral-esquerdo Paul Ambrosi, o volante Javier Urrutia e o apoiador Cristian Lara. No comando do ataque, o experiente Ivan Kaviedes, que disputou as Copas do Mundo de 2002 e 2006. Pior: o time atua junto há muito tempo e tem um entrosamento que beira a perfeição.

Como se vê, o Tricolor terá que suar um litro certinho se quiser voltar de Quito com os três pontos na bagagem.

***
Dica: é bom Renato encontrar uma maneira de neutralizar Vera e Urrutia. É que os volantes da LDU, além de marcarem muito bem, ainda saem em velocidade na ligação com os laterais, responsáveis pelas principais jogadas de ataque do time equatoriano.

***
O Botafogo e seu técnico, Cuca, estão de parabéns pela classificação do time à final da Taça Guanabara. Mais organizado taticamente, o Alvinegro simplesmente não deixou o Fluminense jogar, sobretudo no segundo tempo, quando o Tricolor não conseguiu furar o bloqueio do adversário, que, em vantagem, recuou, para sair nos contra-ataques.

No duelo dos treinadores, vantagem também para Cuca, que, após as saídas de Zé Carlos e Jorge Henrique, soube remontar seu time, sem comprometer o seu eficiente esquema. Do outro lado, Renato Gaúcho pareceu perdido: em determinado momento da partida, lançou a campo, juntos, Cícero, Conca, Thiago Neves, Leandro Amaral, Washington e Dodô, sobrepondo posições e deixando o time numa bagunça tática de dar nó na cabeça de qualquer jogador.

***
Palavras do bom e humilde Cuca após a vitória. “O Botafogo tem muito o que comemorar, passamos por um gigante. O Fluminense certamente terá vida longa na Libertadores”.

Que exemplo!

***
Apesar da boa atuação, Fernando Henrique falhou no primeiro gol do Botafogo, marcado por Wellington Paulista. Engana-se, porém, quem pensa que o erro do goleiro tricolor tenha ocorrido na medonha furada de seu soco frustrado. O vacilo de FH foi ter abandonado a sua meta para tentar cortar uma bola que não era sua.

Ora, todo mundo está careca de saber que em lances de escanteio bola no primeiro pau deve ser tirada por um dos defensores. Nestas ocasiões, cabe ao goleiro ficar no segundo pau ou, em bolas curtas, voltar para o centro do gol, fechando o ângulo, como deveria ser feito no lance fatídico. Estivesse posicionado corretamente, FH teria simplesmente encaixado a bola.

Em que pese a falha comprometedora, o camisa 1 fez três defesas dificílimas no primeiro tempo e, desta vez, foi poupado pela galera.

***
A confiança tricolor ficou um pouco arranhada após a atuação abaixo da expectativa contra o Botafogo. Uma vitória na estréia da Libertadores, porém, trará de volta a alegria e o entusiasmo necessário para que o time siga firme em busca de seus objetivos neste semestre.

Como bem disse Renato, “o Flu está nas cordas”. E se o gigante está acuado, é bom não despertar a sua fúria.

Quem avisa amigo é.

***
Vinte e três anos de espera e o Flu volta a campo pela Libertadores.

Encanta a América, Flu!

_____________________________________________________________________
E-mails para este blog: joaogarcez@yahoo.com.br

Meu nome não é Gravatinha

Qui, 14/02/08
por joao marcelo garcez |
categoria Sem Categoria


Ecos do Fla-Flu.

De cabeças inchadas com o vexame que presenciara no Maracanã, casal de rubro-negros resolve ir a um baile à fantasia para espairecer. Na casa noturna, dançaram até se acabar na pista, sem, porém, conseguir se desligar do clássico.

Já eram 2h da manhã quando resolveram beber alguma coisa. Aproximaram-se da bancada e perceberam que o barman também estava fantasiado. Cutucando o acompanhante, a mulher comentou:

- Olha, amor! Não é o Gravatinha, do Nélson Rodrigues?

Apesar do som alto, o barman, tirando a roupa de garçom e a máscara, apresentou-se.

- Prazer! Meu nome é Thiago Neves!

Créu!!!

***
Ainda o clássico do último domingo. Não dá pra entender essa histeria em torno da comemoração do camisa 10 tricolor, inofensiva e até engraçada. Futebol é paixão, alegria e irreverência. Coreografias após os gols fazem, portanto, parte do contexto de um espetáculo como esse.

Curioso é que noutra ocasião, Souza, atacante do Flamengo, após marcar contra o América-RN, no Campeonato Brasileiro, apontou o dedo para as arquibancadas, sacudindo-o, numa alusão a uma metralhadora giratória, o que pode muito bem ser interpretada como apologia à violência.

Com alguns é assim: dois pesos, uma medida.

***
Roberto Horcades pisou na bola ao mostrar o dedo médio a torcedores do Flamengo no último domingo, é verdade! Mas difícil mesmo é acreditar nessa história de que o presidente tricolor fez o gesto involuntariamente, sem ser provocado. Embora nada justifique o que fez, sobretudo pelo cargo que exerce, os fatos devem sempre ser revelados sem distorção.

Este episódio me fez lembrar de outro ocorrido na decisão da Taça Guanabara-2004, decidida pela dupla Fla-Flu. Também sentado num dos camarotes do estádio, só que do lado tricolor, o cantor e compositor rubro-negro Gabriel Pensador, provocado pela torcida do Fluminense, apontou para seus órgãos genitais, despertando a fúria dos torcedores, que passaram a arremessar o que tinham em mãos em direção ao camarote. A situação era tão grave que precisou um dos integrantes do setor intervir e exibir uma camisa do Flu para contemporizar e serenar os ânimos.

E aí eu pergunto a vocês, meus amigos: na época, alguém se lembra de ter visto uma notinha quer que seja sobre a falta de fidalguia do artista?

Pois é!

***
Botafogo e Fluminense duelam sábado às 18h10 por uma vaga na final da Taça GB. Ítalo lara, atento leitor, é quem destrincha os segredos do time alvinegro. Fala, Ítalo!

“João, nosso treinador, Renato Gaúcho, já deve ter ciência disso, mas não custa lembrá-lo: é preciso cuidado com as jogadas ensaiadas do Botafogo, principalmente as pelas laterais do campo. Isso porque os nossos laterais, sobretudo Gabriel, não são bons marcadores”.

***
Ainda o Clássico Vovô: alguém aí ainda agüenta essa história da diretoria do Botafogo dizer que o time é prejudicado pela arbitragem em jogos contra o Flu. A reclamação constante só descredencia os dirigentes daquele clube, que passam a ser vistos como oportunistas, já que a bravata, de certo modo, faz com que o juiz entre em campo pressionado.

Em tempo: coincidência ou não, em 2007, o Botafogo venceu o Flu na inauguração do Engenhão com dois gols suspeitíssimos (o primeiro em pênalti marcado após falta ocorrida fora da área; e o segundo em posição duvidosa).

***
A Dança do Créu, novo hit do Fluzão, promete voltar sábado às paradas de sucesso.

A conferir.

Inapelável sina rubro-negra

Seg, 11/02/08
por joao marcelo garcez |
categoria Sem Categoria

Não tem jeito: cair de 4 para o Fluminense em Campeonatos Estaduais é definitivamente o destino do Flamengo. Entra ano, sai ano, o time rubro-negro teima em ser goleado pelo algoz tricolor. Como atenuante, o fato deste Fla-Flu não ter causado a eliminação do time da Gávea, já que, neste século XXI, à exceção de 2006, todas as vezes em que o Flamengo não conquistou esta competição, foi eliminado com goleadas de 4 para o Fluminense.

Em 2002, quando tentava igualar o Flu na conquista de um tetracampeonato, foi impiedosamente massacrado no octogonal final (4 a 1), dando adeus ao título inédito de maneira melancólica. No ano seguinte, na segunda partida da semifinal da competição, novo chocolate: 4 a 0, confronto em que o técnico Renato Gaúcho teve que pedir para o time parar de dar olé, para deleite da torcida. Ainda neste jogo, o então goleiro rubro-negro Júlio César, desesperado com o vexame, largou a sua meta e tentou iniciar sozinho uma jogada de ataque. Em 2005, Fluminense e Flamengo se enfrentaram na decisão do título da Taça Rio. Quem vencesse disputaria com o Volta Redonda, campeão da Taça Guanabara, a finalíssima do Campeonato Estadual. E o que se viu foi um passeio tricolor no Maracanã, que chegou facilmente aos 4 a 0, com direito a gol de cobertura de Preto Casagrande. Nos acréscimos, Zinho, que se despediria do clube em caso de derrota, marcou o de honra. Entramos em 2008 e logo no primeiro dos nove possíveis Fla-Flus da temporada, o Rubro-Negro repete a dose que já vem se tornando costumeira. O fato do jogo de domingo ter sido o de número 2 mil do Flamengo em Estaduais foi apenas a cereja do bolo tricolor, servido com chope aguado ao adversário.

E não é só: num rápido balanço dos últimos 13 Fla-Flus, o que vemos é um massacre tricolor no Clássico das Multidões. São apenas duas derrotas contra sete vitórias do Fluminense no duelo. Houve ainda quatro empates. Avassalador!

Diante de tantos números acachapantes, peço licença ao brilhante Arthur “Mulher” Berg, do Blog do Fla, para, em retribuição ao slogan que criou para mim – “blogueiro de primeira do time de terceira” –, divulgar também o que bolei para ele: blogueiro de primeira do time que adora cair de quatro.

***
Gostei do Fernando Henrique no clássico, sobretudo no primeiro tempo, quando fez uma defesa dificílima em chute de Diego Tardelli. Mesmo não sendo o goleiro dos meus sonhos, defendo sua escalação em jogos contra o Flamengo. Brincadeiras de talismã à parte, o jogador, criado nas divisões de base do clube, sabe da importância histórica deste confronto, cercado de rivalidades.

Pelo sim, pelo não, FH costuma se sair bem em jogos contra o Flamengo, para o qual nunca perdeu (inclusive nas categorias de base). Com a goleada do último domingo, o goleiro completou 13 jogos de invencibilidade contra o rival.

***
Renato não quis esperar pela recuperação de Diego, para mim o melhor entre os goleiros disponíveis. Após a coluna que escrevi sobre o jogador na semana do Carnaval, recebi dúzias de e-mails de torcedores que se mostraram favoráveis e contrários à manutenção de Diego no time.

Ricardo Filgueiras, por exemplo, escreveu que “Diego é um bom goleiro, mas ficar parado por 15 meses é muito tempo. Ainda que estivesse treinando, dificilmente recuperaria a forma física ideal em tão pouco tempo”. Já o carioca Denílson, há seis anos morando em Brasília, diz não gostar nada de Diego. “João, o cara é horroroso. Não tem estatura, tempo de bola e espalma todas as bolas”.

Não sou louco de dizer a vocês que Diego vinha agarrando bem. Minha esperança era que o jogador recuperasse a forma que o consagrou no gol do Atlético-PR, clube pelo qual conquistou o vice-campeonato da Libertadores em 2005. Lembro de um Diego veloz, arrojado, com reflexos apurados, um verdadeiro líder do time. Infelizmente, o Diego desta começo de ano não era nem sombra daquele. Apesar disso, se eu fosse o treinador, insistiria um pouco mais com ele.

Mas essa é apenas a minha opinião, assim como vocês têm as suas, devidamente ouvidas e respeitadas neste espaço.

***
E não é que o Tuta, outro carrasco rubro-negro (sempre deixava o dele nos Fla-Flus que disputou em seus dois anos pelo Fluminense), trouxe mesmo sorte ao time? O atacante, atualmente seu clube, esteve nas Laranjeiras semana passada para rever amigos e declarar sua torcida pelo Tricolor.

Volte sempre!

***
De um carrasco para outro. Que luxo a exibição do Thiago Neves no último domingo! O meia, que atuou de improviso no ataque, marcou três golaços na meta do goleiro Diego, que só pôde lamentar (e olhar, como no lance do segundo gol de falta). Um show! O melhor da festa, porém, ainda estava por vir: em linda jogada individual, Neves fez seu terceiro gol na partida em grande estilo. Logo depois, Renato o tirou do time para que saísse aclamado pelos tricolores, que ainda viram Maurício marcar o quarto do chocolate do Flu.

Diabólico, infernal!

***
O Fluminense encerra a fase de classificação da Taça Guanabara com o melhor ataque (23) e saldo (15) da competição. Mais: com as derrotas do Botafogo para o Madureira e do Flamengo para o próprio Fluminense, o Tricolor é agora o único invicto do Estadual-2008.

***
Dados curiosos: o Fluminense ganhou de 2 do Cardoso Moreira; de 3 do Duque de Caxias, de 4 do Flamengo, de 5 do Volta Redonda e de 6 do América. Prova de que o time tricolor de previsível não tem nada, já que marcou em todas as partidas – com placares dos mais variados e para todos os gostos.

***
O chocolate imposto sobre o Flamengo fez com que o Fluminense igualasse um recorde obtido em 1971, quando chegou a 18 jogos de invencibilidade no Maracanã, série iniciada na campanha do título do Campeonato Carioca daquele ano (competição pré-fusão do Estado da Guanabara com o do Rio de Janeiro), passando pela conquista da primeira competição nacional do clube, a Taça de Prata, e só encerrada durante a primeira participação do Flu na Taça Libertadores da América.

Já o Flamengo teve que amargar a quebra de uma invencibilidade de dez jogos no estádio, iniciada um jogo após a derrota por 2 a 0 justamente para o Fluminense (sempre ele!), no returno do Campeonato Brasileiro passado. Naquela ocasião, Thiago Neves também deixou o dele.

***
Tem mais chocolate tricolor sobre o Flamengo no livro Epopéia Tricolor – A Conquista do Brasil e a Volta à América, de minha autoria, com prefácio de Francisco Horta. Se você mão mora no Rio de Janeiro e quer recebê-lo em sua casa, encomende-o pelo site www.fluboutique.com.br Seguem os pontos de venda.

• Flu Boutique – Sede das Laranjeiras;
• Só Tricolor, do Flamengo – Rua Senador Vergueiro, 44/Loja A;
• Só Tricolor, de Niterói – Gavião Peixoto, 104 – Loja 111/Icaraí
• Banca Tricolor – Rua da Carioca, na entrada da estação de metrô da Carioca;
• Praça Saens Peña – Conde de Bonfim, 368 (em frente à C&A);
• Grajaú – Praça Edmungo Rêgo (em frente ao Itaú);
• Largo do Machado – Rua do Catete, 311 (Banca Machado de Assis, esquina com a rua de mesmo nome);
• Copacabana – Banca da esquina das ruas Barata Ribeiro com Prado Júnior.

***
Palavras do Apolinho Washington Rodrigues, rubro-negro roxo, após o clássico. “A goleada por 4 a 1 foi justa e ficou barata para o Mengão”.

***
Flamengo e Fluminense, com times mistos, sem valer nada? Alguém realmente acredita nisso? Só mesmo sendo muito ingênuo para ignorar a mística do Fla-Flu, um clássico que já nasceu com luz própria. Do contrário, o que faziam então mais de 40 mil pessoas no Maracanã?

***
Este Flu é bom até debaixo d´água.

______________________________________________________________________
E-mails para esta coluna: joaogarcez@yahoo.com.br

A história diante de nossos olhos

Qui, 07/02/08
por joao marcelo garcez |
categoria Sem Categoria

Fluminense e Flamengo se enfrentam dia 10 pela sétima rodada do primeiro turno do Campeonato Estadual. O curioso é que o clássico deste domingo pode ser o primeiro de uma série de até nove Fla-Flus em 2008. Numa combinação improvável, a dupla chegaria a este número de partidas se decidisse a Taça Guanabara (1 jogo), a Taça Rio (1 jogo), além da própria competição (2 jogos). Somado a estes possíveis quatro embates, está o deste fim de semana, válido pelo Grupo A. Se imaginarmos também que o Tricolor e o Rubro-Negro poderão se cruzar a partir das oitavas-de-final da Libertadores (dois jogos), e considerarmos as duas partidas que obrigatoriamente farão pelo Campeonato Brasileiro, então, pronto, chegaremos aos nove históricos Fla-Flus da temporada.

Históricos, sim. Há muito Fluminense e Flamengo não chegavam tão badalados e cortejados a uma temporada como para esta. A classificação de ambos para a Taça Libertadores da América resgatou o brilho e o auto-estima do futebol carioca, que, é preciso reconhecer, andava mesmo devendo. Para se ter uma idéia, a última (e então única) vez que dois clubes do Estado do Rio de Janeiro haviam participado juntos da Libertadores foi em 1985, quando Fluminense e Vasco, na mesma chave, integraram a competição.

Motivos para otimismo e alegria não faltam, portanto, aos tricolores, que vem ocupando a sede das Laranjeiras desde os primeiros dias do ano. Como aconteceu, por exemplo, dia 19 de janeiro, data da estréia do time no Estadual, quando paralelamente à venda de ingressos ocorria o lançamento de meu livro, Epopéia Tricolor – A Conquista do Brasil e a Volta à América, no saguão do Salão Nobre. O presidente Roberto Horcades, vendo o movimento de pessoas dentro e fora do clube, em depoimento a um documentário sobre a tarde de autógrafos, declarou que toda aquela multidão era significativa, já que retratava com exatidão o tamanho da euforia e esperança tricolor. “Vamos pra ganhar tudo esse ano”, extravasou.

O Fla que se cuide!

***
Como se não bastasse toda a expectativa que cerca o clássico, há ainda mais um ingrediente para este Fla-Flu: a última derrota da dupla no Maracanã aconteceu ainda no Campeonato Brasileiro do ano passado. O curioso é que o revés tanto de um quanto de outro foi justamente para o oponente deste domingo (o Tricolor foi derrotado por 1 a 0 no clássico do turno dia 16 de agosto, mas deu o troco no returno ao vencer o time rubro-negro por 2 a 0 em 7 de outubro). O Flu já acumula 17 jogos de invencibilidade no estádio, com dez vitórias.

***
O adversário era o lanterna da competição, é verdade, mas contra o América o Flu fez sua melhor atuação do ano, sob pontos de vista técnico e tático, impondo sobre o time rubro a maior goleada do campeonato até o momento: 6 a 1, com ótima atuação de Leandro Amaral, que marcou dois gols, deu passes para outros dois e ainda cabeceou uma bola no travessão.

Os gols da partida (quase todos) nasceram de jogadas trabalhadas pelos homens de frente do Flu, que teve o mérito de atuar com seriedade, impondo ritmo forte e competitivo ao adversário. Destaque para o terceiro, em que Leandro Amaral curtiu uma de ala, avançando pela esquerda até a linha de fundo antes de tocar para Dodô concluir com categoria, e para o último gol da partida, marcado pelo próprio Leandro Amaral, que avançou em velocidade pela intermediária adversária, antes de tocar, com estilo, por cima do goleiro Fábio Carvalho. Roger, Washington (2), Dodô e Leandro Amaral (2) marcaram os gols do Tricolor, que já possui o melhor ataque da competição, ao lado do Botafogo, com 19 gols.

E o Flu, que havia tido atuação apagada contra o Boavista, brilhou novamente, a exemplo do que havia acontecido contra o Volta Redonda, mostrando que time em formação é mesmo suscetível a oscilações.

***
Renato Gaúcho cometeu um equívoco na coletiva após a goleada sobre o América. Disse que a última vez que o Fluminense chegou a uma semifinal de Taça Guanabara aconteceu em 2003, quando ele próprio dirigia o time.

Não foi, não, Renato! Na realidade, a última vez que isso aconteceu foi em 2004, quando o time era comandado por Valdir Espinosa. O Flu bateu o Americano na semifinal (3 a 1) e decidiu o título com o Flamengo, partida em que o nada bem-sucedido quadrado mágico, constituído por Ramon, Roger, Romário e Edmundo, atuou junto pela primeira vez. Em tempo: naquele Estadual, o time chegaria também à decisão da Taça Rio, só que sob a batuta de Ricardo Gomes (por problemas políticos, Espinosa entregou o cargo logo após a estréia do time no segundo turno, quando empatou em 0 a 0 com o Botafogo).

Além do mais, as semifinais de 2003 sequer eram válidas pela Taça Guanabara. Por conta de um regulamento esdrúxulo, a Taça GB seria entregue ao clube que mais pontos fizesse na fase de pontos corridos, que previa a classificação e o cruzamento dos quatro primeiros colocados (1º x 4º e 2º x 3º). Por falta de um returno, estes cruzamentos, bisonhamente, foram chamados de Taça Rio, entregue ao Vasco, que venceu seus dois jogos contra o Americano. Para tanto, sequer foi levado em consideração o nível técnico do adversário do outro finalista, Fluminense, que avançou após levar a melhor contra o Flamengo (1 a 1 e 4 a 0).

***
Parece até que foi combinado: bastou eu publicar uma coluna de exaltação ao goleiro Diego para Renato sacá-lo do time, colocando novamente Fernando Henrique. Por absoluta falta de espaço, voltarei ao assunto na coluna de segunda-feira.

Em tempo: FH está longe de transmitir segurança à torcida, como mais uma vez ficou comprovado no jogo contra o América, mas sua escalação contra o Flamengo veio em ótima hora. É que o novo camisa 1 do Flu nunca perdeu um Fla-Flu em toda a sua carreira. Nem mesmo na base, categorias em que cansou de tripudiar sobre o maior rival.

Dá-lhe talismã!

Um autêntico e vitorioso camisa 1

Sáb, 02/02/08
por joao marcelo garcez |
categoria Sem Categoria

Recebo de Crys Bruno e-mail sobre a polêmica camisa 1 tricolor. Aflita, a leitora pede à torcida um pouco de paciência com Diego, o qual considera um goleiraço. Numa opinião semelhante à minha, Crys alerta ainda quanto ao perigo de um novo retorno de Fernando Henrique, considerado muito irregular por ela.

“Caro João, desde que Paulo Victor deixou o Flu, não tínhamos um goleiro que inspirasse confiança. Dos últimos que passaram pelas Laranjeiras, o campeão da Copa do Brasil (1999) e vice-campeão da Libertadores (2005) Diego, 28 anos, é, sem dúvida, o melhor deles – um baita goleiro, eu diria.

“Entretanto, ainda sem ritmo de jogo, pesado e sem agilidade, Diego carece de tempo para readquirir sua forma. Tempo este que não sei se o Fluminense dará ao jogador. Se não o fizer, que ao menos não cometa a maior das falhas e dos frangos de voltar com Fernando Henrique, que, só em 2007, falhou em 16 gols, segundo minha contagem.

“Que a torcida não se esqueça disso por conta de ver agarrando um Diego ainda fora de sua melhor forma. É o que peço desesperadamente. E torço! Afinal, com um esquema em que toda hora jogadores adversários ficam na cara do gol, imagino o FH saindo atabalhoado, precipitado, fazendo pênaltis… Sem falar em bolas cruzadas das pontas, em que ele costuma dar um passo à frente e voltar ou ficar pelo caminho, abrindo o ângulo pro arremate inimigo. Sou muito mais Diego”.

Eu também, Crys! Diego será um autêntico personagem da inesquecível e gloriosa história de grandes goleiros do Fluminense.

***
A foto desta coluna foi tirada pela própria Crys Bruno momentos antes do jogo contra o Macaé. Se você também tiver uma fotografia bacana sobre o Flu e quiser vê-la publicada neste espaço, envie-a para joaogarcez@yahoo.com.br

***
Pela quinta rodada da Taça Guanabara, o Fluminense empatou em 1 a 1 com o Boavista num jogo em que não apresentou qualquer organização tática. Diante do mau resultado, você, tricolor, tem duas opções: voltar a criticar o time ou seguir apostando no trabalho que vem sendo desenvolvido pela comissão técnica e jogadores.

Se pensarmos que o Fluminense, por ser um clube grande, tem obrigação de sair derrotando todos os pequenos que encontrar pela frente, então não estaremos falando de futebol, o mais imprevisível entre todos os esportes. Mais: clubes como Santos, Palmeiras e Atlético-MG foram recentemente derrotados em seus próprios estádios por adversários de pouca expressão de seus respectivos estados. E será que por estes tropeços, Leão, Vanderlei Luxemburgo e Geninho não prestam e devem ser tirados do comando destas equipes?

O Fluminense, como qualquer outro time em formação, vem oscilando bastante neste começo de campeonato. E como tal, é capaz de fazer tempos brilhantes, como o segundo dos jogos contra Duque de Caxias e Volta Redonda, contrapondo com outros pífios (e dentro de uma mesma partida) como a etapa inicial destes mesmos jogos.

Se você que hoje malha o Flu assistir a duas atuações primorosas do time contra América e Flamengo, como irá explicar o fato aos seus colegas? Terá que se desdizer, não é mesmo? Por isso, meu amigo, recomendo cautela. Tenha calma! Eu também não gostei nada do que vi contra o Boavista, do tricolor Edinho. Assim como também não vem me agradando, por exemplo, atuações do campeão mundial, Milan, que ocupa colocação modesta no Campeonato Italiano.

Time em formação é assim mesmo, companheiro! Tenha, portanto, um pouco de paciência com esse novo Flu. Quando ele, enfim, decolar, você se emocionará um bocado com ele. Parafraseando o brilhante Herbert Viana, “cuide bem do seu amor”.

O Flu merece!

***
Em seis jogos na temporada (incluindo o amistoso contra o Desportiva-ES), Washington já marcou cinco vezes. O atacante, autor do gol tricolor contra a equipe de Saquarema, foi a maior figura em campo sexta-feira.

Dá gosto esse Coração de Leão!

***
Acho pouquíssimo provável que Renato escale os três atacantes a partir do jogo contra o Flamengo, dia 10. Sendo assim, deverá sobrar pro Dodô.

A conferir.

***
Sabe aqueles joguinhos das 21h45 que a TV Globo exibe às quartas-feiras? Pois é, a emissora transmitirá Fluminense x América para o Estado do Rio de Janeiro nesta Quarta-Feira de Cinzas.

Melhor para o folião tricolor, que terá como consolo um jogo do seu clube de coração na volta do feriadão de Carnaval quando bate aquela pontinha de melancolia pelo fim da festa.

***
O Fluzão 2008 não atravessa o samba. Caia na folia!

_____________________________________________________________________
E-mails para este blog: joaogarcez@yahoo.com.br


Formulário de Busca


2000-2008 globo.com Todos os direitos reservados. Política de privacidade