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Flu aperta os cintos

Qua, 30/01/08
por joao marcelo garcez |
categoria Sem Categoria

Da mesma forma que não havia por que o tricolor se descabelar com o empate contra o Macaé, desta vez, após a goleada por 5 a 1 sobre o Volta Redonda, também não há motivos para euforia, embora, claro, qualquer vitória deva ser muito comemorada. O Fluminense jogou pela quarta vez em apenas 11 dias, tempo insuficiente para projetar o futuro do time no ano.

Apesar disso, já dá pra começar a perceber um melhor entrosamento do habilidoso trio de atacantes, que na noite de terça-feira esteve muito bem, sobretudo Dodô, que marcou um golaço, fazendo sua melhor partida pelo clube. Washington também se mostrou bem participativo, ao balançar a rede duas vezes (que gol de falta!) e, com muita disposição, roubar a bola do adversário, antes de ligar a jogada para Leandro Amaral tocar na saída de Edinho.

Os laterais seguem sem convencer: Gabriel, embora tenha jogado melhor contra o Volta Redonda, custa a pegar no tranco. Deficiente na marcação, Gabriel rende muito mais como ala do que lateral, que também tem obrigações defensivas. Talvez por isso, o jogador tenha rendido tanto no esquema 3-5-2 de Abel Braga, em 2005, quando fez sua melhor temporada pelo Flu. Já Júnior César só entrou mesmo porque não havia como manter Gustavo Nery, visivelmente apagado nos jogos contra Cardoso Moreira, Duque de Caxias e Macaé.

O meio-de-campo deverá ser alterado para a partida desta sexta-feira com o Boavista. Conca, que deveria ter feito sua estréia nesta quarta rodada, agora sim será regularizado e jogará. Só não sei como Renato fará para colocá-lo. Sem dúvida, uma boa dor-de-cabeça para o técnico tricolor, que somente para esta posição dispõe de jogadores como Thiago Neves e Cícero, finalmente mostrando regularidade.

Uma vitória contra o time de Saquarema praticamente selará a classificação tricolor às semifinais da Taça Guanabara, fase da competição em que já veremos o Flu encorpado e, sobretudo, com um padrão tático mais definido. O que será importantíssimo para sua estréia na Libertadores, dia 20, contra a LDU.

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Diego falhou feio no gol do Volta Redonda. O goleiro já havia errado de maneira idêntica em partida contra o Botafogo pela Copa Sul-Americana-2006. Como goleiro de peladas, sei que esta bola é traiçoeira, já que o camisa 1 sempre espera que ela deva ser interceptada por algum jogador (e Luis Alberto e Gabriel, de fato, ameaçaram desviá-la). Fato é, porém, que o goleiro não deve nunca “achar” que haverá o corte da bola, tendo de ir ao seu encontro no momento do chute ou cruzamento.

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Comentário irreverente de Dodô no intervalo, após tentar marcar três vezes e mais uma vez passar em brancas nuvens. “Deve ser praga de alvinegro”.

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Gravatinha está custando a entrar em cena em 2008. Por onde andaria o mascotinho da coluna?

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Açodamento tricolor

Seg, 28/01/08
por joao marcelo garcez |
categoria Sem Categoria

Quando Thiago Neves colocou a bola no ângulo de Cássio, ex-Olaria e Vasco, abrindo o placar para o Fluminense contra o Macaé, confesso que imaginei que o time estaria trilhando o caminho de seu terceiro triunfo neste Campeonato Estadual, o que o deixaria com um aproveitamento de 100% na competição. Tanto que após o golaço do melhor jogador do Campeonato Brasileiro, segundo a conceituada revista Placar, cheguei a pensar em intitular a coluna como “O exterminador de debutantes”, numa alusão às vitórias tricolores sobre Cardoso Moreira, Duque de Caxias (confirmadas) e, possivelmente, Macaé, todos clubes estreantes não só na Primeira Divisão do Estadual como também no próprio Maracanã.

A inesperada virada do time do norte fluminense e o gol de empate de Cícero, que deu números finais ao duelo, decretaram o primeiro tropeço do Fluminense na temporada. Apesar do mau resultado, penso que o time deve ser poupado de críticas precipitadas e injustas. Sou daqueles que preferem dar tempo ao tempo para tecer algum julgamento sobre este novo Flu que vem sendo formado. Em roda de amigos, cansei de dizer, durante a pré-temporada, que o Tricolor oscilaria muito nestes primeiros jogos de 2008. Nada menos que cinco dos 11 jogadores (Diego, Gustavo Nery, Leandro Amaral, Washington e Dodô) não atuavam pelo Flu quando o time encerrou sua participação no Brasileirão passado.

E ainda tem Conca, já regularizado, que deverá estrear nesta terça contra o Volta Redonda. Para escalar o jogador ao lado de Thiago Neves, porém, Renato terá que sacrificar um dos atacantes do Trio de Ouro.

Com a palavra, Mr. Portaluppi.

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O empate do Fluminense com o Macaé e a goleada do Flamengo sobre o Duque de Caxias tiram um pouco os holofotes das Laranjeiras, deixando-os bem acesos lá pelas bandas da Gávea. O que pode ser bom pro Flu, já que, historicamente, esse papo de favoritismo nunca deu muito certo para o maior e mais nobre tricolor do país.

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Torcedores desavisados não devem ficar tão decepcionados com a perda de pontos para o time dirigido por Tita, que, podem escrever, vai dar trabalho aos demais competidores. Particularmente, conheço muito bem a estrutura do Macaé Esporte. Em 2004 e 2005, trabalhei naquela cidade como editor-chefe do jornal O Debate e pude acompanhar o esforço feito para conduzir o clube do norte fluminense à elite do futebol do Rio de Janeiro.

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Curiosidade: o presidente do Macaé, Mirinho, pelo modo passional como dirige a agremiação, é uma espécie de Carlos Augusto Montenegro do interior. Lembro-me de ter tido um entrevero com ele quando “manchetei” na primeira página a contratação do atacante Donizete Pantera, ex-Botafogo, Vasco e Seleção Brasileira, para a disputa da Segunda Divisão do Campeonato Estadual de 2005.

Ao telefone, esbaforido, disse que eu deveria anunciar na edição do dia seguinte que o jogador não acertaria mais com o clube. Percebendo tratar-se de um blefe, banquei a chegada do atleta, o que acabaria se confirmando. Mas não foi bom negócio, não: Pantera formou uma mal-sucedida dupla de ataque com Sorato, outro velho conhecido dos grandes do Rio, e o Macaé não avançou na competição.

Em tempo: apesar de ser um cartola apaixonado, Mirinho é muito respeitado por torcedores e políticos da Cidade do Petróleo pela entrega e dedicação com que dirige o Macaé, que em 2008 finalmente chegou ao lugar que muito batalhou para estar.

E sou testemunha ocular disso.

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Pontos de venda do livro Epopéia Tricolor – A Conquista do Brasil e a Volta à América, de minha autoria e prefaciado pelo presidente eterno do clube, Francisco Horta. Moradores de fora do Rio de Janeiro podem recebê-lo em casa, encomendando-o pelo site www.fluboutique.com.br

• Flu Boutique – Sede das Laranjeiras;
• Só Tricolor, do Flamengo – Rua Senador Vergueiro, 44/Loja A;
• Só Tricolor, de Niterói – Gavião Peixoto, 104 – Loja 111/Icaraí
• Banca Tricolor – Rua da Carioca, na entrada da estação de metrô da Carioca;
• Praça Saens Peña – Conde de Bonfim, 368 (em frente à C&A);
• Grajaú – Praça Edmungo Rêgo (em frente ao Itaú);
• Largo do Machado – Rua do Catete, 311 (Banca Machado de Assis, esquina com a rua de mesmo nome);
• Copacabana – Banca da esquina das ruas Barata Ribeiro com Prado Júnior.

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Declaração do atacante Leandro Amaral numa dessas resenhas das noites de domingo. “A torcida tricolor pode ficar sossegada porque o Fluminense é um time de chegada e, em 2008, com certeza, a encherá mais uma vez de alegrias. Tenho dois anos de contrato com o Flu e quero deixar meu nome na história do clube”.

Amém, Leandro!

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Eterno dia feliz

Qui, 24/01/08
por joao marcelo garcez |

Costumo dizer que amor clubístico é essencial na vida de um homem. Quem vem a este mundo e não veste as cores de uma agremiação futebolística está se privando de um dos maiores prazeres da vida. Causador de mistas sensações, aliado à ciranda de sentimentos dentro de longos ou breves 90 minutos, um clube de coração faz bem ao corpo, à alma e à mente de seus apaixonados torcedores.

Por tudo isso, sinto-me privilegiado por amar fervorosamente uma instituição das mais nobres e vencedoras de nosso país, o Fluminense Football Club, que nasceu, sim (e cada dia eu tenho mais certeza disso), com a vocação da eternidade.

Tamanha devoção, há muito despertou em mim um desejo ligado ao Tricolor. “Um dia ainda escreverei um livro sobre meu amado clube”, dizia incansavelmente para mim mesmo desde o alvorecer do sonho.

Pois sábado tive a certeza de que nada, nada mesmo, é impossível ou inalcançável. Quem diria que um dia, sobretudo ao lado do presidente eterno do Fluminense, Francisco Horta, eu faria uma tarde de autógrafos de um livro de minha autoria, prefaciado por ele? Pois tudo isso deixou de ser um sonho inverossímil para se tornar real. No último dia 19, data de meu aniversário, Dr. Horta e eu estivemos das 11h às 15h no saguão do Salão Nobre do clube recebendo e atendendo a centenas de pessoas que vieram carinhosamente nos parabenizar pelo lançamento da obra Epopéia Tricolor – A Conquista do Brasil e a Volta à América.

Não bastante, o presidente Roberto Horcades e o coordenador de Futebol, Branco, também compareceram à tarde festiva, trazendo ainda mais glamour ao evento. Perguntei ao ex-jogador sobre Renato Gaúcho, que, segundo ele, começava a preleção para a estréia do time na temporada no momento em que os dirigentes deixaram a concentração rumo às Laranjeiras.

O ex-atleta e hoje grande benemérito Pedro Richard, que, como seus dois irmãos, foi campeão de tudo no clube chegou a se emocionar com as doces lembranças narradas com entusiasmo pelo cativante Horta. Francisco Cyrne e Flávio Cavalcante Filho foram outros dos tricolores ilustres que prestigiaram a festa.

Lá pelas tantas, maravilhado com o sucesso do evento, virei-me para Francisco Horta e fiz uma confidência: “Doutor, que alegria, acho que Gravatinha esteve por aqui hoje”. Fui prontamente corrigido por ele: “Esteve, não, está. Meu amigo, se isso aqui falasse…”, disse, referindo-se à linda e histórica sede das Laranjeiras.

Num ambiente de total harmonia e felicidade, em que tive o prazer de receber inúmeros familiares, amigos e leitores, o brilhante músico e tecladista Alcides Lucas, entre outras belas canções, tocou por algumas vezes o “inigualável” hino tricolor, como bem definiu o “gerente” da Máquina Tricolor.

Magia, encantamento, emoção… Sobram adjetivos para definir o que representou a mim o já imortalizado 19 de janeiro de 2008.

Dizem que o homem nunca pára de sonhar, e que quando isso acontece é porque não mais se encontra por aqui. Pois hoje, aos 29 anos, sinto-me realizado pelo momento mágico e inesquecível vivido no mais marcante aniversário de minha vida. Novos sonhos virão, eu sei. Mas sinto-me plenamente feliz ao perceber que não há limites para o que se almeja. Se quer muito uma coisa, batalhe por ela. Dedique ao seu sonho horas de entrega, empenho e afinco. Se assim o fizer, você chega lá. De um jeito ou de outro, você chega lá. Pois como diz nosso próprio hino…

…quem espera sempre alcança.

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A bela vitória de virada sobre o Duque de Caxias (3 a 2) expôs um problema que deve ser prontamente corrigido por Renato Gaúcho: o quarteto ofensivo formado por Thiago Neves, Leandro Amaral, Washington e Dodô, brilhante tecnicamente, parece contrastar com Gabriel e Gustavo Nery. Os laterais vêm atuando alguns níveis abaixo dos demais jogadores. De Nery já era esperado, já que sequer vinha jogando pelo Corinthians no fim da temporada passada. Mas confesso que acreditava num melhor rendimento de Gabriel, que, apesar de habilidoso, parece muito dispersivo.

Ainda que definido o time titular, pode não demorar muito para Renato efetivar Júnior César e Cícero. Chamado por mim de vaga-lume no ano passado, o meio-campo parece ter despertado de sono profundo, pois vem entrando bem nos jogos e atuando com muita raça.

Washington e Leandro Amaral deslancharam e fizeram seu primeiro gol com a camisa tricolor. O camisa 9 mostrou oportunismo ao marcar, de cabeça, o gol da virada. Já seu companheiro levou os mais de 15 mil torcedores à loucura com a obra-prima no gol de empate: cara a cara com Fernando, que fechou o ângulo, tocou levemente por cima do goleiro, e ainda correu para completar a jogada, chutando a bola para o fundo da rede. Um golaço! Que seja o primeiro de muitos outros na promissora temporada 2008.

Dodô, estreante da noite, também jogou bem, mas pode melhorar com a seqüência de jogos. Outro que não esteve mal foi Thiago Neves, sem, porém, repetir o brilho da partida de estréia.

Deixei propositalmente por último o primeiro gol do Flu, do zagueiraço Thiago Silva (alô, Dunga!) que, lá de trás, comandou a reação tricolor, ao fuzilar, num gol de raiva e de longa distância, a meta do goleiro duquecaxiense.

O triunfo do meio de semana foi o quarto consecutivo do Fluminense (quinto, se considerarmos o amistoso com o Desportiva-ES): além das duas vitórias no Estadual, o Tricolor bateu também Juventude e Santos na reta final do Campeonato Brasileiro.

Apesar da invencibilidade, não é hora de euforia. As peças deste novo Flu ainda estão sendo testadas e avaliadas. Menos mal que contra adversários modestos do futebol do Rio de Janeiro.

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Uma pena Fluminense e São Paulo terem se enfrentado tão precocemente na Copa São Paulo de Juniores. Dois dos melhores times da competição, os tricolores carioca e paulista poderiam facilmente ter feito uma das semifinais da competição – ou, por que não, até mesmo a grande final.

O Flu foi eliminado, é verdade (o São Paulo já foi também), mas sua campanha até as oitavas-de-final pode ser vista como muito boa. Em quatro jogos, marcou nove gols e não levou um sequer. Mas a regulamento diz que a partir da segunda fase, quando começa o mata-mata, uma das equipes tem de pular fora da Copinha. E aí deu São Paulo.

Fica pra 2009.

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Em tempo: pelo Estadual de Juniores, o Flu foi derrotado nesta quarta pelo Caxias. Vale ressaltar, porém, que, devido à participação do time na Copinha, seis dos 11 jogadores não eram titulares.

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Parece brincadeira, mas mais uma vez nenhum leitor acertou o desafio proposto pelo Blog do Flu (houve quem errasse por míseros dois livros).

Mas quer saber, melhor assim. Ainda nesta semana, fui notificado pela administração do Globoesporte.com que qualquer promoção do site tem de ser feita sob regulamento previamente aprovado pelo departamento jurídico da casa. Por isso, desculpo-me com vocês por todo o imbróglio causado.

Agora, é claro que se houvesse um acertador, entraria em contato com o jurídico do Globoesporte.com para honrar meu compromisso de contemplar o ganhador.

Da próxima vez, fiquem tranqüilos, tomarei todas as medidas necessárias.

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Além dos divulgados na última coluna (O Maraca ferve), há agora dois novos pontos de venda do livro Epopéia Tricolor – A Conquista do Brasil e a Volta à América. São eles:

• Banca Tricolor – Rua da Carioca, na entrada da estação de metrô da Carioca;

• Só Tricolor, de Niterói – Gavião Peixoto, 104 – Loja 111/Icaraí

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Defesa do Macaé invicta? Trio de ouro neles.

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O Maraca ferve

Seg, 21/01/08
por joao marcelo garcez |
categoria Sem Categoria

Foi apenas o primeiro jogo oficial da temporada. E contra o modestíssimo Cardoso Moreira, clube debutante na primeira divisão do Campeonato Estadual. Mesmo assim, mais de 30 mil tricolores ignoraram o forte calor e foram ao Maracanã conhecer o novo Fluminense. O número expressivo de torcedores retrata a dimensão da expectativa e do otimismo da massa pó-de-arroz para as futuras jornadas do time em 2008.

A visível falta de entrosamento era mais do que esperada na estréia. Pra quem não se lembra, na primeira rodada do Estadual passado, o Flu viveu situação parecida e cortou um dobrado para vencer o Friburguense por um magro 1 a 0, gol de Alex Dias.

Num jogo muito parecido com aquele, o Flu encontrou no Cardoso Moreira um time de muita resistência física e aplicação tática em seu sistema defensivo. Prova é que o primeiro gol tricolor só foi sair aos 23 minutos do segundo tempo, quando Thiago Neves, aproveitando cruzamento de Júnior César pela esquerda, matou a bola no peito e fuzilou a meta de Macula.

Sei que ainda é cedo pra falar, mas se Thiago Neves jogar durante a temporada a bola que jogou no último sábado, o time estará muitíssimo bem servido de apoiador. Até porque o instável Cícero resolveu presentear a galera com um gol que até Pelé assinaria embaixo. Uma pintura!!! A forte chuva que caía no momento da obra-prima parecia encomendada pelos deuses para trazer ao espetáculo um desfecho empolgante.

Após o jogo, o discurso de uma boa largada, sem oba-oba, prevaleceu no vestiário tricolor. Júnior César destoou do grupo, dando a melhor declaração da noite. “Vou brigar pela posição, mas sempre respeitando a decisão do Renato. Deixo claro que estamos formando aqui um grupo de amigos que trabalham por um mesmo objetivo”, disse o lateral, que substituiu o estreante Gustavo Nery e foi decisivo na vitória tricolor.

Foi, enfim, apenas o primeiro passo. Mas o Maraca parece coçar as mãos, como que adivinhando as batalhas memoráveis que estão por vir.

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Passada a maratona dos últimos dias, quando trabalhei incessantemente visando ao lançamento do livro Epopéia Tricolor – A Conquista do Brasil e A Volta à América, finalmente poderei voltar a respondê-los com maior freqüência. Para se ter uma idéia do ritmo frenético, escrevo esta coluna somente na madrugada de segunda-feira, após ter assistido na noite de domingo ao VT do jogo de sábado. Tudo devido ao maravilhoso e inesquecível lançamento no saguão do Salão Nobre das Laranjeiras, ocasião em que tive o prazer de conhecer pessoalmente dezenas de meus leitores.

Sobre a tarde de autógrafos, com a presença ilustre do presidente eterno Francisco Horta, além da de Branco e do presidente Roberto Horcades, não deixe de ler a coluna especialíssima que postarei aqui nesta quinta-feira, contando os bastidores desta festa memorável.

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Para quem não pôde ir ao lançamento, seguem abaixo os pontos de venda do livro Epopéia Tricolor – A Conquista do Brasil e a Volta à América. Aos amigos que residem fora do Rio e que desejam ter um exemplar da obra, adquira-o através do site www.fluboutique.com.br

• Flu Boutique – Sede das Laranjeiras;
• Só Tricolor – Rua Senador Vergueiro, 44/Loja A – Flamengo;
• Praça Saens Peña – Conde de Bonfim, 368 (em frente à C&A);
• Grajaú – Praça Edmungo Rêgo (em frente ao Itaú);
• Largo do Machado – Rua do Catete, 311 (Banca Machado de Assis, esquina com a rua de mesmo nome);
• Copacabana – Banca da esquina das ruas Barata Ribeiro com Prado Júnior.

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Incrível! Nenhum leitor acertou com quantos minutos sairia o primeiro gol do Fluminense na temporada (23 do segundo tempo). Em compensação o que teve de gente colocando o mesmo tempo, só que para a etapa inicial, não está no gibi.

Como não houve ganhador, darei nova oportunidade aos amigos. Ganhará um exemplar
do Epopéia Tricolor – A Conquista do Brasil e a Volta à América quem acertar quantos exemplares foram vendidos no tarde de autógrafos do livro. Uma dica: lembrem-se que o evento aconteceu das 11h às 15h (durante 240 minutos, portanto). Levem em consideração ainda o tempo que eu e Horta levamos para autografar cada exemplar. É com vocês.

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Diego, Diego!!!

Encontro marcado

Qui, 17/01/08
por joao marcelo garcez |
categoria Sem Categoria


Então estamos combinados. Sábado espero você, das 11h às 15h, no saguão do Salão Nobre das Laranjeiras para o lançamento de meu primeiro livro, Epopéia Tricolor – A Conquista do Brasil e a Volta à América. Já estão confirmados nomes como Francisco Horta, que escreveu o prefácio; o presidente Roberto Horcades; e o coordenador de futebol, Branco. O evento é aberto a sócios e não-sócios.

Das Laranjeiras para o Maracanã, onde, no mesmo dia, o torcedor tricolor acompanhará a estréia do time na temporada 2008, às 16h. O jogo vem sendo ansiosamente aguardado pela torcida – não em função do modesto adversário, Cardoso Moreira, debutante no Campeonato Estadual, mas sim pelas novas estrelas que estarão vestindo a camisa do Fluminense pela primeira vez. Por toda essa expectativa, acredito na presença de um ótimo público.

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Quase não acreditei quando tomei conhecimento que Renato Gaúcho escalará Diego como titular do gol tricolor. O preparador de goleiros do clube, Victor Hugo, disse que o novo camisa 1 está em exuberante forma física e tem tudo para se manter no time durante toda a temporada.

Não vou dizer que Renato tenha cedido às pressões, mas o técnico teve no mínimo coerência em afirmar que precisava ver Diego atuando sob seu comando para formular uma opinião.

Particularmente, acredito muito neste goleiro. Em três ou quatro semanas, readquirindo ritmo de jogo, deverá estar tinindo.

Aleluia!

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Lamentável a perda das jovens promessas Fábio e Rafael, mas não era novidade. As crias de Xerém, conforme eu disse terça-feira no programa Redação SporTV, vão para o futebol europeu antes mesmo de chegar aos profissionais (o apresentador Marcelo Barreto lembrou que os gêmeos sequer estão disputando a Copa São Paulo). O atacante Maurício Perucchi, de apenas 18 anos, é outro que pode estar de saída.

A continuar assim, o futebol brasileiro estará mesmo fadado a ficar só com as sobras e migalhas.

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E por falar na Copinha, o Fluminense aplicou um chocolate pra cima do Nacional-AM (5 a 0) e encara agora o São Paulo, inegavelmente seu maior desafio até agora na competição. Se vencer, avançará às quartas-de-final e ganhará moral para a conquista de mais um título (sexto). O curioso é que o time chegou até aqui sem sofrer um único gol.

Novos Thiaguinhos Silvas à vista?

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Um verdadeiro absurdo o aumento do valor dos ingressos no Maracanã. Os dirigentes do futebol carioca devem estar pensando que aquela onda da encher estádio todo jogo, como aconteceu com a torcida do Flamengo no returno do Campeonato Brasileiro, vai virar moda. Ledo engano. Se tiver que desembolsar R$ 30 ou R$ 40 (de acordo com o setor) por uma arquibancada contra adversários modestíssimos, o que veremos serão estádios vazios e silenciosos, exceto em clássicos e jogos decisivos.

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Sábado saberemos quem venceu o desafio “com quantos minutos sai o primeiro gol do Flu na temporada”.

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Acabou a pré-temporada, Flu! Agora é pra valer!!!

Déjà vu

Seg, 14/01/08
por joao marcelo garcez |
categoria Sem Categoria


Com três vitórias e sem sofrer um único gol, o Fluminense se classificou para a segunda fase da Copa São Paulo de Juniores. De quebra, continuará, como queria, na cidade de São Carlos, onde enfrentará quarta-feira o Nacional-AM.

O gol da vitória, assinalado por Mayaro, muito lembrou o marcado por Maldonado contra o América de Três Rios na estréia do Estadual-92. O uruguaio naturalizado venezuelano chutou da mesma distância (e do mesmo lado) que Mayaro. A exemplo do gol contra o São Carlos, a bola também bateu no montinho e enganou o goleiro rubro.

Foi o primeiro da goleada tricolor por 4 a 0, jogo que marcou a volta de Sérgio Cosme ao comando do time, após o bom trabalho feito em 88, quando chegou à semifinal do Campeonato Brasileiro. Cosme faria nova boa temporada com o Flu em 92, ao conduzir o time à decisão da Copa do Brasil, disputada paralelamente ao Estadual.

E segue a Copinha…

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Estarei nesta terça-feira, 15 de janeiro, no programa Redação SporTV, às 9h30 (com reprise às 12h30 no SporTV 2). Na ocasião, darei detalhes do livro Epopéia Tricolor – A Conquista do Brasil e a Volta à América, que será lançado neste sábado, das 11h às 15h, no saguão do Salão Nobre do Fluminense Football Club.

Quinta-feira, é a vez do Rock Bola, da Rádio Oi FM (102,9 AM). Participarei do programa, apresentado por Alexandre Araújo, preparado para as prováveis provocações de Lopes, Waguinho, Tavares e Smigal. Ao menos, terei o tricolor Toni Platão ao meu lado para enfrentar estas feras.

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O amistoso contra o Desportiva-ES, gols de Washington (o primeiro dele com a camisa tricolor) e Thiago Neves, não foi lá muito proveitoso, mas, ainda contra um adversário modesto, deu pra ver que o calcanhar de aquiles do time está no gol. Um pênalti desnecessário de Fernando Henrique no jogador capixaba resultou em gol e em vitória magra do Fluminense: 2 a 1.

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Na mesma partida, o zagueiro Thiago Silva completou 100 jogos com o manto tricolor.

Palmas a este cracaço de bola.

Sonhos nostálgicos e inesquecíveis

Qui, 10/01/08
por joao marcelo garcez |
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Um jantar promovido pela Unimed esta semana, em Vitória (ES), animou a noite da delegação do Fluminense e de torcedores capixabas, que tiveram que desembolsar a bagatela de R$ 200,00 para ficar frente a frente com seus ídolos. Foi o caso do leitor tricolor Vítor Santos Martins, gerente de Tecnologia da Informação do DER-ES (Departamento de Estradas de Rodagem), que deitou e rolou na noite festiva, ao pedir autógrafos e fotografar dezenas de craques do presente e do passado. Casos do Casal 20, Assis e Washington; Branco, atual coordenador de futebol do clube; e do técnico Renato Gaúcho. Nostalgia pura!

Nesta coluna, portanto, como homenagem a todos os leitores que dia a dia me acompanham neste espaço, publico fotos de Vítor, cedidas gentilmente ao Blog do Flu após o evento, cuja arrecadação foi doada à Associação Capixaba Contra o Câncer Infantil. Tricolor de carteirinha, é o próprio leitor (foto central) quem, eufórico, nos conta sua impressão sobre o evento.

“João, foi bom demais o jantar aqui em Vitória. Tirei fotografias e peguei autógrafos do Casal 20, Branco, Renato, Thiago Silva, Thiago Neves, Roger, Gabriel, Washington Coração de Leão, Dodô, Conca e Cícero. Até o rubro-negro Buru, jogador de beach soccer, esteve lá tietando nossas feras”, brincou.

A alegria de Vítor Martins se justifica pela receptividade e simpatia com que a delegação recebeu os cerca de 500 torcedores presentes. Muitos sorrisos e abraços fizeram da confraternização um momento raro de magia e encantamento.

“Fico muito feliz sempre que vejo a família tricolor reunida. Nada vale mais que as cores do Fluminense”, disse Washington, que brilhou intensamente com a camisa 9 do clube que passou a amar.

Encantados, Vitor e centenas de outros torcedores voltaram para suas casas após a festa. Mas não parecia. Estavam nas nuvens, anestesiados por um sentimento alucinógeno. E não era pra menos. Tinham, afinal, acabado de viver uma noite ímpar, única.

Uma noite de sonhos.

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Ainda os bastidores da confraternização: após receber uma placa ao lado de Assis pelos excelentes serviços prestados ao Flu, o ex-atacante Washington passou a autografar dezenas de artigos do clube. Cercado por fãs de várias gerações, muito à vontade, distribuía sorrisos e abraços. Eis que, em dado momento, um torcedor-mirim, à caça de autógrafos de ídolos do presente, ao ver Washington rodeado, perguntou: “E você, quem é?”

A gargalhada foi geral.

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O Fluminense segue firme na sua caminhada rumo ao hexacampeonato da Copa São Paulo de Juniores. Com um gol de João Paulo a três minutos do fim, o time bateu o Gurupi-TO e ficou a um empate da segunda fase (com sete pontos, o Flu ficará em segundo e fatalmente se classificará pelo índice técnico).

O Tricolor encerra sua participação na fase de grupos domingo, às 14h, contra o São Carlos.

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Se você curte o Rock Bola, da Rádio Oi FM (102,9 AM), não deixe de ouvi-lo no próximo dia 17. Estarei presente na bancada deste divertido e irreverente programa, apresentado por Alexandre Araújo.

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Gostei de ver a participação da galera no desafio proposto. Pude sentir a confiança da torcida numa estréia positiva contra o Cardoso Moreira dia 19. Se o pior acontecer e o gol não sair, a brincadeira continuará valendo para o jogo do dia 23 contra o Duque de Caxias, também no Maracanã.

Atenção: inicialmente programada para às 18h10, a partida de estréia do Flu foi antecipada para as 16h. Neste mesmo dia, estarei no saguão das Laranjeiras, das 11h às 15h, para o lançamento do livro Epopéia Tricolor – A Conquista do Brasil e a Volta à América.

Um dia todo tricolor. Com certeza.

O dono da bola

Seg, 07/01/08
por joao marcelo garcez |
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Com um grande elenco nas mãos, Renato Gaúcho tem um novo desafio pela frente: fazer dele um time competitivo, capaz de disputar títulos. Noutras ocasiões, com grupos bem mais modestos, o técnico do Fluminense conquistou uma Copa do Brasil (2007) e um vice-campeonato estadual (2003), além de, por duas vezes, ter terminado o Campeonato Brasileiro em quarto lugar (2002 e 2007). Números que refletem os bons trabalhos de Renato à frente do Fluminense desde a sua primeira passagem pelo clube como treinador em 2002, desconsiderando os sete jogos que dirigiu interinamente no Brasileirão de 1996, quando, recém-operado, ainda era jogador.

Há quem diga que este é o momento de Renato provar sua competência, do que discordo com veemência. Ora, é evidente que com jogadores qualificados em mãos, a responsabilidade do técnico é maior. Mas o valor de Renato não estará à prova unicamente neste semestre. Na sua curta carreira de técnico, Renato já provou – e vem provando – que tem liderança e conhecimento tático suficiente para formar times vencedores (vide seus trabalhos à frente do Madureira na Taça Guanabara-2001; e do Vasco, em 2005 e 2006, além de no próprio Fluminense, já mencionado).

Se for campeão, dirão que, dada a qualidade do elenco, Renato não fez mais que a obrigação. Por outro lado, se o time não rodar, será a vez de oportunistas deitarem e rolarem pra cima do técnico que recolocou o clube na Libertadores após longos 23 anos. Uma sinuca de bico.

Felizmente, Renato, que está com o time em Vitória (ES), parece não estar preocupado com críticas. Tanto que sequer pensa na possibilidade de fracassar. Seus planos, pelo contrário, são ambiciosos. “Pela primeira vez, pude participar de todas as contratações e escolhas para o time. Acho que formamos um grupo para chegar e conquistar títulos em todas as competições. Estou aprendendo, subindo na avaliação como treinador, e quero chegar ao topo”.

A bola está com Renato. Como craque que é, torço para que faça dela uma grande companheira. Tal qual um casal, já até marcaram viagem para o longínquo fim do ano. Estarão no Japão, brindando a glória maior da história do clube. Palavras do próprio Renato, ao estourar o champanhe na noite de Ano-Novo.

“Ao Fluminense, campeão do mundo em Yokohama”.

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Qual clube brasileiro não gostaria de contar em seu elenco com jogadores como Diego, Gabriel, Thiago Silva, Luis Alberto, Roger, Gustavo Nery, Arouca, Conca, Thiago Neves, Leandro Amaral, Washington e Dodô? E ainda tem gente que reclama…

Saudades dos tempos de vacas magras (leia-se Série C), quando tínhamos Bentinho, Joel Cavalo e companhia?

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Já começou a 39ª Copa São Paulo de Juniores, competição que tem o Fluminense como maior vencedor, com cinco títulos, desde que ela começou a ser disputada com clubes também de fora do Estado de São Paulo, em 1971. Em 87, ela não foi realizada.

E o time começou bem a busca pelo hexa, ao vencer o Mogi Mirim por 2 a 0 no último sábado, gols de João Paulo e Léo Itaperuna, que já atuou entre os profissionais, como na vitória por 2 a 0 sobre o Figueirense no returno do Campeonato Brasileiro do ano passado, quando chegou, inclusive, a marcar uma vez.

O Fluminense está no Grupo O, que tem ainda São Carlos (sede da chave) e Gurupi (TO), próximo adversário do Flu. Apenas o primeiro colocado passa à segunda fase.

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Quer ver o Flu e sua torcida na televisão a qualquer hora? Então tome nota do link do TTTV (Torcida Tricolor na TV): http://www.torcidatricolor.com.br/tttv/index.php

Diversão garantida!

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Amigo leitor, espero você sábado, dia 19 de janeiro, no saguão do Salão Nobre das Laranjeiras, das 11h às 15h. Na tarde festiva, estarei autografando meu primeiro livro, Epopéia Tricolor – A Conquista do Brasil e a Volta à América. A obra tem apresentação do presidente eterno do clube, Francisco Horta, que também comparecerá ao lançamento.

Uma boa dica é levar a família para ir entrando no clima da estréia do time na temporada, no mesmo dia. Enquanto a bola não rola no Maracanã, leve o filhote para almoçar no clube e conhecer a volumosa sala de troféus. Em tempo: meu estande ficará ao lado do restaurante, área reservada a sócios e não-sócios. Portanto, se você não é associado, fique despreocupado: compareça que será também muito bem recebido.

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Na pré-coluna que escrevi no último dia 2, prometi uma surpresa nesta de estréia. Pois vamos lá: ganhará um exemplar do meu livro o leitor que adivinhar com quantos minutos sairá o primeiro gol tricolor da temporada.

Exemplo: se você acha que será marcado nos acréscimos da primeira etapa, escreva “aos 46 (ou 47, 48…) minutos do primeiro tempo”. Se acha que será aos 5 do segundo tempo, digite “aos 5 minutos do segundo tempo”. Atenção: nada de 50 minutos, 93 minutos… Discrimine o tempo de jogo, ok?

Em caso de igualdade entre dois leitores, ganhará o que escreveu primeiro. Também é proibido o mesmo leitor participar mais de uma vez. Nomes fictícios também estão descartados: será solicitada a carteira de identidade do ganhador no momento da entrega.

Está lançado o desafio!

Epopéia Tricolor – A Conquista do Brasil e a Volta à América

Sex, 04/01/08
por joao marcelo garcez |
categoria Sem Categoria

reúne crônicas divertidas – algumas comoventes – da triunfal campanha do Fluminense na Copa do Brasil e da bem-sucedida trajetória do time no Campeonato Brasileiro de 2007, em que terminou no seleto grupo dos clubes classificados à Libertadores. Com apresentação do presidente eterno, Francisco Horta, o livro traz ainda histórias deliciosas de Gravatinha, espécie de talismã tricolor, resgatado pelo autor para homenagear Nélson Rodrigues, o maior de todos os cronistas. Uma obra recomendada a torcedores de todas as idades.

Vai começar a festa

Qua, 02/01/08
por joao marcelo garcez |
categoria Sem Categoria

O Fluminense começa 2008 exatamente como se despediu de 2007: com a confiança nas alturas. O esforço da direção do clube, que vem investindo pesado em jogadores de nível elevado, faz deste plantel o melhor dos últimos anos.

Se antes já tínhamos a segunda melhor zaga do Brasil, agora teremos também a melhor dupla de atacantes. Resta saber quem sobrará do trio de ouro Leandro Amaral-Washington-Dodô. O meio-de-campo também vem ganhando peças importantes, como Fabinho e Conca, que se juntarão aos habilidosos Arouca e Thiago Neves na formação do cérebro tricolor. Nas laterais, vamos de Gustavo Nery e Gabriel. O primeiro, acusado de fazer corpo mole no Corinthians, deverá, agora nas mãos de Renato Gaúcho e Fábio Mahseredjian, voltar a mostrar seu bom futebol de 2005. Já Gabriel declarou que seriedade e disposição não faltarão: vestir a camisa da Seleção Brasileira está em seus planos.

Apesar da evidente qualidade do elenco, há ainda carências no gol e no meio-de-campo, setor em que estamos na conta-do-chá, ou seja, na ausência de qualquer um dos quatro jogadores que o compõem, o time perderá muito em qualidade. Por isso, mais um ou dois jogadores serão muito importantes na formação deste grande time.

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Recebo de Alexandre Berwanger bonito texto escrito por Ubiratan Leal. Nele, o autor conta a história de um clube português que adotou as cores do Fluminense depois que um casal de brasileiros (e tricolores), com um gesto nobre, sensibilizou pessoas ligadas à agremiação lusitana. Vale a lida, pra começar bem o ano.

“O Campeonato Português, como sempre, é uma corrida de Porto, Sporting e Benfica, enquanto que outras 15 equipes fazem figuração e despertam pouca atenção do torcedor brasileiro. No entanto, o carioca pode ter uma surpresa ao ver os jogos da Estrela da Amadora. O uniforme é muito parecido com o do Fluminense.

“Ver times com camisas parecidas é comum e quase sempre é coincidência ou uma homenagem bastante evidente. Por exemplo, Atlético-MG e Botafogo têm camisas parecidas com a Juventus, o Cruzeiro tem uniforme igual ao Everton, o Santos é quase igual ao Real Madrid, o Corinthians tem jeitão da Alemanha, o Atlético-PR lembra o Milan, o Internacional é parecido com o Manchester United.

“Tudo bem, mas camisa com o desenho do Fluminense – listras finas de branco separando listras mais grossas verde e vermelho (ou grená) – não é tão comum. No caso da Estrela da Amadora, não é coincidência. Há, de fato, uma relação entre os dois uniformes.

“O time da Amadora (cidade na região metropolitana de Lisboa) foi fundado em 1932 e usava camisa verde com uma listra horizontal azul (combinação bem esquisita). Em 1952, um casal brasileiro estava de visita à capital portuguesa e foi bem recebido por pessoas ligadas ao Estrela. Como agradecimento pela hospitalidade, ambos enviaram ao clube um jogo de camisas do Fluminense assim que voltaram ao Brasil.

“O gesto do casal brasileiro comoveu os dirigentes estrelistas, que resolveram adotar o uniforme do Tricolor para o clube da Amadora”.

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Leitor, não perca a coluna de estréia do Blog do Flu nesta segunda-feira, dia 7 de janeiro. Nele, apresentarei uma surpresa bacana a vocês.

Esta postagem foi apenas um aperitivo (ou pré-estréia, como queiram), para que retomemos nosso convívio diário, que tanto prazer nos dá em nosso dia-a-dia.

Estamos de volta!


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