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Fluminense 4 x 0 Vitória

dom, 29/11/09
por joao marcelo garcez |

0,,33302759-EX,00Deixe aqui seu comentário sobre este jogo válido pela penúltima rodada do Campeonato Brasileiro. A coluna estará no ar nas primeiras horas desta segunda-feira.

A arte de viver da fé

sex, 27/11/09
por joao marcelo garcez |

A arte de viver da fé IConfesso que me emocionei com a recepção da torcida à delegação tricolor, vinda de Quito.

Pela primeira vez na história do futebol mundial, um time perde de cinco e é recebido de forma apoteótica no aeroporto.

A torcida do Fluminense é mesmo inacreditável.

E se antes os jogadores estavam reticentes quanto às chances de título, agora já não há um lapso de hesitação: vão lutar como nunca antes em toda a carreira profissional.

Primeiro porque são homens; e, depois porque, de maneira singular, puderam desfrutar do irrefutável estandarte da paixão.

Que dose generosa de brios receberam estes atletas…

A arte de viver da fé IIFred chorou, Conca foi pros braços do povo e Cuca, o comandante, perdeu a voz.

Essa torcida tricolor…

Reconhece, como poucas, o sacrifício de quem honra suas cores.

Com sangue, suor e lágrimas.

Mais sangue do que qualquer outra coisa.

Guerreiro Gum que o diga.

E o que este Flu fez – e vem fazendo – é algo simplesmente sensacional.

Duas finais de Copa do Mundo por semana, oito títulos mundiais.

Um time que se recusa a perder está hoje a serviço do Flu.

Caiu na armadilha de Quito, é verdade, mas, é rápido no gatilho: já pôs-se de pé novamente.

Sabe que a guerra não acabou e que a hora é de lutar. Lutar muito!

Vitória e LDU pela frente.

Ambos no Maracanã.

Treme-se só de imaginar o que a massa pó-de-arroz está por fazer.

E se o pacto já estava firmado antes, agora com o Flu alvejado é que essa galera, tal qual uma leoa raivosa em proteção à cria, vai colocar mesmo esse time debaixo dos braços.

Semana final. A temporada em sete dias.

A fé é uma arte.

O Flu vai chegar…

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Esta coluna é publicada duas vezes por semana, geralmente às segundas e quintas-feiras, sempre no dia seguinte aos jogos do Fluminense.

Um novo esporte

qua, 25/11/09
por joao marcelo garcez |

Novo esporteO apagão tricolor na altitude de Quito parece ter também acometido meu provedor, que ficou fora do ar durante toda a madrugada e manhã de quinta-feira, período em que fiquei a imaginar as inúmeras razões que pudessem justificar a desastrosa atuação do Flu, que interrompeu uma longa série invicta de 13 jogos.

Quando, enfim, consegui me conectar à internet, deparei-me com interessante e-mail do leitor Daniel Gustavo, que, salvaguardando a boa atuação da LDU – sabidamente um bom time -, relaciona um punhado de razões contundentes para explicar o insucesso do time.

Fala, Daniel!

“João, a LDU inventou um novo esporte: 2850m de altitude; 1cm de grama para ganhar ainda mais velocidade, mais de 30 bolas cruzadas insistentemente (já que uma hora o adversário, que não está acostumado com o tempo de bola, vai errar mesmo), mais de 15 bolas chutadas de longe… Em que parte do mundo, um jogador parado ao lado da bola dá um chute a mais de 100km por hora? Coitado do goleiro que não conhece, do marcador que não se antecipa – nem teria pulmão para isso.

“E o mais incrível, um capítulo à parte: oito gandulas ajudando. É uma nova arma, quase uma estratégia, uma tática, para jogar futebol. Os gandulas aceleram a cobrança de lateral. Basta o jogador da casa sair de campo para que ele receba a bola onde estiver, independentemente de onde ela tiver saído. Mas normalmente o gandula a arremessa – isso mesmo, arremessa com força – à frente do local da marcação. O jogador, já ensaiado, se posiciona nas costas dos marcadores e os zagueiros ficam atônitos. Sabem que a bola foi reposta, mas não sabem de onde veio. Como marcar oito gandulas, cada um com uma bola?

“Tivemos momentos em que dois jogadores estiveram com a bola em locais diferentes para cobrar o mesmo lateral. Até a cobrança de falta eles repõem com velocidade, às vezes antes da outra bola sair.

“A juizada não vê, os adversários ficam atônitos, perdidos e ainda mais esbaforidos, além do desgaste físico e psicológico. Como se precisassem disso, a 2.850m.

“Repito, a LDU inventou um outro esporte. Ou se treina especificamente para jogar com eles lá, entendendo o jogo e as artimanhas, ou é impossível não perder de muito. Ganhar então…

“Brasileiro que se achava muito esperto nunca se viu tão ingênuo”.

(Arte: Ricardo Lima)

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A fim de dissipar de vez a dúvida de inúmeros leitores sobre o regulamento da Conmebol para esta decisão de Copa Sul-Americana, a coluna informa que este é rigorosamente igual ao da Taça Libertadores da América, ou seja, gol fora de casa não é critério de desempate em caso de igualdade no somatório dos dois jogos.

Também como na maior competição organizada pela entidade, uma prorrogação de 30 minutos deve ser disputada se não houver vencedor ao fim dos 180 minutos.

Assim, se o Flu vencer a Liga por 4 a 0 ou 6 a 2, por exemplo, a exemplo do que aconteceu ano passado, disputará nova prorrogação.

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NevesDestaques na campanha do Fluminense na Libertadores do ano passado, Thiagos Silva e Neves, mesmo de longe, estão na torcida pelo Flu nesta final de Copa Sul-Americana.

Enquanto Neves (foto) se diz “muito feliz em ver a torcida abraçando a equipe e lotando o Maracanã”, o zagueirão, que por seu futebol impecável ficou consagrado nas Laranjeiras com a alcunha de “monstro”, ligou para alguns de seus ex-companheiros para transmitir-lhes toda o seu afeto e carinho.

Deixaram saudades.

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Lançado pela Editora Leitura, “O Fluminense me domina!”, do brilhante Heitor D´Alincourt, integra a coleção “Paixão entre linhas”, com 12 dos maiores clubes do país.

Capa-HeitorEspécie de livro-memória, a obra percorre a linha do tempo, destacando heróis e títulos do Flu, através de artigos de jornalistas e personalidades tricolores. Este que vos escreve, gentilmente convidado por Heitor, está entre os profissionais que colaboraram com a excelente publicação.

Pra colocar na sacola do Papai Noel!

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Reta final do prêmio Craque da Galera. Conca segue em segundo brigando com Petkovic pela liderança. Vote no craque argentino através do http://globoesporte.globo.com/Esportes/Futebol/Brasileirao/Serie_A/Craque_da_Galera/0,,16386,00.html

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Sem essa de curtir fossa. Nem há tempo para isso. Domingo é entupir o Maracanã contra o Vitória para dar aquela força a esses heróis da resistência e ajudar o time a, enfim, sair da zona dos clubes que não permanecerão na Série A.

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Jogo da volta?

É assunto pra coluna de domingo.

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Catarse de milhões

dom, 22/11/09
por joao marcelo garcez |

Catarse R_LimaQue roteiro impressionante os deuses do futebol escreveram para esta final de Copa Sul-Americana. Desta vez capricharam, não há quem pense diferente. Escancarar frente a frente em nova decisão continental – e logo no ano seguinte – Fluminense e LDU deixa de boca aberta até o mais famoso entre todos os tricolores, o sensacional dramaturgo Nelson Rodrigues.

Tido como o maior carma da história tricolor, o desfecho da Libertadores do ano passado está ainda fresco na memória de todos os torcedores do Fluminense, que, embora orgulhosos do ineditismo da campanha, sentem calafrios só de ouvirem falar na LDU, “mal” que o destino pôs novamente à frente do clube, dando-lhe a oportunidade de excomungá-lo vez por todas de sua vida, para seguir em paz.

Se ser tricolor não é uma questão de gosto ou opção, mas sim um arranjo cósmico ao qual não se pode nem se deseja fugir, como escreveu Nelson, então o torcedor não tem opção. É sentir frio na espinha e cair dentro. A começar pelo duelo em Quito nesta quarta, palco de dois jogos entre Flu e LDU ano passado.

Se o Flu vai agüentar o tranco? Com a palavra, o preparador físico do Fluminense, Ronaldo Torres. “A parte física do grupo está excelente. O problema é o desgaste”, disse, lembrando as duas pesadas intertemporadas com os jogadores logo que chegou às Laranjeiras, em setembro.

Teme-se, como se viu, pelo desgaste, e não pela parte física. É contra o fantasma da altitude da cidade equatoriana que reside a maior preocupação do Fluminense para este primeiro jogo. Não bastasse as duas finais de Copa do Mundo que vem jogando por semana, o contagiante time tricolor tem agora mais este duplo desafio pela frente: a boa LDU, também campeã da Recopa Sul-Americana, e o ar rarefeito.

Este bravo Flu, porém, é capaz de tudo.

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Houve quem risse do colunista que intitulou “Passo um de uma nova epopéia” a estréia do Fluminense na Copa Sul-Americana, contra o rival Flamengo.

Compreende-se, já que o Flu não andava mesmo lá muito bem das pernas no Campeonato Brasileiro.

Mas eu, como sempre, apostava.

Menos de quatro meses depois, aí está: pelo segundo ano seguido, o Tricolor decide um título continental.

Com novo desfecho, espera-se.

***

A rodada do fim de semana do Campeonato Brasileiro foi, enfim, de definições para o Fluminense. Sabe-se, desde domingo passado, que nada estará definido até a última e derradeira rodada da competição. Aconteça o que acontecer no próximo dia 29, tricolores de todos os cantos do país terão de esperar até a última batalha para ver se a já maravilhosa reação deste time tricolor terá sido suficiente para deixar o clube na elite do futebol nacional.

Porque contra o Sport o time tornou a vencer, chegando a incríveis 13 jogos de invencibilidade, com oito vitórias consecutivas, série de triunfos que, apesar de dificílima, aconteceu por duas vezes também no primeiro semestre de 2005, quando Abel Braga era, então, o treinador do Fluminense.

Mesmo merecedor da vitória, pode-se dizer que a goleada por 3 a 0 (mais uma, no primeiro turno o Sport já havia sido goleado por 5 a 1 no Maracanã, partida em que, coincidentemente, o time pernambucano também fora dirigido por Levir Gomes) foi um pouco exagerada para o remendado time do Fluminense, que, desfalcado de três jogadores (Digão, Diguinho e Maicon), demorou a se encontrar em campo (os substitutos Cássio, Maurício e Alan não brilharam, principalmente o jovem atacante).

SOCCER-LATAM/SUDAMERICANAE a partida em Recife começou do jeito que terminou a guerra contra o Cerro Porteño: com o raçudo zagueiro Gum salvando o time, ao atirar-se contra o chute de Arce, que, numa escapada, entrou livre logo aos quatro minutos.

Menos técnico da defesa tricolor, o jogador vem compensando tudo com uma vontade impressionante. A foto da comemoração de seu gol contra o Cerro Porteño, com uma atadura na cabeça, vítima da violência paraguaia, retrata com exatidão o espírito de decisão com que este atleta vem encarando a exaustiva série de jogos.

Conca M_GallNo meio, Conca é o que há de mais fantástico hoje no futebol brasileiro. Nunca antes jogou tanta bola o meia argentino, que já é merecedor de uma vaga na Seleção Argentina. Sua identificação com o clube e com a torcida faz dele um dos grandes ídolos do Flu da atualidade.

Com maestria, Conca participou de dois dos três gols tricolores em Recife. No de Fred, uma pintura, tabelou com o atacante numa arrancada fulminante, que só foi parar nas redes de Cléber. A jogada mereceu até uma engraxada, veja você, de Fred nas chuteiras do apoiador, que também deixou o seu em nova trava com Kieza, que entrou bem. Sua bonita conclusão de trivela encerrou em grande estilo a goleada tricolor.

Em tempo: Conca já aparece em segundo lugar na nova parcial do Craque da Galera, promovido pelo Globoesporte.com. Pet lidera a votação. O vencedor será contemplado no Prêmio Craque Brasileirão, dia 7, no Vivo Rio. Vote e ajude o craque tricolor a levar o prêmio, vencido por Thiago Silva em 2008.

http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/Brasileirao/Serie_A/0,,MUL1387755-9827,00.html

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Com muitos clubes abraçados a calculadoras nesta reta final de temporada, uma boa para o Flu chegar à última rodada com uma carta na manga seria, além de vencer o Vitória no Maracanã, torcer por derrotas do Coritiba e Botafogo, que jogam fora respectivamente contra Cruzeiro e Atlético-PR.

Com essa provável combinação de resultados, o Flu dependeria apenas de um empate com o Coritiba para se manter na Série A. A tal carta na manga? Ora, ainda que tropeçasse no Couto Pereira, o Tricolor só ficaria de fora da festa se o Botafogo vencesse o Palmeiras, que deverá estar ainda brigando por título ou, no mínimo, Libertadores.

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Roberto Horcades está garantido na presidência até o fim do seu mandato. A permanência do dirigente foi ratificada pelos próprios conselheiros, que não se fizeram presentes em número suficiente na sessão de quinta para que se votasse o impeachment do presidente.

Nada soa mais risível, porém, do que a formalidade que acontece com a bandeira do clube ao fim das reuniões, que deve ser baixada. Na referida sessão, presidente e vice do Conselho divergiram quanto ao momento de se fazer isso, baixando e levantando a bandeira por mais de uma vez.

Dá pra levar a sério?

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PetroLançado também em Petrópolis neste fim de semana, “Libertadores 2008 – O Ano em que a Magia Tricolor Encantou o Mundo” pode ser adquirido por tricolores de qualquer canto do Brasil, através do site www.fluboutique.com.br

 

Demais lojas e livrarias:

*Livraria Saraiva (esgotado);

*Livraria Folha Seca (Rua do Ouvidor, 37 – Centro);

*Empório das Letras (Galeria do Cinema São Luiz, no Largo do Machado);

*Flu Boutique – Laranjeiras (sede do clube);

*Flu Boutique – Barra da Tijuca (Shopping Barra Square: Av. das Américas, 3555 – Bloco 1/Loja 105);

*Só Tricolor – Flamengo (Rua Senador Vergueiro, 44);

*Só Tricolor – Tijuca (Rua Santo Afonso, 153 – Loja H, próximo à Major Ávila);

*Só Tricolor – Niterói (Rua Gavião Peixoto, 104 – Loja 111);

*Só Tricolor – Petrópolis (Shopping ABC – Rua Tereza, 1515/Loja 69 – Alto da Glória);

*Farol Vídeo e Livraria – Macaé (Avenida Atlântica, 2550 – Loja 12 – Praia dos Cavaleiros).

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Artes: Ricardo Lima e Marco Gall (Conca).

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É nesta quarta.

Vista a armadura e dê a sua vida, como vem fazendo este impressionante time do Flu.

Chance outra não haverá. É agora.

A catarse de milhões.

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Tricolores da Serra, é hoje!

sáb, 21/11/09
por joao marcelo garcez |
categoria Especial

PetrópolisArte: Aldo Oliveira.

É guerra, é garra, é Gum

qua, 18/11/09
por joao marcelo garcez |

Mosaico A.OliveiraAos prantos e em meio a uma massa enlouquecida, encontro Gravatinha após o gol de Alan, o da virada, sobre o Cerro Porteño. O personagem rodriguiano, entre berros e soluços, pronunciava repetidamente o nome do clube com um amor tão grande que o coração parecia lhe sair pela boca. A comunhão entre time, técnico e torcida fazia dele – logo dele, tão vivido e experimentado – o mais emocionado dos mais de 40 mil torcedores presentes ao Maracanã, que viveu quarta mais uma daquelas partidas imortais.

“Apoteótico, João! Que fim de jogo apoteótico”, exultava Gravatinha, que, com os dedos entrelaçados, olhou em seguida para o céu, parecendo querer fazer uma prece.

Não era.

Na verdade, Gravatinha, tão atormentado desde a decisão da Libertadores do ano passado, estava fazendo um juramento para si mesmo: o de nunca mais abandonar o Fluminense, como fizera após o terceiro gol de Thiago Neves contra a LDU, por entender que a causa estava ganha e sua missão, cumprida.

Livrara-se de um pesadíssimo fardo, portanto. E sentia-se aliviado. “Eu te amo demais, Flu”, repetia incansavelmente.

E, diferentemente do habitual sumiço repentino, fez questão de descer as rampas do Maracanã com outros tantos torcedores eufóricos, entoando os cânticos que vêm embalando as vitórias de um time de futebol que, a cada dia mais, enche os corações tricolores de orgulho, encanto e alegria.

Fibra, garra, valentia e futebol. Seu nome é Fluminense.

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Os efeitos da estafante série de jogos e viagens começaram a aparecer já no domingo, contra o Atlético-PR, quando, como contra o Cerro Porteño, o Flu não repetiu as atuações de encher os olhos do início da seqüência invicta, que já chega a 12 partidas, com incríveis sete vitórias consecutivas, o que não acontecia desde 2005, sob comando de Abel Braga.

Quarta à noite, então, foi pior. Vencidos por lesões, Maicon e Digão deixaram o campo precocemente e preocupam para os próximos jogos (o zagueiro, com três amarelos, já cumpriria suspensão contra o Sport).

Foram dois contundidos, mas poderiam ser seis ou sete, tamanha foi a covardia e brutalidade com que os jogadores-pugilistas paraguaios se portaram no Maracanã (vide o inaceitável e injustificável quebra-pau do fim do jogo; a Conmebol tem de tomar medidas enérgicas pelo ocorrido). Gum, herói tricolor da noite, teve seu supercílio aberto depois de receber uma absurda cotovelada, sequer vista pelo árbitro chileno Carlos Chandia.

A Guerra do Paraguai, iniciada com as pedradas sobre o Flu em Assunção, foram retomadas no Maracanã por um time de marginais que fazem do esporte uma praça de selvageria.

Pior para o covardão Britez, que perdeu a cabeça, o jogo e a honra, ao deixar, algemado, o gramado do Maracanã.

Em tempo: o nome do autor do gol do Cerro Porteño (Cáceres) é parecido com o do lugar para onde o time paraguaio deveria ser mandado na saída do estádio (cárcere).

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Final-M_GallOs gols sensacionais de Gum e Alan, que colocou o ótimo goleiro Barreto para dançar quando este abandonou a meta numa tentativa desesperada de marcar o gol da classificação paraguaia, já são história.

Como também vem fazendo história o Fluminense em sua décima participação de uma competição organizada pela Conmebol, ao chegar pelo segundo ano consecutivo a uma decisão continental, feito inédito no futebol do Rio de Janeiro.

De quebra, não perde um jogo internacional no Rio de Janeiro desde o longínquo ano de 1985.

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Fred interrompeu uma série de sete jogos seguidos marcando gols, ficando agora com dez nas últimas 11 partidas.

Tem nada não, artilheiro! Faça dois contra o Sport que a conta ficará redonda de novo.

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Com o time no fio da navalha no Campeonato Brasileiro, parece-me algo em desacordo com o bom-senso o comportamento devastador com que dirigentes vêm tratando a política do clube, que nesta quinta vive uma espécie de Dia D com a votação do impeachment de Roberto Horcades. Para a sessão, que exige quórum mínimo de 150 conselheiros, o presidente do Conselho Deliberativo, Carlos Henrique Mariz, pediu auxílio da polícia, já prevendo o caldeirão que deverá se formar o Salão Nobre das Laranjeiras.

Com o fado ainda indefinido no campo, uma boa saída seria antecipar o vôo da delegação para Recife, local do decisivo jogo de domingo.

Misturar-se ao canhestro ambiente da cartolada é tudo o que os jogadores não precisam neste momento.

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Livro em PetrópolisSubo a Serra neste feriadão para mais uma noite de autógrafos do livro “Libertadores 2008 – O Ano em que a Magia Tricolor Encantou o Mundo”, já lançado nas cidades do Rio de Janeiro e Macaé.

Espero os amigos petropolitanos sábado (21), a partir das 18h, na Loja Só Tricolor, do Shopping ABC (Rua Tereza, 1515/Loja 69 – Bairro Alto da Serra).

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Concomitantemente, “Libertadores 2008″ segue sendo vendido nos pontos-de-venda relacionados abaixo.

*Livraria Saraiva (esgotado);

*Livraria Folha Seca (Rua do Ouvidor, 37 – Centro);

*Empório das Letras (Galeria do Cinema São Luiz, no Largo do Machado);

*Flu Boutique – Laranjeiras (sede do clube);

*Flu Boutique – Barra da Tijuca (Shopping Barra Square: Av. das Américas, 3555 – Bloco 1/Loja 105);

*Só Tricolor – Flamengo (Rua Senador Vergueiro, 44);

*Só Tricolor – Tijuca (Rua Santo Afonso, 153 – Loja H, próximo à Major Ávila);

*Só Tricolor – Niterói (Rua Gavião Peixoto, 104 – Loja 111).

*Farol Vídeo e Livraria – Macaé (Avenida Atlântica, 2550 – Loja 12 – Praia dos Cavaleiros).

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Jogando tudo o que sabe e mais um pouco, o argentino Dario Conca, do Fluminense, concorre ao prêmio Craque da Galera, que aponta o melhor jogador do Campeonato Brasileiro na opinião dos internautas. O troféu será entregue ao vencedor no Prêmio Craque Brasileirão 2009, evento promovido pela CBF, que, neste ano, acontecerá dia 7 de dezembro, na casa de espetáculos Vivo Rio.

Para votar no meia tricolor e dar o bicampeonato da categoria ao Fluminense (no ano passado, Thiago Silva foi o vencedor), acesse http://globoesporte.globo.com/Esportes/Futebol/Brasileirao/Serie_A/Craque_da_Galera/0,,16386,00.html

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Heitor D´Alincourt merece todos os aplausos pela idealização do bem-sucedido Washington Day.

Por razões particulares, o produtor me pediu que não publicasse sua brilhante idéia na quarta-feira retrasada, dia em que conversamos nas Laranjeiras.

Respeitosamente, acatei a solicitação.

Fred, vestindo a camisa e passando-se por garoto-propaganda da campanha, também marcou seu mais bonito gol até aqui.

Quem ainda quiser colaborar com o ex-jogador do Flu, que sofre de esclerose lateral amiotrófica, deve fazer um depósito, de qualquer valor, na conta aberta em seu nome (Washington Cesar dos Santos) no Bradesco. Agência: 0447-2; Conta Poupança: 1006424-4.

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Fora do mundo da bola, foi com revolta e tristeza que soube da notícia que estão matando gatos no campus da PUC-RJ. Dos cerca de 200 que rondam a faculdade, 20 apareceram mortos na lata do lixo. Os malfeitores talvez não saibam, mas molestar animais ou qualquer outra criatura costuma ter um preço altíssimo. A Lei do Retorno está aí para não me deixar mentir.

Por outro lado, parabenizo a Prefeitura do Rio de Janeiro pela instalação de consultórios veterinários em praças públicas para castração gratuita de animais. O último aberto foi no Largo do Machado, Zona Sul da cidade.

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Tem sido alta a procura de ingressos de torcedores que querem ir ao Nordeste para dar aquela força ao Flu neste domingo. Acredita-se que mais de 1500 tricolores estarão em Recife empurrando o time para a quinta vitória consecutiva no Brasileirão. Principalmente se os tricolores pernambucanos também abraçarem a causa e juntarem-se aos cariocas.

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Recebo do leitor Ricardo Bittencourt e-mail queixoso quanto à falta de informações precisas do site oficial do Fluminense. Segundo ele, por mais de uma vez, o site omitiu a informação de que ingressos para jogos do clube estariam sendo vendidos nas Laranjeiras inclusive no dia da partida. “Além disso, o site oficial diz que a venda no clube é EXCLUSIVA para sócios e sócios-torcedores, o que não é verdade”, concluiu.

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Artes: Aldo Oliveira e Marco Gall.

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Não foi moleza, mas, ufa, triunfamos novamente.

No pulmão.

Do time e da galera.

Sorte a do Flu ter uma torcida linda, forte e imponente ao seu lado.

Magistral. Como o atual time tricolor.

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A beautiful day

dom, 15/11/09
por joao marcelo garcez |

Beautiful Day (A. Oliveira)“Não sei como um time desses, de tanta qualidade, pode estar numa situação ruim no Campeonato Brasileiro. O Fluminense tem tudo para se manter na Série A do ano que vem. Os jogadores estão pegando o jogo inteiro para fazer o que devem. A torcida também ajuda, fazendo muita pressão. É complicado ganhar deles aqui”.

As palavras, acredite, vêm de um adversário tricolor. Foi o lateral Nei, do Atlético-PR, quem, ainda no campo, fez a declaração de exaltação ao jovem e batalhador time do Fluminense, que venceu pela sexta vez seguida (a quarta pelo Campeonato Brasileiro) e chegou a 11 jogos de invencibilidade.

Com 39 pontos, depois de algum tempo, finalmente, o Tricolor iniciará a rodada em condições de postular uma das vagas dos clubes que permanecerão na Série A da competição. Para isso, além de vencer o Sport, em Recife, precisará contar com um tropeço do Botafogo contra o líder São Paulo, no Engenhão. Até mesmo um empate é suficiente, pois o Flu passaria a ter uma vitória a mais que o Alvinegro (dez contra nove).

Com o prestígio cada vez mais em alta, o Fluminense, como vem acontecendo nas últimas semanas, torna as atenções para a Copa Sul-Americana, competição continental em que tentará chegar a uma inédita decisão.

Em vantagem no confronto com o Cerro Porteño, o Flu terá de suar um litro certinho, quarta, no Maracanã, se quiser chegar mesmo à final. Não custa lembrar que há menos de duas semanas este mesmo time paraguaio surpreendeu o Botafogo no Engenhão, vencendo-o por 3 a 1.

O pacto está firmado. A torcida estará lá. O repaginado time tricolor também.

Faça história, rapaziada!

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Num dia em que Washington e Assis estiveram no gramado do Maracanã, Fred e Maicon pareceram querer homenageá-los. Lembrando a dupla campeoníssima dos anos 80, fizeram os gols da vitória tricolor sobre o Atlético-PR.

E se Fred chegou aos décimo gol em dez jogos desde que voltou da séria lesão muscular, Maicon vem justificando por que é o homem de confiança do camisa 9, que lhe atribui 99% da responsabilidade em seus gols. No primeiro tempo, depois de ótimo passe de Conca, deu um drible sensacional no zagueiro e, da linha de fundo, rolou pra trás. Fred agradeceu. Na etapa final, mais uma vez Conca (que monstro é esse argentino!) levantou para Maicon fazer um gol de cobertura que certamente o Casal 20 assinaria.

Loucura no Maracanã!

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Maicon Bolt J CamposO gol de cobertura de Maicon (Bolt) lembrou o de Washington nas quartas-de-final do Campeonato Brasileiro de 1988. Na ocasião, jogando contra o Vasco, o atacante tricolor fez, tocando sobre Acácio, o segundo gol do Flu na prorrogação. A baliza também era a mesma.

Mais uma linda homenagem a Washington, que, domingo, foi merecidamente reverenciado por uma massa apaixonada por seu clube e ídolos de coração.

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Mais uma vez, profissional da crônica esportiva de São Paulo declarou que há um complô na arbitragem nacional para favorecer os times do Rio de Janeiro e que, por isso, o Flamengo assumiria a liderança do Campeonato Brasileiro na rodada do próximo fim de semana. Para o pretenso jornalista, Flu e Botafogo não cairão pelo mesmo motivo.

Leviandade tem limite. Acusações gravíssimas como essas, sem qualquer fundamento ou respaldo legal, mereceriam dura resposta do Conselho Nacional de Arbitragem.

Certo está Mário Sérgio, técnico do Internacional, que na coletiva de imprensa que deu após a vitória sobre o Santos, queixando-se de um processo que perdera para um jornalista, declarou que a classe mereceria tratamento igual, já que escreve e publica o que quer, muitas vezes sem o cuidado da simples checagem da informação, prejudicando terceiros de maneira irresponsável.

Até quando vai isso?

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Macaé IIIChego renovado do fim de semana em Macaé, depois de receber tanto carinho de amigos e leitores na noite de lançamento do livro “Libertadores 2008 – O Ano em que a Magia Tricolor Encantou o Mundo”, no Farol Vídeo e Livraria, na deliciosa Praia dos Cavaleiros.

Ex-companheiros de imprensa da cidade estiveram lá, prestigiando a noite festiva, que, entre goles de refrigerantes e salgadinhos, se estendeu até o começo da madrugada. Sobrou tempo até para uma caminhada pela orla na linda manhã de domingo. Inesquecível!

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A “turnê” do livro continua neste fim de semana, em Petrópolis, onde estarei sábado, a partir das 18h, na Só Tricolor, do Shopping ABC (Rua Tereza, 1515/Loja 69 – Bairro Alto da Serra).

Espero os amigos petropolitanos, com uma caneca de chocolate quente na mão.

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Pontos-de-venda do livro “Libertadores 2008”.

*Livraria Saraiva (esgotado);

*Livraria Folha Seca (Rua do Ouvidor, 37 – Centro);

*Empório das Letras (Galeria do Cinema São Luiz, no Largo do Machado);

*Flu Boutique – Laranjeiras (sede do clube);

*Flu Boutique – Barra da Tijuca (Shopping Barra Square: Av. das Américas, 3555 – Bloco 1/Loja 105);

*Só Tricolor – Flamengo (Rua Senador Vergueiro, 44);

*Só Tricolor – Tijuca (Rua Santo Afonso, próximo à Major Ávila);

*Só Tricolor – Niterói (Rua Gavião Peixoto, 104 – Loja 111).

*Farol Vídeo e Livraria – Macaé (Av. Atlântica, 2550 – Loja 12).

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Filmete (R.Lima)Um único gol sofrido nos últimos quatro jogos. Este é o saldo da excelente zaga formada pelos jovens Digão, Dalton e Gum, além do ótimo goleiro Rafael, que vem fazendo defesas salvadoras, aliadas à serenidade que transmite aos jogadores de defesa.

Com Digão suspenso pelo terceiro cartão amarelo (que partida ele fez!), Cássio deverá ser o seu substituto contra o Sport, já que não acredito mais que Cuca vá mexer no esquema 3-5-2 até o fim do ano, principalmente depois desta série impressionante de vitórias.

Diguinho é outro que não joga, também suspenso. O bom equatoriano Urrutia deverá ser a opção do treinador.

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Artes: Aldo Oliveira, Júnior Campos e Ricardo Lima.

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Uma ótima semana!

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E-mails para esta coluna: joaogarcez@yahoo.com.br

Esta coluna é publicada duas vezes por semana (geralmente às segundas e quintas-feiras), sempre nos dias seguintes aos jogos do Fluminense.

This is Flu!

qua, 11/11/09
por joao marcelo garcez |

Que momento vive o Fluminense! Que fase iluminada, santa para seu apaixonado torcedor. Por tudo o que vêm fazendo, Fred, Cuca e companhia têm de ser canonizados se o time conseguir a proeza de se manter na Série A do Campeonato Brasileiro e, de quebra, ainda arrebatar, com ineditismo para sua história, a oitava edição da Copa Sul-Americana.

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Outro passo para isso foi dado na noite de quarta, quando Fred, diabólico, infernal, fez o gol solitário da partida, que deixou o Flu na boa para o jogo da volta, quarta que vem, no Maracanã. A vitória sobre o time paraguaio foi a quinta consecutiva deste renovado e jovem time tricolor, que tomou gosto pela coisa e não sabe o que é perder há dez partidas.

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O bom momento coincide com o retorno de Fred aos gramados, invicto desde então. De quebra, ainda marcou nove gols desde a partida contra o Santo André, em São Paulo, a primeira da ótima série do Flu. De lá pra cá, o craque tricolor só não deixou o dele nas partidas contra Internacional e Goiás. Nos últimos três jogos (Universidad de Chile, Palmeiras e Cerro Porteño), o Fluminense venceu por 1 a 0, com gol seu.

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Está bom? Tem mais: desde que foi inscrito na Copa Sul-Americana, só Fred balançou as redes pelo Fluminense na competição (três no confronto com o Universidad de Chile e um contra o Cerro Porteño), garantindo o bicho e o pagamento (ufa!) de um mês do salário atrasado da rapaziada.

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É bom este Fred!

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Quem não e nada bom é o fanfarrão do árbitro argentino Héctor Baldassi, que, repetindo o que já fizera na final da Libertadores do ano passado, teve atuação desastrosa em Assunção.

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O que é preciso para que ele marque um pênalti como aquele sofrido por Conca? Que atirem no jogador? Ou pedras, como, de forma degradante, torcedores paraguaios fizeram ao fim do espetáculo?

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Cartão amarelo, então, é artigo de luxo. A violenta falta por trás sofrida por Fred quando partia em direção ao gol era caso direto de expulsão. Para Baldassi, porém, nem advertência verbal o lance mereceu.

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E pensar que este senhor poderá apitar jogos do Brasil na próxima Copa do Mundo…

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E por falar em Mundial, como já vem acontecendo há algum tempo, o Flu disputará mais uma final de Copa neste domingo, contra o Atlético-PR, em novo horário (19h30), já que foi atendido o pedido dos clubes de alteração por causa do forte calor em todo o país. Assim, jogos que começariam às 16h agora terão início uma hora depois (de Brasília).

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Precisando descontar em poucas rodadas uma desvantagem de cinco pontos para Botafogo e Coritiba (e de sete para o próprio Atlético), o Fluminense tem de obrigatoriamente ampliar para seis sua série de vitórias. Empate a esta altura, independentemente de onde estiver sendo realizada a partida, poderá ser fatal, embora matemáticos dêem como praticamente certa a permanência na Série A (superior a 90%) de quem chegar aos 45 pontos.

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Para este jogo, o Flu contará com a volta do lateral-esquerdo Dieguinho, que não está inscrito na Copa Sul-Americana. Cuca estuda ainda a possibilidade de abrir mão de um de seus três zagueiros, escalando Tartá para abrir ainda mais o jogo, já que não acredita em postura agressiva do time paranaense.

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Com a temperatura (um pouco) mais amena, a galera deverá mais uma vez invadir o Maracanã para, como já vem fazendo, colocar o time no colo, conduzindo-o a novo triunfo.

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No fio da navalha, a salvação do Flu na temporada passa ainda por uma série incrível de vitórias.

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A missão pode ser difícil. Mas não impossível para este aguerrido time tricolor, que honra verdadeiramente a camisa do Fluminense.

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Faz mais um, Fred!

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Amigos de Macaé, temos um encontro marcado neste sábado, a partir das 19h, para a noite festiva do livro “Libertadores 2008 – O Ano em que a Magia Tricolor Encantou o Mundo”, prefaciado por Pedro Bial e Francisco Horta. O lançamento acontecerá no Farol Vídeo e Livraria, na aprazível Praia dos Cavaleiros (Av. Atlântica, 2550/Loja 12).

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Vai ser um prazer ver e rever tanta gente querida de uma cidade que deixou saudades.

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No outro fim de semana (21), será a vez de Petrópolis. Anteriormente programado para a tarde, o evento na Serra teve seu horário alterado para as 18h.

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O lançamento na Cidade Imperial será realizado na Loja Só Tricolor, do Shopping ABC (Rua Tereza, 1515/Loja 69 – Bairro Alto da Serra).

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Aos leitores que vem adquirindo o livro pela internet, uma informação: todos os exemplares disponibilizados à livraria Saraiva já foram vendidos. Assim, há ainda a opção de compra pelo site da Flu Boutique (www.fluboutique.com.br).

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Demais lojas e livrarias:

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* Livraria Folha Seca (Rua do Ouvidor, 37 – Centro);

* Empório das Letras (Galeria do Cinema São Luiz, no Largo do Machado);

* Flu Boutique – Laranjeiras (sede do clube);

* Flu Boutique – Barra da Tijuca (Shopping Barra Square: Av. das Américas, 3555 – Bloco 1/Loja 105);

* Só Tricolor – Flamengo (Rua Senador Vergueiro, 44);

* Só Tricolor – Tijuca (Rua Santo Afonso, próximo à Major Ávila);

* Só Tricolor – Niterói (Rua Gavião Peixoto, 104 – Loja 111).

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Não pegou bem a histeria coletiva em torno do suposto erro de Carlos Eugênio Simon no Fluminense x Palmeiras de domingo passado.

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Primeiro porque, como escrevi, o gol não teria acontecido se o árbitro tivesse marcado corretamente o tiro de meta após a “ombrada” de Obina pela linha de fundo.

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E depois que não tardou para que aparecesse um ângulo favorável a Simon (http://www.youtube.com/watch?v=erboeTmgbDU), ratificando o que o árbitro declarara ao jornal Zero Hora, do Rio Grande do Sul: que Obina, com o braço esquerdo, obstruiu Maicon na jogada, impedindo-o que disputasse a bola com o atacante palmeirense. De quebra, perito ainda provou que Simon parou o lance antes de sua conclusão.

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A grita geral e a severa punição ao árbitro da federação gaúcha, que não atuará mais este ano, lamentavelmente poderão surtir efeito favorável ao Palmeiras nas rodadas finais do Campeonato Brasileiro, uma vez que, sugestionados, juizes sem a mesma personalidade de Simon, na dúvida, apitarão sempre pró time de Muricy.

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Como fez Elmo Alves, logo na partida seguinte, ao confirmar o gol de empate contra o Sport, mesmo depois de, erradamente, parar a jogada.

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Inversamente, também sugestionados, farão o mesmo com o Flu, tido como beneficiado por vários segmentos de uma imprensa cada vez menos séria e respeitada por seu público leitor.

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Que esteja preparado.

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Instituído em 27 de setembro de 2007 pela Lei nº 5094, o Dia do Fluminense é, desde então, comemorado sempre na data de 12 de novembro em âmbito estadual.

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Depois do que se viu em Assunção, um dia para ser comemorado em dose dupla.

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Altruísta, a rapaziada da FEA, que produziu a arte ao lado, promove rifa para ajudar Washington da doença degenerativa de que padece.

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Acesse www.flueternoamor.com e colabore com este grande ídolo tricolor.

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Uma nova manifestação contra a diretoria do clube está sendo preparada por torcedores neste domingo, a partir das 14h.

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A passeata sairá do Largo do Machado.

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Arte Missão Possível: Ricardo Lima.

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This is Flu, Michael!

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Flu dispara contra o sol, é forte, mas não por acaso

dom, 08/11/09
por joao marcelo garcez |

Sob um intenso calor de mais de 40ºC, o Fluminense novamente brindou sua linda e numerosa torcida, vencendo pela quarta vez consecutiva e aumentando para nove jogos sua invencibilidade.

 

De patinho feio do Campeonato Brasileiro, o Fluminense passou a devorador de clubes postulantes ao título ou a vaga na Libertadores. Nesta incrível série, o Flu tirou pontos de Internacional, Goiás, Atlético-MG, Cruzeiro e Palmeiras (os três últimos com vitória). Nada mal para um time que, salvaguardando sua situação ainda difícil na competição, já era dado como rebaixado desde as últimas semanas de setembro.

 

Domingo à tarde, mais uma vez o Flu foi soberano na partida. Ou o “novo Flu”, como costumo dizer, já que este time nada lembra aquele outro, condenado, que jogava por jogar, sem compromisso algum com as tradições do clube.

 

O trio de zaga, formado por Gum, Digão, e Dalton, vem atuando com uma fibra de dar orgulho a qualquer tricolor. O mesmo pode se dizer dos laterais, Mariano e Dieguinho, que cresceram assustadoramente de produção nesta reta final, sobretudo o direito, que contra o Palmeiras perdeu um gol incrível e a chance de matar a partida.

 

No setor à frente, Conca reina absoluto em meio à incógnita que é Diguinho, roubador de bolas na mesma proporção com que as devolve ao adversário. Já Diogo compensa tudo com muita batalha em campo.

 

No ataque, Maicon é outro desde que voltou do Mundial Sub-20, puxando contra-ataques sempre com muito perigo pelos flancos. Já Fred dispensa comentários: é, ao lado de Cuca, um dos principais responsáveis pela transformação do Fluminense.

 

Transformação iniciada lá na retaguarda, com Rafael, já que todo bom time, como diz o ditado, deve começar por um grande goleiro, como ele o é.

 

Não é mesmo por acaso que este Flu é forte, sim senhor.

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Festa antes, durante e depois do jogo.

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Sobram adjetivos para qualificar a beleza da torcida tricolor. O mosaico que abriu pouco depois da entrada do time em campo foi para profissional de efeitos especiais algum colocar defeito. Inacreditavelmente lindo!

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O que dizer também dos homens que desceram de parapente no gramado do Maracanã. Tremulando a bandeira do Flu nas alturas, a homenagem emocionou os quase 70 mil tricolores que lotaram o anel do estádio.

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O gol de Fred (o oitavo em oito jogos desde que voltou) no segundo tempo, então, foi a senha para que os tricolores enlouquecessem.

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Loucura que virou esperança ainda mais palpável ao apito final.

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Sexto time que mais pontuou no returno do Campeonato Brasileiro, o Fluminense, com 15 pontos conquistados nos últimos 21, vem recuperando terreno e galgando posições – por muito tempo lanterna isolado da competição, já é agora o 17° colocado, embora sua diferença para o Botafogo, 16°, novamente não tenha diminuído (continua em cinco pontos, agora também para o Coritiba, que voltou para a briga dos clubes que lutam para se manter na Série A).

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Na próxima rodada, porém, em caso de vitória tricolor, ainda que Botafogo e Coritiba vençam seus jogos (o que não seria nada bom), a diferença do Flu para o décimo-sexto colocado obrigatoriamente cairá para quatro pontos. Isto porque o time tem um confronto direto com o Atlético-PR, no Maracanã, que, se derrotado, estacionará nos 43 pontos (contra 39 do time dirigido por Cuca).

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Para chegar na última rodada dependendo apenas de suas forças, no entanto, o Flu torce por um único resultado – uma derrota do Coritiba, já que ambos se enfrentarão, no Couto Pereira, o que possibilitaria a ascensão do Flu à posição do time paranaense.

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Mas o melhor mesmo, claro, é chegar lá já sem a necessidade da vitória.

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Considero legítima a reclamação dos palmeirenses no gol anulado de Obina, já que também não vi nada irregular no lance.

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O que não foi legítimo, porém – e curiosamente não vi ninguém falando nada a respeito –, foi o escanteio que iniciou a jogada do gol, que não existiu. É o próprio Obina quem, de ombros, “cabeceia” a bola pela linha de fundo, como ele mesmo, com gestos, mostrou aos companheiros, para justificar o erro da jogada.

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Simon errou em dose dupla.

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Já está no ar a segunda parte da oitava edição do Baú Tricolor. Esta sobre a vitoriosa Máquina Tricolor, nos anos 70, além do título estadual de 80.

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http://flusaoeternoamor.ning.com

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Alô, macaenses e moradores de cidades do Norte Fluminense! Estarei neste sábado, a partir das 19h, no Farol Vídeo e Livraria (Av. Atlântica, 2550/Loja 12), para o lançamento de “Libertadores 2008 – O Ano em que a Magia Tricolor Encantou o Mundo”. A Praia dos Cavaleiros como pano de fundo.

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Vai ser uma delícia!

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Pelas semifinais da Copa Sul-Americana, o Fluminense vai ao Paraguai, onde enfrenta nesta quarta, às 21h50, o Cerro Porteño.

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Na vontade e na bola, está provado que o Flu, atualmente, pode ganhar de qualquer um. A lamentar, porém, a desastrosa escalação do argentino Hector Baldassi, que prejudicou terrivelmente o Flu na final da Libertadores do ano passado.

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A despeito, Roberto Horcades até chegou a enviar um ofício à sede da Conmebol, que de nada adiantará.

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Mas espere aí: não foi o próprio presidente quem garantiu que Baldassi JAMAIS apitaria novamente um jogo do Flu enquanto estivesse no cargo?

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Artes: Ricardo Lima e Aldo Medeiros.

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Cuca, não está ficando bonito, não. Está é ficando lindo demais.

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Vamos que dá, garotada!

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Gladiador Fred repete Washington, classifica Flu e convoca a torcida: “Esgotem os ingressos”

qui, 05/11/09
por joao marcelo garcez |

Que ninguém duvide: Flu x Palmeiras será um jogão.

 

A bonita tela produzida pelo excelente Marco Gall, semelhante à que fez para o decisivo Flu x São Paulo da Libertadores não é coincidência: Flu x Palmeiras, como o apoteótico Flu x São Paulo, tem apelo semelhante ao de uma final de Copa do Mundo.

 

E não há exagero algum na afirmação anterior. Porque, como naquele, neste também é vida ou morte para o Flu, embora continue sendo possível chegar aos 45 pontos em caso de revés, mas já sem a mesma confiança de antes.

 

Porque, também como naquele, o oponente tricolor vem de São Paulo, o líder Palmeiras, coincidentemente dirigido pelo competente Muricy Ramalho, cuja sensação de déjà vu, ao ver o Maracanã tomado de tricolores, será inevitável.

 

Naquele, Washington, com uma cabeçada fulminante, salvou o Flu ao apagar das luzes.

 

É também ao apagar das luzes que o Tricolor vem tentando se safar neste Campeonato Brasileiro.

 

Luzes, como as dos refletores do Flu, que brilham tanto quanto o sol da manhã. Ou da tarde de domingo, como é desejo de milhões.

 

Milhões, somos milhões em todo o Brasil. Mas seremos milhares no Mário Filho.

 

Milhares que se fazem multiplicar e parecer os tais milhões.

 

Pois a torcida do Flu, só ela, tem o trunfo do Suave Milagre.

 

O Maraca vai ferver.

 

O exército do Flu, do gladiador Fred, à fronte do combate, promete mais uma luta incansável, de raça, entrega e disposição. Luta que o fez vitorioso nas inesquecíveis batalhas contra Atlético-MG, Cruzeiro e Universidad, todos certeiramente alvejados por ele.

 

Batalhas que resgataram a autoconfiança do time e de seu torcedor, de novo em lua-de-mel.

 

Que seja eterno enquanto dure.

 

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Ainda não se sabe se o Fluminense será o campeão da Copa Sul-Americana, mas, independentemente disso, pelo segundo ano consecutivo, o clube chega a uma fase semifinal de uma competição organizada pela Conmebol, o que não é pouco.

 

Ao longo de três fases até aqui, o Tricolor já eliminou adversários de Brasil, Peru e Chile. Irá ao Paraguai na próxima quarta e, se avançar à decisão, enfrentará um oponente também de outro país – o quinto diferente – já que um uruguaio e um equatoriano se enfrentam na outra semifinal.

 

A inédita classificação do Flu a esta etapa da Copa Sul-Americana, com uma campanha invicta até aqui, já credencia o Flu a escrever uma nova epopéia, como fez ano passado, na Libertadores.

 

Epopéia sugerida pelo próprio colunista no texto que antecedeu a estréia do time na competição – “Passo um de uma nova epopéia” –, mal interpretado por alguns leitores, que acusaram o escriba de vender ilusão.

 

Ilusão hoje estampada em jornais de todo o país dando conta de que, a despeito da campanha no Brasileiro, o Fluminense, último representante do país, é semifinalista da Sul-Americana.

 

Nunca antes uma ilusão fora tão mal vendida na história deste planeta…

 

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Classificada como irretocável por Cuca, a atuação do Fluminense no acanhado Estádio Santa Laura foi mesmo de encher os olhos. O torcedor tricolor, pela terceira vez em uma semana, viu seu time triunfar de maneira heróica, à base de muita luta e sacrifício.

 

Sacrifício como o de ficar longe da família por mais de uma semana, em meio à rotina de viagens e concentrações para os decisivos jogos desta reta final de temporada, o que só os valoriza enquanto profissionais.

 

Sacrifício como o de jogar com a incrível dedicação que temos visto, mesmo com atraso salarial, o que é inconcebível.

 

É de emocionar o que vem fazendo este novo time do Fluminense, constituído em sua maioria por jovens valorosos, de alma, aliados à experiência de Conca e Fred, que “comprou de vez o barulho do Flu” e está sendo decisivo em rigorosamente todos os jogos, marcando sete gols nos últimos sete que disputou.

 

Dá gosto de ver.

 

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Muitos tricolores torcem por uma reedição da final entre Fluminense e LDU, para uma histórica revanche da decisão da Libertadores do ano passado.

 

Terão ainda a fase semifinal pela frente, o que não permite cravar que decidirão mesmo o título.

 

Mas a julgar por uma coincidência nestas quartas-de-final, dá pra apostar que os deuses do futebol estão loucos para que sim.

 

Porque, como no ano passado, a LDU superou um time argentino nesta fase da competição, depois de empatar em 1 a 1 no jogo de ida.

 

E também porque, veja você, como aconteceu contra o São Paulo, o camisa 9 tricolor (que na Sul-Americana joga com a 20) fez, de cabeça, o gol da classificação tricolor às semifinais, depois de superar o adversário pelo placar de 3 a 2, somados os dois jogos, o mesmo do contra o Tricolor Paulista.

 

É ou não para deixar a gente animado?

 

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A verdade, porém, é que o Fluminense foi amplamente superior ao Universidad nos dois confrontos, que poderia ser decidido já no primeiro tempo do jogo no Maracanã, quando, graças ao goleiro M. Pinto, o time chileno não saiu goleado.

 

Quinta, no Santa Luzia, o Flu também jogou sempre no campo adversário, mais uma vez explorando as investidas e a velocidade de Maicon pelo lado direito, que vem se tornando peça fundamental no time tricolor. Com o jogo sempre controlado, Rafael foi pouquíssimo ameaçado, e o magro placar de 1 a 0 acabou não retratando com fidelidade a superioridade do Flu.

 

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“Vamos lá que está ficando bonito”. Palavras de Cuca, que, depois de algumas escalações equivocadas no começo, acertou a mão, mandando a campo um time que, além do bom futebol, vem jogando de forma incansável, recusando-se a perder jogo a jogo.

 

Deu liga!

 

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Méritos também ao preparador físico, Ronaldo Torres, que está fazendo o time correr uma barbaridade. Recentemente, porém, Torres disse temer pelo desgaste físico dos jogadores devido ao acúmulo de jogos e viagens.

 

Com a motivação nas alturas, entretanto, creio que o cansaço não será sentido pelos atletas domingo, principalmente porque terão ao seu lado nada menos que 80 mil apaixonados tricolores.

 

Aí, meu amigo, o jogador corre até a maratona de Nova York.

 

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Atenção, moradores de Petrópolis e região: “Libertadores 2008 – O Ano em que a Magia Tricolor Encantou o Mundo” também terá lançamento na Cidade Imperial. Mas diferentemente das noites festivas do Rio de Janeiro e de Macaé  – próximo dia 14 -, o evento na Serra será realizado à tarde, dia 21 de novembro (sábado), na Só Tricolor, do Shopping ABC (Rua Tereza, 1515/Loja 69 – Bairro Alto da Serra).

 

Aos leitores que desejam adquirir o livro pela internet, uma informação: todos os exemplares disponibilizados à livraria Saraiva já foram vendidos. Assim, há ainda a opção de compra pelo site da Flu Boutique (www.fluboutique.com.br).

 

Demais lojas e livrarias:

 

*Livraria Folha Seca  (Rua do Ouvidor, 37 – Centro);

*Empório das Letras (Galeria do Cinema São Luiz, no Largo do Machado);

*Flu Boutique – Laranjeiras (sede do clube);

*Flu Boutique – Barra da Tijuca (Shopping Barra Square: Av. das Américas, 3555 – Bloco 1/Loja 105);

*Só Tricolor – Flamengo (Rua Senador Vergueiro, 44);

*Só Tricolor – Tijuca (Rua Santo Afonso, próximo à Major Ávila);

*Só Tricolor – Niterói (Rua Gavião Peixoto, 104 – Loja 111).

 

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Relato enviado pelo tricolor Rodolfo Nunes a despeito do tratamento dispensado à torcida do Fluminense, domingo passado, no Mineirão. Segundo Rodolfo, que esteve em Belo Horizonte, cerca de 80% dos ingressos destinados aos visitantes foram negociados com torcedores organizados do time mineiro, que, desrespeitosamente, dirigiam-se ao Portão 13 (visitantes) para adquirir os bilhetes que não lhes cabiam.

 

Indignados, dezenas de cariocas procuraram funcionários da  Administração de Estádios do Estado de Minas Gerais (ADEMG), exigindo providências, que não foram tomadas. Resultado: muitos tricolores, como o bravo Rodolfo Nunes só conseguiram ver o jogo depois de se verem obrigados a comprar os ingressos com cambistas.

 

O Estatuto do Torcedor é mesmo só pra inglês ver.

 

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Bonito vídeo produzido pelo cineasta Alexandre Lima, para animar a festa que está por vir.  

 

http://www.youtube.com/watch?v=Zmaeib6ka5E

 

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De Fred, em entrevista concedida à Rádio Globo, minutos antes de sair do Santa Luzia.

 

“Eu só queria mandar um recado pra torcida do Fluzão: lotem o Maracanã, esgotem os ingressos que a festa será bonita”.

 

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Nitroglicerina pura!

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