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Desrespeito com o torcedor alvinegro

Qui, 13/11/08
por diego simao |
categoria Goza ai!

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Outra indicação de leitura hoje (o pessoal anda inspirado) é do blog do Furacão Alvinegro, capitaneado pelo melhor blogueiro da rede alvinegra que é o Ney, e que o qual tenho o prazer de receber sempre aqui no blog com a coluna “Pitáticos”. Leitura indispensável para aquele que deseja refletir um pouco mais sobre essa questão aqui:

 

O eterno presidente João Nilson Zunino, no auge da festa, concentrou todas as suas baterias contra a torcida alvinegra. Segundo ele, a torcida do Figueira foi deselegante e antiética ao usar faixas e cartazes com o “Fica, Zunino”. Parte do texto falta de coragem.

 

Acesse aqui e boa leitura!

 

Abraço do Tainha

 

p.s.: Não entendeu o Moisés? Entra lá e entenda.

 

 

Respeitar é preciso (2)

Qui, 13/11/08
por diego simao |
categoria Brasileiro 2008

O post de hoje é ctrl+v crtl+c aqui no blog, mas ao postar isso é porque eu concordo com a opinião do Eduardo, que escreve para o blog Gigante Alvinegro (acesse aqui a matéria). É um assunto polêmico, e se tratando de algumas críticas que venho recebendo, que são opiniões opostas, mas explicitadas (não sei o porquê) com muita falta de respeito, vou me adiantar.

A minha opinião segue na linha do Eduardo, sem perder a linha de dizer que não concordei, por exemplo, já no início do ano com a permanência do Gallo ainda na primeira fase do Estadual. Achei que se errou ao manter o PC Gusmão no jogo do Flamengo. Que o Mário não seria minha primeira opção. Tadeu então? Até mesmo questão de post foi: Tá! Deu!

A gente dá uma opinião, crítica, e tenta apontar algo, mas muitas vezes não dá. Pessoal esquece que temos um dos orçamentos menores da série A, e isso não é de hoje, faz sete anos. Mesmo assim, nos mantemos, quase chegamos a uma Libertadores quando ficamos em 7º mas por questão de dois pontos. Coisa pouca, sem contar as inúmeras conquistas do futebol de base, estaduais e um vice-campeonato nacional.

Errou esse ano, gastamos mais do que nunca gastamos, portanto, nada de lucro, é ano com maior prejuízo, vendo que, mesmo gastando mais em relação a todos os anos na série A é um dos nossos piores anos. Mesmo assim, ganhamos uma Copa SP e um Estadual. Tudo virá pó? Bem, nessas horas não é bom nem discutir, mas nesses momentos eu prefiro manter a minha opinião, que vai à linha da que o Blog Gigante Alvinegro sustentou. Reconhecimento e respeito, sem esquecer o lado crítico. A questão é sempre ver o dois lados da questão, e não, somente pensar sob a ótica que muita vezes são transmitidas. O começo de semana foi de muito trabalho no Scarpelli com muita reunião para planejar o esforço a fim de salvar o Figueirense dessa situação. Muito pelo contrário do que se distribui por ai dando a idéia de que o Figueirense já estaria planejando a série B. Mas tudo bem, parece que é isso mesmo que muita gente (azul e branca) quer que a gente faça. Por isso que a gente tem de acreditar, coisa nossa, pois pelo outros a gente cai.

Bem segue o texto. Toda opinião contrária é bem vinda, mas lembre-se da questão do respeito, somente isso. Desculpem o tamanho do texto, mas é para refletir um pouco sobre o assunto. E antes que venham falar que sou comprado, já lanço o seguinte desafio: prova, que eu dou todo dinheiro ou qualquer regalia que tenha ocorrido para quem provar. Abraço do Tainha

Já faz alguns dias que venho pensando em escrever sobre o assunto. Agora que os ânimos dos torcedores alvinegros estão um pouco menos exaltados, posso compartilhar minha opinião.


Vejo na comunidade do Figueirense no orkut e em outros sites e blogs especializados em futebol um desrespeito total contra a figura de Anderson Barros e Rodrigo Prisco Paraíso como se eles fossem os únicos culpados pela atual situação do clube. O torcedor tem toda a razão de criticar o trabalho desses profissionais, mas quando a critica vira ofensa o torcedor perdeu toda sua razão.


Anderson Barros é um profissional da bola que tenta diariamente fazer o melhor pelo Figueirense, pois é do clube que o gerente de futebol tira o sustento de sua família. Porém, o futebol não é uma ciência exata. As vezes as coisas não acontecem como a pessoa imagina. É lógico que ele tem que ser cobrado pelos seus erros. Mas Anderson Barros é apenas um funcionário do clube. Se os torcedores não estão contentes com o seu trabalho, devem exigir que o clube procure um outro profissional para trabalhar em seu lugar ou alguém que possa auxiliá-lo.


Também não estou contente com o departamento de futebol. Mas também não posso sai por aí xingando um profissional que deu dois títulos catarinenses e levou o Figueirense a final da Copa do Brasil em apenas três anos. Tem que haver um equilíbrio.

Quanto ao Rodrigo Prisco, vejo que ele tem futuro dentro do Figueirense. Primeiro porque ele é o dirigente alvinegro que mais respeitou o torcedor nos últimos anos. Segundo porque é corajoso. Nos últimos meses vem recebendo todas as críticas sozinho, sendo que muitos estão se protegendo atrás dele. Ninguém lembra mais que o clube é presidido pelo Norton Bopré, que o Lages faz parte do departamento de futebol e que o Paulo Prisco é o Presidente da Figueirense Participações.


Também gostaria de abordar a covardia de alguns membros da imprensa, que se aproveitam da atual situação para desabafar e destilar veneno contra a cúpula alvinegra. Após o jogo contra o Atlético Paranaense, por exemplo, quando a torcida protestava pedindo a saída do Anderson Barros, uma jornalista paulista e que trabalha em uma rádio de Florianópolis aproveitou a situação para lembrar fatos passados do gerente de futebol alvinegro, como que querendo ver o circo pegar fogo.

Quando o clube esta bem é só tapinha nas costas, quando o clube esta mal ninguém presta.


Quero dizer também que após ficar definida a situação do Figueirense para o ano que vem, este blog irá apontar os erros cometidos este ano pelo clube e quais seriam as soluções para o ano que vem. Isso será feito com RESPONSABILIDADE. Vou fazer isso porque quero o melhor para o Figueirense.

Criticar por criticar, sem apontar as soluções, é coisa de avaiano. Lembro que o Figueirense só conseguiu chegar na série A porque uniu suas forças.

O “Craque da Galera” continua!

Qua, 12/11/08
por diego simao |
categoria Brasileiro 2008

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A “Galera” decidiu em primeiro turno que o craque do Figueira esse ano foi o Cleiton Xavier. Agora é a hora de ele disputar com os jogadores dos outros times o prêmio que vai ser dado pelo voto popular, aqui, pelo Globoesporte.com.

Vote e ajude o Xavier para ser escolhido entre os craques do Brasileiro. Se ele merece, é outra coisa, e vamos ser sinceros, quem é o craque esse ano? Não sei. Nenhum teve regularidade. Cleiton quando jogou bem foi até citado pelo Lédio Carmona como um sério candidato ao título, mas é sensível que depois ele descambou.

Enfim, de qualquer maneira, se não for ele, dê seu voto e ajude a escolher o “Craque da Galera” que irá receber o prêmio no Craque do Brasileirão, festa de encerramento do Brasileirão 2008.

Abraço do Tainh

P.s.: Só para constar, já que tem gente que não entendeu parece. Cleiton foi eleito na primeira fase da votação pela torcida. Eu votei no Wilson, acho que foi muito mais decisivo para o Figueira que o Cleiton ou o próprio Marquinho, mas ganhou o Cleiton. Se achar que ele não é o craque, não vota nele, eu mesmo não sei em quem votar também. Votem, afinal, é o prêmio que a galera dá, escolha o que você acha que foi o melhor do Brasileirão. Abraço!

Vamos apoiar?

Qua, 12/11/08
por diego simao |

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Difícil a situação do Figueirense? Não é horrível, mesmo assim a gente não pode jogar a toalha enquanto a gente tiver chance. O Figueirense é nosso, o nosso time do coração, se não apoiarmos, quem apóia? É complicado acreditar, mas quem acredita, deixe sua mensagem de apoio aos jogadores. São eles que vão para lá, dentro do gramado defender a camisa. Podemos não gostar de alguns, mas ainda sim são os nossos jogadores. Agora não é mais razão, é emoção e esperança. Vamos que vamos! Quebra tudo Figueira! Tainha

Para reforçar: No orkut a corrente para incentivar o time, ou mesmo, só dizer que “acredita” no Figueira ganhou tópico. Pedem para colocar uma versão reduzida dessa imagem acima. Legal a iniciativa. Agora é rezar, pois não tá fácil. Acesse e veja! Abraço do Tainha

A volta de Bruno Aguiar?

Qua, 12/11/08
por diego simao |
categoria Brasileiro 2008

Uns vão, outros ficam

Por mais que ano não tenha acabo ainda, alguns atletas já começam a definir seu futuro, pelo menos no Scarpelli. Alguns saem, outros ficam. Leo Mattos é um deles, só que ele se encontra entre de saída. O lateral não permanece no Figueirense para 2009. Não foi aproveitado, e o clube o atleta chegaram a um acordo amigável encerando o contrato antecipadamente, tendo em vista que o mesmo teria compromisso como o alvinegro até fim de 2009.

Porém não são somente aqueles que saem. Bruno Perone, que não é unanimidade na torcida, agradou alguns clubes e despertou o interesse. Tanto que o Figueirense se interessa pela sua permanência e já trabalha para renovação de seu contrato. Tanto a notícia da saída de Leo Mattos, quanto da permanência de Perone saíram no Meu Figueira.

Outros atletas possuem seus destinos indefinidos, porém sobre alguns o clube já manifestou interesse. Um deles é Alex Bruno, que possui contrato somente até o fim do ano, mas o clube já demonstrou interesse. Wilson também é interesse (como não poderia deixar de ser), seu contrato com o Flamengo termina em março do ano que vem, e ai que se definirá seu destino. Entretanto lembrando que mesmo apartamento aqui ele já adquiriu, e a sua vontade de ficar também explicita, são muito boas as chances de isso ocorrer. Ainda há casos a serem analisados como Edu Sales, Ricardinho e Leandro Carvalho, que igualmente bruno-aguiar.JPGcomo Leo Mattos possuía contrato até o fim de 2009, mas sobre eles, pouco se sabe.

A volta de Bruno Aguiar contra o São Paulo?

Serão cinco desfalques, dentre eles dois são mais sensíveis: Marquinho e Alex Bruno. Vai ser um jogo mais do que difícil contra o líder do campeonato, que vem embalado no Figueirense, diferente do Grêmio que vinha descendente. Entretanto, para quem não acredita, lembrem que o Figueirense já tirou da liderança dois times: o Palmeiras com o empate aqui em casa, e o Grêmio, empatando com o mesmo em pleno Olímpico. Difícil? Sim, impossível não.

Marquinho é ponto de equilíbrio do time, já falamos sobre isso aqui. Tanto que me lembro que falaram que ao mesmo tempo Cleiton Xavier também é importante, mas como disse, eu acho Marquinho mais importante hoje que Cleiton. Tanto é que o Figueirense sofreu muito mais com a falta de Marquinho do que com a falta de Xavier. Faz tempo que Cleinton Xavier não demonstra seu futebol esplendoroso, mas quem sabe volta na hora certa?

O zagueiro Alex Bruno, assim como Cazumba, os quais vieram do São Paulo por empréstimo até o fim do ano não irão atuar contra o São Paulo por força de contrato. Alex vem fazendo a diferença na zaga, mesmo que no último jogo a bagunça do time foi geral e nem mesmo Pelé ajudaria. Além dele não joga Bruno Perone na zaga também, o que limita nossas opções para a zaga. Ainda se sente a falta de Magal que se encontra no DM, e Leandro Carvalho por terceiro cartão também não jogarão.

Será que volta Bruno Aguiar então?

Quando chegou ficou sob o olhar desconfiado do torcedor, mas foi galgando seu espaço. Entretanto com a entrada de Mário ao comando Aguiar acabou sacado da titularidade, e assim, sumiu um pouco. O jogo contra o São Paulo pode ser a chance de este demonstrar mais uma vez, se for escalado, seu futebol que não é ruim. O que você acha torcedor?

Abraço do Tainha

P.s.: Antes que me esqueça, parabéns ao Avaí pelo merecido acesso. Acho que existe uma sina de chover na Capital quando um time vai subir. Agora ridículos aqueles que ao invés de comemorar o acesso vem querer falar mal da torcida do Figueirense. O que a gente tem a ver com isso? Pelo amor de Deus, parece que se importam mais com a gente do que com o próprio time. Sorte, que são pessoas isoladas. Parabéns Avaí!

O Figueirense não pode jogar a toalha…

Ter, 11/11/08
por diego simao |
categoria Brasileiro 2008

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De um lado se pede explicações, de outro já se quer a cabeça de muitos jogadores. Nessa confusão toda até gente lançando foto dos jogadores dizendo que eles estavam fazendo festa em meio a essa tragédia toda apareceu. Precisamos ter calma.

As explicações são obrigadas a vir, uma hora ou outra. Independente de cair ou se manter (essa ultima já quase por milagre) vão exigir do Figueirense uma comunicação direta com o torcedor e explicar a má fase que acometeu esse ano. Foi um ano ruim, mas pior não é o time ruim, e sim toda a zona pela subida do Avaí, sejamos sinceros.

O problema disso tudo é que eu ainda acho que não é à hora. Mas é uma opinião minha. Acho que o Figueirense nesse momento deve estar focado, como se encontra, em tentar, até o último segundo, segurar a vaga. É possível? Sim, mas improvável. Acredita quem quiser.

Entretanto se a Diretoria vem a público agora para falar vai acabar dando sinal que jogou a toalha. Oras, as explicações pela má fase vem há muito tempo sendo faladas e inclusive vai ser tema de um dos posts futuros ainda essa semana. Entretanto não é um fechamento de balanço como o pessoal quer, é a transcrever o que se passou até agora

Mas imagina se o Clube joga a toalha? Não pode…

Entre outras coisas, se falou com concretude em colocar jogadores da base. Coisa que nem é de agora, é um pedido de todos que ocorre a muito tempo. Quanta vez já não se pediu Talhetti? Ou mesmo, que se coloquem Fernandes a meio rendimento, já que é melhor do que o Ramón a 150%. Tem muito jogador bom na base, vide Edson Galvão e Marquinhos Jr. Desses três teríamos uma espinha dorsal que falta ao Figueirense. Um volante que sabe sair e sabe passar, um meia muitíssimo habilidoso e Marquinho Jr, atacante que na corrida, ou seja, bom para o contra ataque, que já marcou pelo profissional.

Se não bastasse essa garotada da Copa SP, ainda temos mais gurizada do juvenil que subiu para o Junior, além do pessoal do futebol infantil (foto), que conquistou a vaga para final estadual contra o Criciúma. Tem muita garotada ai para entrar. Entretanto, é a hora? Bem, sei lá, ultimamente vale até mesmo fazer macumba.

Em minha opinião, para um jogo contra o São Paulo, por exemplo, cabia encaixar esses três, nem que fosse ao banco, como opção. Uma pena que eles não estejam treinando entre os titulares, assim já acaba diminuindo essa chance. Bem difícil, mas era um desejo. A gente quer ajudar, de alguma maneira, esperamos que o time correspondesse em campo, independente de quem entrar.

Problema é que tudo conspira contra. É temporal. É erro de arbitragem (neste quesito, inclusive, o Figueira é o segundo mais prejudicado entre os times da série A conforme levantamento tanto do Globoesporte.com, se não fossem os erros, hoje, o pessoal não estaria muito preocupado, estariamos em 14o, mas alguém fala disso?). É gol aos 49 do segundo tempo. Tudo! Crise mundial, Obama nos EUA, até o Avaí sobe! Veja, o mundo anda uma loucura.

Mas disso tudo uma coisa é muita certa, o clube, a Diretoria, é a última que pode jogar a toalha. Mesmo com os erros que aconteceram.

Abraço do Tainha

Família Alvinegra

Ter, 11/11/08
por diego simao |

 

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O orgulho de ser alvinegro não se expõe somente em tempo de felicidade, mesmo em tempos difíceis os alvinegros não escondem suas paixões, afinal, independente de onde estiver o torcedor alvinegro é apaixonado pelo seu time.

Em mais um retrato da família alvinegra, uma foto da festa de pó novo Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado, Dr. Victor José Sebem Ferreira, cuja posse aconteceu na última sexta-feira. Na recepção, o ilustre desembargador fez absoluta questão de recepcionar seus convidados homenageando uma de suas grandes paixões, o Figueirense.

Na foto um leque de ilustres alvinegros com os desembargadores e magistrados Sérgio Torres Paladino, Marcus Túlio Sartorato, Jorge Henrique Schaefer Martins, Roberto Pacheco Lucas, Marlon Negri, Luis Paulo Lodetti e Marcelo Carlin. E entre todas essas feras o grade pequeno mascote, o Nícola Sérgio Sobierajski Lodetti, este que é alvinegro desde criancinha!

Abraço a todos e um em especial ao Dr. Victor!

Tainha alvinegra

Velório alvinegro rolando, mas já morreu?

Seg, 10/11/08
por diego simao |
categoria Brasileiro 2008

velorio.JPGA maior parte de Florianópolis passou o domingo, e continua ainda hoje pensando na marcha fúnebre como tema musical de fim de ano. O velório do Figueira se encontra armado e rolando, porém esqueceram de colocar a vela no nariz do defunto.

Macabro ein Tainha!

Entretanto é a analogia que me vem à cabeça. Falo isso porque apesar de parecer morto, o corpo ainda está quente. Os antigos, para saber se a pessoa se encontrava morta colocava a vela acessa na frente do nariz, pois se a chama se movimentasse o defunto não era tão defunto assim. Era tradição.

É a pior situação nos últimos dez anos da nova administração. Depois de muitos acertos e erros também (pois não é primeira vez que lutamos contra o rebaixamento: 2002, o ano que entramos e 2005, o ano do Edílson) essa ano, ao que tudo indica, o pior dos piores poderá acontecer. Poderia aqui escrever sobre tudo e refletir, mas não vou fazer isso agora. Por quê? Pois ainda resta uma esperança, e ela, é a última que morre.

Para muitos ela já morreu, é só observar pelos comentários. A tristeza se abateu, estamos velando o corpo, mas ninguém se ligou de colocar a vela. É ser esperançoso demais, claro, mas a morte ainda não se encontra consumada, mesmo que, sendo realista, o Figueirense é hoje um time fantasma, quase como o Cleiton ai na foto, feio pacas…

Se for exagero acreditar, bem, que seja, mas como eu já falei, se não for o torcedor alvinegro, quem o fará? Bem, chance existe, mas o que minimiza nossas esperanças são os nossos resultados. Vitória? Só me lembro do time do meu querido Fábio lá do nordeste, fora isso, em minha mente fica complicado lembrar, faz tempo. Agora esperar que isso aconteça logo no fim do campeonato? Enfim, apesar de improvável, seria o ideal, mas ao bater no fundo do poço ontem, desanima qualquer um.

Pessimista? Em meio a universo dos torcedores hoje me considero um “mega” otimista, porém muitas vezes eu fico com duvida comigo mesmo se é esse um sentimento verdadeiro e racional, ou simplesmente, obra da minha paixão. Eu não quero deixar a luz de apagar, e se ela se mexer, com toda certeza ela não vem do sul, pois lá, estão se preparando para tirar o atraso de dez anos. Prefiro ser aquele que apaga a luz, do que deixar o pessoal na mão, pois mais que eles não venham merecendo o apoio dado.

Entretanto, com mesmo passo que aprendemos que é sempre errado gritar vitória antes do tempo, analogamente, jogara a toalha antes do tempo, no futebol, também, pode ser um erro. Não quero pecar por falta de otimismo. Se for para errar, que seja errando por excesso de amor ao time, e quanto a isso, não se precisa ter vergonha, afinal, não tem nada mais bonito que amar. Agora a questão é ter seu amor retribuído. Quem sabe! Se não for correspondido, pelo menos se tratou de algo puro e bonito.

Abraço do Tainha

P.s.: É um abuso, mas “EU NÃO LIGO PARA OS PESSIMISTAS, EU ACREDITO NO MEU FIGUEIRA”!

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Dom, 09/11/08
por diego simao |

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Ortodoxia improdutiva

A carreira de Mário Sérgio é marcada pela ciclotimia e, principalmente, pela ortodoxia. O técnico é mais ortodoxo que bula de remédio, como diria o Analista de Bagé. Tem uma concepção de futebol e não abre mão dela. Seria uma virtude, se os resultados fossem positivos, mas como não são, passa a ser simplesmente teimosia pouco inteligente.

Se os resultados não são os esperados, é preciso rever conceitos, o que Mário Sérgio não faz. No sábado, o time precisava vencer, mas o técnico tem uma dificuldade atávica de armar a equipe para buscar a vitória.

A escalação inicial não era das piores, com Cazumba na ala, Marquinho no meio e a volta de Alex à zaga. Mário Sérgio repetiu, no entanto, a mesma forma de jogar do time do ano passado quando precisava pressionar o adversário. O técnico adianta sete jogadores para além da intermediária defensiva do adversário, abre um zagueiro pela esquerda, outro pela direita e deixa o terceiro pelo meio.

Com a concentração de tantos jogadores num espaço tão pequeno de campo, a vida do adversário é facilitada. No ano passado, ainda havia jogadores capazes de tirar um coelho da cartola aqui e ali. Chicão tinha boa saída de bola. André Santos era capaz de abrir defesas em jogadas individuais. Vitor Simões era um bom finalizador.

Agora, o time precisava de mais força coletiva do que depender de individualidades, além de necessitar de uma grande força emocional para enfrentar a pressão. Mário Sérgio não conseguiu fazer nem uma coisa nem outra.

Assim, o Figueira não tinha como furar o bloqueio atleticano e ainda dava grande campo para os contra-ataques adversários. Até sofrer o primeiro gol, o Figueirense viveu de bolas esticadas para o ataque sem levar perigo algum. Depois, curiosamente, botou a bola no chão. E aí Cleiton, Marquinho, Cazumba, apareceram mais. O time criou chances claras mas não chegou ao empate.

No segundo tempo, Mário Sérgio teve que enfrentar uma armadilha criada por ele mesmo. A escalação do banco de reservas lhe dava pouquíssimas opções para virar o jogo. Parece que o técnico foi acometido de um otimismo irrefreável ao definir os reservas. Ao listar Gustavo, Anderson Luís, Rafael Lima, William Matheus, Leandro Carvalho, Ramon e Rafael Coelho para o banco, Mário Sérgio devia ter a crença que o time titular fatalmente conseguiria abrir vantagem sobre o Atlético-PR e depois seria apenas administrar o resultado.

Ao sair perdendo, Mário Sérgio estava de mãos atadas. Como opção real só Rafael Coelho – jogador preterido pelo técnico que teria que assumir a condição de salvador da pátria – e Ramon que não se mostrou até agora opção para coisa alguma.

Mesmo assim, tentou. Tirou Perone e botou Rafael Coelho. Jogar com três atacantes no desespero poucas vezes dá resultados, pelo menos que eu lembre. Posicionou o time num 4-3-3, mas estranhamente recuou Gomes para a zaga e posicionou Alex Bruno como lateral direito.O Atlético-PR recuou ainda mais e o Figueira rodou mais a bola e criou mais algumas chances. Mas aí veio o segundo gol e a vaca foi definitivamente para o brejo.

No balanço de perdas e danos, o Figueira perdeu o jogo na bola parada. Fruto de treino, de mais qualidade técnica e/ou de mais confiança, o Atlético-PR aproveitou duas chances em cobrança de faltas e venceu a partida.

Enquanto isso, o Figueira, com um time tão limitado tecnicamente, mas com vários jogadores altos e fortes, não consegue aproveitar os vários escanteios e faltas laterais a seu favor. Não parece haver treino, controle psicológico ou qualidade técnica para levar perigo ao adversário. Parece que o time se limita a jogar a bola no bolo e ver o que acontece.

É muito pouco para quem precisa vencer.

Por que não trocar de técnico?

Como última e desesperada tentativa de reagir, o Figueira poderia trocar de técnico para os quatro jogos que faltam. Pior que está não vai ficar. Poderia trazer um treinador para tentar a improvável reação e, independente do resultado, ajudar a organizar a temporada 2009 ou poderia definir Rogério Micale, dos juniores, como interino, dar uma sacudida geral e ver o que acontece. Como diz o ditado, “a quem está no inferno não custa dar um abraço no capeta”.

Ney Pacheco

Jornalista alvinegro e escreve também para o blog Furacão Alvinegro (acesse aqui)

 

Jogar ou não jogar a toalha?

Sáb, 08/11/08
por diego simao |
categoria Brasileiro 2008

Tadeu?

Ramón?

E tantas outras coisas…

Jogar ou não jogar a toalha? Eis a questão… Não há muito a se falar, agora é rezar, pois o pior dos mundos aparece como uma realidade cada vez mais concreta. Desanima ver um time perdido em campo, por conseqüência, o torcedor, com razão perde a confiança e a paciência. Os erros se acumulam, mas não dá para entender um time que não reage em campo. Não mesmo, nem com a torcida apoiando, o que querem?

Que saudades do Figueirense…

Abraço melancólico do Tainha


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