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O “Craque da Galera” continua!

Qua, 12/11/08
por diego simao |
categoria Brasileiro 2008

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A “Galera” decidiu em primeiro turno que o craque do Figueira esse ano foi o Cleiton Xavier. Agora é a hora de ele disputar com os jogadores dos outros times o prêmio que vai ser dado pelo voto popular, aqui, pelo Globoesporte.com.

Vote e ajude o Xavier para ser escolhido entre os craques do Brasileiro. Se ele merece, é outra coisa, e vamos ser sinceros, quem é o craque esse ano? Não sei. Nenhum teve regularidade. Cleiton quando jogou bem foi até citado pelo Lédio Carmona como um sério candidato ao título, mas é sensível que depois ele descambou.

Enfim, de qualquer maneira, se não for ele, dê seu voto e ajude a escolher o “Craque da Galera” que irá receber o prêmio no Craque do Brasileirão, festa de encerramento do Brasileirão 2008.

Abraço do Tainh

P.s.: Só para constar, já que tem gente que não entendeu parece. Cleiton foi eleito na primeira fase da votação pela torcida. Eu votei no Wilson, acho que foi muito mais decisivo para o Figueira que o Cleiton ou o próprio Marquinho, mas ganhou o Cleiton. Se achar que ele não é o craque, não vota nele, eu mesmo não sei em quem votar também. Votem, afinal, é o prêmio que a galera dá, escolha o que você acha que foi o melhor do Brasileirão. Abraço!

A volta de Bruno Aguiar?

Qua, 12/11/08
por diego simao |
categoria Brasileiro 2008

Uns vão, outros ficam

Por mais que ano não tenha acabo ainda, alguns atletas já começam a definir seu futuro, pelo menos no Scarpelli. Alguns saem, outros ficam. Leo Mattos é um deles, só que ele se encontra entre de saída. O lateral não permanece no Figueirense para 2009. Não foi aproveitado, e o clube o atleta chegaram a um acordo amigável encerando o contrato antecipadamente, tendo em vista que o mesmo teria compromisso como o alvinegro até fim de 2009.

Porém não são somente aqueles que saem. Bruno Perone, que não é unanimidade na torcida, agradou alguns clubes e despertou o interesse. Tanto que o Figueirense se interessa pela sua permanência e já trabalha para renovação de seu contrato. Tanto a notícia da saída de Leo Mattos, quanto da permanência de Perone saíram no Meu Figueira.

Outros atletas possuem seus destinos indefinidos, porém sobre alguns o clube já manifestou interesse. Um deles é Alex Bruno, que possui contrato somente até o fim do ano, mas o clube já demonstrou interesse. Wilson também é interesse (como não poderia deixar de ser), seu contrato com o Flamengo termina em março do ano que vem, e ai que se definirá seu destino. Entretanto lembrando que mesmo apartamento aqui ele já adquiriu, e a sua vontade de ficar também explicita, são muito boas as chances de isso ocorrer. Ainda há casos a serem analisados como Edu Sales, Ricardinho e Leandro Carvalho, que igualmente bruno-aguiar.JPGcomo Leo Mattos possuía contrato até o fim de 2009, mas sobre eles, pouco se sabe.

A volta de Bruno Aguiar contra o São Paulo?

Serão cinco desfalques, dentre eles dois são mais sensíveis: Marquinho e Alex Bruno. Vai ser um jogo mais do que difícil contra o líder do campeonato, que vem embalado no Figueirense, diferente do Grêmio que vinha descendente. Entretanto, para quem não acredita, lembrem que o Figueirense já tirou da liderança dois times: o Palmeiras com o empate aqui em casa, e o Grêmio, empatando com o mesmo em pleno Olímpico. Difícil? Sim, impossível não.

Marquinho é ponto de equilíbrio do time, já falamos sobre isso aqui. Tanto que me lembro que falaram que ao mesmo tempo Cleiton Xavier também é importante, mas como disse, eu acho Marquinho mais importante hoje que Cleiton. Tanto é que o Figueirense sofreu muito mais com a falta de Marquinho do que com a falta de Xavier. Faz tempo que Cleinton Xavier não demonstra seu futebol esplendoroso, mas quem sabe volta na hora certa?

O zagueiro Alex Bruno, assim como Cazumba, os quais vieram do São Paulo por empréstimo até o fim do ano não irão atuar contra o São Paulo por força de contrato. Alex vem fazendo a diferença na zaga, mesmo que no último jogo a bagunça do time foi geral e nem mesmo Pelé ajudaria. Além dele não joga Bruno Perone na zaga também, o que limita nossas opções para a zaga. Ainda se sente a falta de Magal que se encontra no DM, e Leandro Carvalho por terceiro cartão também não jogarão.

Será que volta Bruno Aguiar então?

Quando chegou ficou sob o olhar desconfiado do torcedor, mas foi galgando seu espaço. Entretanto com a entrada de Mário ao comando Aguiar acabou sacado da titularidade, e assim, sumiu um pouco. O jogo contra o São Paulo pode ser a chance de este demonstrar mais uma vez, se for escalado, seu futebol que não é ruim. O que você acha torcedor?

Abraço do Tainha

P.s.: Antes que me esqueça, parabéns ao Avaí pelo merecido acesso. Acho que existe uma sina de chover na Capital quando um time vai subir. Agora ridículos aqueles que ao invés de comemorar o acesso vem querer falar mal da torcida do Figueirense. O que a gente tem a ver com isso? Pelo amor de Deus, parece que se importam mais com a gente do que com o próprio time. Sorte, que são pessoas isoladas. Parabéns Avaí!

O Figueirense não pode jogar a toalha…

Ter, 11/11/08
por diego simao |
categoria Brasileiro 2008

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De um lado se pede explicações, de outro já se quer a cabeça de muitos jogadores. Nessa confusão toda até gente lançando foto dos jogadores dizendo que eles estavam fazendo festa em meio a essa tragédia toda apareceu. Precisamos ter calma.

As explicações são obrigadas a vir, uma hora ou outra. Independente de cair ou se manter (essa ultima já quase por milagre) vão exigir do Figueirense uma comunicação direta com o torcedor e explicar a má fase que acometeu esse ano. Foi um ano ruim, mas pior não é o time ruim, e sim toda a zona pela subida do Avaí, sejamos sinceros.

O problema disso tudo é que eu ainda acho que não é à hora. Mas é uma opinião minha. Acho que o Figueirense nesse momento deve estar focado, como se encontra, em tentar, até o último segundo, segurar a vaga. É possível? Sim, mas improvável. Acredita quem quiser.

Entretanto se a Diretoria vem a público agora para falar vai acabar dando sinal que jogou a toalha. Oras, as explicações pela má fase vem há muito tempo sendo faladas e inclusive vai ser tema de um dos posts futuros ainda essa semana. Entretanto não é um fechamento de balanço como o pessoal quer, é a transcrever o que se passou até agora

Mas imagina se o Clube joga a toalha? Não pode…

Entre outras coisas, se falou com concretude em colocar jogadores da base. Coisa que nem é de agora, é um pedido de todos que ocorre a muito tempo. Quanta vez já não se pediu Talhetti? Ou mesmo, que se coloquem Fernandes a meio rendimento, já que é melhor do que o Ramón a 150%. Tem muito jogador bom na base, vide Edson Galvão e Marquinhos Jr. Desses três teríamos uma espinha dorsal que falta ao Figueirense. Um volante que sabe sair e sabe passar, um meia muitíssimo habilidoso e Marquinho Jr, atacante que na corrida, ou seja, bom para o contra ataque, que já marcou pelo profissional.

Se não bastasse essa garotada da Copa SP, ainda temos mais gurizada do juvenil que subiu para o Junior, além do pessoal do futebol infantil (foto), que conquistou a vaga para final estadual contra o Criciúma. Tem muita garotada ai para entrar. Entretanto, é a hora? Bem, sei lá, ultimamente vale até mesmo fazer macumba.

Em minha opinião, para um jogo contra o São Paulo, por exemplo, cabia encaixar esses três, nem que fosse ao banco, como opção. Uma pena que eles não estejam treinando entre os titulares, assim já acaba diminuindo essa chance. Bem difícil, mas era um desejo. A gente quer ajudar, de alguma maneira, esperamos que o time correspondesse em campo, independente de quem entrar.

Problema é que tudo conspira contra. É temporal. É erro de arbitragem (neste quesito, inclusive, o Figueira é o segundo mais prejudicado entre os times da série A conforme levantamento tanto do Globoesporte.com, se não fossem os erros, hoje, o pessoal não estaria muito preocupado, estariamos em 14o, mas alguém fala disso?). É gol aos 49 do segundo tempo. Tudo! Crise mundial, Obama nos EUA, até o Avaí sobe! Veja, o mundo anda uma loucura.

Mas disso tudo uma coisa é muita certa, o clube, a Diretoria, é a última que pode jogar a toalha. Mesmo com os erros que aconteceram.

Abraço do Tainha

Velório alvinegro rolando, mas já morreu?

Seg, 10/11/08
por diego simao |
categoria Brasileiro 2008

velorio.JPGA maior parte de Florianópolis passou o domingo, e continua ainda hoje pensando na marcha fúnebre como tema musical de fim de ano. O velório do Figueira se encontra armado e rolando, porém esqueceram de colocar a vela no nariz do defunto.

Macabro ein Tainha!

Entretanto é a analogia que me vem à cabeça. Falo isso porque apesar de parecer morto, o corpo ainda está quente. Os antigos, para saber se a pessoa se encontrava morta colocava a vela acessa na frente do nariz, pois se a chama se movimentasse o defunto não era tão defunto assim. Era tradição.

É a pior situação nos últimos dez anos da nova administração. Depois de muitos acertos e erros também (pois não é primeira vez que lutamos contra o rebaixamento: 2002, o ano que entramos e 2005, o ano do Edílson) essa ano, ao que tudo indica, o pior dos piores poderá acontecer. Poderia aqui escrever sobre tudo e refletir, mas não vou fazer isso agora. Por quê? Pois ainda resta uma esperança, e ela, é a última que morre.

Para muitos ela já morreu, é só observar pelos comentários. A tristeza se abateu, estamos velando o corpo, mas ninguém se ligou de colocar a vela. É ser esperançoso demais, claro, mas a morte ainda não se encontra consumada, mesmo que, sendo realista, o Figueirense é hoje um time fantasma, quase como o Cleiton ai na foto, feio pacas…

Se for exagero acreditar, bem, que seja, mas como eu já falei, se não for o torcedor alvinegro, quem o fará? Bem, chance existe, mas o que minimiza nossas esperanças são os nossos resultados. Vitória? Só me lembro do time do meu querido Fábio lá do nordeste, fora isso, em minha mente fica complicado lembrar, faz tempo. Agora esperar que isso aconteça logo no fim do campeonato? Enfim, apesar de improvável, seria o ideal, mas ao bater no fundo do poço ontem, desanima qualquer um.

Pessimista? Em meio a universo dos torcedores hoje me considero um “mega” otimista, porém muitas vezes eu fico com duvida comigo mesmo se é esse um sentimento verdadeiro e racional, ou simplesmente, obra da minha paixão. Eu não quero deixar a luz de apagar, e se ela se mexer, com toda certeza ela não vem do sul, pois lá, estão se preparando para tirar o atraso de dez anos. Prefiro ser aquele que apaga a luz, do que deixar o pessoal na mão, pois mais que eles não venham merecendo o apoio dado.

Entretanto, com mesmo passo que aprendemos que é sempre errado gritar vitória antes do tempo, analogamente, jogara a toalha antes do tempo, no futebol, também, pode ser um erro. Não quero pecar por falta de otimismo. Se for para errar, que seja errando por excesso de amor ao time, e quanto a isso, não se precisa ter vergonha, afinal, não tem nada mais bonito que amar. Agora a questão é ter seu amor retribuído. Quem sabe! Se não for correspondido, pelo menos se tratou de algo puro e bonito.

Abraço do Tainha

P.s.: É um abuso, mas “EU NÃO LIGO PARA OS PESSIMISTAS, EU ACREDITO NO MEU FIGUEIRA”!

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Dom, 09/11/08
por diego simao |

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Ortodoxia improdutiva

A carreira de Mário Sérgio é marcada pela ciclotimia e, principalmente, pela ortodoxia. O técnico é mais ortodoxo que bula de remédio, como diria o Analista de Bagé. Tem uma concepção de futebol e não abre mão dela. Seria uma virtude, se os resultados fossem positivos, mas como não são, passa a ser simplesmente teimosia pouco inteligente.

Se os resultados não são os esperados, é preciso rever conceitos, o que Mário Sérgio não faz. No sábado, o time precisava vencer, mas o técnico tem uma dificuldade atávica de armar a equipe para buscar a vitória.

A escalação inicial não era das piores, com Cazumba na ala, Marquinho no meio e a volta de Alex à zaga. Mário Sérgio repetiu, no entanto, a mesma forma de jogar do time do ano passado quando precisava pressionar o adversário. O técnico adianta sete jogadores para além da intermediária defensiva do adversário, abre um zagueiro pela esquerda, outro pela direita e deixa o terceiro pelo meio.

Com a concentração de tantos jogadores num espaço tão pequeno de campo, a vida do adversário é facilitada. No ano passado, ainda havia jogadores capazes de tirar um coelho da cartola aqui e ali. Chicão tinha boa saída de bola. André Santos era capaz de abrir defesas em jogadas individuais. Vitor Simões era um bom finalizador.

Agora, o time precisava de mais força coletiva do que depender de individualidades, além de necessitar de uma grande força emocional para enfrentar a pressão. Mário Sérgio não conseguiu fazer nem uma coisa nem outra.

Assim, o Figueira não tinha como furar o bloqueio atleticano e ainda dava grande campo para os contra-ataques adversários. Até sofrer o primeiro gol, o Figueirense viveu de bolas esticadas para o ataque sem levar perigo algum. Depois, curiosamente, botou a bola no chão. E aí Cleiton, Marquinho, Cazumba, apareceram mais. O time criou chances claras mas não chegou ao empate.

No segundo tempo, Mário Sérgio teve que enfrentar uma armadilha criada por ele mesmo. A escalação do banco de reservas lhe dava pouquíssimas opções para virar o jogo. Parece que o técnico foi acometido de um otimismo irrefreável ao definir os reservas. Ao listar Gustavo, Anderson Luís, Rafael Lima, William Matheus, Leandro Carvalho, Ramon e Rafael Coelho para o banco, Mário Sérgio devia ter a crença que o time titular fatalmente conseguiria abrir vantagem sobre o Atlético-PR e depois seria apenas administrar o resultado.

Ao sair perdendo, Mário Sérgio estava de mãos atadas. Como opção real só Rafael Coelho – jogador preterido pelo técnico que teria que assumir a condição de salvador da pátria – e Ramon que não se mostrou até agora opção para coisa alguma.

Mesmo assim, tentou. Tirou Perone e botou Rafael Coelho. Jogar com três atacantes no desespero poucas vezes dá resultados, pelo menos que eu lembre. Posicionou o time num 4-3-3, mas estranhamente recuou Gomes para a zaga e posicionou Alex Bruno como lateral direito.O Atlético-PR recuou ainda mais e o Figueira rodou mais a bola e criou mais algumas chances. Mas aí veio o segundo gol e a vaca foi definitivamente para o brejo.

No balanço de perdas e danos, o Figueira perdeu o jogo na bola parada. Fruto de treino, de mais qualidade técnica e/ou de mais confiança, o Atlético-PR aproveitou duas chances em cobrança de faltas e venceu a partida.

Enquanto isso, o Figueira, com um time tão limitado tecnicamente, mas com vários jogadores altos e fortes, não consegue aproveitar os vários escanteios e faltas laterais a seu favor. Não parece haver treino, controle psicológico ou qualidade técnica para levar perigo ao adversário. Parece que o time se limita a jogar a bola no bolo e ver o que acontece.

É muito pouco para quem precisa vencer.

Por que não trocar de técnico?

Como última e desesperada tentativa de reagir, o Figueira poderia trocar de técnico para os quatro jogos que faltam. Pior que está não vai ficar. Poderia trazer um treinador para tentar a improvável reação e, independente do resultado, ajudar a organizar a temporada 2009 ou poderia definir Rogério Micale, dos juniores, como interino, dar uma sacudida geral e ver o que acontece. Como diz o ditado, “a quem está no inferno não custa dar um abraço no capeta”.

Ney Pacheco

Jornalista alvinegro e escreve também para o blog Furacão Alvinegro (acesse aqui)

 

Jogar ou não jogar a toalha?

Sáb, 08/11/08
por diego simao |
categoria Brasileiro 2008

Tadeu?

Ramón?

E tantas outras coisas…

Jogar ou não jogar a toalha? Eis a questão… Não há muito a se falar, agora é rezar, pois o pior dos mundos aparece como uma realidade cada vez mais concreta. Desanima ver um time perdido em campo, por conseqüência, o torcedor, com razão perde a confiança e a paciência. Os erros se acumulam, mas não dá para entender um time que não reage em campo. Não mesmo, nem com a torcida apoiando, o que querem?

Que saudades do Figueirense…

Abraço melancólico do Tainha

Furacão contra Furacão

Sex, 07/11/08
por diego simao |
categoria Brasileiro 2008

 

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Um jogo de vida ou morte

Vai ter muita gente que se ver o Figueirense perder vai jogar a toalha. Eu nem vou discutir mais, a situação está tão ruim que só resta torcer. Não preciso falar muito quanto ao jogo, afinal, a torcida, mesmo com a ampliação do desconto dos ingressos (veja mais detalhes acessando aqui), tem certeza que vai fazer sua parte, como já vem fazendo há muito tempo, mesmo que seja sob temporal, vendaval e queda de luz.

Quanto ao time, independente do que entrar vai ter que ganhar, como ou sem apoio da torcida, pois o resultado é a única coisa que importa. Deu de resultados negativos em casa, pior que não falta raça, falta resultado, isso sim. Coisas do futebol, mas que desta vez, não são tão agradáveis para a gente.

Possível sair da situação? Sim, muito. Não podemos ser pessimistas, mas não proíbe a gente de estar com medo, eu estou. Porém, EU ACREDITO NO MEU FIGUEIRA, e tenho fé que sairemos dessa.

Furacão contra Furacão

Amanhã vem o Atlético Paranaense, e ao que tudo indica uma grande caravana. Realmente vai ser um jogo de vida ou morte, o “Telecat” da rodada. Ao perder o jogo contra o Fluminense e o Ipatinga o Figueirense queimou toda sua cota de segurança e agora é luta de foice para ver quem se escapa. É um time pior que o outro tentando escapar, e dentre eles o Figueirense.

O jogo de amanhã, além de unir dois clubes que se encontram em uma situação muito parecida, é o encontro de dois times que tem muito em comum. O Furacão Paranaense para mim sempre foi um modelo a ser seguido, um time extremamente organizado, com uma infra-estrutura de time europeu na capital mais européia do Brasil, a bela Curitiba. Assim como o Figueirense o Atlético Paranaense que sempre faz campanhas tranqüilas este ano se encontra em fase ruim. Dos times que se encontram brigando contra o rebaixamento, depois do Figueirense, é claro, é o que mais desejo que escape, pois assim como o Figueirense é um modelo de gestão.

A pergunta seria então porque times tão organizados se encontram tão ruins. Esse ano foi marcado pela bonança financeira entre os grandes clubes, mas que não necessariamente são organizados. O que ocorre é que grande grupos financeiros decidiram investir no futebol, e isso minimizou o poder de clubes menores se contraporem aos grandes investidores na busca de bons valores no mercado. Entretanto, não se descarta a crítica ao departamento de futebol igualmente, pois os dois vacilaram bastante. Mas as realidades são estas e agora é esperar o desfecho do ano, mas apoiando sempre.

A torcida atleticana, ao que tudo indica vem em peso, até pela proximidade entre as capitais. Isso vai ser um ingrediente a mais nesse jogo que tem tudo para ser muito emocionante. Espero somente que não ocorra mais nenhum desastre natural.

Enfim, espero que o desastre do rebaixamento recaia sobre nenhum dos dois, pois como já citei, eu sou simpático e admirador do Atlético, pois acredito que o Figueirense deve seguir o mesmo modelo, e melhorar, obviamente. Assim como o Furacão de lá, quero carregar uma estrelinha dourada de séria A na camisa conquistada sob muito esforço e organização, coisa, que tenho certeza, é exemplo para o nosso clube. Quando o Atlético foi campeão eu fiquei feliz pois vi que um time que preza pela organização tem sim muitas chances, mas esse ano, não estamos dando certo, um, entre vários de bonança.

Que venha o Atlético e sua torcida, sendo ambos muito bem vindos, mas que ganhe o Figueirense, afinal, precisamos sair dessa situação. Depois, eu torço pelo outro Furacão. Que vença o Figueira!

Abraço do Tainha Alvinegra

Respira fundo torcedor!

Qui, 06/11/08
por diego simao |
categoria Brasileiro 2008

Bem, depois do desanimo de ontem, nada como uma bela cama e roupa seca. Obviamente que todo mundo se encontra chateado com o resultado de ontem, mas ontem o jogo foi um zero a zero debaixo de um mundo de chuva.

Houve muito erros? Sim. Mas ser cauteloso nessa hora a jogar a toalha e xingar tudo (na realidade é até bom para desafogar a consciência) é mais que prudente. Falo isso me incluindo, pois mesmo eu, que não sou pessimista, ontem, posso ter sido influenciado em demasia pelo desfecho do jogo: derrota, ensopado e mais uma arbitragem ruim. É para derrubar qualquer um, dentre eles, eu.

Você leitor pode estar se perguntando por que eu escrevo isso, e eu vou te falar. É pelo fato que não dá para abaixar a cabeça e jogar a toalha. NÃO! Se a torcida jogar a toalha, quem vai apoiar a gente? Veja, só faltou aparecer Noé ontem. As forças da natureza, definitivamente, estão contra o Figueirense.

Para piorar, ontem, o empecilho proporcionado pelo tempo ruim era maior para o Figueirense. Oras, era o tempo perfeito para quem estava a fim de fazer um catimba e segurar o jogo. O Fluminense jogou que nem time pequeno, todos atrás e da-lhe bicão, essa era a proposta. O problema é que o campo somente permitia isso, e o Figueirense foi obrigado a jogar sob os mesmos termos. Não era possível rolar bola, fazer passes, tanto que foi engraçado que os jogadores do time carioca, se vocês reparavam usavam por demais levantar a bola que nem no futvolei, óbvio, vai dizer que eles não praticam?

O jogo se igualou, por baixo e o empate seria o resultado mais justo, pois nenhum dos times conseguiu atacar direito, ou mesmo, jogar direito. Caso não fossem os primeiros quinze minutos de apagão da última quinta o jogo ontem terminaria zero a zero, e com o Figueirense dominando o jogo inteiro, tanto que, o Fluminense teve de usar da catimba descaradamente.

Ahhhhhhhhhhhhh se não fossem aqueles malditos quinze minutos de quinta passada. E olha que havia um mega vento para dificultar a vida do Figueirense. Definitivamente, como bem colocou o Ney (que escreve aqui o Pitáticos) em seu Blog Furacão Alvinegro, tudo, mas tudo mesmo conspira contra, inclusive a arbitragem, que é ruim em jogos do Figueirense, outro comentário do Ney deve ser lido é sobre a arbitragem de ontem, critérios dúbios (acesse aqui). Fica brabo não Ney, só indico pois é bom mesmo!

De tudo uma coisa ninguém pode reclamar, não faltou garra. Dentro das limitações impostas tanto pela falta de qualidade de alguns jogadores, tanto quanto pelas dificuldades impostas pelas condições naturais, o time não deixou de ser guerreiro. Não podemos falar mal sobre isso. Mostraram garra, se jogavam, dentre eles, inclusive o Tadeu, coitado, alvo de minha ira e da ira da torcida, porém é óbvio que ele precisa melhorar. Se não precisa melhorar é porque o seu estilo de jogo não vem encaixando muito e Mário deveria repensar essa posição, ou mesmo, em último caso é pura cisma de torcedor indignado com a fase. Prefiro a segunda opção. Diogo, outro que comentei, vou aqui fazer uma complementação (como já postei em um comentário), foi ontem, pois como já venho escrevendo há tempos é um dos melhores em campo, e que melhorou demais com o Mário. Ontem, não deu certo, mas em muito, pela falta de condição do gramado, porém, não deixava de ser irritante cada lance que não dava certo. Como se diz, quem está na chuva é para se molhar.

De onde essas reflexões? Bem, sou humilde em falar que nestes momentos que eu aprendo aqui com vocês. Em um destes comentários que eu modero todos os dias, o de um leitor que eu considero muito me incitou a escrever todas estas linhas que vocês acabaram de ler. Não da questão de jogar a toalha, isso jamais, eu só desisto quando acabar as chances matemáticas, daí é ir ver jogo da série B. Porém é coisa da qual ainda tenho pavor, e nem consigo pensar. Mas as reflexões vieram de um sentimento revigorado em ver que devemos sempre ser mais parcimoniosos, e mais, acreditar mais em nossas paixões. O comentário ao qual me refiro se encontra no Canto do Curió logo abaixo, que anda um pouco sem aparecer pelo problema dos inúmeros posts que acabo fazendo e não querendo deixar vocês entupidos de coisa para ler, como essa bíblia que escrevi hoje.

É isso, que venha então o nosso amigo o Furacão Paranaense, o Atlético Paranaense, no sábado, aqui no Scarpelli, para que as torcidas, na paz, façam um grande duelo. Entretanto que o Figueira vença, e que pelo menos que seja com tempo bom, proporcionando pelo menos um passeio para os paranaenses que não será de todo o ruim.

Abraço do Tainha

Cansei de ver o Figueira perder em casa esse ano…

Qua, 05/11/08
por diego simao |
categoria Brasileiro 2008

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Tem oras que escrever este blog é um sofrimento. Hoje é um dia desses, que desanimo. Não dá mais para querer caracterizar a partida como isso ou aquilo. Óbvio que a desgraça das arbitragens continua a nos perseguir. O gol que marcamos estava impedido pelo que parece, de onde eu estava não consegui ver. De qualquer maneira a cada toque do Figueirense em jogador do Fluminense era falta. Porém Perone, com todo aquele tamanho, agarrado na frente da grande área, na frente do juiz, e nada, acha que eles marcam falta para a gente? Complicado. Até fazer cera o juiz deixou nada de um amarelo para o goleiro do Fluminense, merecia.

Agora até mesmo o tempo voltou-se contra o Figueirense. Inexplicável. Uma hora antes da partida começa a cair uma tromba d’água que alaga a cidade e deixa o gramado igual ao do jogo do Ipatinga. Um temporal. Se não bastasse, quando o Figueirense mudou de lado no segundo tempo o vento ainda soprou contra. Mas o pior de tudo não foi isso, ao apito final, acaba a chuva. Eita maldição.

Encharcado. Juiz marcando tudo quanto era falta. Mesmo assim a torcida gritava e incentivava debaixo de uma chuva tremenda. Foi o pior jogo que eu já assisti no Scarpelli. Foram horas e horas de espera para ver o Figueirense perder. Perder, sim, mais uma. Como um torcedor comum que sou, que fica ali na C, que chega encharcado em casa depois desse martírio todo, eu cansei.

Cansei de ver o Tadeu não ganhar uma bola pelo alto. Ver o Tadeu perder todas divididas por baixo. Ver o Tadeu perder todas as corridas contra os zagueiros. Ver o Tadeu em campo, enfim, vem sendo um martírio. Bruno Santos ainda se salva, sabe matar a bola dominar. Tadeu entrega para o adversário. Campo tava ruim, sim estava, mas cansei. Diogo hoje também meu Deus, foi de perder a paciência.

Campo tava ruim. Juiz tava ruim. Jogadores, principalmente de ataque (há muuuuuuito tempo) não funcionam e tudo mais. Nada disso serve de desculpa. Não agüento mais, como torcedor ir ao campo e ver meu time perder. É muito frustrante. Hoje era o dia perfeito para lavar a alma, mas tudo que aconteceu foi encharcar a roupa e sair mais uma vez cabisbaixo do Figueirense. Cadê o Figueirense dos últimos 7 anos? Não faltou vontade, faltou foi o resultado, essa situação de não ganhar em casa é desanimadora.

Queremos esse fim de semana nada diferente da vitória, e que se encaminhe de uma vez por todas, o fim desse pesadelo que esta sendo o Brasileirão 2008. Mesmo assim, tem de ter muita força de vontade, levantar a cabeça e dizer que apesar dos pessimistas, EU ACREDITO NO MEU FIGUEIRA.

Pois se eu não credito, quem vai acreditar?

Abraço do Tainha e FORA TADEU!

Amanhã continua o jogo…

Ter, 04/11/08
por diego simao |
categoria Brasileiro 2008

Continua

 

A continuação do jogo de quinta vai começar amanhã às 20hs no Scarpelli. Poderá comparecer quem já possui ingresso ou é sócio. Não haverá vendas de ingressos, e os ingressos de quem comprou funcionará como entrada novamente. Portanto, meus caros, amanhã todos os caminhos levam ao Scarpelli. Caminhos fáceis, diga-se de passagem, pois engarrafamento, felizmente, não é privilégio nosso.

 

Acho bobagem não poder vender ingressos. Isso porque o torcedor pode comprar ingressos durante o andamento do jogo, porque não poderia agora? Oras, o jogo já está rolando, mudou as regras no meio do jogo? Enfim, acho que é necessário esse tipo de medida, afinal, muita gente pode ter deixado de entrar ao ver que não tinha luz. O jogo não tinha começado, e assim, durante mais de uma hora essas vendas poder ter sido prejudicadas, e todos sabemos, muita gente, pela facilidade de chegar ao estádio, chega em cima da hora. Sócios, então, quem não foi, tem de ir. Já que não se pode comprar o sócio tem o dever de aparecer e apoiar o seu time. Vamos que vamos! Eu acredito no Figueirense.

 

Borderô e comentarista censitário

 

Foram nove mil pessoas torcendo no Scarpelli na quinta-feira passada e podemos aumentar. NOVE MIL é a aproximadamente o público que compareceu semana passada e não SETE MIL.  Parece mais cisma, pois no dia teve gente jurando de pé junto que deu sete mil pessoas no Scarpelli. Tinha mais de sete mil pessoas no Scarpelli. Pior de tudo tem gente que não se liga, agora comentarista faz censo demográfico também? RIDICULO…

 

Duvida do borderô? Faz então denuncia, não tem campanha contra a corrupção? Vai e denuncia!  No dia comentarista esportivo estava dando pitaco sobre energia elétrica, ou seja, virou engenheiro elétrico. Agora deu para fazer censo. É lindo com a flexibilização do trabalho dá a oportunidade de ver em ação profissional gabaritado e altamente diversificado no seu escopo de atuação. Mesmo que isso tudo pareça mais uma disfunção visual.

 

Não duvido da capacidade do profissional, mas que o faça no local mais adequado, no caso, no IBGE. Caso contrário pode deixar margem a interpretações maliciosas, coisas a qual, se tornou mais que o usual no mundo moderno. Por isso é importante ações como a qual o Figueirense promoveu no último jogo, e de autoria de Promotor do Ministério Público, que por sinal é um alvinegro e torcedor e deu uma bela aula de cidadania hoje na CBN, que está mais do que de parabéns em ceder o espaço para esse tipo de ação.

 

Infelizmente, para ele e para a torcida alvinegra, ao passo que se fazia algumas brincadeiras quanto ao seu time, ou seja, o nosso, perguntando se caia ou não, o Promotor ainda hoje teve de ouvir do Miguel Livramento que o nosso time “tem de cair mesmo”. Sei que Miguel falou isso como torcedor do Avaí, e sem nenhuma maldade, mas não o faça no ar, pega mal. Muito, muito mesmo, pois ali é lugar para ser imparcial, pelo menos “sereria”…

 

Amansando

 

É relativo, mas se observou que depois da reação do clube houve certa “melhorada” no comportamento da mídia que sofreu repreensão ao vivo. Não a mídia, mais sim o alvo dela. Se bem que agora, depois que foi lançada uma campanha de apoio na internet saiu uma pela imprensa local. Sei lá se acordaram para vida somente hoje, mas fico feliz que o fizeram, pois o Figueirense, principalmente, o torcedor do Figueirense, merece melhores cuidados, maior atenção e tudo mais. É o mais justo.

 

Portando quem não que veja, olhe e assine, pois se ninguém nos apóia nos temos que nos apoiar. EU ACREDITO NO MEU FIGUEIRA!

 

Participam deste movimento também o Blog Gigante Alvinegro, site Meu Figueira, Blog Furacão Alvinegro (do Ney Pacheco que também escreve aqui no blog da Globoesporte.com) e o site Sofredores.com.

 

Abraço do Tainha

 

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