Assim como na década de oitenta e noventa quando guerras ocorreram de forma a “prevenir” uma ação inimiga. No nosso caso é fogo amigo, mas meio doido, por nada que nosso querido treinador anda inventando demais. Deu de inventar! Chega! Eu cansei…
Hoje o Figueirense, mesmo como todos seus jogadores não tem um time titular, e com a saída de Pedrinho e Fernandes tenho medo do que pode ocorrer. Não quero ver um time lotado de volantes, já que só com um isso provavelmente não vá acontecer.
Simplicidade é o caminho, chega de loucura. E não agüento mais ver um time sempre diferente um do outro e instável, sempre instável. Constante é ver que todo fim de jogo o Figueirense acaba no 3-5-2. Porém, para esse jogo, acho que nem isso será possível.
Indiscutível que Roberto Fernandes vai ter que mexer no time. O time conta com quatro desfalques e mais a saída em definitivo de Roger. Carlinhos não treinou durante três dias já que estava fortemente gripado, e por isso foi cortado. Pedrinho sente dores no pé, mas semana que vem já estará em condições de jogo. Fernandes já tem seu exame feito, e acusou apenas uma contratura leve e já na segunda volta as atividades normais. Além disso, João Filipe suspenso por seu terceiro cartão amarelo vai perder a chance de comer um acarajé. Agora não dá para entender o súbito corte de Kássio? Por opção técnica ele trocou o meia por um zagueiro. Prenuncio de uma zaga com três zagueiros, e um time lotado de volante… Loucura total.
Neste jogo, Roberto Fernandes terá a sua disposição conforme informou o Infoesporte os goleiros: Wilson e Dalton; pela lateral direita Lucas (que poderá jogar como meia conforme afirmou o treinador) e Michel Schmoller (conforme já foi adiantado por este blog vem atuando pela lateral durante os treinamentos, porém, pode ser utilizado como volante ou zagueiro); na zaga teremos Toninho, Bruno Perone, Régis e Roger Carvalho (no lugar de Kássio que foi cortado); pela lateral esquerda Egídio e Anderson Pico (que pode jogar na direita também); Alê, Luciano Totô e Paulinho são os volantes; Jairo e Kássio são as opções no meio e teremos Marcelo, Clodoaldo, Schwenck e Rafael Coelho para o ataque.
A possibilidade de uma lambança é grande, e com a saída de Kássio a possibilidade é algo cristalino. No meu entender o mais, nessa situação louca, seria certo optar por um 3-5-2, mesmo que meio “enjambrado”. No meu time entraria Wilson; na zaga Régis, Toninho e Perone (que jogando com dois zagueiros experientes não me preocupa muito); Totó (como marcador mais forte) e Paulinho (saindo mais para o jogo); Lucas no meio; Egídio e Pico como alas ajudando na criação; e Clodoaldo e Rafael Coelho na frente.
Enfim, o que eu não quero ver nesse time é um monte volante ou Schwenck voltando para armar. Que Roberto Fernandes seja iluminado por uma armação simples (o que parece impossível com essa saída de Kássio), porém coerente, usando os jogadores em suas posições nas quais rendem mais, fora Lucas, que vai ter que ser usado no meio. Totó é uma opção por falta de opção, no meu time entraria Carlinhos e Paulinho como volantes, e por isso, temos de dar um voto de confiança para o nosso querido Totó.
É isso. Espero ansiosamente o próximo jogo, e não se de vocês, mas eu tenho medo de mais um time “louco” de Roberto Fernandes. Sinceramente nem sei se deveríamos já esperar por uma saída do treinador, eu, não ficaria nem um pouco surpreso com uma saída do mesmo, aliás, eu desejo a saída de Roberto Fernandes. Ele pode até ganhar lá, mas minha cota de paciência com essas loucuras acabou, e é por elas, por seu histórico, que não desejo mais a permanência do técnico. Dê o seu palpite, deve Roberto Fernandes sair? Qual o time que você (pelo menos tentaria) escalar?
Abraço do Tainha