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3 canecos é só para quem pode, ok?

Seg, 14/07/08
por daniel perrone |

tri_libertadores

Hoje, dia 14 de julho de 2008, é dia de lembrar a inédita (no Brasil) conquista do TRICAMPEONATO DA LIBERTADORES. Foi exatamente neste dia que o tricolor surrou o Atlético Paranaense no Morumbi (4×0 com direito até a gol do Tardelli, quem diria) e levantou o caneco máximo do futebol sul-americano. Êta saudade… e “só” faz 3 anos!

Bem que um torcedor comentou: Olha o sono do Tardelli! rs

Enquanto alguns clubes lembram conquistinhas (ou nem isso tem capacidade), a gente lembra é de conquistas de gente grande, isso é, aquelas que fazem a história do que é o Maior do Mundo hoje. Tem clubes vizinhos que já passaram dos 100 anos e não tem nem um terço do que a gente tem no Memorial de títulos do Morumbi. E, desculpa, tem torcedor que morrerá sem sequer chegar perto… só no Winning Eleven pirata: Custa R$ 10 reais perto da minha casa, podem sonhar à vontade!

Às vezes fico até com dó de falar. Para mim, argumentar com algum rival sobre a superioridade do São Paulo é como querer bater num recém nascido com um soco inglês… nunca tem graça! Mas, às vezes, a verdade tem que ser mostrada e a realidade é uma só… nua e crua: São Paulo Futebol Clube: Tricampeão MUNDIAL, tricampeão DA LIBERTADORES, coisa que nem até o outro século nêgo vai conseguir. Os brasileiros e estaduais são só para treinar…

Afinal, que sparring não gosta de vencer de vez em quando um campeão?

No Brasil, três é o São Paulo. O resto ainda tá no jardim da infância do futebol… Favor não insistir!

Torcedor do Maior do Mundo: Bate no peito e grita “TRI-CAMPEÃOOOOOO!!!”

Chora neném, mas não faz bilú-bilú que fica muito feio!

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O torcedor são-paulino é nacional!

Qua, 18/06/08
por daniel perrone |

libertadores_eh_noisVocê já reparou que o Galvão Bueno, em qualquer transmissão do São Paulo na Libertadores, comenta sobre o carinho especial que o torcedor são-paulino tem por torneios internacionais?

De fato, pois elas ajudam o clube a manter um respeito e uma visibilidade que, hoje em dia, é um degrau acima de todos os outros clubes brasileiros.

Isso está sacramentado até nas transmissões da maior emissora do país mas, você consegue entender todos os motivos do porquê o são-paulino ter essa característica tão diferenciada?

Recentemente o próprio São Paulo recebeu uma pesquisa que destacou a grande alavancada de sua torcida, entre os anos 90 e agora, que faz com que o clube tenha alcançado definitivamente o terceiro posto de maior torcida do Brasil em pouco tempo, com grandes perspectivas de futuro, se mantiver a regularidade dos últimos 30 anos.

Porém, um dos índices que mais chamaram a atenção do cube, além do normal crescimento da faixa de torcedores mirins e jovens, é a pulverização da torcida em todo o Brasil. Segundo a pesquisa encomendada, o atual terceiro lugar em número de adeptos é hoje o que possui mais torcedores espalhados pelos estados brasileiros. Em outras palavras o São Paulo possui, além de grande presença no número de torcedores nacionais, uma uniforme representatividade em todas as capitais e, principalmente, nas pequenas cidades de todos os estados do país. Isso sem contar a representatividade no exterior!

Tem gente em santa Maria que torce para o São Paulo? Tem! Tem gente em Teresina? Tem! Em Brusque? Tem! No Cafundó do Judas? Pode procurar que tem sim. E muito! Fato este que, claro, foi puxado pelas conquistas das Libertadores e Mundiais de 1992, 1993 e, recentemente, 2005.

Na verdade, o torcedor tricolor das pequenas cidades dos outros estados do Brasil não tem muita chance de assistir na TV (muito menos no estádio) o seu clube de coração e “torcem” para que o clube sempre esteja em competições internacionais para que a grande visibilidade delas faça com que a transmissão atinja a televisão de sua casa. É muito difícil um torcedor do interior de Minas gerais, por exemplo, acompanhar ao vivo a transmissão de uma partida do Campeonato Paulista. A preferência (obviamente) é pelos times de sua região. Os estaduais são importantes e não devem acabar, mas estão cada vez mais estaduais, no bom sentido da palavra.

O fenônemo do torcedor são-paulino “nacional” aumenta a cada conquista. A cada dia. E eles tem vontade de ver ao vivo os jogos.

Este também é um dos motivos do torcedor tricolor gostar tanto das competições internacionais, principalmente a Libertadores e o Mundial. Com o tricolor participando cada vez mais delas, é muito maior a chance de visibilidade para os são-paulinos de todo o Brasil terem chance de ver o clube em ação.

Talvez seja por isso que o São Paulo também possua a representatividade maior de torcedores participantes na internet no Brasil. Sem chutar alto, pelo menos uns 5 sites de torcida do São Paulo são bem dirigidos e acessados, cada um no seu nicho e no seu estilo de cobrir o tricolor. sem contar a comunidade oficial no Orkut, com mais de 900 mil participantes e até 10 mediadores. Tudo isso porque a demanda de pessoas querendo notícias, artigos, informações ou simplesmente querendo interagir com outros torcedores tricolores é cavalar. e a maioria deles não tem acesso “ao vivo” dos jogos de seu clube.

O torcedor são-paulino é, sobretudo, nacional e ele precisa, cada vez mais, de uma cobertura nacional! A internet faz isso, os blogs trabalham para aproximar os torcedores e, brevemente, os veículos de comunicação terão que encontrar saídas para este fenômeno.

Você concorda?

SSP!

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PS: Pessoal, excelente o alto nível do debate no post! Na verdade eu não quis fazer uma crítica aos meios de comunicação tradicionais, como o rádio e a TV. Eles fazem o papel deles muito bem, dentro da linha de cada meio. O que questiono é a criação de formas alternativas (além dos blogs e sites) para deixar o público “nacional” acompanhando o clube e os jogos em real time. Internet banda larga para acompanhar os jogos a um preço diferente da TV seria bom pois todo mundo acompanha de onde estiver… TV do Sampa tb… enfim, são sugestões… abs

Um dia para nunca nos esquecermos!

Ter, 17/06/08
por daniel perrone |

1992

imagens_199217 de junho de 1992. Talvez o momento de maior glória de muito são-paulino! Foi nesta data que o Maior do Mundo se sagrou, pela primeira vez, campeão da Taça Libertadores da América, após derrotar o Newell´s Old Boys (de Fernando Gamboa) em um alucinado Morumbi.

Há exatos 16 anos o tricolor, após uma dura caminhada (8 vitórias, 3 empates e 3 derrotas) com 20 gols marcados e apenas 9 sofridos, conseguiu seu feito que se tornou o início de toda história internacional que o clube mantém até hoje. A final contra o Newell´s foi antológica. O tricolor havia sido derrotado na partida de ida pelo placar mínimo e precisava de dois gols para ser campeão, no Morumbi. Liderados por Raí e comandados pelo mestre Telê Santana, o tricolor não conseguiu a vantagem que lhe garantia o título, mas venceu o time argentino em uma das mais dramáticas decisões de pênaltis da história da competição.

Zetti defendeu o penalti do até então, craque do Newell´s Fernando Gamboa e decretou um momento mágico que se estende até hoje com as conquistas de 93 e 2005. Eu estava no Morumbi com o meu pai neste dia e, numa loucura coletiva, fomos comemorar na Paulista, completamente tomada pelos tricolores. Naquela época ainda não havia arruaça nem depredações. Ficamos até a madrugada na frente da TV Gazeta, cantando o hino e bebendo cerveja ao lado dos amigos tricolores.

Me lembro que estava ainda na faculdade e que ganhei dois Black Labels de dois barbies que tiveram a pachorra de apostar com um “futuro” campeão mundial. Tive também que cumprir a promessa de usar o manto sagrado que havia ganho do Mário Tilico (na conquista do Brasileiro de 91 em Bragança) por uma semana. A camisa do Tilico está na minha coleção particular, mas está lavada, podem ficar tranquilos!

E vocês? O que estavam fazendo naquele sagrado dia?

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Pedro Rocha: “El Verdugo!”

Ter, 27/05/08
por daniel perrone |

pedro_rochaOs mais novos (como eu) comemoravam muito as belas jogadas de Renato “Pé Murcho”, Pita e Raí. Mas poucos de nós e, principalmente aqueles da geração Mundiais para frente, conheceu o talento e a garra de um dos que Pelé considerou, cinco maiores jogadores do mundo: Pedro Rocha.

Pedro Virgílio Rocha Franchetti, el “Verdugo” (apelido conquistado pela mistura de raça uruguaia e grande habilidade com a bola) chegou ao Maior do Mundo credenciado por ser um dos melhores meias uruguaios da história. Contratado a peso de ouro de um clube tradicionalíssimo (Peñarol) onde fora três vezes campeão da Libertadores e duas vezes do Mundial Interclubes, comandou a camisa 10 como poucos.

pedro_rochaDurante a época que vestiu o manto sagrado das três listras, Pedro Rocha participou de duas formações diferentes: A primeira com Gérson, Toninho Guerreiro, Édson, Terto e companhia. E a segunda, já com muito mais experiência, comandou craques como Serginho Chulapa, Zé Carlos, Muricy, Waldir Peres, Gilberto Sorriso entre outros.

Atuou 375 vezes no Maior do Mundo, marcando 113 gols e deixando seu legado gravado para sempre na memória de torcedores ilustres, como o ator Lima Duarte. Para muitos foi a combinação perfeita de arte e garra. 

Essa matéria é em homenagem a este grande ídolo, que atualmente atua como técnico de times pelo Brasil. É também uma forma do torcedor mais novo conhecer um pouco da história de seu clube através dos personagens ilustres que passaram por ele.

pedro_rochaAlém da grande história deste atleta e das expressivas conquistas no Peñarol e no Maior do Mundo, tenho um sentimento especial por ele. Meu falecido pais empre me falou que Pedro Rocha era o melhor jogador que já vira atuar no São Paulo e que ele, junto com o raçudo volante Chicão e o destemido lateral Forlan, foram os seus maiores ídolos. Como muitos aqui no blog, meu pai me influenciou muito na escolha de meu time. Jorge meu pai, aonde você estiver eu te agradeço demais por isso!

Viva “El Verdugo!”

Fontes de pesquisa e créditos: Wikipédia, Almanaque capa dura do São Paulo F.C. década de 80, site do Milton Neves, Site Oficial do Peñarol e Site Oficial do SPFC.

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OPINIÃO | FLU 3X1 SÃO PAULO: Faltou mais malícia dentro de campo!

Qui, 22/05/08
por daniel perrone |

adriano_quartasEm primeiro lugar foi uma decisão digna de dois dos clubes mais fortes do Brasil. Porém, o imponderável aconteceu. O Maior do Mundo, após estar com a vaga na mão até os 46 minutos do segundo tempo, sai do Maracanã desclassificado e o Fluminense é o segundo semi-finalista da Libertadores da América.

Tomar o gol aos 46 minutos do segundo tempo (ainda mais de escanteio) é inaceitável. Mas, para mim foi apenas a ponta do iceberg do jogo do São Paulo nesta quarta feira. O tricolor paulista jogou a experiência de anos e anos na competição na lata do lixo e sai da competição com um saldo ridículo no último jogo. Cabe dar todos os méritos ao adversário que não desistiu até o final. Mas… que o jogo estava em nossas mãos desde o começo do segundo tempo… estava!

O primeiro tempo do São Paulo foi uma piada de mau gosto. Muricy colocou a escalação que eu imaginava ser a mais correta, mas ninguém vai entender por que Jancarlos deixou uma avenida no lado esquerdo do ataque do Flu. Como é que Alex Silva, logo ele com quase 2 metros de altura, iria perder de cabeça para Cícero no primeiro gol do Flu… enfim, o São Paulo não impôs o seu futebol no primeiro tempo e, por pouco (ou por sorte), não sai para o intervalo com 2 gols ou mais.

Muricy acertou o time no segundo tempo, colocando Joílson para marcar as investidas de Júnior Cesar. O time começou a tomar conta do segundo tempo e dominar as ações. Os arremates, escassos na primeira etapa, apareceram com mais frequência e as jogadas de gol também. Richarlyson teve a chance de ouro de provar que era ala e, mais uma vez, fez lambança no ataque. Não dá mais para conviver com ele na esquerda! Mas o São Paulo pressionava e já merecia melhor sorte na partida. Aloísio entra em campo para mudar o jogo para o tricolor. Em uma grande jogada, o Maguilão entorta a zaga e dá o gol de presente para o Imperador. E ele não perdoa: 1×1 e festa da torcida do Maior do Mundo. Até este momento, o segundo tempo era todo do São Paulo.

A partir daí faltou a malícia, a experiência. Aquilo que o São Paulo tem de sobra…

O São Paulo dormiu na saída de bola e o adversário desempata um minuto após o gol tricolor. A esperança reacende no Maracanã e os erros da zaga e do nosso capitão tornam o jogo, que poderia ser facilmente domesticado, num verdadeiro drama desnecessário.

Inadmissível!

O São Paulo recuou em campo e cedeu o jogo para o Fluminense, que atacava com o que podia. Com o que tinha! Joílson, numa bobeada monstro é expulso e o lado direito vira avenida novamente. Aí o São Paulo cedeu o jogo para o adversário de vez. Ao invés de parar o jogo, parar o adversário, catimbar, gastar o tempo, gastar a bola… o tricolor do Morumbi preferiu jogar na sorte e no erro do adversário.

O adversário não errou e, aos 46 minutos, determinou a sua classificação heróica. Mais uma bobeada da defesa (3 defensores contra um atacante não pode resultar nunca em gol) e a justa festa dos cariocas que, se não jogaram tão bem tecnicamente, superaram o tricolor paulista na garra e na vontade.

Libertadores é para quem sabe jogar. O São Paulo sabe disso, mas não soube jogar uma Libertadores dentro de campo na noite desta quarta-feira. Justo ele, o que (fora o Boca) mais sabe jogar essa competição nos últimos tempos. Justo ele que não se importa com a torcida adversária… enfim, é mais uma do futebol!

O Fluminense soube jogar a Libertadores nesta quarta. Resultado justo e merecido! Eles estão sentindo na pele o que sentimos em 92… 93… 2005… mas precisam passar por outras provas tão duras quanto a de hoje a noite. Desejo sorte!

Agora é levantar a cabeça e corrigir os erros crônicos do primeiro semestre. Não é uma derrota como essas, por mais doída que seja, que fará o Maior do Mundo desistir do ano. Vamos atrás do Hexa com o que temos de mais precioso: regularidade em títulos, estrutura de ouro e coração guerreiro! Mas, claro, temos que ver os erros do semestre… Também não acho que devemos culpar um ou outro por este jogo. O culpado é todo o grupo, toda a comissão técnica e toda a diretoria. Culpado é o Fluminense também, por ter ganho!

Numa próxima coluna vamos avaliar esse semestre, os jogadores, a comissão técnica, a diretoria. Teremos um espaço para debater esse semestre e recuperar o time para o difícil (mas não impossível) HEXA BRASILEIRO!

Como eu te amo tricolor… como eu te amo demais…
No dia em que tú não existir… eu não quero sorrir nunca mais!!!

SSP!

Nota dos personagens da partida:

Rogério Ceni Uma defezaça no primeiro tempo, uma falha grave no segundo gol do Fluminense (apesar do chute do Dodô ter saído errado e chute mascado mata qualquer goleiro) e nenhuma culpa nos demais gols. Não acho que a bola do último gol era dele. Nota: 5,0

Jancarlos Bizonho. Sentiu o peso da decisão e sua atuação no primeiro tempo foi a mina de ouro do Fluminense. Tinha que ser substituído. Nota: 1,0

Alex Silva Infelizmente as falhas nos gols do adversário comprometeram a atuação de toda a zaga. Nota: 4,0

Miranda A mesma observação de Alex Silva. Nota: 4,5

Richarlyson Ridícula atuação na lateral esquerda. Não sabe cruzar, pensa que é o Gérson e quer fazer lançamentos de efeito… Tomara que seja a sua última participação na ala esquerda. Precisamos de um lateral esquerdo urgente. Nota: 2,0

Zé Luis Estava jogando bem até as falhas coletivas (que esteve presente) no segundo e terceiro gols do Fluminense. Nota: 4,5

Fábio Santos Demonstrou muita garra e jogou no clima da decisão, mas os passes errados são seu ponto fraco. Nota: 5,5

Hernanes Jogou bem abaixo da sua média. Aliás, vem jogando abaixo das espectativas desde que foi a seleção. O primeiro gol nasceu de uma falha de marcação sua. Nota: 3,0

Hugo Estava fazendo um trabalho regular nesta partida, mas não tem capacidade de ser o meia tricolor. Sem chance! Nota: 5,0

Dagoberto Inofensivo, inoperante. Ajudou na marcação mas não fez o principal: Oferecer opções de ataque. Facilmente anulado pela defesa do Fluminense. Nota: 2,0

Adriano Um dos poucos que jogou com técnica, raça e vontade. Faltou a ele a malícia e a experiência da Libertadores. 40 minutos do segundo tempo tem que segurar a bola, dar bicão, etc. Nota: 6,5

Joílson Entrou e até consertou a parte defensiva do lado direito. Porém fez duas faltas para amarelo em menos de 45 minutos e ajudou a acabar com o sistema do time. Nota zero

Aloísio O cara entrou muito mais aceso que Dagoberto e fez uma bela jogada para o gol de empate do São Paulo. Pena que foi insuficiente. Nota: 6,5

Jorge Wagner Entrou no fim para segurar e não seguramos. Sem nota.

Muricy Ramalho Não teve culpa no jogo, mas podia ter feito esse time vibrar bem mais. Como técnico e comandante do time, tem responsabilidade na falta de malícia do time, que custou a nossa classificação. Nota: 4,0

Arbitragem Mais uma vez não gostei da arbitragem. Invertendo várias faltas. Mas não teve influência no placar.

Torcida do Sao Paulo Como sempre guerreira! Sai do Maracanã de cabeça em pé. Nota DEZ!

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PS: O blog do Maior do Mundo, que é de longe o mais acessado de todos os outros, obviamente terá uma avalanche recorde de acessos neste mês: Claro, são os adversários tentando provocar os trimundiais nos comentários. O que eles não sabem é que, além de acessado, o blog é bem MODERADO por uma galera que não deixa passar gente com menos que três mundiais, três Libertadores e cinco campeonatos brasileiros ao mesmo tempo. Não percam tempo, amigos adversários; tratem de correr atrás do São Paulo dentro de campo, como fez o Fluminense nesta Libertadores. O ódio só faz mal a saúde  de vocês, rs Saudações do TRI MUNDIAL E PENTA BRASILEIRO! :)

Libertadores no bico da chuteira!

Ter, 20/05/08
por daniel perrone |

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São Paulo e Fluminense entram em campo nesta quarta-feira dispostos a fazer história na Libertadores.

Os adversários estarão amparados no templo do futebol, o Maracanã. Mais de 80 mil torcedores são esperados no estádio para empurrar o time da casa, que nunca chegou a uma semi-final desta competição, mas vem tendo uma excelente participação até então. É, sem dúvida o jogo da vida de toda a história do Fluminense e isso deve ser respeitado.

Já o Maior do Mundo entra em campo credenciado como um dos maiores clubes da competição internacional. Liderados pelo capitão Rogério Ceni (o maior goleiro artilheiro do mundo) e pelo Imperador Adriano, a tropa de elite tricolor espera usar a sua experiência em terrenos hostis para vencer e trazer a vaga para o outro templo sagrado brasileiro: O Morumbi. Será o jogo do ano para nós, tricolores TRI Mundiais!

Neste embate “Jogo da vida X Jogo do ano” é impossível para qualquer um desprovido de paixão clubística prever o resultado final. O São Paulo, jogando com muita propriedade no Morumbi, levou os primeiros 90 minutos e possui uma vantagem mínima no placar, porém gigantesca em termos de Libertadores e mata-matas. Não ter tomado gols em casa é um fator considerável neste tipo de competição. Mas o Fluminense, que jogará com o apoio maciço de seus torcedores, não pode e nem será subestimado pelos são-paulinos. O respeito é muito grande e a vaga está aberta!

Acredito que ambos os times jogarão em direção do gol. O Fluminense por razões óbvias. O São Paulo porque, com um gol, dificultaria muito o trabalho do adversário. Tal qual os aspirantes a policiais do Bope do filme “Tropa de Elite” será preciso muita humildade, disciplina e vontade para suportar a pressão e conquistar a vaga tão sonhada.

Enfim. será um jogo magnífico, típico daqueles que todos os adversários assistirão. É a técnica contra a competitividade. É o duelo dos estilos. Os torcedores são-paulinos seguirão em peso para o Rio (são estimados mais de 3 mil) para fazer barulho. Desejo sorte aos amigos que estarão presentes no Maracanã, espero um jogo alucinante e que passe para as semi-finais o melhor.

Cantem conosco, soldados de farda preta, vermelha e branca:

“Como eu te amo tricolor, como eu te amo demais…
No dia que tú não existir, eu não quero sorrir nunca mais!”

Deixe sua mensagem de apoio para o Maior do Mundo!

Hugo ou Jorge Wagner?

Seg, 19/05/08
por daniel perrone |

JWO São Paulo se prepara com dedicação para o confronto desta quarta-feira, diante do Fluminense, no Maracanã.

Muricy não confirmou o time para a partida de volta da Libertadores, mas o meia Jorge Wagner, recuperado, foi novidade no treino desta segunda-feira. O meia participou de um trabalho técnico com os titulares no CT da Barra Funda e tem boas chances de voltar ao time na vaga de Hugo, que entrou muito bem nas últimas partidas que atuou, diante do Nacional (URU) e Fluminense.

Com Jorge Wagner o São Paulo ganha com bolas paradas e jogadas aéreas para Adriano. Já com Hugo, o time ganha mais em movimentação e assistências com a bola rolando. Nenhum dos dois organiza jogadas: Jorge é mais “segundo volante” e Hugo mais “meia-atacante”.

Pergunto para você, torcedor tricolor: Quem você escalaria no meio para a partida decisiva do São Paulo, contra o Fluminense. Hugo ou Jorge Wagner?

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PS: Caro tricolor; olhe os comentários deste post e veja como a torcida são-paulina está bem dividida sobre o assunto. Realmente é uma das perguntas mais difíceis de se responder. Hugo, por sua vez, está bem e encontrou novamente a vfontade de jogar. Por outro lado, Jorge Wagner é responsável por 99,99% das assistências a gol do tricolor. Tem gente que prefere ver os dois juntos. Se você ainda não deu a sua opinião, fique à vontade. O espaço é seu!

OPINIÃO: SÃO PAULO 1X0 FLU Primeiros 90 minutos cumpridos!

Qui, 15/05/08
por daniel perrone |

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Créditos: Eduardo Knapp/Folha Imagem

O caldeirão ferveu na última quarta-feira: Diante de um público de mais de 60 mil pessoas,  o Maior do Mundo venceu o Fluminense e saiu na frente na corrida em busca das semi-finais da Libertadores da América.

Mais que isso, o time mostrou evolução entre as suas peças e, mesmo sem Jorge Wagner (o maior assistente do ataque) conseguiu criar jogadas corridas e, ao mesmo tempo, anular o jogo do adversário. Agora resta treinar e aguardar a partida de volta deste maravilhoso embate de 180 minutos.

O São Paulo veio para a partida com uma formação diferente dos últimos jogos. Os dois Éders deram lugar a Jancarlos (definitivamente um ala direito que sabe cruzar) e Fábio Santos que, com Zé Luis e a zaga, ajudou a marcar em cima os rápidos jogadores adversários. Muricy avançou Hernanes e trocou Borges por Dagoberto (ligadíssimo no jogo). O tricolor paulista iniciou a partida com todo o vapor e, logo nos primeiros minutos, encolheu o adversário em seu campo, criando ótimas jogadas.

O time todo funcionava bem: Dagoberto e Adriano criaram boas jogadas, até tabelando de vez em quando (coisa que não se via no Cícero Pompeu de Toledo há tempos); os alas estavam bem, principalmente Jancarlos que mostrou ao público que sabe cruzar muito bem. A zaga estava segura e Rogério só teve trabalho com bolas de fora da área. Até o Hugo foi um leão na aplicação tática. O único ponto negativo era Hernanes que, deslocado mais para frente, não conseguia completar jogadas ofensivas partidas de seus pés.

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A pressão era tanta que o Maior do Mundo conseguiu seu gol logo aos 16 minutos, sempre com ele, o Imperador de Milão. Festa nas arquibancadas: A torcida gostava muito do que via. O Fluminense era obrigado a avançar seus jogadores, mesmo correndo o perigo de tomar mais gols. E eles quase aconteceram. Dagoberto chutou a bola nos zagueiros após completar excelente assistência de Adriano, entre outras boas jogadas.

O primeiro tempo mostrou um São Paulo envolvente e bastante convincente. Rogério Ceni deve ter gostado da alma da equipe.

Veio o segundo tempo e as ações se equilibraram. O Fluminense melhorou sua marcação e passou a atacar com mais consistência enquanto que o São Paulo avançava somente na boa, para matar a partida no Morumbi. Na Libertadores não se pode vacilar e o tricolor paulista, ao meu ver, preferiu administrar a vitória magra (com possibilidade de fazer um gol esporádico) que se aventurar no ataque e tomar um gol em um contra-ataque do adversário.

Algumas peças do tricolor cansaram (entre eles Dagoberto e Hugo) e os alas avançaram menos que na primeira etapa. Mas a segurança da defesa continuou a mesma e o jogo ficou controlado até o fim. Continuo com a impressão que Hernanes, mesmo tendo a função tática cumprida, não conseguiu jogar em uma posição mais avançada. Pena para o São Paulo: Se existisse um meia pensante neste time seria muito mais tranquila a nossa participação nesta Libertadores.

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Fim de jogo e fim dos primeiros 90 minutos de decisão. O resultado foi bom? Foi! Não se pode desprezar uma vitória sem ter tomado um gol fora de casa neste tipo de competição. Foi ótima? Não! Tanto São Paulo como Fluminense estão vivos para a partida no Rio de Janeiro. Mas entre prós e contras eu acredito demais no Maior do Mundo porque o que toda torcida está vendo é uma equipe experiente e centrada neste tipo de competição. A torcida sabe que a equipe tem limitações no meio-campo, mas está jogando com o time. Isso é muito bom de se ver. Não há críticas dentro do estádio. A torcida está com a equipe.

Agora é colocar uma equipe reserva qualquer (não importa qual seja) para o jogo em Curitiba e recuperar os atletas para o jogo de volta, no Rio. Nada está decidido, mas o passo dado pelo Maior do Mundo foi muito importante, principalmente por não ter tomado gols. Na minha opinião o Fluminense só passa de fase se fizer uma partida exuberante no Maracanã, coincidindo com uma fraca partida do São Paulo, pois eu tenho certeza que, um gol, a gente faz lá. E você, o que acha?

“Tá difícil a gente ganhar bonito. Mas também está difícil ganharem da gente!”

SSP!

Notas dos personagens da partida:

Rogério Ceni O capitão quase não fez defesa alguma. Somente chutes de fora da área. E não soltou nenhuma. Nota: 7,5

Jancarlos Ótima partida. Eu considero esse jogo a sua estréia. Sabe cruzar, o que faltava aos nossos alas. Faltou fôlego no segundo tempo. Nota: 8,0

Alex Silva Muito bem nas coberturas. Grande volta aos gramados! Nota: 8,0

Miranda Um verdadeiro xerife. O melhor zagueiro do Brasil. Nota: 8,5

Richarlyson Quando não enfeitou fez uma boa partida na ala e serviu de opção em algumas jogadas pela esquerda. Marcou muito bem Gabriel. Nota: 7,5

Zé Luis O segundo tempo foi todo dele. Muito bem na frente dos zagueiros tricolores. Nota: 8,0

Fábio Santos Finalmente uma partida convincente. Jogou muita bola e foi duro quando precisou ser duro. Isso é importante na Libertadores: Nota: 8,0

Hernanes O pior do São Paulo em campo. Embora tenha cumprido bem a parte tática, não conseguiu acertar quase nenhuma jogada ofensiva. Deve ter sido o pior passador do time. Nota: 5,0

Hugo Recuperou um pouco o futebol que o credenciou a vir para o São Paulo, no início do ano passado. Foi bem no ataque e melhor ainda marcando os jogadores do Flu. Nota: 8,0

Adriano Ele é o cara! Como está jogando o Imperador do Morumbi! Bateu no peito e chamou o jogo para ele, voltando para armar as jogadas, avançando e tabelando com Dagoberto. Premiado com o gol. Nota: 9,5

Dagoberto Ótima partida. Procurou jogadas, tabelou, avançou e quase fez um golaço, após assistência perfeita de Adriano. Só cansou no segundo tempo. Nota: 8,0

Aloísio Entrou no fim do jogo para trombar com os adversários. Não era o momento dele em campo. Sem nota.

Muricy Ramalho Preparou muito bem o time, escalando uma equipe coesa na marcação e veloz no ataque, de acordo com o adversário. O time fez o gol e preparou o bote do segundo, nos contra-ataques. Seu único deslize, na minha opinião, foi ter colocado Aloísio no lugar de Dagoberto. Penso que, nas circunstâncias, as caractrísticas de Éder Luis no ataque eram mais apropriadas. Mas o time foi bem e está vivaço na competição. Nota: 8,0

Juíz Gosto do Oscar Ruiz, mas nesta quarta ele não foi bem. Apitou “feito brasileiro”, isso é, marcou faltas nos encontrões, favorecendo a característica do adversário. Poderia ter soltado mais o jogo.

Torcida Sabe das limitações do time e joga com os jogadores. Diferente da torcida adversária, a torcida do São Paulo não tem muita técnica. Tem muita garra! Nota: 1000!

Viagem para o Rio: A torcida vai invadir o Maracanã!

Quem não quer assistir o jogo Flu x SPFC no feriado no Maracanã com todo conforto e segurança? Para mais informações mande um e-mail para nelsinho@g6esporte.com.br que ele explica o esquema e as opções. Vamos com tudo para a Cidade Maravilhosa!

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Temperatura máxima no Morumbi!

Qua, 14/05/08
por daniel perrone |

spfc_caldeirao Até agora foram comprados cerca de 54 mil ingressos para a partida. Tricolor espera mais de 65 mil hoje no Morumbi.

Hoje é dia de assistir “Temperatura Máxima” ao vivo no Morumbi.

A tocida compareceu e mostrou a sua força. Já foram mais de 54 mil ingressos vendidos até este momento para o grande combate de tricolores: O Maior do Mundo contra o Fluminense. Duas torcidas apaixonadas e duas equipes muito diferentes em estilo de jogo, mas com grandes chances de conquista da taça mais importante das américas. Uma taça para poucos.

O São Paulo vai a campo com duas dúvidas: Jorge Wagner, em recuperação, foi relacionado mas, se não jogar, dá lugar a Hugo que, se não é a maravilha das maravilhas no meio-campo, pelo menos vem jogando um pouco mais atualmente. Na lateral direita a dúvida é entre Éder e Jancarlos, com preferência pelo primeiro.

O Flu tem dúvida na formação. Dodô é dúvida e a intenção da equipe carioca no jogo depende de sua escalação. O meio-campo é muito bom, com Conca e Thiago Neves, e o atacante Washington “Coração de Leão” é sempre um perigo constante. Mas o ponto fraco do adversário é a defesa. Sem Thiago Silva, o técnico Renato Gaúcho (com auxílio do grande mestre em títulos internacionais Vanderlei Luxembuirgo) escalará Roger, com o auxílio de Ygor para conter as descidas dos matadores Imperador e Cyborges.

Essa será a decisão mais “180″ minutos que existe. Tanto o Flu pode ganhar aqui como o São Paulo pode ganhar lá. Mas, sem dúvida, quem sair com uma boa diferença terá vantagem na partida de volta. Dois tapetes, dois estádios majestosos., nada de estádio pequenininho. Tudo pela grandeza deste espetáculo.

O chão irá tremer hoje a noite. Meu ingresso está na mão e já estamos em concentração!

SSP!

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Competitividade x técnica: Qual “escola”vai passar para as semi-finais da Libertadores?

Qui, 08/05/08
por daniel perrone |

Caro torcedor do Maior do Mundo;

 São Paulo e Fluminense farão, nas quartas-de-finais, um dos jogos mais interessantes da Libertadores.

Isso porque as duas equipes possuem, nos dias de hoje, estilos completamente diferentes. O Maior do Mundo atualmente integra raça, vontade, experiência e vigor em seu estilo de jogo. Dentre os brasileiros da competição é, de longe, o que mais se assemelha ao estilo argentino de se jogar. Já o Fluminense encanta pela técnica apurada de seus excelentes jogadores, amparado pelo estilo aberto, preferido de 10 em cada 10 torcedores cariocas.

O bicampeonato do São Paulo foi conquistado com o mesmo estilo técnico presente hoje em dia no Fluminense. Chefiados pelo inesquecível (para ambos os tricolores) Telê Santana, a máquina tricolor acabou com tudo que viu na frente em 91, 92 e 93 e só não foi tri em 94 por esbarrar justamente num time competitivo e aguerrido como o Vélez Sarsfield. Hoje em dia o futebol é diferente e o tricolor acompanhou a atualidade aliando força e vontade ao seu futebol. A vitória na Libertadores 2005 e o título em cima do Liverpool confirmam essa nova tendência são-paulina. Até os torcedores do Boca esvaziaram as prateleiras das camisas são-paulinas nos shoppings de BH, na noite de ontem. E mais; nos arredores de La Bombonera os únicos artigos brasileiros que eu vi à venda, fora a infinidade de artigos xeneíses, adivinhem de que clube era… Nem é preciso pensar muito.

O São Paulo é o Brasil lá fora. Graças a Telê Santana, graças a Rogério e Mineiro e, mais que tudo isso, graças ao próprio São Paulo! Isso ninguém tira da gente, rapaziada! tem que correr atrás mesmo.

Já o Fluminense preserva resquícios da arte perdida no futebol mundial e, segundo declarações de seu próprio técnico, tentará igualar o tricolor paulista na determinação e vontade. É bem por aí mesmo, Renato. Tenho muito respeito pela equipe carioca e sua tradição em respeitar o futebol aberto, mas por acreditar demais na camisa do Maior do Mundo (sim, na Libertadores ela mete medo sim!) considero um confronto no mínimo equilibrado, em princípio sem vantagem para nenhum lado. Esqueçam aquele Flu “primeirão” na primeira fase. Esqueçam aquele São Paulo vacilante da primeira fase. Será um pega prá lá de bacana!

Vantagem de jogar a partida de volta em casa? Não vejo nenhuma neste tipo de confronto. O Boca e o América do México também não viram. O Flu tem meio-campo e a gente não. Eles tem dois alas bons e a gente ainda não encontrou nenhum. Em compensação, nossa defesa é sólida e nosso ataque, na minha opinião, é mais eficaz. Tudo isso, claro, sem contar a experiência de anos e anos na competição.

Por isso pergunto: Será que o conjunto supera o individual? Será que a camisa e tradição superam alegria e técnica? Qual escola vai passar?

Sem dúvida será um partidaço! Mas eu sou mais São Paulo por um simples e único motivo:

“Tá difícil a gente ganhar bonito, mas está muito mais difícil ganharem da gente.”

SSP!

VIAGEM DA TORCIDA DO MAIOR DO MUNDO PARA O MARACANÃ!

Existe uma mobilização de torcedores que querem assistir o jogo Flu x SPFC no Maracanã com todo conforto e segurança. E o melhor: no dia seguinte é feriado! Hotel, ingresso garantido e traslado para os são-paulinos. Quem quiser mais informações mande um e-mail para nelsinho@g6esporte.com.br Tô nessa!

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