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O “clássico treino”, Kalil e o sangue novo que corre nas veias do Luxa

sex, 26/02/10
por Christian Munaier |

Carlos Brito é Atleticano apaixonado, inflamado e aguerrido. É também um Pai amoroso. Sua filha nasceu em 25 de março.

Carlos Brito é Atleticano apaixonado, inflamado e aguerrido. É também um Pai amoroso. Sua filha nasceu em 25 de março.

Não há males que durem para sempre. Perder um “clássico treino” é péssimo e fica engasgado até o próximo jogo valendo de verdade, quando faremos nosso adversário engolir o amargo sabor da derrota. O atleticano é forte por natureza e não deve sair detonando nossos jogadores, citando individualmente seus defeitos como se fossem os responsáveis pela derrota. Somos apaixonados, e não levianos.

Muitos citam o Carini, jogam a culpa do revés neste grande goleiro, que nos dará muitas alegrias ainda. Carini está exposto aos naturais erros e falhas dele e de uma zaga que ainda está se acertando. E verdade seja dita: nem teve como ficar aquecido no jogo (de tão dominador foi o Atlético sobre seu dominado), enquanto o time de Luxa treinava suas peças e seu esquema tático para os acertos no futuro, neste atípico “clássico treino.”

O primeiro gol foi um acidente de trabalho. A bola resvalou em Leandro indo para o gol. Neste lance, nada tem o atleticano a reclamar e nem motivo de comemoração para o outro lado. O segundo gol, no lance em que Werley, jovem promessa, não pulou com o adversário, mostrou que tem muito a aprender com o Cáceres e Jairo Campos, dois espetaculares jogadores. Jairo, para abusar com sua categoria, fez duas faltas no jogo todo, enquanto o palhaço cai-cai adversário seguia expondo toda sua retaguarda para os homens de defesa do Galo. O terceiro gol foi um chute “Secco” do Roger, facilitado pelo posicionamento da zaga.

Os afoitos citam outros tantos jogadores e erram na acusação. Todos os jogadores estão em evolução física e tática – ao contrário do adversário, que há mais de três anos estão juntos. Mas, no quesito “técnica”, estamos bem servidos este ano. Hoje, diferente de outros anos, temos jogadores, um grande técnico e um presidente atleticano como nós. Como há cem anos, temos a “tsunâmica” que é a diferença em Minas.

Quanto aos famosos “HERROS UMANOS” que ainda faz vítimas em todos setores da sociedade, no futebol é um abuso de repetição. Na verdade os “herrantes” não decidiram o jogo, mas interferiram no seu resultado, sim!

Luxa, perturbado com a investida da torcida adversária, depois do revés no jogo-treino, agiu como todo guerreiro, bateu nas veias do braço, mostrando para os serelepes que ali corria sangue preto e branco do Clube Atlético Mineiro. Ofendidos por não ser uma banana, descascaram assim mesmo, engoliram e agora estão entalados.

Kalil é um sangue quente, consequentemente, fica mais exposto e passa a ser alvo dos vampiros que vivem a espreita. É um torcedor, e vê seu Galo sofrer a vingança dos ofendidos e dos mal amados. Raul Seixas tem uma frase que gosto muito: “Eu ando de passo leve para não acordar o dia”. O Kalil deveria pegar rumo nessa frase. Pisar leve na água sem acordar os peixes, pisar no rabo da cobra sem despertá-la, passar pela fumaça sem dissipá-la. No grito, não, Kalil!

Alvinegros em Salvador: A torcida Galo Salvador, tão bem organizada e reunida pelo Geraldo, não importa se é contra nosso rival ou se é contra o simpático Corinthians alagoano, fez uma festa com aproximadamente 100 atleticanos no Restaurante, na Av. Heitor Dias S/N, 2 Leões (ao lado do posto). Foi uma festa antes e depois, pois o amor de atleticano e o crescimento de sua torcida não estão atrelados a uma vitória ou título. Crescemos por AMOR, é a natureza do atleticano.

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Arte: Fred Kong

Apoio: Loja do Galo

Tensão pré-jogos nos últimos confrontos

qua, 28/10/09
por Christian Munaier |

Carlos Brito é Atleticano apaixonado, inflamado e aguerrido. É também um Pai amoroso. Sua filha nasceu em 25 de março.

Carlos Brito é Atleticano apaixonado, inflamado e aguerrido. É também um Pai amoroso. Sua filha nasceu em 25 de março.

Sábado,17/10/2009, Galo X São Paulo, chegou!

Depois de dois tropeços anteriores, o time de Roth não poderia falhar. Contra o São Paulo, o time honrou sua torcida e a palavra do técnico. A tensão era muito grande só de imaginar que perdemos pontos para times pequenos, que não nos enfrentavam de igual para igual, acovardando-se na defesa. Como é justo jogar contra aqueles que também acreditam na vitória, buscando-a com suas próprias forças. Injusto é jogar com times pequenos, amedrontados e retrancados, tentando ganhar na sorte ou em um vacilo. Os mesquinhos são assim!

Desta vez, o Galo enfrentou, no Morumbi, um time poderoso. Na disputa dos iguais o embate ganha contornos de grandeza. Os pequenos não falam a mesma linguagem, pois, no trajeto de suas histórias, viraram fregueses. E o Galo, grande que é, colocou em sua história mais uma linha bem escrita ao derrotar o poderoso São Paulo, invicto há mais de um ano no Morumbi e, se não bastasse, invicto no Brasileirão de 2009. Missão cumprida!

Obrigado, meu amigo Celso Roth! Muito obrigado por, finalmente, concordar com a Massa, ouvindo sua voz. Neste jogo, escalou o Ricardinho como titular. Com ele em campo, os retranqueiros azuis teriam outra sorte, com certeza! A bem da verdade, meu amigo Roth, você, nem a Massa, tinha o Diego no clássico. Como é bonito ver este moço jogar! Domínio, inteligência, controle emocional e referência tática para o técnico, seus colegas em campo, e para nós que estamos esperando pelo seu gol. Alívio! CAM, um a zero no Morumbi.

Contra o Vitória da Bahia teríamos mais de 60.000 pagantes dentro de casa. O nosso amigo Roth já estava sensível aos apelos da Massa. O Vitória da Bahia não iria se acovardar feito o nosso freguês mineiro. Os baianos iriam partir para cima.

Sábado, 24/10/2009, Galo X Vitória.

Foi mais uma semana de muita ansiedade, e ainda, “arrodeado” de rubro-negros aqui em Salvador foi bem estressante. Os torcedores do Bahia pediam para nosso Galo detonar o “vicetória”, e por sua vez, os torcedores do Vitória garantiam que detonariam o CAM no Mineirão. Mas, contra fatos não tem baiano e nem deuses que tenham argumentos plausíveis. A freguesia tinha que ser preservada.

Enquanto isso, a imprensa bairrista: quando o Galo ganha a primeira, “aconteceu”. Ganha a segunda, “coincidência”. Ganha a terceira, “aposte no Galo, que ele é bom!”

O Diego é a referência do time em campo. O cara não perde a bola, sabe o que faz. O pênalti perdido vai amadurecê-lo e vamos ganhar com isto. Nem o Marques fez o Evandro justificar sua escalação. Com o gol perdido, deixou claro que nem no banco de reservas deve ficar. Lamento por você, Evandro!

O Vitória, na ótica de todo apaixonado torcedor alvinegro, quase mereceu o empate. Não fez, pelo fato de termos o Carini. Ele não é apenas um goleiraço. Impõe respeito à bola. Para entrar, a serviçal redonda precisa pedir licença e limpar os pés. Assim se começa um time bicampeão, com Carini! De goleiros entendo e muito. Fui um, nato. E conheci um dos maiores do mundo lá em Montes Claros, no campo do Cassimiro de Abreu. No gol do orfanato, aos 7 anos de idade, conversei com Marzurka. Perguntei se ele era o maior goleiro do mundo. Voltou-se se para mim, apertou minha mão, me levantou em seus braços e disse que eu era maior que ele.

O Marzurka não foi apenas um goleiro que conheci, foi o herói que me carregou de verdade em seus braços. Aquela camisa cinza, o escudo do CAM no centro do peitoral, jamais desbotou em minha memória. Obrigado, meu Senhor, por eu ser atleticano e participar de sonhos. Carini, seja também, o nosso herói uruguaio.

A ansiedade para o próximo já se faz presente em mim.

Roth, lance o Marques com Diego. Ele está pronto para ajudar, fazer do Tardelli o artilheiro e, do CAM, o campeão de 2009. O Galo tem peças para reposição, mas se você insistir em Evandro, não vai honrar perante a Massa com sua palavra nas telas de TV: “o Galo vai ser campeão”.

Não posso deixar de mencionar que com você, Roth, estão mais de 40.000 pagantes por jogo; isto é apoio incondicional, cara! Você tem a chance de entrar para a história e posar para eternidade alvinegra ao lado de Telê, Elias Kalil, Mário de Castro a Reinaldo. Você também tem o Terreiro do Galo! Este apoio não é todo clube que tem, moço!

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A vida de atleticano é em preto e branco

ter, 22/09/09
por Christian Munaier |

Carlos Brito é Atleticano apaixonado, inflamado e aguerrido. É também um Pai amoroso. Sua filha nasceu em 25 de março.

Carlos Brito é Atleticano apaixonado, inflamado e aguerrido. É também um Pai amoroso. Sua filha nasceu em 25 de março.

Na biografia de todo atleticano tem apenas duas datas importantes: Quando nasceu e quando morrerá. No meio destas, somente tem amor, apoio, amor, apoio e amor incondicional ao Clube Atlético Mineiro. Escrevemos em preto e branco, lemos em preto e branco, e tacitamente é “lei”! Vale o que está escrito em nossa História e em nosso coração. Pensamos em preto e branco. O colorido deste mundo é efêmero, portanto, volátil.

No universo tudo é preto no branco! Nas cores da fantasia deste filme, os nossos olhos são preto e branco, e veem, como tal. Nas lágrimas brancas caindo dos nossos olhos, paralela, desce outra negra, derramando a dor que já nos impuseram no Maracanã, Serra Dourada e 2005. Perdoar, sim! Esquecer, jamais!

No entanto, elas misturam-se com a paixão do ser atleticano, descendo face, nos afogando de felicidade neste amor incondicional. Muita felicidade, desde menino, temos para contar. No acetato negro de nossos cérebros a luz branca marca indelevelmente o escudo em nossa alma. No grito uníssono da massa cantando seu hino, ultrapassa as fronteiras das montanhas, quando somos ouvidos e invejados, vide os nossos homônimos que nos reverenciam, usando o nosso poderoso nome Atlético, na homenagem mais justificada do esporte mundial. Seus estados e cidades, também, merecem ter o que Minas tem há 101 anos. Poder é isto!

Posso ver debaixo deste sol, contradizendo Eclesiastes, há 2.000 anos. Tudo em preto e branco é verdadeiramente novo. O trabalho do filho repetindo o pai. (Kalil,  aquele beijo não foi do Iscariotes.) Kalil, você não é mágico. É atleticano! Mágicas só acontecem no escuro, escondendo de nossos olhos as verdades simples de suas manobras pouco éticas. De suas cartolas negras saiam Mexerica, Jael, Juninho, tantos outros iguais e muitas dívidas. Uma fedentina só. Mas, como explicar a mudança da água barrenta para o mais puro vinho? Depois das últimas experiências que fizeram no trono de Lourdes, quando diziam que estávamos falidos… Juro que acreditava que eles eram atleticanos. Uma vez porco, não adianta colocar para dormir em lençol de cetim, pois no dia seguinte o chiqueiro estará formado. É o instinto da natureza das coisas.

Vale a escrita dos cento e um anos das glórias do CAM, nascidas desta força, vinda deste povo que soube escolher e seguir seu caminho, mesmo que as pedras nos sejam lançadas. Assim, aprendemos a falar com Deus, em nome de nosso Galo rezando ou, como queiram, orando em preto e branco:

Oh! Preto no branco que estais neste manto atleticano.
Santificado o fizemos!
Ao teu reino, o Mineirão, vamos!
Seja feita a mais perfeita harmonia destas cores.
Aqui na terra, como em nossa alma!
O gol de nossos goleadores, em cada jogo, alegrai-nos!
Perdoai nossas ofensas, quando a ansiedade nos atropela,
Assim como perdoamos o lado azul e colorido, nosso devedor.
Induza-nos à tentação de derrotar nossos adversários, com o impiedoso castigo do gol.
Livrai-nos dos maus apitadores e das línguas da mídia deste eixo do mal!
Somente nos deixe jogar, é o que sabemos, e não nos prive da vitória,
Perder conforme nossas forças não nos machuca tanto, quanto perder para os corvos “herrantes”.
Porque o Mineirão é o nosso reino, nosso poder e nossa glória para sempre.
Amém!

Enfim, Alexandre “O Grande” Kalil descerrou as cortinas negras que tanto nos assustavam e o nosso tão esperado segundo sol, aquele que nunca nos foi roubado – não se rouba luzes, apenas as escondem para nos assustar –, já mostra raios no horizonte. Vamos festejar em preto e branco!

Escrevam esta biografia quem for capaz!

Hoje, vamos falar de goleiro…

sex, 24/07/09
por Christian Munaier |

Carlos Brito é Atleticano apaixonado, inflamado e aguerrido. É também um Pai amoroso. Sua filha nasceu em 25 de março.

Carlos Brito é Atleticano apaixonado, inflamado e aguerrido. É também um Pai amoroso. Sua filha nasceu em 25 de março.

Fui ao Barradão, depois de um começo de dia que prometia e cumpriu, sim! Estive ao lado de meus mais novos super heróis que saltaram dos bits frios das telas e se materializaram, ali, em minha presença. Feitos de carne, osso, sangue, pêlos e por cima disto tudo, a diferença marcante que nos faz invejados por onde passamos. Todos com o manto alvinegro e seu escudo maravilhoso com as iniciais de CAM.

Somos do Clube Atlético Mineiro, uai! Eitcha! Como gosto de escrever isto, moço!

Já disse aqui que a Massa é muito mal acostumada. Sempre tivemos na nossa História os craques, gênios, inteligentes, estrategistas ou sei lá que nome eu posso dizer para aqueles que vestiram nosso Manto e fizeram, não somente o nome do Galo, como também, os próprios nomes. De Guará, Reinaldo, Luizinho, Cerezo, Dario, Guilherme, Marzurka, Ortiz, João Leite, Bruno a Taffarel.

Sei que muitos podem cobrar ao ler os nomes acima, também, os nomes de todos os divinos homens que tiveram a oportunidade de existirem na calçada da fama atleticana e que deixaram suas pegadas no Brasil e mundo. Não, não cabem todos os nomes neste texto. Para eles, a nossa memória atleticana, a mais sublime morada.

Quero falar do Aranha, o nosso goleirão, número 36 nas costas e veio com credencial. Para quem teve Kafunga, Marzurka, João Leite, Taffarel, Veloso, Bruno, Diego e depois pegamos o elevador rede adentro com Juninho e Édson, não quer dizer que ficamos desacostumados. Claro que não!

Então veio o Aranha, para salvação de nosso rico passado na posição debaixo das traves. Alívio!

Mas, daí veio uma bola recuada e descobrimos que o nosso aracnídeo não tem dotes com os pés. Todos sabem do acontecido. Será!? Ficou o espanto e a interrogação no ar. E agora? No Barradão, a galera atleticana que saiu do RJ, SP, RS, MG, RN, EUA, Ásia e Europa de todas as partes do Brasil e mundo para Salvador, a fim de acompanhar nosso Galo, demonstravam nervosismo e insegurança com nosso 36.

Calma, insegurança, calma! O moço sabe o que faz. Aliás, os diferentes de nós, aqueles, assim como Bruce Lee, Muhammad ali Rei, Luizinho, Gilberto Silva, Federer, Rossi, Lennon, Michael Jackson, Bolt e Pavarotti sabem o que faz. Não fosse isto, seríamos nós a ocupar seus lugares. Não, nosso lugar é assisti-los.

O nosso aracnídeo 36 parece meio pesado e lento. Parece, mas não é! Mostrou isto na defesa a queima roupa no Barradão. Arrancou aplausos, melhorando as coisas para o lado dele. Se ele obedecer a ansiedade dos “imorríveis” – imortais são eles, lá no chá das 5 – nas arquibancadas, obedecendo ao desespero dos fracos que somente nasceram para bater palmas, seria o nosso segundo Édson, saindo em todas, mesmo sabendo que não vai chegar a lugar nenhum, mas somente para querer mostrar serviço para a massa. Como o goleiro do vizinho que bate na bola e depois de um minuto rola no chão, feito uma gazela no cio.

Garanto para a Massa: podemos acreditar no nosso aracnídeo. Ele é bom! Confiável! Tem know-how. Vai entrar para a história do Bi em 2009. Ele não vai sair caindo de um lado para o outro, fazendo rolamento para dizer que está trabalhando. Os diferentes não fazem este tipo de coisa espalhafatosa. Deixemos essas coisas para os comuns que precisam passar gel no cabelo, botar um bridão na dentadura. Essas frescuras não combinam com a massa atleticana. Oba-boba é para o lado de lá.

Todo grande time começa com um grande goleiro. Agora, temos nosso grande goleiro. O pesadelo acabou. Vamos celebrar!

Necessariamente, para que um ganhe o outro não precisa perder

qui, 02/07/09
por Christian Munaier |

Carlos Brito é Atleticano apaixonado, inflamado e aguerrido. É também um Pai amoroso. Sua filha nasceu em 25 de março.

Carlos Brito é Atleticano apaixonado, inflamado e aguerrido. É também um Pai amoroso. Sua filha nasceu em 25 de março.

Minas Gerais está em festa! Festa preta e branca, claro! Minas é Galo e o Galo é toda Minas Gerais. Gosto muito da frase dita pelo Rei em um programa de televisão: “O mineiro quando nasce, com ele, vem dois sentimentos, um com a liberdade e o outro com o Clube Atlético Mineiro”.

Sobre o nosso CAM, o Galo forte e vingador das Minas, Brasil e mundo todos sabem. Sobre a liberdade destas terras, também. Agora, ela está em perigo. A liberdade de ir e vir é um direito inalienável. Não vou entrar na esfera da jurisprudência desta proposta de “torcida única”, ou divisão de 90% para o mandante… De massa, eles não sabem nada. Da paixão atleticana, muito menos ainda. Lotar nossa casa é como visitar a Meca. Vestir as cores preta e branca é referenciar o sentimento liberto de poder amar um clube de futebol e embalá-lo no canto apaixonante que começa assim: Nós somos do Clube Atlético Mineiro…

Pois é, para os que não têm este sentimento, somente lhes restam tratar as coisas do coração atleticano com medidas políticas, governamentais, bastidores e cartolas. Estes não vão em estádios, assistem pela tela.

Atestando a incapacidade do Estado Brasileiro, utilizam um modelo argentino que supostamente deu certo. Ora! Cada um com seus problemas. Somos mineiros e somos atleticanos. Somos do nosso Galo forte e vingador. Muitas vezes sou apanhado torcendo contra o Brasil, somente por me sentir apenas mineiro, uai! Esta medida copiada da torcida única, mostra que tenho razão.

Se quiserem separar o joio do trigo, usem a cabeça e o serviço de inteligência dos órgãos estatais. Nestes órgãos não tem esta matéria-prima? Somente tem a força bruta e copiadores de medidas alheias? São “Marias vão com as outras”?

Segregar é idiotice! É romper a perigosa película que separa a estupidez humana. Esta medida é andar na contra mão do desenvolvimento das relações interpessoais. O Brasileiro não é argentino! Será que nossas “otoridades” já não ouviram dizer, que um remédio para um com dor de cabeça não surtirá o mesmo efeito para os outros cem?

O Mineirão é nosso, com mando ou sem mando de campo, ele sempre foi nosso! Não sou eu que afirmo isto. São os números das catracas nos portões de nossa casa que afirmam e números não mentem!

Não à intolerância!

Nós atleticanos não somos intolerantes, muito menos nos importamos com aqueles que são optantes. Sabemos reconhecer as diferenças de nossos outros irmãos mineiros. Nossa MASSA preta e branca assusta, sim! Mas, respeitamos a minoria. Seu cantinho lá em casa saberemos respeitar. Seremos verdadeiros anfitriões.

O Brasil é uma referência para a América Latina e mundo.

Sei que uma partida de futebol não é carnaval. Apesar de vestirem nossos atletas como foliões multicoloridos – já falei sobre isto na postagem anterior. O mundo reconhece a harmonia das diferenças nas ruas. Agora, o Brasil adotar uma medida Argentina é dizer não para todas suas conquistas no plano social. Burrice pura, ainda mais copiada. Uma vergonhosa maneira de atestar a incapacidade brasileira com seus problemas.

Vamos juntos mostrar para as “otoridades” deste país que sabemos conviver em harmonia. Temos sim, o direito de ir e vir. A polícia inteligente será a responsável pela segurança dos homens de boa vontade. A minoria de má vontade não pode sair vitoriosa nesta chantagem agressiva. Aceitando esta proposta, nossos dirigentes e polícia dão as mãos, mostram desinteligência e incapacidade para tratar dos problemas internos de seu povo.

Proposta: “torcedor-patrocinador”

qua, 10/06/09
por Christian Munaier |

Carlos Brito é Atleticano apaixonado, inflamado e aguerrido. É também um Pai amoroso. Sua filha nasceu em 25 de março.

Carlos Brito é Atleticano apaixonado, inflamado e aguerrido. É também um Pai amoroso. Sua filha nasceu em 25 de março.

Antes, quando da camisa fora do calção, o árbitro parava o jogo, chamava o jogador e obrigava-o a recompor-se. Hoje, para ter mais espaço e poluir, a camisa tem que ficar fora do calção e ter espaço para propagandas. Jogadores desarrumados, vestidos com seus abadás, parecendo folião atrás do trio elétrico. Que o diga um ex-alvinegro do eixo. Sem querer falar muito da briga das redes de televisão. Uma namora impondo o cinto de castidade, a outra veste, assina e marca o “boi”.

Coisas horríveis e de mau gosto desfilam nos gramados do Brasil e invadem nossa sala sem pedir nossa permissão, sem opção, desce goela adentro e a seco mesmo. Os jogadores carregam no corpo suas camisas borradas e cheias de cores. O escudo do clube, juntamente com suas cores, símbolos máximos de sua identidade, assim como o nome dos blocos carnavalescos some como o folião nas ruas. Até parece que o carnaval saiu das avenidas para os gramados. Todos nivelados por baixo. A continuar assim, correm perigo de torcerem para Bancos, Montadoras, Baús.

O atleticano não corre este risco. No percurso da dor atleticana, nós não nos dispersamos, apoiamos e embalamos no canto: Nós somos do Clube Atlético Mineiro e honramos o nome de Minas!

“Patromanchar”, não!

Agora, o pior de tudo está passando. Mas, a massa atleticana anda apreensiva. Só de imaginar que a luta no mercado com aqueles querem “patromanchar” o nosso manto em troca de trinta dinheiros. O Kalil já deu o tom, dizendo que não estamos esmolando. Sob tensão, a nossa nova coleção alvinegra foi lançada. Um espetáculo de segunda pele: preta com branca ou branca com preta, a mais perfeita harmonia de contrários na face da Terra. Nela, apesar de jurarem no mercado que precisam de investidor, apareceu como veio ao mundo, sem nenhuma cor invasora para sujar. Alívio! Mas o pavor toma conta da massa, só de pensar nos borrões que podem surgir em nosso manto. Somos o preto no branco, e só!

O poder do atleticano.

A massa quer, pode e vai comprar espaço no manto. Seremos o patrocinador, queremos e podemos ter o nosso nome gravado no manto. Assim, quando estiver vestido com ele, o meu nome e de outros irmãos estarão lá, gravados para sempre no lugar dos borrões coloridos. O valor desta ação será valorizado por mais de 8.000.000 de apaixonados atleticanos que disputarão o direito de patrocinar o que é nosso.

Assim como fomos o primeiro clube do futebol brasileiro a conquistar um título na Europa para o Brasil, fomos o primeiro campeão brasileiro, seremos o pioneiro e único clube de futebol no mundo, com o nome de seu apaixonado torcedor gravado no manto. Esta ação vai causar o maior retorno de marketing para o CAM. De forma estrondosa, teremos o nosso Galo sendo falado em cada canto deste planeta, servindo de modelo para outros que hoje vestem suas fantasias multi coloridas.

Não somos foliões, somos parte da massa e dela emergiremos cheios de poder para comprar e pagar pelo que é nosso. O apaixonado atleticano quer ter seu nome e de cada um dos milhões que compõe esta apaixonada gente preta e branca. Estaremos presentes nas listras pretas e brancas, tudo discreto sem nenhuma outra cor sujando nossa segunda pele. O mundo vai tomar conhecimento de que, nós somos do Clube Atlético Mineiro, que o Galo forte e vingador é nosso, uai!

A idéia é mais ou menos assim:

O nome legível do torcedor, prensado industrialmente, formando um relevo para ser lido. O espaço do nome em centímetros será comprado pelo apaixonado patrocinador atleticano através de débito em conta, cartão de crédito ou como preferir, se ajustando à política adotada pelo CAM. Além de nosso nome gravado nos padrões de número um, dois, três e o de treinos, estaremos indelevelmente, incrustados na eternidade atleticana. Poderemos ter o cartão de “Sócio Patrocinador” que nos dará descontos para ingressos ou “PASSAPORTES”, dentre outros produtos do nosso Galo em suas lojas.

Sabidamente, sempre estivemos lado a lado com o CAM. Agora, queremos fazer parte do manto sagrado do nosso clube, não deixar mais os borrões coloridos manchar nosso símbolo sagrado. Não vamos mendigar investidores para patromanchar o nosso patrimônio. Daqui para frente, o mercado saberá as nossas regras. Quem quiser aparecer para o mercado usando o nosso clube, pode comprar placas publicitárias em nossas dependências, CT e em nossa casa, o Mineirão. No manto não, nunca mais!

O CAM não precisa de migalhas. Somos a massa, o maior patrimônio do Clube Atlético Mineiro. O nosso Galo e vingador é responsabilidade nossa daqui para frente.

Eu terei o meu nome no manto, pagarei o valor. E você, meu irmão atleticano?

Leão e seu filme queimado

qua, 13/05/09
por Christian Munaier |

Carlos Brito é Atleticano apaixonado, inflamado e aguerrido. É também um Pai amoroso. Sua filha nasceu em 25 de março.

Carlos Brito é Atleticano apaixonado, inflamado e aguerrido. É também um Pai amoroso. Sua filha nasceu em 25 de março.

Desde de que a revelação das fotos do filme de Leão queimou naqueles 5X0, a velocidade dos acontecimentos dentro do CAM foi maior e mais desastrosa que as voltas do Rubinho nas pistas pelo mundo. Um Deus nos acuda!

Desde então, tentei, por inúmeras vezes, iniciar um texto para o nosso Terreiro. Confesso que foram mais de dez, desistindo de todos. Estou mais perdido que o Galo dentro de campo de futebol. As notícias ruins passam, assim como as bolas pelo nosso Juninho, sem que dê tempo para o meu cérebro processar e pior, entender. Todos sabem do amor incondicional que tenho pelo meu CAM, este amor não é diferente do seu e de toda a MASSA que faz deste Galo o clube mais amado deste Brasil e do mundo. Porém, confesso, temo pelo futuro de nosso clube. De ver – ou não ver – o América, lá… bem lá… distante do que foi um dia. Dá até arrepios!

E agora Leão? (ainda técnico do Galo)

Quero me dirigir ao meu “amigo” Leão, o técnico análogo. Homem querido pela MASSA e, acima de tudo, detentor de um crédito bem maior que eu poderia mensurar. Seu trabalho (?) intocável! Isto até o dia 26 de abril, domingo, dia da revelação das suas fotos, quando o negativo – Leão ainda usa máquina fotográfica com acetato para bater suas fotos – mostrou-se queimado, inteiro. Sobrou somente sombras que nos assustam.

Onde foi parar aquele treinador que passou pelo Galo em 1997? Aquele homem não é mais o mesmo? O futebol do Brasil evoluiu e Leão parou no tempo? São tantas as perguntas para ele. Inerente à sua vontade, a resposta é revelada pelas suas ações e escolhas dentro do CAM. Acredito que não esquecemos o que aprendemos, mas, com o tempo. fica mais difícil reaprender. Seria o caso do “nosso ex-poderoso” Leão? Sabemos que jogadores perdem rendimento com o passar dos anos, mas treinador é como vinho, com o tempo fica melhor. O Leão está contrariando isto?

Nesta terceira passagem pelo Galo, voltou mordido pelo bichinho dos empresários interesseiros em amarrar seus bondes no primeiro porto que parar? Como explicar os contratados: Mariano Trípodi, Renan, Lopes; Carlos Júnior; o perseguido Junior Carioca; os cartas-brancas Juninho, Marcos, Miranda, Márcio Araújo? As táticas e as mudanças delas, que somente pioravam ainda mais o cenário em campo e no placar… O que aconteceu, meu “irmão”?

Minhas desconfianças começaram, quando levou um gol do Guará aos dois minutos do primeiro tempo e empatar as duras penas. Depois, foi a hora de revelar suas fotos no Mineiro, mostrando 05 (cinco) fotos queimadas X 0 (zero) revelada. Mudou de revelador e foi para a Bahia, apresentou seu filme e o “revelador”, também, mostrou mais 03(três) fotos queimadas X 0 (zero) do time baiano, que não é nenhum Guará. Tem explicação?

Sua terceira passagem pelo CAM foi marcada pela sua desmitificação como técnico revelador de craques, disciplinador e de um vencedor, perdeu seu espaço para um técnico envelhecido, além dos cabelos brancos, também como profissional da bola. Acreditando que respostas rápidas, duras, impensadas e cara fechada vale mais que estudar, via planilhas no computador com tela de LCD o adversário?

E agora Kalil?

O Leão não foi culpa somente sua, foi nossa também, este peso podemos dividir com você. O Bebeto será um novo Leão e você será o trio “maldito” que a imprensa tanto propaga? Você é de confiança, assim como o Leão foi. Sabemos que, não se conserta, em 06 meses, o que os diretores “um sete um” destruíram nos últimos 25 anos. Eu, Christian, Roberto C, Vanessa, Damázio, Kong e toda a MASSA sabemos que você é atleticano com DNA e pedigree preto e branco. Imaginamos que você sofre, assim como nós. Aquele seu beijo na foto do nosso saudoso Elias Kalil, não foi o beijo do Judas. Amanhã, poderemos estar beijando sua foto na parede da eternidade atleticana.

*****

O Terreiro do Galo abre espaço para que as torcidas organizadas atleticanas possam divulgar suas ações culturais. Entrem em contato através do e-mail blogdoatleticomg@globo.com e divulguem as atividades voltadas para a comunidade.

Ensaio da Bateria da Escola de Samba da Galoucura: Aos sábados*, a partir das 13:00h (*exceto em sábados com jogos no Mineirão). Além de ensaiar com os instrumentos, acontecem sorteios de brindes, fotos para o site e gravação de vídeos. Local: ambiente externo da sede da Escola de Samba Galoucura. Clique aqui para mais informações.

A Massa tabela com o Diego: Jogar futebol não é difícil, não é Tardelli?

qua, 22/04/09
por Christian Munaier |

Carlos Brito é Atleticano apaixonado, inflamado e aguerrido. É também um Pai amoroso. Sua filha nasceu em 25 de março.

Carlos Brito é Atleticano apaixonado, inflamado e aguerrido. É também um Pai amoroso. Sua filha nasceu em 25 de março.

Para quem é mal acostumado ter em sua gloriosa história, heróis com números incontestes: O Rei como maior artilheiro do CAM, com 258 gols, encantou o mundo da bola e ainda detém a melhor média de gols em uma versão do brasileirão com 28 gols em 18 partidas. Depois de 32 anos, ainda com a insuperável média de 1,55 gols feitos em uma versão do brasileirão. O CAM lançou para a história outros nomes, Dario duas vezes, Rei, Renaldo e Guilherme, artilheiros temidos pelos concorrentes na história do futebol deste país. Isto somente falando de artilheiros. Citar o Cerezo, Luisinho, Éder, João Leite e. nem vou continuar, é covardia. Portanto, a MASSA pode falar do assunto e com total autonomia. Nós reconhecemos quem é, e quem não é neste mar dos adjetivos fácies que a mídia com seus gosmentos “loucutores” infernizam, não somente nossa vida de espectadores, como também, a de seus próprios escolhidos.

Estamos no tempo do “go”, to hell! A ordem parte “deles” dentro de nossa sala. Muitos vão e nem reclamam. A ordem é alienar, pasteurizar, embalar, e se vacilar, servir a cabeça do indivíduo na bandeja. Tempos da invasão “deles” em nossas salas. Pior, muito pior que os anos de chumbo. Mais difícil ainda é ouvir as verborragias dos “loucutores” das TVs vendendo os “peixes podres” de seus empresários um sete um. Esta é uma parceria insana de “loucutores” com seus abutres e seus penduricalhos pendurados no pescoço, nada difere dos ambulantes que brigam pelo cliente, empurrando suas tranqueiras nas esquinas. Pior, estes invadem nossa sala preta e branca despejando seus “fenômenos, craques, gênios, animais, baixinhos e imperadores” “paraguaios”. Com todo respeito ao povo deste país vizinho.

São os anos do faça o que mandamos e coma o que queremos e durma com quem ordeno. Em troca, oferecem tudo aquilo que você não precisa e não suporta nos ombros, o resto é com você. Imperador, fenômeno, animal e outros adjetivados não são meras coincidências. Até o Rei negro trocou sua história por uma lei que nem ele sabe o que é, e pelo intolerável grito de: “É tetra! É Tetra! É Tetra!!!” com direito a histerismo coletivo vomitado em nossa sala, perdeu a majestade. Eca!

A MASSA não é alienada! “Deles” não ganhamos e não pedimos nada! Queremos distância desta mentira. Contra “eles” nossa MASSA é composta por apaixonados que tem os “espíritos” de um Ghandi, Luther King, Lennon, Smith, John Carlos brigando pela liberdade e pelo direito de vencer ou perder conforme suas forças. Isto é inalienável nas regras das coisas da vida. Para a MASSA, somente existem duas cores no universo, a preta e a branca com as iniciais CAM – é sabido que um grande jogador atleticano se recusou a vestir a cor amarela da seleção. Acreditou ele, como acreditamos todos nós alvinegros, que nada, debaixo do céu sobrepõe a nossa pele, muito menos nossa alma alvinegra-. Honrar o Galo e o nome de Minas é um ideal para vencer os adversários, não somente nas quatro linhas, como também, fora delas. Para isto, o Kalil pode repetir o pai. O Leão sempre foi o nosso preferido, voltou. Você Tardelli, chegou novo, sem ter nascido do velho, para tabelar com a MASSA. Com o seu “Logo”, faz o time crescer e vencer. Estamos todos de volta para casa!

Portanto, Diego Tardelli, Você prova que sabe jogar com seus lances, gols, comemorações e jeitão de ainda adolescente. Difícil é passar a vida tentando enganar os outros que “eles” que sabem jogar, fazer gols, consomem, são mais belos e não nós. Quando você pisar em nosso jardim verde lá no Mineirão, onde é a nossa e agora sua casa, sinta-se a vontade. Deite e role! Seja mal educado, assombre os visitantes, faça-os tremer, humilhe-os, como o nosso Rei fez. Estaremos literalmente a sua volta, formando um cinturão preto e branco a te louvar. Vamos tabelar, tocar de primeira, deixando-o livre na área, para com sua quase genialidade de uma majestade fazer a fusão do mais belo instante da arte com o gol e nos brindar. Assim como brindamos com Mário de Castro, Guará, Dario, Rei, Guilherme e tantos outros. Diego Tardelli, quando em seus ouvidos chegar o som do mais belo hino do futebol mundial, somos nós no ritmo 4×4 do seu coração, somos nós festejando você, somos nós encantados, derramando a melodia preta e branca e encarnando os deuses da bola dentro do nosso manto consagrado. Atenda o nosso comando, Tardelli.

Por último: Vá lá Diego, garanta o bicho e leve o Galo à volta olímpica. Que assim seja, amém!

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Segue mais uma sugestão da Massa. Esse mockup foi enviado pelo amigo Nélio Gonçalves. Obrigado e parabéns, Nélio!

Nélio Gonçalves

Sugestão: Nélio Gonçalves

No corte, toda carne sangra

sáb, 04/04/09
por Christian Munaier |

Carlos Brito é Atleticano apaixonado, inflamado e aguerrido. É também um Pai amoroso. Sua filha nasceu em 25 de março.

Carlos Brito é Atleticano apaixonado, inflamado e aguerrido. É também um Pai amoroso. Sua filha nasceu em 25 de março.

“Nosso coração fragmentado em onze pedaços correndo atrás de uma bola”. *

Vou pedir licença para Vanessa Ribeiro* e usar suas maravilhosas palavras entre aspas no título deste. Tão lindas que são, nem se parecem letras formando a mais espetacular frase que meus olhos leram em toda minha vida de bê-á-bá da bola. Li, reli, não satisfeito copiei para usar aqui neste meu texto.

De tanto pensar em como expressar o meu amor pelo C.A.M., sem êxito de competir com o saudoso irmão Drummond, outros tantos poetas metafísicos, eruditos ou os, também, apaixonados geraldinos atleticanos que, como eu, buscam nas letras do nosso português tão rico, juntá-las para formar palavras, frases, parágrafos para tentar conseguir textos de imensa beleza quão a vida, o mar e o espaço é de imenso segredo para nós humanos. Segredo este inexistente para quem ama como somente o atleticano é capaz e prova nesta frase da Vanessa. Realmente, nenhum ser vivente pode provar o contrário deste amor alvinegro. Parafraseando, escreva as primeiras palavras, aquele que se arriscar em provar que eu estou delirando.

Todos os amantes têm suas teorias sobre o que é o amor. O fato é que, teorias não passam de teorias. Teoricamente, o amor é medido pelos números sem vida nas pesquisas que “eles” propagam como verdade absoluta. Usam da mesma violência do assassino de arma na mão, apagando vidas nas esquinas ou do político, malversando o dinheiro público, levando misérias nas ruas. Tentam corromper o incorruptível saber sobre o que é a verdade dos fatos acontecidos diante de nossos olhos espantados, amedrontados e envergonhados por “eles”. Tudo isto é inócuo nas mentes de quem, verdadeiramente, tem compromisso com a verdade e algo para amar, nós temos o Galo.

Para nós, os amantes atleticanos, este brilho do mal não ofusca o brilho preto no branco tão poderoso da imaginação que alimenta nossa alegria e sem a necessidade do “ópio” das telinhas. Uns usam “drogas” coloridas, se satisfazem com elas. Nós somos o preto e branco do Clube Atlético Mineiro, isto é tudo e nos completa!

Os “traficantes” da fantasia tentam mostrar para os investidores que “eles” são, em números, maiores que nós os apaixonados, que consomem mais e que amam mais os “seus”. Esta perversidade nem o Stanley Kubrick imaginou no seu filme Laranja Mecânica, muito menos Freud com sua cabeça pervertida conseguiu esta “orgia” e, também, inimaginável para Shakespeare com a morte dos amantes no seu clássico.

No secular amor atleticano ninguém morre. Nessa imortalidade, o Galo, também, vence e avança soberano, lado a lado com sua apaixonada MASSA humana sobre a mídia algoz e seus medievais locutores blindados pelo Ivanhoé (balaclava) e suas armaduras – não inoxidáveis – da impunidade na ética do jogo. “Eles”, por serem “filhos dela” – 1964 -, comeram na mesma bacia e acreditam ainda, que estão acima de tudo e de todos.

Eles fazem o papel que lhes caem bem no sistema perverso da mídia brasileira. Não poupam ninguém pela frente. Em nossas telas pagas ou não, usam e abusam da violência nas palavras, nos machucam quando insistem em nos ignorar, nos despedaçam, abrindo feridas profundas, juntando-se aos seus para roubar as nossas vitórias de 77, 80, 81, 99, 2005, 2008 e… Porque “eles” se atraem e somente fazem justiça entre si. Tudo isto sob o título das desculpas dos “herros umanos”.

“Eles” não podem com o “nosso coração fragmentado em onze pedaços correndo em campo atrás de uma bola”. Nosso canto tem o “lutar, lutar” pelos gramados do mundo pra vencer. Agora, também, empunharemos nossa arma: o controle remoto. E atenderemos a chamada de nosso hino, “lutar, lutar” pelo “mercado” para vencer.

“Eles” não conseguirão assassinar o imortal amor que o poeta ou o geraldino tem pelo nosso Clube Atlético Mineiro, somos imortais!

Se o amor tem números, estão registrados nas catracas, nos recordes de média de público dos campeonatos que disputamos e nos registros das vendas de tudo que é do C.A.M.

Até quando esta mídia medieval vai tentar enganar um país, já desconfiado que o colorido do mal não brilha mais que a marca indelével do amor preto no branco atleticano?

A “navalha afiada do controle remoto”, no corte, toda carne sangra!

Muito prazer, nós somos do Clube Atlético Mineiro

sex, 13/03/09
por Christian Munaier |

Carlos Brito é Atleticano apaixonado, inflamado e aguerrido. É também um Pai amoroso. Sua filha nasceu em 25 de março.

Carlos Brito é Atleticano apaixonado, inflamado e aguerrido. É também um Pai amoroso. Sua filha nasceu em 25 de março.

Avisamos aos nossos novos jogadores que realizam o sonho de vestir um símbolo do esporte mundial, o Manto Sagrado do Clube Atlético Mineiro, o Galo forte e vingador, que: NÓS SOMOS DO CLUBE ATLÉTICO MINEIRO! VENCER, VENCER, ESTE É O NOSSO IDEAL. HONRAMOS O NOME DE MINAS, NO CENÁRIO ESPORTIVO MUNDIAL. Destaco esse trecho do mais belo hino do mundo, e o mais cantado nos estádios deste Brasil por quase 13 milhões, para que vocês estejam cientes de que TREZE MILHÕES de apaixonados – torcedores são os outros inanimados clones alienados pela mídia – pagantes – de ingressos e promessas – em toda história do Campeonato Brasileiro estarão de olho em vocês. Somos animados pensantes e existimos, sim! Treze milhões de pessoas entoando cânticos a embalar nossos sentimentos, fora e dentro das quatro linhas.

Saibam que o Atlético é o primeiro clube brasileiro a alcançar a marca de 10.000.000 (dez milhões) de apaixonados pagantes nas catracas – não é pesquisa – acompanhando o Galo em toda história do certame nacional. Temos 10 das maiores médias de público de todas as edições. Tudo isto sem o oba-oba gratuito (?) da mídia. Nossa força vem do AMOR que nossa alma perpetua através de nossos filhos, para todo o sempre, amém!

No ano de 2008, fomos o maior vendedor de uniformes (acá conhecido como Manto Sagrado) oficiais alvinegros no país; país onde impera o protecionismo da mídia aos clubes de dois estados, em detrimento ao “resto” deste Brasil. Minas não é o resto deste Brasil. Mas isto vai acabar! Nós vamos por fim para este crime “hediondo” contra o esporte nacional e contra nossa paixão. Ninguém pode com a força de treze milhões de vozes a cantar nas arquibancadas, ninguém!

Os fortes  que nos ajudaram a alimentar este poder preto e branco que domina Minas, tomar corpo pelo Brasil e chegar aos quatros cantos deste mundo, estão em nossa História, e nela são imortais. Nosso Manto vestiu os corpos de gênios e craques conhecidos pelo mundo da bola como: Reinaldo, Cerezo, Luizinho, Éder, Palhinha, Lola, Paulo Isidoro, Kafunga, Mazurkiewicz, João Leite, Taffarel, Renato (aranha negra), Cincunegui, Zé do Monte, Guilherme, Dadá (se não era gênio, sabia fazer gols). Gilberto Silva, Mancini, Oldair, Nelinho e fomos comandados por Homens como o mestre dos mestres Telê Santana e o atual Émerson Leão, em quem acreditamos muito. É homem de confiança da MASSA.

Aos candidatos que passaram na primeira etapa deste vestibular e ganharam o direito de vestir nosso Manto, do número 1- agora, muito mal envergado – ao número 11, os nomes mencionados acima mostram que, apesar das vacas magras dos últimos anos, somos muito mal acostumados a termos gênios e craques vestindo e honrando nossas cores e a nossa História pelos gramados do mundo para vencer.

Para a História, os novos terão a oportunidade de entrar. Também para a galeria de consagrados mais espetacular deste Brasil. Para estes, a chance única de envergar o manto consagrado e amado pela MASSA. Para os que chegam, conhecer nossa História é a primeira lição a aprender. Assim, saberão HONRAR o canto de nosso hino. Lutem para nos agradar e, de nossas 13 milhões de vozes, ouvirão seus nomes cantados pelos gramados aonde quer que estejam. E não se esqueçam: mesmo com todo o orgulho do Estado do qual somos oriundos, o sufixo da unidade federativa cabe aos demais homônimos. Traduzindo pro português: aqui é Atlético. Puro. Sem leite e sem açúcar.

Não perguntaremos de onde vieram, mas sim para onde vão. Vocês, através de vossas lutas e vontade de vencer, mostrar-nos-ão para onde querem nos levar. Estaremos avaliando. Daremos a vocês o maior combustível do mundo, nosso apoio, e vocês poderão fincar suas marcas na glória de nossa História.

Estamos apresentados!

Lembrem-se: Os fracos servirão.

Escolham!

Cabrito

Colaborou: Christian Munaier
Artes: FredKONG
Vídeo: Netum



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