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Avaliação de Desempenho pós Campeonato

Seg, 05/05/08
por Christian Munaier |

Salve, salve Massa!

Página virada, vice-campeonato conquistado (ou o título perdido) pelos méritos do adversário e dos responsáveis pela equipe que recebemos no ano do nosso Centenário. Parabéns aos campeões deste importante torneio, título que é valioso e que temos em maior número.

O Cruzeiro poupou a poupança de seus jogadores, com a vantagem conquistada no primeiro jogo, para a partida importante no meio da semana. Precisam justificar o convite ofertado pelo Galo, no final do ano passado, para participarem da Santander. E o Galo gastou o que tinha, ou seja, não deu nem para o gasto! E não justificou o ingresso comprado. A Massa também poupou. Simplesmente não foi! Mais do que um ato de protesto, um boicote contra a festa adversária. Calcula-se em R$250 mil a menos de receita no clássico, menos chope na caneca azul.

Dos jogadores escalados para o clássico, Vinícius deu conta do recado e foi um gigante na zaga atleticana. Pra mim, justificou a titularidade. Temos que acabar, de uma vez por todas, com a “Síndrome da Copa de 2006”, quando parecia que, mesmo jogando mal pra cacete, os figurinhas carimbadas não perdiam seus postos para os que jogavam melhor. Rafael Miranda continua em uma péssima fase, levando entre as pernas e sendo driblado com facilidade. Márcio Araújo jogou como um volante moderno. Atropelou na defesa e arriscou no ataque, sendo o responsável por uma das jogadas de maior perigo ao gol do Fábio. Danilinho virou presa fácil do Marquinhos Paraná. Como havíamos previsto aqui, sem a armação no meio campo, nossos pontas (Danilinho e Marques) seriam facilmente desarmados. Uma coisa é dar um drible seco e chutar a gol, especialidade dos nossos jogadores mais leves. Outra coisa é deixá-los responsáveis pela condução da bola no meio campo. Sem o Souza, lesionado e sem condições de jogo – NOVAMENTE – coube ao Gérson armar as jogadas. Meu Deus! O Coelho fez o papel de ala direita e infernizou a defesa azul. Através de suas jogadas, o Galo quase abriu o placar no começo do 2º tempo. Chapelou, fez e sofreu faltas, mostrou que é o dono da lateral. Com cãibras, deu lugar ao Xaves.

No intervalo, o Geninho colocou o Renan no lugar do Agustín. Por que não colocou desde o começo do jogo, como havíamos proposto? Será que até eu, que não estou no dia a dia do Galo, consegui enxergar a necessidade do volante na lateral, para conter os avanços dos alas cruzeirenses, e ele precisou de 45 minutos para perceber? Com bom toque de bola, lançou os companheiros e arriscou bolas de longa distância. Contudo, num lance de total descontrole emocional, foi expulso. Aos 22 minutos do 2º tempo ficamos com 10 em campo, e o nosso campeonato, no ano do centenário, ficava no plano do irracional com o gol de Marcelo Moreno.

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Final de campeonato, Atlético vice-campeão mineiro de 2008.

Final da 1ª competição de 2008. Qual avaliação podemos fazer? Ficará a cargo da Massa Atleticana! Só faço algumas perguntas para facilitar a avaliação:

1. Quais os jogadores contratados foram efetivamente utilizados e valorizados no mercado do futebol neste 1º semestre?

2. Quais os jogadores que haviam sido valorizados pelos técnicos anteriores continuaram valorizados ou aumentaram seu valor?

3. Quais jogadores da base foram lançados e valorizados no mercado?

4. Quem são os responsáveis pelo controle ou descontrole emocional dos jogadores no momento de decisão?

5. Quem são os responsáveis pela não inscrição em tempo hábil dos reforços, Petkovic principalmente? O Pet estava impossibilitado de vir para o Galo antes?

No final de cada campeonato, além do título, o que importa para o clube é a valorização de seu plantel. É com essa valorização que o clube capitaliza o lucro (seu e de seus parceiros comerciais), tem poder de barganhar jogadores com outras equipes e fortalecer setores menos produtivos, cria expectativa de sua participação nas competições que estão por iniciar e, assim, fecha boas cotas de patrocínio, e gera a expectativa da torcida, o que definirá maior ou menor comparecimento ao estádio.

Avalia-se o trabalho de um clube, sua diretoria e departamento de futebol, respondendo essas perguntas. Avaliem!

Respostas nos comentários…

Raça e espora afiada. Sempre!

A Tática e o Milagre

Sáb, 03/05/08
por Christian Munaier |

Salve, salve Massa!

O que podemos esperar do jogo de amanhã, que define o campeão mineiro de 2008? O que você gostaria que acontecesse? Você, Atleticano, tem esperança em nosso Time? Acredita numa reviravolta? Está confiante na equipe e acredita que o coração Atleticano bombeará a raça pelas veias e artérias do organismo de nossos atletas? E você, adversário? …não, você é um caso perdido, não há esperança alguma pra você!

Desde que o Homem é Homem a esperança e a crença no inexplicável permeia suas ações e perspectivas. O Homem tem uma tendência a acreditar no improvável, no que considera impossível.

Ao menos, que meu Atlético faça valer a pena cada centavo do ingresso!

Entrar com a mesma formação e mesma postura que começamos o 1º jogo é suicídio! Não me conformo com a justificativa de que a goleada foi um acaso. Não foi! O descaso foi o principal combustível da tragédia dos 5. Escalar Gérson, mesmo depois de tantas advertências, foi um ato hostil contra a Massa. Manter o Thiago, idem. Manter o meio campo sem criação é permitir ao Cruzeiro uma marcação muito mais sossegada. Sem a criatividade do meio campo e jogadas-surpresa, ficará claro que nossos “pontas” farão o trabalho de condução da bola até o setor ofensivo. Assim, o Prof. Pardal determinará que se faça a falta no Marques ao dominar a bola, na esquerda, ainda na meia cancha, e o mesmo com o Danilinho, na direita. Com rodízio de faltas, a 24,90 o casal, dificilmente chegaremos ao gol do Fábio.

Defendo a seguinte escalação:

1. Juninho

2. Coelho

3. Vinícius

4. Leandro Almeida

5. Xaves

6. Renan

7. Danilinho

8. Márcio Araújo

9. Marques

10. Souza

11. Renan Oliveira (Vanderlei)

Com essa escalação, o que pareceria um 4-3-3 clássico se transforma, quando da posse de bola, num 2 (Vinícius e Leandro Almeida), 3 (Renan, Xaves, Márcio Araújo), 3 (Coelho como ala direita, Souza no centro e Danilinho ou Marques, alternando a armação/triangulação pela esquerda, para confundir a zaga), 2 (Renan Oliveira e Marques ou Danilinho finalizando).

O esquema 2-3-3-2 para as ofensivas gera segurança na cobertura, boa distribuição de responsabilidades para armar, confusão na marcação individual e trabalho na marcação por zona, compactação do meio-campo, permitindo a 2ª bola (rebote) ao nosso favor, chutes de fora da área. Além do jogo de área, claro.

Quando na defensiva, e por precisarmos de um nº de gols que só virá nos contra-ataques rápidos, será fundamental mantermos as 2 linhas de 4 bem definidas antes da linha de meio campo. O primeiro combate como filtro, o segundo para a sobra, ligando a bola entre eles e formando rapidamente o 2-3-3-2.

Melhor que isso, pergunte ao Mourinho!

E por falar em Mourinho, tem técnico que está arrumando as malas para curtir o piscinão de Ramos. Lugar pouco salubre, habitat natural de urubus e correlatos. Tem pessoas que marcam suas passagens por onde passam. Espero que, quando eu me despedir da Massa na nossa coluna, o sentimento seja de saudade e tristeza. Mas tem aqueles que levam apenas a “leve impressão de que já vou tarde”.

Raça e espora afiada. Sempre!

Créditos da Figura: Anderson/BH

Crônica de um placar impensável

Qua, 30/04/08
por Christian Munaier |

Salve, salve Massa!

Salve-se quem puder, porque o barco afundou? De jeito nenhum! Perdemos, e perdemos feio. Tão feio que não seria digno dizer que perdemos somente pelos nossos próprios erros. Verdade seja dita: nosso adversário foi muito superior e demonstrou isso aplicando sonora goleada. Tomamos aquela famosa surra de mão aberta que deixa a marca dos dedos no rosto.

Só que a nau atleticana não afundou, ficou a deriva. Perdemos o rumo da vitória, mas veja que o casco é muito mais resistente do que imaginam os que não conhecem a Raça de uma Nação como a nossa! Foi essa a primeira surra que uma grande equipe tomou em um clássico regional? Não! Será a última?

O Geninho resolveu nos ouvir em partes. Escalou Xaves e Renan Oliveira como havíamos proposto, mas esqueceu-se do alerta que fizemos: “As laterais estão desguarnecidas. Precisamos colocar o Márcio Araújo na direita e o Viana na esquerda!” Aviso feito e ignorado, o indesejado “eu te disse” foi a conseqüência natural. Duas avenidas duplicadas, isso sim, foi o que o adversário encontrou tanto do lado esquerdo como do lado direito. No segundo tempo, quando o estrago já estava feito, as mudanças só estancaram a hemorragia. Mas, em fase terminal, faltou sangue para o Galo correr atrás.

Além das laterais, a zaga errou feio! Tida como uma das defesas mais seguras, uma espécie de Volvo do futebol, nossa zaga se comportou como o sistema de freio de um jipe Willys com o tambor furado. Foi um verdadeiro “vareio” de bola e algumas intervenções do Juninho evitaram uma conta utilizando os dedos de mais de uma mão.

Nosso meio de campo foi inexistente na criação. Tivemos que contar com muita raça e vontade do Marques e Danilinho, que tentavam ligar a defesa ao ataque. Mais um erro que anunciamos antes. Precisávamos ocupar melhor o meio campo, alguém que aproximasse mais o time, compactando-o. A entrada do Souza, desde o primeiro minuto de jogo, poderia trazer essa ligação, permitindo tiros mais curtos e precisos dos dois pontas.

O Danilinho não apareceu no jogo e o Marques conseguiu, quando muito, cavar faltas. E o Renan Oliveira bem que tentou, contudo manteve a média de seus companheiros – abaixo da crítica.

Alguns lances que considero cruciais: O cabeceio do Rafael Miranda, logo no começo do jogo, foi uma das únicas jogadas ensaidas que percebi no Time do Galo. A infeliz falha do Juninho no primeiro gol, que comprometeu o placar (óbvio) e a confiança da defesa em seu arqueiro. Não sei porquê, mas naquela hora eu me lembrei do Valdir Perez na copa de 82, no jogo contra a Itália. Sabe quando a expressão de confiança do goleira dá lugar àquela expressão de “não quero mais brincar”? A bola na trave do Renan Oliveira, que teve chance de escolher o lado que bateria. Bateu errado. Se fizesse aquele gol, naquele momento, poderíamos ter evitado a derrota tão elástica. O outro lance foi a cobrança ridícula em dois tempos dentro da área cruzeirense. O que eles quiseram fazer naquela cobrança eu não identifiquei, só percebi que eles não tinham a menor intenção de fazer gol. Que “jogada ensaiada” foi aquela?

A cabeça tá inchada. No rosto, o vermelho do sol, da surra e da vergonha! Estamos envergonhados pela acachapante derrota. E temos vergonha na cara.

A História conta os casos de recuperação de grandes nações que, em determinado momento, sofreram grandes derrotas. Japão, Alemanha, Itália são algumas delas. A vergonha na cara, os líderes certos e a força de seu povo foram parte da fórmula de suas reconstruções.

Precisamos dessa fórmula para recolocar a nau atleticana no rumo. Precisamos de mudanças significativas. Tá difícil! Não será bom encarar os jornais estampando uma vitória adversária com tantos números (nem os mais confiantes adversários poderiam imaginar). O que me conforta é saber que um dia é do caçador, mas também tem o dia do lobo. Nada como um dia depois do outro.


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Raça e espora afiada. Sempre!

Projeção, Paz e Homenagem

Qua, 30/04/08
por Christian Munaier |

Salve, salve Massa!

É chegada a hora de mais um Atlético e Cruzeiro. É hora de preparar nossos corações e nervos para mais uma final. A adrenalina substitui o sangue e corre solta em nossas veias em dias como esses. É necessária toda a calma e chá de quebra-pedra, no meu caso, para agüentar a cólica renal que sinto nas vésperas de jogos decisivos.Imagino como estejam os jogadores e comissão técnica, responsáveis diretos pelo espetáculo! Se, para mim, o santo remédio é o chá de quebra-pedra, o deles já foi servido no meio da semana. Em Recife mesmo já experimentaram o chá de quebra-salto, o que permitirá a ausência do “já ganhou” no vestiário atleticano antes do tempo. Isso não quer dizer que não devam mentalizar a vitória. A literatura científica desportiva trata, com muita clareza, do treinamento mental. Antes de uma competição, é fundamental que o atleta consiga se imaginar vencendo. Sentir o gosto bom da vitória incentiva ainda mais o competidor a buscar o melhor do seu potencial. Ter atitude de campeão, e não o salto alto faz toda a diferença!

Ainda não saiu a escalação do Time. Imagino que o Geninho tenha algumas dúvidas para o jogo de amanhã. Daqui de fora, temos várias! As laterais precisam ser mais bem guardadas, tanto o Gérson quanto o Feltri não vêm fazendo grandes partidas. Será que seria a hora de dar mais uma chance para o Viana? Quem entraria no lugar no Gérson, na direita? Cláudio ou Márcio Araújo? Se você tivesse o cargo do Geninho, avaliando as condições físicas, técnicas e motivacionais, qual seria a sua escalação? Faça a sua projeção aqui no seu Blog!

Na vasta história de grandes embates, uma nota triste, das páginas policiais, insiste em aparecer nos grandes clássicos. Histórias que contam tragédias e, como em toda tragédia, perdas.

Quando é que passaremos a entender que o esporte é sinônimo de competição e saúde? O esporte não foi feito para a guerra e nem para a morte. Foi feito para o lazer e entretenimento. Quando é que daremos um basta a tanta violência, violência essa cometida contra pessoas que exerceram o direito de torcer por outro competidor? É justo machucar alguém por preferir o amarelo ao vermelho?

O Terreiro do Galo conhece o seu papel de formador de opinião. Sabemos que este portal é uma grande vitrine de idéias. Por isso, convido os leitores atleticanos e cruzeirenses a formarem uma corrente em busca da Paz! No clássico passado, meu AMIGO Sérgio Rodrigues e eu desenvolvemos a campanha conjunta pela paz. Quero reeditar agora essa mesma campanha e convidar o novo blogueiro a reforçar a fileira daqueles que querem, antes de qualquer coisa, paz nos estádios.


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Eu amo pessoas que gostam de cores diferentes das cores que eu gosto. Eu amo pessoas que torcem por times adversários. Isso por acaso é anormal? Isso é um delito? Todas as vezes que vou ao Mineirão, vejo nos torcedores do time adversário pessoas que amo. E você? Pode ser seu primo, marido, namorada, amigo, padrinho, irmão…

Chegarei hoje em BH para participar da festa da Final. Quero ver o Galo campeão mais uma vez. Não me canso! Mas, acima disso (e tem poucas coisas no mundo que coloco acima disso), quero ver a Paz. Por isso, proponho que você, além da escalação da sua preferência, declare o amor a um adversário.

Eu darei o exemplo aqui, e espero que você me siga.

1. Juninho
2. Márcio Araújo
3. Marcos
4. Leandro Almeida
5. Xaves
6. Viana
7. Danilinho
8. Renan
9. Marques
10. Souza
11. Renan Oliveira

Sacrificaria as subidas do Márcio Araújo, mantendo-o mais recuado na lateral-direita e deixaria o Danilinho fazer o papel de ponta-direita. A mesma coisa com o Viana e o Marques no lado esquerdo. Xaves recuado, da mesma forma, e o Renan aparecendo no bico da grande área como fator surpresa. Souza para armar as jogadas e REInan Oliveira para desequilibrar.

Eu amo a Cris, uma cruzeirense!

Paz, raça e espora afiada. Sempre!

* A “Homenagem”, do título: interessante como a nossa forma de interagir com o leitor do blog, prática que adotamos desde o primeiro post para ouvir de fato as opiniões dos freqüentadores, está sendo utilizada. “Resposta do Blogueiro”, em negrito, era uma prática que nenhum outro blog fazia antes de nós. Entenderemos isso como uma homenagem ao nosso espaço, construído pela Massa e reconhecido como um excelente modelo a ser seguido.

A diferença entre o Homem e o Menino

Dom, 20/04/08
por Christian Munaier |

Salve, salve Massa!

Tremei, ó cover de banda irlandesa, pois acaba de completar o estágio de “promessa” e assume o status de “craque” o jovem Renan Oliveira. Aprendeu, com a humildade dos grandes homens, os ensinamentos de homem do campo. Não o campo da lavoura, mas o gramado dos estádios de futebol. Aprendeu a letra e, de letra, passou no exame da Ordem, da Ordem dos Craques Atleticanos. Agora é a hora que o Homem se despede do Menino.

O Galo está na final do Campeonato Mineiro!

Olho pra carteira e vejo que não sobrou nenhum tostão para tomar nem mesmo uma cerveja. Não fomos assaltados por alguma falange de desordeiros. O Tupi é que vendeu caro a nossa classificação. Foi uma honrosa final antecipada.

As duas equipes chegaram aonde haviam planejado. A grande Juiz de Fora volta ao cenário do futebol mineiro, rivalizando-se com outra grande cidade das Minas Gerais, Ipatinga (de pífia participação no Mineiro e de pouca expectativa no Brasileirão). Nesta cidade tão importante para o nosso Estado, o Tupi cumpriu o papel de resgatar o jeito mineiro de torcer pelo futebol. Nada de times de outros Estados. É nosso povo, nossa gente. E mesmo que não façam parte da Massa Atleticana, fortalecemos nosso vínculo como mineiros.

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E o Galo chegou à primeira final no ano do seu Centenário. Vamos em busca do título que manterá a escrita. Mandamos em casa, Minas Gerais é o nosso castelo, onde o Galo-Rei usa a coroa.

Uns nasceram para usar a coroa. Outros, preferem o enfeite da tiara.

Se na década de 90 o nosso forte foi lançar bons laterais (exceção feita ao nada saudoso Ronildo), esta safra se caracterizará pelos meias de contenção, além dos dois jovens que têm infernizado a zaga adversária. Danilinho, Renan Oliveira. Num futebol moderno que exige 3 volantes, para as investidas dos alas e avanços-surpresa dos defensores, estaremos bem fornidos com Renan, Márcio Araújo e Rafael Miranda.

A reedição do trio maldito poderá se concretizar, com o retorno do Marques. Danilinho, Marques e Renan Oliveira. A experiência com a juventude, receita dos grandes Times, poderá traçar a nossa linha de conquistas. E que venha o nosso adversário para a final. Porque o que vier a gente traça!

Raça e espora afiada. Sempre!

Dever de casa com direito a elogio da professora

Seg, 14/04/08
por Christian Munaier |

Salve, salve Massa!

Haja coração! Ao término do jogo valendo a vaga para a final do Campeonato Mineiro, falei com minha avó Henriqueta ao telefone. Ela me disse que sentiu palpitações durante o jogo. Disse que, aos 87 anos (88, segundo sua certidão de batismo), é muita emoção para uma pessoa só. Como ela está se recuperando da fratura do fêmur, ela não tem ido ao Mineirão, para lubrificar as cordas vocais com os costumeiros quase-xingamentos (ela começa o palavrão, mas não termina). Disse para eu não ficar maltratando os torcedores adversários aqui no blog, pois ela tem dó e o Menino Jesus não gosta. Argumentei que o Menino Jesus é Atleticano (Campanha: Galo de Prata para o Menino Jesus) e acho que ela me perdoou. Depois de alguns conselhos no âmbito amoroso-sentimental (pediu para que eu não caísse na esparrela e que eu tratasse muito bem a pessoa amada), despediu-se e abençoou-me. É uma pessoa de muito bom coração, a dona Henriqueta. Bom no conteúdo e no funcionamento.

Os principais motivadores do comportamento humano são: evitar a dor e procurar o prazer. Todas as ações humanas respeitam esse princípio (salvo os humanos com comportamentos patológicos, como os que procuram a dor para ter o prazer). Todas as lembranças que amealhamos em nossa existência terrena foram temperadas pela dor e pela emoção. Uma mulher, por exemplo, entende que um dos momentos mais felizes da sua vida foi ter seu bebê em suas mãos pela primeira vez. Contrações e parto (dor), o nascimento da criança amada e seu primeiro choro (emoção).

Se as premissas para experiências memoráveis são a dor e a emoção, o Atleticano é ser repleto de memórias! Ao melhor estilo Atleticano de torcer, vivemos o céu e o inferno numa mesma partida. E, desta vez, saímos do Mineirão zoando o capeta.

Esse 3X2 não poderia retratar melhor o que foi a partida. O time valente da Zona da Mata veio com moral para o Mineirão, quis repetir a dose oferecida aos azuis pelo co-irmão triangulino e complicar as coisas para os verdadeiros donos da casa. De cara, um pênalti não assinalado a nosso favor. Ainda reclamávamos com o árbitro quando tomamos um gol numa cobrança de falta. Em tarde inspirada, Danilinho Atleticano mostrou que está com a estrela e que, na falta de (ou até mesmo com ) Marques, pode desequilibrar. Empatamos e viramos ainda no primeiro tempo, com gols de Renan e do próprio pequeno gigante. E de cabeça, no melhor estilo Romário na copa de 94. No intervalo do jogo eu apostei que entraria o meu titular (veja o post anterior), Renan Oliveira. Mas nada! Voltamos para o segundo tempo e novo empate, em mais um chute de fora da área.

Cuidado, Juninho. Costumam diminuir o respeito por goleiros que levam muitos gols de fora da área.

2X2 no placar e aquela sensação de que queimaríamos a língua. Mas aí entrou o nosso protetor bucal. Nada de línguas feridas, Massa! Ele entrou no jogo para mostrar que merece um lugar cativo: Renan Oliveira. Fizemos o terceiro e partimos para o abraço. 3X2!

Existem os defensores da tese de que o Renan Oliveira já pode ser titular do Galo; tem outros que defendem a necessidade de uma maior quilometragem do jovem promissor. Para mim, o Galo poderá montar um Time com eficaz mescla de juventude e experiência. Se avaliarmos as posições do Marcos, Coelho, Pet e Marques, concluiremos que o Galo tem, para cada setor, um líder, um exemplo. Basta que a atrite permita que nossos experientes atletas efetivamente joguem. Dentro de campo, saberão orientar e motivar os mais jovens.


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Fizemos o dever de casa e ainda ganhamos um elogio da professora. Mas o placar enxuto nos impõe certa dose de cautela. Mais dor e emoção nos aguardam na terra do Itamar. De Juiz de Fora guardo boas recordações. E melhores ainda guardo do carnaval de São João Nepomuceno, a poucos quilômetros dali. Quem sabe não teremos uma carreata com a Massa Atleticana comemorando a classificação para a final, na Av. Rio Branco?! Arrisco um 1X1 no jogo de volta, por respeito aos adversários. Já estará de bom tamanho!

Special Thanks (agradecimentos às agremiações que aplicaram corretivo medicinal aos nossos adversários)

Todas as segundas-feiras agradeceremos aos clubes que não se esqueceram de dar o remedinho aos nossos adversários históricos (ou os recentes também), aplicando-lhes o corretivo santo nosso de cada dia. As nossas salvas vão, nesta segunda-feira, para o Botafogo e Ituiutaba. Saudações Atleticanas.

Comemorações e programação

Chegamos ao comentário de nº2.000. Antes mesmo do previsto. Havia projetado o comentário 2.000 para o post de nº 50. Ele chega no texto nº 48. Méritos dessa Massa que não deixa de comparecer a nada em que esteja envolvido o Galo. Pode ser no jogo, no blog, ou na feijoada beneficente; falou que é do Galo, a Nação comparece. Exemplo disso foram os dois jogos deste final de semana. O do sábado, 18.000 pessoas. No jogo de domingo, 29.000 apaixonados. Das duas, uma: ou o time do sábado tem, em sua maioria e com todo o respeito, torcedores Adventistas do 7º Dia (proibidos de dedicar o seu tempo no sábado a qualquer outra coisa que não seja Deus), ou a Massa Atleticana é 60% maior do que a rival.

Para comemorarmos este marco do blog que, em menos de 2 meses de existência, registra média de 41 comentários/texto, apresentamos duas grandes novidades: a criação do nosso Fotoblog, o Álbum do Terreiro do Galo, e a grade de atrações que preparamos especialmente para a Massa.

2ª Feira: Comentários dos jogos do final de semana; e o “Special Thanks!” (agradecimento às agremiações que fizeram o trabalho por nós, aplicando o corretivo medicinal em nossos adversários históricos);
3ª Feira ou 4ª Feira: Discussão sobre a próxima rodada de meio de semana;
4ª Feira ou 5ª Feira: Comentários dos jogos do meio de semana;
6ª Feira: O Brado da Massa (e-mails dos leitores) e postagem das fotos no Fotoblog, enviadas pelos leitores para o e-mail blogdoatleticomg@globo.com;
Sábado ou Domingo: Discussão sobre a próxima rodada do fim de semana;

Contando com a participação e sugestões de cada um dos nossos leitores (obrigado Vanessa, pela idéia do Fotoblog e obrigado Reginaldo, pelas ilustrações e idéias), vamos transformar nosso blog em referência de trabalho em Time. Ou melhor, na Causa de uma Nação.

Raça e espora afiada. Sempre!

Ao meu sinal, liberem o Inferno

Sáb, 12/04/08
por Christian Munaier |

Salve, salve Massa!

Como nos melhores dias de Mineirão lotado, em uníssono, a Massa dará o comando: “Soltem as Feras”. E, assim, começaremos a conquista do nosso bi-campeonato mineiro a partir de amanhã. Lembro-me de uma cena do filme “Gladiador” quando o General Maximus brada: At my signal, unleash Hell (Ao meu sinal, liberem o Inferno!).

Até 2 minutos atrás, enquanto escrevia nossa coluna e ouvia a CBN, já dava como certo o confronto na final com nosso tradicional rival. Mas acho que sou muito pé-frio para o time azul. Quando comecei a ouvir a transmissão, estava 4X1. Em menos de 30 minutos, eles levaram 3 gols e o time (jogadores e comissão técnica) tomaram uma vaia digna dos grandes fiascos. Ouvia, pelo rádio, 17.000 pessoas xingando a plenos pulmões. Aliás, eu não sabia que em Ituiutaba tinha um estádio tão grande assim, com capacidade para quase 20.000 pessoas. Se esse jogo acontecesse em BH, tenho certeza de que a torcida azul compareceria em peso, pois é semifinal do campeonato. (Nota do Blogueiro: acabei de saber que esse jogo aconteceu no Gigante da Pampulha. Seria cômico se não fosse hilariante!).

Para amanhã, contra o Tupi, mais de 20.000 ingressos já foram vendidos. Ê, Massa, que orgulho fazer parte dessa Nação!

Para esse jogo não teremos novamente a presença do Marques. Desfalque dos grandes e que me faz questionar como ter um time titular se uma das principais peças, uma daquelas que faz toda a diferença, quase sempre apresenta problemas?! Por isso, quero discorrer a respeito do que batizei “jogador pré-pago”. O jogador pré-pago é aquele que tem um período de utilização determinado, já conhecido. Pode ser 1 jogo, 2 jogos, 3 jogos, depende de como você usa. Mas ele te deixará na mão! Assim como o celular pré-pago, que num momento de apuro em que seu carro te deixa na mão perto da lagoa dos Ingleses, de madrugada, o jogador pré-pago te deixará na mão em determinados jogos decisivos. Torço para que o Marques seja “recarregado” e esteja com créditos suficientes para, literalmente, completar os jogos da final do Mineiro e nos jogos decisivos da Copa do Brasil.

É inegável o poder de decisão do Marques, e o quanto nos identificamos com ele. Mas nosso Time precisa ser fortalecido através da tão sonhada constância de um time titular.

Assim, nosso Galo irá a campo com Juninho; Gérson, Marcos, Leandro Almeida, Thiago Feltri; Rafael Miranda, Márcio Araújo, Renan e Danilinho; Eduardo e Marcelo Nicácio (por que não Renan Oliveira?).

Off Topic: Nosso companheiro Atleticano, Marcelo Vargas, enviou-nos sua sugestão de camisa para o Centenário do Glorioso. Valeu, Marcelo!

Raça e espora afiada. Sempre!

Da providência

Seg, 07/04/08
por Christian Munaier |

Salve, salve Massa!

No Paraná, tive a informação de que terminou a maior pré-temporada da história Atleticana. Será excesso de zelo? O que costuma durar 20, podendo chegar aos 30, no caso do Galo ultrapassou os 90 dias. Iniciada em janeiro deste ano, na querida Uberlândia dos inesquecíveis Barollo e Tropeiro, terminou neste domingo, no Independência, a nossa fase de preparação.

Muito jogos e experiências depois, com um par de vitórias e derrotas na algibeira, obtemos ao menos uma conclusão: precisamos de providências!
- Temos um goleiro titular e, na falta dele, a fé;
- Nas laterais, alternamos dias inspirados com dias burocráticos. Tudo, menos o Nêgo;
- No meio-campo defendemos como leões, e armamos com a leveza e destreza de um orangotango dançando forró;
- No ataque… Ah, o ataque! Competência só se for com o cardíaco! Quando nos faltam o Marques e o Danilinho, nos sobram Marinho, Nicácio e Vanderelei.

Ontem, sem cinco titulares, perdemos de 3 do Guarani. A ausência de tantos titulares poderia nos servir de desculpa, se não fosse o fato de contarmos com nossa zaga titular, acrescida de mais um zagueiro. Por isso, acredito que tenhamos perdido mais do que um jogo. Num único jogo, perdemos a possibilidade de alcançar o segundo lugar e um bocado da nossa esperança, que se concentrava na defesa menos vazada.


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Recebi este e-mail de um Irmão exilado no Rio, Luiz Fernando:

“Caro blogueiro, domingo à tarde, Rio sem sol, sem praia, chuva fina, sentei-me em frente à TV pra ver Galo e Guarani pelo pay-per-view. Eu estava na maior boa vontade. Jogo bobo, time de Divinópolis. Coisa de 6 ou 7 a zero. Fiz um sanduba com queijo, coca-cola zero geladinha. Botei meu filhote de um ano e três meses no colo da mãe. Não deu outra: engasguei. Perdi a tarde, o domingo, o fim de semana. Marinho, Sousa, Thiago Feltri, Sidnei (ele queria pedalar!!!). Sei que não adianta nada, mas alguém podia avisar o Marinho que ele não pode ficar impedido?”

Chegamos à semifinal do Mineiro de 2008, com a grave sensação de que tudo foi tentado e muito pouco conseguido. Teremos dois jogos truncados com o Tupi e, se você estava no jogo do Mineirão quando vencemos por 3X0, fatalmente se lembrará que não foi uma vitória fácil, apesar do placar. Precisaremos contar com o time titular para esses desejados 4 jogos (2 da semi e 2 da final), pois sem Juninho; Coelho, Marcos, Leandro Almeida e Feltri; Rafael Miranda, Márcio Araújo, Gerson e Danilinho; Marques e… Marques e…, a providência divina, dificilmente repetiremos a dose de 2007.

Providência divina. É dela que precisamos.

E por falar em providência divina, que Deus tenha misericórdia do Quadricolor de Aço, que numa hora dessas deve estar roxo de raiva, vermelho de vergonha, verde de enojado com a lambança do time e levemente azul. O azul, sabemos, dá-se pela bem-querência entre os torcedores do interior e da capital. Vantagens dos que torcem para mais de um time…

Raça e espora afiada. Sempre!

Festas e oxigênio renovado fazem milagre

Dom, 30/03/08
por Christian Munaier |

Salve, salve Massa!

1, 2, 3. Leandro Almeida, Marinho e Danilinho
4, 5, 6. Eduardo, Márcio Araújo e Nicácio

Se dividíssemos os 2 blocos de 3 gols em dois jogos e vencêssemos essas 2 supostas partidas, já nos daríamos por satisfeitos. No primeiro bloco teríamos o fim do jejum de gols do Marinho. No segundo, 2 gols de atacantes, uma raridade nesta temporada do Galo.

Mas 1, 2, 3, 4, 5, 6, tudo num mesmo jogo?E poderíamos ter feito mais? Meu Deus! O ataque do Galo resolveu trabalhar?!

O esporte imita a vida. Se o casamento (ou namoro) não está lá essas coisas, e a chama que antes ardia se transformou em fogo-fátuo, podemos utilizar de certas estratégias, certas malícias: um bom restaurante, um bom vinho, uma baladinha, a sua melhor roupa, pode ser o passaporte para uma noite inesquecível. Festas e oxigênio renovado fazem milagre na cidade de Andradas, e o Galo massacra o Rio Branco.

Pode parecer, mas não considero pouco meter um sapeca-iaiá no time do sul de Minas. O Galo reencontrou o equilíbrio entre os setores, defesa, meio-campo e ataque (este voltou a exercer sua função precípua) e despachou o time azul e branco, conquistando antecipadamente a vaga para a próxima fase do campeonato. Além de ser um candidato sério para a conquista de uma vaga na semifinal do campeonato, o Rio Branco precisava levar um corretivo. Onde é que já se viu vir aqui em BH e bater no nosso peixe? Achou que poderia vir no Mineirão, que é a nossa casa, e mexer nas nossas gavetas? Aqui não, fião! No Mineirão, só quem usa o banheiro com a porta aberta é o Atlético!

Tamanho desrespeito não poderia passar em branco. Nem em azul! Quando o Galo vê azul, afia suas esporas!

Raça e espora afiada. Sempre!

Galo comemora a Páscoa em casa e com chocolate

Seg, 24/03/08
por Christian Munaier |

Salve, salve Massa!

Cheguei do Mineirão há coisa de 4 horas e confesso que ainda não tomei banho. O refrigerante derramado em mim, num momento de beligerância da abelha com a minha prima, passou da fase “melar” para a fase “feder”. A rouquidão, fruto de conversas ao pé do ouvido com o Nêgo, já dá sinais de melhora.

Aliás, de bate-pronto, duas sugestões rápidas. Primeira sugestão: mudar o nome da Avenida Santa Rosa para Av Nêgo. Poucas vezes eu vi alguém com tanta vontade de ser vaiado pela Massa como esse moço que veio de Alagoas demonstrou. Apático, sem interesse pela partida, ausente, deixou um corredor no lado direito do Atlético. As jogadas estavam inexistentes pelo seu lado justamente por não ter quem conduzisse a bola.
Eis a segunda sugestão (é melhor acordar cedo!):

Como é do espírito da Páscoa, devemos celebrá-la na casa da família. Por isso, 10.000 atleticanos optaram por passar a Páscoa na casa da Família Atleticana. O Mineirão é do Galo, desde sempre. E já que é de praxe passar a Páscoa entre familiares, foi exatamente o que a Massa fez!

O primeiro tempo foi marcado pela apresentação impecável de Márcio Araújo e Rafael Miranda. O primeiro, marcador forte e com boa saída de bola, foi decisivo para um início tranqüilo. Foi autor do gol logo no começo do jogo, de pênalti. A primeira cobrança foi primorosa, com uma paradinha sacana, mas não validada. Segunda cobrança e explosão da Massa. Rafael Miranda, para mim um dos destaques do Galo, além de sofrer o pênalti, desarticulou as jogadas adversárias, com majestosas trombadas, no melhor estilo Doriva de ser. Lembram-se do Doriva? E o Marques, numa tarde inspirada, já no primeiro tempo mostrou que justificará a confiança depositada em seu futebol. O Thiago Feltri, ao lado do Marques, mostrou certa confiança. Para quem já fez o Ronildo jogar bola, para o Marques será tranqüilo ajudar o Thiago a encontrar alternativas ofensivas pela ala esquerda.

Doriva e Ronildo… Dois jogadores das antigas. Hoje, durante o jogo, a torcida se lembrou de outros nomes, e cantou seus ídolos, como Taffarel, Euller, Guilherme, dentre outros. Foi de emocionar!

Com a saída do “Négo ” e do Souza, este que já entrou nitidamente cansado assim que terminou o aquecimento nos vestiários, o Time passou a ter outra postura dentro do campo. Jogadas consistentes pela direita, com o Gerson e Danilinho (outro que se agigantou durante a partida), curiosamente os autores do 2 últimos gols, passaram a ser alternativas, assim como as já comentadas pela esquerda. No meio, o Geninho optou por manter o Eduardo atuando de frente para o gol e o Marinho como pivô, que, por incrível que pareça, até foi aplaudido.

Quando o Galo vence, até o Marinho é aplaudido!

Foi um Time de alternativas, pegada (a jogada do 3º gol, com a roubada de bola do Danilinho, foi sensacional), medo de chutar a gol, certos momentos de “apagões” na zaga atleticana. Foi um Time que jogou com gana de vencer, mas que está longe de ser uma “máquina de ganhar títulos”. Longe! 3 a 0 com direito a bolas nas traves, de ambas as equipes, e chocolate.

Agora é combinar em que bar iremos nos encontrar amanhã. Já estou com fardamento novo para a “festa de gala” e com o ingresso comprado pra quarta-feira. E você? Lembre-se da Promoção que poderá te dar 2 ingressos grátis para o jogo Atlético X Peñarol.

Raça e espora afiada. Sempre!


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