Necessariamente, para que um ganhe o outro não precisa perder

Carlos Brito é Atleticano apaixonado, inflamado e aguerrido. É também um Pai amoroso. Sua filha nasceu em 25 de março.
Minas Gerais está em festa! Festa preta e branca, claro! Minas é Galo e o Galo é toda Minas Gerais. Gosto muito da frase dita pelo Rei em um programa de televisão: “O mineiro quando nasce, com ele, vem dois sentimentos, um com a liberdade e o outro com o Clube Atlético Mineiro”.
Sobre o nosso CAM, o Galo forte e vingador das Minas, Brasil e mundo todos sabem. Sobre a liberdade destas terras, também. Agora, ela está em perigo. A liberdade de ir e vir é um direito inalienável. Não vou entrar na esfera da jurisprudência desta proposta de “torcida única”, ou divisão de 90% para o mandante… De massa, eles não sabem nada. Da paixão atleticana, muito menos ainda. Lotar nossa casa é como visitar a Meca. Vestir as cores preta e branca é referenciar o sentimento liberto de poder amar um clube de futebol e embalá-lo no canto apaixonante que começa assim: Nós somos do Clube Atlético Mineiro…
Pois é, para os que não têm este sentimento, somente lhes restam tratar as coisas do coração atleticano com medidas políticas, governamentais, bastidores e cartolas. Estes não vão em estádios, assistem pela tela.
Atestando a incapacidade do Estado Brasileiro, utilizam um modelo argentino que supostamente deu certo. Ora! Cada um com seus problemas. Somos mineiros e somos atleticanos. Somos do nosso Galo forte e vingador. Muitas vezes sou apanhado torcendo contra o Brasil, somente por me sentir apenas mineiro, uai! Esta medida copiada da torcida única, mostra que tenho razão.
Se quiserem separar o joio do trigo, usem a cabeça e o serviço de inteligência dos órgãos estatais. Nestes órgãos não tem esta matéria-prima? Somente tem a força bruta e copiadores de medidas alheias? São “Marias vão com as outras”?
Segregar é idiotice! É romper a perigosa película que separa a estupidez humana. Esta medida é andar na contra mão do desenvolvimento das relações interpessoais. O Brasileiro não é argentino! Será que nossas “otoridades” já não ouviram dizer, que um remédio para um com dor de cabeça não surtirá o mesmo efeito para os outros cem?
O Mineirão é nosso, com mando ou sem mando de campo, ele sempre foi nosso! Não sou eu que afirmo isto. São os números das catracas nos portões de nossa casa que afirmam e números não mentem!
Não à intolerância!
Nós atleticanos não somos intolerantes, muito menos nos importamos com aqueles que são optantes. Sabemos reconhecer as diferenças de nossos outros irmãos mineiros. Nossa MASSA preta e branca assusta, sim! Mas, respeitamos a minoria. Seu cantinho lá em casa saberemos respeitar. Seremos verdadeiros anfitriões.
O Brasil é uma referência para a América Latina e mundo.
Sei que uma partida de futebol não é carnaval. Apesar de vestirem nossos atletas como foliões multicoloridos - já falei sobre isto na postagem anterior. O mundo reconhece a harmonia das diferenças nas ruas. Agora, o Brasil adotar uma medida Argentina é dizer não para todas suas conquistas no plano social. Burrice pura, ainda mais copiada. Uma vergonhosa maneira de atestar a incapacidade brasileira com seus problemas.
Vamos juntos mostrar para as “otoridades” deste país que sabemos conviver em harmonia. Temos sim, o direito de ir e vir. A polícia inteligente será a responsável pela segurança dos homens de boa vontade. A minoria de má vontade não pode sair vitoriosa nesta chantagem agressiva. Aceitando esta proposta, nossos dirigentes e polícia dão as mãos, mostram desinteligência e incapacidade para tratar dos problemas internos de seu povo.
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Bom negócio! Um zagueiro com pouca experiência ser vendido pelo valor total de €4 milhões, sem convocações para a Seleção Brasileira principal, pode ser considerado uma ótima transação. Podemos debater questões como a provável valorização no médio prazo do zagueiro, com uma campanha bem mais positiva nesta temporada. Poderia ter a chance de uma convocação? Poderia ser melhor negociado depois? Aí partiremos para o campo das especulações. O que precisamos avaliar é a venda dos primeiros 50%, os quais não sabemos quando ou por quanto foram…
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