Arthur Muhlenberg http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg O predador Dominante do futebol Brasileiro Fri, 09 Jan 2009 21:00:09 +0000 http://wordpress.org/?v=2.3.1 en Foco na Dor http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/09/foco-na-dor/ http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/09/foco-na-dor/#comments Fri, 09 Jan 2009 20:32:37 +0000 Arthur Muhlenberg http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/09/foco-na-dor/ Quem foi que disse que sexta-feira é dia de alegria obrigatória? Não acho que exista dia certo pra essas coisas. Se fosse assim eu nem acordaria num dia como o de hoje, que apesar do solzinho que resolveu dar as caras na cidade, é uma daquelas sextas bem deprês. E o pior, não tem Flamengo nesse domingo e nem no próximo. Pra desfrutar plenamente desse mood tão antiflamengo peço ajuda ao Homem de Preto e ao Nine Inch Nails.

E convido apenas aos mais animados e aos que não se deixaram, como eu, abater pela sequencia bizarra de más noticias que a primeira semana do ano nos reservou, para assistirem às duas primeiras partes do Nas Garras do Urubu 3, com Sergio Du Bocage e Fla Moraes. A medida em que forem sendo editadas as partes restantes a rapaziada vai colocando no ar. Depois digam o que acharam, eu, pra ser sincero, nem vi.

Mengão Sempre

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A estréia do Primo Rica no Urublog http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/08/a-estreia-do-primo-rica-no-urublog/ http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/08/a-estreia-do-primo-rica-no-urublog/#comments Thu, 08 Jan 2009 17:50:04 +0000 Arthur Muhlenberg http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/08/a-estreia-do-primo-rica-no-urublog/ Estréia do Primo Rica Perrone no UrublogVocês já conhecem meu estilo de cartolagem, né? Quanto mais craques formarem no bonde do Urublog, melhor. Sendo assim, é com imensa satisfação que apresento a vocês a segunda contratação de 2009. Como certos uns e outros que vivem de olho no gramado do vizinho tão sempre citando o tricolor do Jardim Leonor como exemplo estrutural a ser seguido pelo incomparável Fuderosão, o Urublog foi lá no bosque encantado catar o que eles tinham de melhor. Respeitável público urubloguiano, com vocês: Rica Perrone, o tricolor mais rubro-negro do planeta. De quem sou grande fã, assim como expressiva parcela do rubronegrismo racional.

Rica Perrone é jornalista esportivo há 11 anos. Passou por diversos veículos de comunicação como TV Band, Sportv, Rádio Trianon, AOL Brasil, Rádio Record, Band FM, entre outras, até resolver mandar tudo pro espaço e criar suas próprias mídias. Responsável pelo F-1 na WEB e pela Estação Tricolor, acha meio ridículo esconder que torce pelo São Paulo. Sabe que nem todos compreendem que o time não está atrelado a opinião, mas… Usa o “Rica” porque existe um outro Ricardo Perrone na Folha de São Paulo, o que confunde as opiniões.

O importante mesmo é que com a presença do Rica no bonde boladão do Urublog fica ainda mais claro para aqueles que ainda não entederam, que o Mengão é mesmo o Maior do Mundo. Como Rica vem demonstrando há muito tempo, até os sãopaulinos ricos e estruturados pagam pau pro Fuderosão. Ah, sim, agradeço a todos pelo recorde de acessos que o Urublog atingiu em dezembro. A mixaria de 611,750 mil acessos me deixou realmente amarradão. Obrigado a cada um pelo seu click. Chega de caôzada, leiam o texto e mandem suas boas vindas pro homem.

 

Até que a diretoria os separe

Flamengo e títulos sempre andaram juntos. Porém, de uns anos pra cá, se distanciaram um pouco. Os títulos ainda aparecem, mas não aqueles que a torcida espera e que o Flamengo se acostumou a ter. Libertadores é sonho, Brasileirão tem virado “obrigação”. Talvez aí esteja o problema.

Obrigação. O que é isso?

Os jogadores correrem, se dedicarem, a direção paga-los, dar condições de treino e jogo e a torcida comparecer. Vamos ser razoáveis… qual destes não foi cumprido primeiro em 2008?

O mesmo dos últimos 10 anos, provavelmente. A diretoria não paga, e quem não paga não cobra. E quem não é cobrado não dá seu melhor. Quem não dá seu melhor, perde. Quem perde é cobrado pela torcida. Quem tem cobrança de torcida fica mais nervoso e erra. Quem erra, perde novamente.

O Flamengo viciou neste circulo.

A diretoria, questionada por 99,9% dos torcedores e ídolos do clube, não aprende. Corinthians e Vasco pagaram caro por terem perpetuado certas pessoas no poder. O Flamengo que abra o olho, porque há séculos que ninguém precisa se atualizar muito sobre nomes para falar da diretoria do clube.

2009 pode mudar?

Eu sou jornalista em São Paulo. Eu conheço muito os times daqui e posso dizer, sem medo, que se em janeiro de 2008 me perguntassem : Caio Jr ou Cuca? Eu nem pensaria. Traria o Cuca.

No Palmeiras Caio Jr. Mostrou qualidades e um defeito: Falta de força pra agüentar pressão e bancar o que pensa. Imagine isso no Flamengo? Sem chances. Não foi o único culpado, não. Mas, errou muito! Pra manter um time que não recebe tem que ter uma liderança muuuuuuito forte. Não é o caso.

O Cuca já não. Ele faz o time dele correr muito, se dedicar, jogar um futebol agradável de se ver e aguerrido. Perde decisões? Perde! Mas um dia isso muda… e talvez mude estando num clube que, ao contrário, ganhe as decisões.
O São Paulo em 2004 perdeu o Paulista, a Libertadores e o Brasileirão. Cada um deles por um detalhe…

A base foi mantida, e em 2005 o time mexeu no treinador e trouxe uma peça ou outra. O que aconteceu? Ganhou tudo em 2005. Porque não se apavorou e não quis demolir o mundo por um fracasso. Quando você perde, no futebol, é mais produtivo notar porque perdeu do que chutar o balde e começar tudo de novo.

Há anos o Flamengo chuta e recomeça. Há 3 anos o Flamengo não chuta e tenta manter alguma base. Acho que os últimos 3 anos foram beeeeem melhores do que os 10 anteriores, né? Disputar titulo é melhor do que brigar pra não cair, assim como estar na Libertadores e ainda encher o Maracanã toda semana.

Agora os detalhes vão diminuindo, e o time tomando forma.

Tem tudo pra dar certo a manutenção do bom Flamengo de 2008. Só um porém, que pode determinar tudo, como sempre: A diretoria precisa cumprir o básico do básico. Jogador de futebol não é a espécie mais fácil de lidar do mundo, nem a mais cheia de consideração por “camisa”. Se não pagar, não funciona.

Então, nação rubro-negra, talvez seja um ano bacana para cobrar do time SIM, mas para voltar a cobrança pra onde começa o erro, e não apenas para onde ele é descoberto. Cobrem salários e condições. E só depois, os gols.

- Agradeço o convite do Arthur para escrever no blog e principalmente a torcida do Mengão na web pelo respeito e carinho. É uma honra falar com a maior do mundo de forma tão direta. Como sempre digo, sem muita frescura… O Flamengo pode não ser o mais bem administrado e os resultados não mostram ser o melhor clube do país ultimamente. Mas, vocês naquela arquibancada são, sem dúvida alguma, os primeiros do planeta.
Dá uma moralzinha pro meu blog!

www.ricaperrone.com.br

Mengão Sempre

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Finalmente! Mengão é Hexa! http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/08/finalmente-mengao-e-hexa/ http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/08/finalmente-mengao-e-hexa/#comments Thu, 08 Jan 2009 14:17:00 +0000 Arthur Muhlenberg http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/08/finalmente-mengao-e-hexa/ Young at HeartParabéns pros sempre jovens atletas da natação Master do Mengão. Que foram lá  com a coragem que nos distingue e arrancaram o título nas piscinas burguesas de Laranjópolis. Essa turma do Master do Mengão é realmente sinistra. Me lembro bem que  no ano passado parte do time, após ganhar suas taças de praxe em Montevideo, ainda teve disposição pra encarar o indigesto Parque Nacional para prestigiar o Mengão naquela infeliz partida da Liberta em que o gandula foi a estrela. E eram os que mais vibravam, apesar da palhaçadinha generalizada dentro de campo. São mesmo muito guerreiros. Parabéns a todos eles que mantém com extraordinario brilho a longeva superioridade do Flamengo em todos os campos do desporto humano. Valeu!

Mengão Sempre

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Maxi e os Rudimentos do Capitalismo. http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/07/maxi-e-os-rudimentos-do-capitalismo/ http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/07/maxi-e-os-rudimentos-do-capitalismo/#comments Wed, 07 Jan 2009 19:19:33 +0000 Arthur Muhlenberg http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/07/maxi-e-os-rudimentos-do-capitalismo/ Bota o Retrato do Velho Outra Vez. Bota no Mesmo Lugar!Muito legal ver a torcida se mobilizando para a permanência do Vandinho. Ainda que eu não o considere essa coca-cola toda, valeu a união. Fui até elogiado pelo texto do post, que não escrevi, e por estar entrando em sintonia com a torcida. E desde quando a multifragmentada torcida do Flamengo é rádio pra ter que ser sintonizada? E tem mais, eu não sou um dos 2455 signatários do abaixo-assinado.

Nada contra o Vandinho, aliás, muito a favor dele, ainda mais se o comparamos ao inofensivo Josiel, que até agora só conseguiu mostrar que é jogador de timinho e que sentiu o peso do Manto. Mas já não tenho mais idade pra ficar gastando meu tempo com coisas sobre as quais não tenho nenhum poder. E acreditem nesse velho cínico e desiludido, os torcedores não tem o menor poder pra dizer que o Josiel ou o Maxi podem ser vendidos e o Vandinho não.

E não é porque a diretoria do Flamengo só faz cagada e não está nem aí pro que a torcida pede. Não, meus amigos. É que a tão esculhambada diretoria do Flamengo nesse caso também não tem nenhum poder. Porque o mercado em que o futebol se transformou só respeita as suas próprias leis. E lei que ta vigindo nesse caso é a tradicional e imutável lei da oferta e da procura.

Seria muito bom o nosso mundinho se quem determinasse a direção que a demanda tomasse fosse o vendedor. Mas, infelizmente para nós, é exatamente o contrário. Na hora de fazer negócio o privilégio da escolha é do comprador e de mais ninguém. Por isso que não adianta absolutamente porra nenhuma ficar esbravejando que o Flamengo tinha que vender o Maxi ou o Tardelli. O Flamengo não pode fazer nada se o mercado de bondes está estagnado. A crise é mundial.

E cá pra nós, se você olhar com olhos de comprador pro elenco do Flamengo, em especial para a gôndola de atacantes, quem é que vale a pena comprar? Obina não dá, só joga no Flamengo e deve custar bilhões de dólares. Se fosse possível para algum clube na terra comprar o Obina o Milan ou o Manchester já o teriam comprado.

Maxi também não parece ter muito espaço, já que o mercado pra atacantes pigmeus que não fazem gol também ta desaquecido. Tardelli é um péssimo negócio, provou isso mais uma vez pela sequencia de presepadas que protagonizou em seu primeiro ano na Gavea. Josiel, bem, o Josiel é um…, é um Josiel. Tal qualificação dispensa comentários.

Todo mundo concorda que o Flamengo tem que ter uma administração profissionalizada, com objetivos claros e transparência. Bom, o primeiro preceito de uma administração decente é não gastar mais do que se arrecada. O Flamengo precisa reduzir a folha de 2 paus por mês em pelo menos 20% pra se adequar aos novos tempos e só pode fazer isso desinchando o elenco.

Te peço que incorpore por 3 segundos o espirito do caboclo Adan Smith e me diga. Quem é ali no nosso elenco que tem algum valor de mercado? É, ele mesmo, o Vandinho. E agora, como é fica, o Flamengo acerta as contas ou agrada à torcida? Por mim acerta as contas, e pra você?

Mengão Sempre

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Hey Ho Mengo XXV split Seja Na Terra, Seja no Mar http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/06/hey-ho-mengo-xxv-split-seja-na-terra-seja-no-mar/ http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/06/hey-ho-mengo-xxv-split-seja-na-terra-seja-no-mar/#comments Wed, 07 Jan 2009 01:28:25 +0000 Arthur Muhlenberg http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/06/hey-ho-mengo-xxv-split-seja-na-terra-seja-no-mar/ sejanaterrasejanomar0057.gifAí, Nação. Quem virou o ano vestindo o Manto? Até eu que não acredito em nada vesti o meu (para garantir, não é mesmo?). Isso se chama dialética do mallandro. Ha ha. E antes de entrar no assunto da semana, vou logo dizendo que o novo acordo ortográfico que espere até 2012. Não vou perder meu tempo corrigindo microondas por micro-ondas – até porque não sei quando usaria este tipo de palavra aqui no Urublog. Talvez numa metáfora ultra clichê jornalística do tipo “com a insatisfação do elenco, que se recusa a treinar em dois períodos, Cuca está sendo cozido nomicroondas”.

Bom, depois desse nariz-de-cera, mais bem conhecida como “enrolação para começar o texto”, não há nada a não ser manifestar minha tristeza com o seguinte fato: o assunto desta semana é quase o mesmo da semana passada. E a culpa é de quem? Do calendário, que nos prega esta peça, nos aplica esta tortura, de combinar as nossas férias (para quem tem férias) com as férias do futebol. Pelo menos do futebol profissional, tenho certeza que nas várzeas e praias a bola corre solta.

Eis, portanto, o Grande Tema, debatido em cada círculo rubro-negro que se amontoa por aí: cadê os reforços? Diretoria acha que tá tudo tranqüilo, pode mandar o Kleber Leite para férias? A coisa tá tão boa que podemos nos dar ao luxo de liberar o Vandinho, pelo qual pagamos R$ 2 milhõezinhos de leve; o luxo de renovar o contrato do Sambueza para entregarmos para equipes de segunda divisão? Não temos problemas na zaga? Vale lembrar que não deixamos de ser campões por falta de gols – índice que lideramos no certame – mas pela quantidade de gols sofridos.

Revolta, revolta e mais revolta. Acima de tudo, um puta dilema: apostar no entrosamento ou na contratação de sujeitos que sabemos que jogam bem de forma isolada, mas que não há como ter certeza sobre seu desempenho num coletivo diferente?

Camaradas rubro-negros, camaradas de fé: eu posso estar enganado, mas quais foram os exemplos de soluções externas que vingaram no Mengo? OK, Fábio Luciano. Este, sim, cabe dentro do quesito “exceção que comprova a regra”. Fora isso, meus companheiros…

Sabe-se lá porquê, mas no Mengo é assim. O sujeito, pra dar certo, precisa virar rubro-negro. Nada que não seja rubro-negro dá certo de verdade. E foi sempre assim. Nestor de Barros, um dos fundadores do clube, teve essa sacada extraordinária. Em 1896, um ano após a fundação, sugeriu a retirada das cores azul-anil, parte externa do pavilhão do clube (formada por listras azuis e douradas, com exceção do quadro negro e seus dois remos vermelhos cruzados). Motivo? O tecido importado para a confecção do colorido pavilhão e uniformes desbotava e era caros demais. Desbotava! Sobrou o quê? O resistente e local vermelho e o negro.

No Mengo, o que é importado desbota. Precisa, no mínimo, um tempo de adaptação para que se transforme em rubro-negro. Rubro-Negro de verdade. Vamos dar a chance pra rapaziada que tá aí, Nação. Boto mais fé num Everton já ambientado, jovem, cheio de energia para dar e no nosso prata-da-casa Erick, do que num Zé Roberto ex-chororô. Na moral.

Agora, é o seguinte: se liguem nestes sons dos jamaicanos do Toots and the Maytals. Não é punk, mas é quase isso. Estou vidradão nisso, a semana toda.

P.S. maneiro: criei um e-mail pra vocês me espinafrarem, elogiarem, trocarem discografias de punk rock e literatura sobre o Mengão! rondiramone@gmail.com

P.S. 2: Que moral o patrão me deu, liberando uma tirinha fuderosa do André Dahmer e do Arnaldo Branco. Curtiram? Comentem aí!

P.S. 3: Começarei a campanha “Construam logo esse CT!” Esta nota estará presente em todas as colunas, até que seja “construído logo esse CT!”

Rondi Ramone é flamengo, punk, e acha que desse time que disputa a Copinha, o Camacho precisava subir para o quadro principal.

Mengão Sempre

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Como Tem Desocupado na Nossa Torcida http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/06/como-tem-desocupado-na-nossa-torcida/ http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/06/como-tem-desocupado-na-nossa-torcida/#comments Tue, 06 Jan 2009 18:22:03 +0000 Arthur Muhlenberg http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/06/como-tem-desocupado-na-nossa-torcida/ E o suprasumo da falta de roupa no tanque é da galera que faz quadrinhos, ô povo descansado. O Urublog já contava com o talento do Salimena, do Arnaldo Blanco e do André Dahmer. Mas se o Kl acha que o elenco tá legal e não traz ninguém meu estilo de cartolagem é oposto. Eu tô sempre trazendo craques e promovendo as jovens promessas. E, claro, repatriando os que foram tentar a sorte na Europa. Como o Gustavo Berocan que estréia hoje no nosso time.

Ele mesmo, que é freguês antigo do boteco assinando como Gustavo, Mais um Flamenguista em Barcelona,  se apresenta.

Gugudada (Gustavo Berocan) é rubro-negro fanático como Garrincha, Helfil e Mário Filho. E também como eles gosta de uma pelada, de crônica esportiva e de uns rabiscos. Goiano oportunista como Baltazar ou Paulo Nunes, ele nasceu em 1977 e por isso desde pequeno foi mal acostumado a vencer vencer e vencer. Entre tantas vitórias presenciou no Maracanã o Pentacampeonato liderado pelo maestro Júnior. Terminou jornalismo no ano do quarto tri mas abandonou a profissão pra estudar quadrinhos e ilustração. Hoje vive em Barcelona onde acompanha o dia-a-dia do Flamengo e inveja o estádio e o orçamento do maior clube local. Mas a torcida não, nesse quesito ele é muito mais Mengão.

Pelo menos o cara é modesto, né? Agora curtam o trabalho dele. O Seja na Terra vai ser publicado excepcionalmente amanhã.

Estréia de Gustavo Berocan no Urublog

 Mengão Sempre

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Fica Wandinho! http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/05/fica-wandinho/ http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/05/fica-wandinho/#comments Mon, 05 Jan 2009 20:33:02 +0000 Arthur Muhlenberg http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/05/fica-wandinho/ Wandinho é Luz…

 Campanha Fica Vandinho!

View Current Signatures   -   Sign the Petition
To: À Direção do Clube de Regatas do Flamengo e ao técnico Alex Stival (Cuca)À Direção do Clube de Regatas do Flamengo e ao técnico Alex Stival (Cuca)

Nós, torcedores rubro-negros, solicitamos à direção do Clube de Regatas do Flamengo, juntamente ao técnico Alex Stival (Cuca), que reconsiderem a dispensa do atleta Vanderson da Silva Souza (Vandinho) do atual elenco rubro-negro.

 

Ainda que conmpreendamos que tal decisão cabe de forma legítima à direção do Clube de Regatas do Flamengo, temos por meio desta a intenção de expressar o sentimento de grande parte da torcida rubro-negra.

 

Acreditamos que o atleta Vandinho contribuirá com o clube neste momento de crise financeira e conseqüente dificuldade de montagem de elenco, principalmente se tivermos em conta a possibilidade de perda de atletas ao longo da temporada e a carência do ataque rubro-negro, por esse motivo vemos sua saída como um equívoco. Estamos certos de que, na atual quadratura, as capacidades deste profissional serão fundamentais para um 2009 positivo para o Flamengo.

 

Entendemos que há vicissitudes na negociação de um atleta que não alcançam o conhecimento do grande público, mas pedimos que a direção do Clube de Regatas do Flamengo e o técnico Cuca se esforcem para mantê-lo em nosso elenco nesta temporada, pois certamente sua presença renderá bons frutos e alegrias aos rubro-negros. Sobretudo, consideramos que tal tarefa não é demasiadamente complexa, visto que o atleta tem vínculo firmado com o clube até o final do mês de dezembro de 2009.

 

Fica Vandinho!

 

Campanha Fica Vandinho
ficavandinho@hotmail.com

 

Sincerely,

 

The Undersigned

Mengão Sempre

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Ah, Muleque!!! 100.000 Comentários Aprovados no Urublog! http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/04/ah-muleque-100000-comentarios-aprovados-no-urublog/ http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/04/ah-muleque-100000-comentarios-aprovados-no-urublog/#comments Sun, 04 Jan 2009 18:59:40 +0000 Arthur Muhlenberg http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/04/ah-muleque-100000-comentarios-aprovados-no-urublog/ Não é mole, não! 100.000 comentários no blog do Mengão! Fiquei tão amarradão em alcançar a marca histórica que só posso agradecer a galera que dá moral ao Urublog. Não poso citar nominalmente a todos que nos ajudaram a chegar até aqui porque é muita gente mesmo. Mas tenho certeza que os elipticamente citados sabem que eu estou falando deles. Muito obrigado mesmo. De coração.

Arte: Leandro Motta

Mengão Sempre

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Correio Urublog http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/03/correio-urublog-4/ http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/03/correio-urublog-4/#comments Sat, 03 Jan 2009 02:00:25 +0000 Arthur Muhlenberg http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/03/correio-urublog-4/ Quando o Carteiro Chegou e Meu Nome Gritou Com Uma Carta na MãoPrezado Arthur e todos que a te ajudam nesta difícil missão que é a todo o momento escrever objetivamente com um misto de paixão e racionalidade a respeito do time mais querido do mundo.

Me chamo Ricardo Fortes, tenho ainda 21 anos, sou estudante de Direito, niteroiense, apaixonado pelo Clube de Regatas Flamengo e, em especial, pelo que vocês chamam de “rubro-negrismo racional” - expressão que tenho certeza que uma boa parte de nossa gigante torcida ainda não consegue captar o verdadeiro sentido.

Antes de qualquer coisa, gostaria de manifestar minha admiração pelos comentários que encontro no blog. Muito raramente discordo do que lá vejo escrito e, para falar a verdade, sequer me vem a mente situação em que isto tenha ocorrido. Ao ler, percebo uma nítida intenção em passar as opiniões de maneira ao mesmo tempo clara, direta, objetiva, sem permeios e, o mais importante, “sem palhaçadinha”. Uma forma literária, eu diria, de ser rubro-negro.

E é baseado nesta forma de escrever, que eu gostaria de pedir-lhes que instaurassem em vosso blog um assunto que, como rubro-negro, muito me aflige e que acho que não deve ficar oculto.

Nos últimos cinco anos aproximadamente, aqueles que acompanham o futebol brasileiro e internacional observaram a um triste “apequenamento” do maior clube deste país. Hoje, somos obrigados a ouvir de críticos esportivos e de torcedores de outras equipes que somos um time que só ganha os cariocas e, com isso, se mantém satisfeito dada a ainda maior pequenez de nosso rivais estaduais. Não que sejam as críticas alheias em si o que mais me incomoda, longe disso. O que verdadeiramente me incomoda é que, de certa forma, estas pessoas estão certas.

Não sou admirador do São Paulo Futebol Clube, mas este clube assumiu de modo incontestável, nestes últimos cinco anos, o posto de Maior Clube DE FATO do Brasil. Digo DE FATO, pois o posto de maior DE DIREITO ainda nos pertence, o que imagino ser uma posição intangível dado o grau de nossas tradições, nome e torcida.

Mas isso não me satisfaz. Acho que os postos de maior de fato e de direito devem ser unificados pelo Flamengo! Mas não consigo enxergar este horizonte com o que hoje é nossa realidade.

O que enxergo são jogadores que, apesar de técnicos, não vestem o manto sagrado, apenas a camisa do Flamengo. Jogadores que teriam vaga em muitos times grandes do país, mas, no Flamengo, apenas isso não serve. Em nossos tristes fracassos de 2008, mais marcantes, seja dita a verdade, que os sucessos, não havia ninguém que simplesmente embriagasse os companheiros de raça e resolvesse o problema. Enxerguei homens apáticos vendo tragédias acontecendo e nada buscando de eficaz para evitar.

No fatídico jogo contra o América do México (talvez o mais triste que eu já tenha assistido em páreo duro com aquela final contra o Santo André), não foi a derrota que mais mexeu comigo. Foi observar as feições dos jogadores. Disseram que foi o “salto alto”. Não aceito. Simplesmente porque naquela partida, podíamos até nos dar ao luxo de entrar desta forma, desde que descalsássemos os saltos quando tomássemos um gol. Mas os jogadores, assistiram ao primeiro, esperaram o segundo e nada! O que parecia inevitável aconteceu - veio o terceiro! “E agora?! Quem poderá nos defender?” Não havia nenhum “Chapolin” de vermelho e preto pra fazer um gol que fosse e evitar a tragédia. Não havia ninguém gritando igual a louco para que os companheiros acordassem. Pra ser sincero, não quero homens assim no Flamengo. Deixando a modéstia de lado (característica que não é mesmo o forte de rubro-negros como eu), estaria naquele gramado concentrado em absoluto e fazendo o impossível para que MILHÕES de pessoas não passassem por tamanho desgosto e não enxerguei esta atitude em ninguém ali. Vi apenas alguns “tentando”, como se tentar fosse o suficiente para jogar aqui.

A partir daí, o “BRASILEIRO VIROU OBRIGAÇÃO”… e ele não veio! A Libertadores virou obrigação… e ela também não veio! Não satisfeito com o feito de tomar 3 no Maracanã de um paraguaio gordo que joga no México, o Flamengo conseguiu o mesmo contra o Atlético-MG, num jogo capital para nossas pretensões - uma decisão mesmo. Mais uma vez, toda a passividade dos jogadores ficou exposta. Noutros jogos o mesmo se sucedeu. Neste brasileiro, só vi o FLAMENGO jogar uma vez - contra o Sport no Maracanã. As goleadas contra Coritiba, Palmeiras ou Figueirense foram exibições de um belo time de futebol, mas não era o FLAMENGO, um misto coeso da técnica carioca com a raça a nós inerente, que estava em campo. As dívidas com a torcida crescem. A certeza que o time que aí está não merece a torcida que tem aumenta. Conseguimos a proeza de chegar a última rodada com chances remotas e, ainda assim, contra um pífio Atlético-PR, deixamos o manto sagrado no RJ e levamos apenas a camisa do Flamengo para Curitiba - resultado: mais cinco gols na cabeça para fechar o ano.

Bom, o que eu verdadeiramente gostaria, é que chegássemos a soluções de curto, médio e longo prazo para devolvermos ao Flamengo os títulos proporcionais ao seu tamanho. Como eu disse, tenho 21 anos. Não vi os gols de Nunes contra o Liverpool ao vivo, mas me emociono ao assistí-los. O momento mais sublime que vivi como flamenguista me foi dado por um sérvio há quase oito anos… É pouco para um torcedor do FLAMENGO. Temo que o maior de todos se torne em definitivo apenas um dos maiores. Somos o maior clube deste país e um dos maiores do mundo e são exigíveis provas periodicamente razoáveis desta superioridade. Ou aqueles que a frente do Clube de Regatas Flamengo estão entendem isso ou não são dignos de lá estarem. Isso vale para jogadores, comissão técnica, dirigentes, massagistas, faxineiros, departamento jurídico e quem mais for. Meu sonho é talvez um dia fazer parte dessa equipe de alguma forma, dentro de minha área de atuação ou não. Seria a maior honra da minha vida e gostaria de parabenizar a todos do blog simplesmente por serem parte do Flamengo, mesmo não estando lá incorporados nem ao clube servindo diretamente.

Não sou como boa parte da mídia ou de torcedores vascaínos e tricoletes que veem na tão parafraseada “ESTRUTURA” a solução para todos os problemas do futebol de hoje em dia. Não acho que o mais importante em um time como o FLAMENGO seja ter um CT, um estádio, um Refiz da vida. Não acho que o sucesso do São Paulo venha principalmente daí. Vejo no clube dos “bambis” um método de jogo frio e eficaz. Eles são um time que faz o trabalho sujo quando é necessário. Joga fazendo faltas, que ao contrário do que a mídia faz parecer, são bastante eficazes. Joga querendo simplesmente ganhar a partida. Joga com a tabela, a usa em seu planejamento. Vence em momentos capitais. E, assim, ganha os títulos. A impressão que o São Paulo passa é que eles se perguntam: “O que devemos fazer para vencê-los?” E simplesmente fazem. Foi assim que ganharam três títulos mundiais contra equipes muito mais fortes. Não pensem também que eu desejo um transporte de toda a filosofia de trabalho são-paulina para a Gávea. Não é isso. Mas precisamos usar a nossa filosofia (a raça, a superação, a inteligência, a capacidade de decidir, a entrega) a nosso favor, a favor das vitórias e dos títulos.

Não acho também que devemos investir fortunas tiradas sabe-se lá de onde para montar um time excelente de jogadores. Acho simplesmente, que não podemos ter Jaíltons, apesar de este ter conseguido boas atuações em alguns jogos, nem Klebersons, por mais técnico e consagrado que seja. Um não é técnico o suficiente para aqui jogar e o outro não tem a cara do FLAMENGO o suficiente também. Mas gostaria sim de ver Torós, Airtons, Fábio Lucianos. Homens que se identifiquem com o jeito rubro-negro de ser. No meu Flamengo, só entrariam jogadores assim. Se faltar gente, não tem problema: usamos a base, que sempre nos deu alegrias e é doutrinada desde a infância aprendendo o que é ser Flamengo.

Esbarramos, é claro, em problemas como o financeiro e todos os outros que todos os clubes têm. Mas no Flamengo, tudo tem de ser superado, para que voltemos a ser o maior clube deste país e é por isso que proponho essa discussão. Para ver se dela, saem idéias e pressões ao Flamengo, para que quebre os jejuns de 17 anos sem Brasileiros e 28 anos sem Libertadores e Mundiais. Para que volte, enfim, a ser o MAIOR CLUBE DO BRASIL, de fato e de direito.

Desculpem me os excessos e o desabafo,

Desde já agradecido,

Ricardo Fortes

Mengão Sempre

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As Veias Abertas do Rubronegrismo http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/01/as-veias-abertas-do-rubronegrismo/ http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/01/as-veias-abertas-do-rubronegrismo/#comments Thu, 01 Jan 2009 23:00:16 +0000 Arthur Muhlenberg http://colunas.globoesporte.com/arthurmuhlenberg/2009/01/01/as-veias-abertas-do-rubronegrismo/ Henrique, Dida e Gérson com o MantoNão vejo a hora do Carioca começar. Não estou suportando sequer entrar na home do Flamengo aqui no globoesporte.com. Um monte de noticia nada a ver, que não dizem absolutamente nada para o heróico torcedor rubronegro. E juro para vocês que não é pela falta de noticias sobre contratações de impacto pro Fuderosão. Então trato de procurar outras leituras, mais agradáveis aos sentidos.

Hoje, durante o tradicional assado do primeiro dia do ano, um tio cordobês me mostrou um texto do Eduardo Galeano, escritor uruguaio maluco por futebol e famoso pelo livro cabeça dos anos 70, As Veias Abertas da América Latina, um clássico do tempo em que homem usava cabelo grande e bolsa à tiracolo. O texto, intitulado Por qué Todavia No Me Compré um DVD não tinha uma palavra sequer sobre o belo esporte. Mas dizia mais sobre o momento atual do Flamengo e do futebol do que tudo que tem saído na imprensa especializada nos últimos meses.

Galeano começava o texto assim: “O que acontece é que não consigo andar pelo mundo jogando as coisas fora e trocando pelo modelo seguinte só porque alguém teve a idéia de lhe agregar uma nova função ou diminuir seu tamanho.” E engatava uma segunda nessa linha de raciocínio dizendo que a geração dele (mais próxima da minha do que da molecada criada no danoninho) sempre teve dificuldade para jogar as coisas fora. Que foram ensinados desde pequenos que as coisas devem ser guardadas para que um dia voltassem a ter utilidade.

Depois de explanar longa e brilhantemente sobre a quantidade de coisas que, seguindo o conselho de pais e avós, guardou durante muitos e muitos anos nas gavetas da vida, concluía que no tempo em que Dondon jogava no Andaraí as pessoas compravam coisas para durar não apenas para toda a vida, mas também, para a vida daqueles que os sucederiam e para os filhos destes. Para no final admitir que seu medo era que com a moderna descartabilidade consumista a identidade se vai perdendo e junto com ela a memória coletiva que se vai jogando fora a cada troca de celular, de carro ou de elenco do time no fim de cada temporada. Se tiverem paciência leiam o texto que, infelizmente, só encontrei em espanhol.

Leiam e pensem se essa mania de trocar tudo e de jogar tudo fora ao fim de cada temporada, quando aplicada ao futebol, não acaba por solapar o que pra nós torcedores é o que há de mais precioso, isto é, a identificação do jogador com o clube e, por extensão, com a torcida.

Bem, não faz tanto tempo assim em que qualquer torcedor, até os modinhas e aqueles que só apareciam nas finais, sabia de cor e salteado o nome e as características de todos os jogadores do seu time, reservas e titulares. Não era difícil. Os jogadores ficavam anos nos clubes, criavam raízes. Mesmo os que não fossem cracaços eram queridos e admirados pelos torcedores.

Porque nesse tempo até os perebas do Flamengo tinham valor, porque eram os nossos perebas. Jogavam no nosso time e se orgulhavam para caramba disso. Nunca que um dos nossos dava uma entrevista dizendo que o clube do fulano ou do sicrano tinha mais estrutura ou que lá sei onde o salário não atrasava. Era quase como se fizessem parte da família.

E como era mesmo uma família ninguém na torcida aprovava ou achava normal dispensar metade de um elenco de um ano para o outro, ou mandar alguém embora porque teve um ano ruim. Quanta diferença pra hoje em dia. É a própria torcida que exige barcas repletas após cada jogo perdido. E que reclama se não enchemos o carrinho nos Peg-Pag da vida a cada dezembro.

Tal atitude me parece um anti-rubronegrismo perigoso. Porque se tem algo que sempre caracterizou o Flamengo foi a sua permanência e a sua irredutibilidade estóica. Pra dar só um exemplo brutal: vocês não se sentem ofendidos em sua inteligência ao ver que os mesmos boca-moles que clamavam pela eliminação física do Souza em julho agora em janeiro se lamentem porque ele vai jogar na aética gambazada do arraial sem praia? Fala sério.

Tal atitude incoerente não lhes parece uma falta de caráter terminal? Presta atenção torcidão maravilhoso e passional. Será que esse consumismo idiota que agora nos obriga a sempre comprar tudo novo e a jogar fora o que ainda poderia ter uma longa vida útil não está nos fazendo mais infelizes, intolerantes e menos rubronegros a cada ano? Pensem nisso e feliz 2009 pra geral.

Mengão Sempre

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