Olympikus e Adidas anos 80: Tudo a Ver
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Pra tranqüilizar os rubro-negros menos informados que estão preocupados com uma aparente irrelevância da nossa nova fornecedora de material esportivo, agüentem aí um pouco de história corporativa pra que não se diga tanta besteira e a palhaçadinha se mantenha em níveis aceitáveis. A Olimpikus não é palha, não.
A Olympikus nasceu como a marca esportiva do grupo calçadista Azaléia no fim dos anos 70. Tradicional fornecedora do vôlei, do atletismo e de várias modalidades olímpicas, tem vestido as delegações brasileiras em Olimpíadas e Pan Americanos desde os anos 90. Desde o ano passado a marca faz parte da maior empresa de calçados e material esportivo do Brasil, a Vulcabrás, que adquiriu o controle acionário da Azaléia. Além da Olympikus, a Vulcabrás é responsável pela distribuição e fabricação da marca Reebok no Brasil.
Agora a parte legal desse blá Wall Street Journal: a Vulcabrás tem uma ligação histórica com o Mengão. Pois era a Vulcabrás a distribuidora e fabricante da Adidas no Brasil entre 1974 e 1992, período em que a marca das três listrinhas se popularizou em todo o país nas mangas dos nossos Mantos Sagrados. Ganhamos muito no tempo dessa parceria, aliás, nosso último Brasileiro foi de Adidas. De certa maneira, o coração e alma da Olympikus de 2007 é a Adidas dos nossos gloriosos e inesquecíveis 5 Campeonatos Brasileiros.
Desde 2001 no Fla, a Nike não soube capitalizar a força do Manto e o potencial comercial da maior torcida do planeta e ainda deu mole atrás de mole na relação com o Mengão. Já vai tarde com suas camisas caras e inencontráveis. Além do contrato recorde com o Mengão, a Olympikus chega com uma estrutura fabril e comercial muito mais responsa do que a da Nike. Esperamos que o desabastecimento de itens de primeira necessidade como Mantos Sagrados, por exemplo, em breve sejam coisas do passado.
A notícia é excelente e chega num grande momento. Não devemos sequer perder tempo especulando como será o design do Manto Sagrado, sabemos que nada e nem ninguém é capaz de fazê-lo feio ou antiestético aos nossos olhos. O importante é que de roupa nova e com dinheiro no bolso o Flamengo começa a respirar novos ares, coisa que há muito a Gávea anda precisando. Tomara que esses novos ares invadam todo o clube e não fiquem apenas no guarda-roupa.
Mengão Sempre
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Pouco a pouco a cadeia alimentar do futebol, cuja ordem é determinada pela seleção natural e pela sobrevivência dos mais fortes, vai voltando ao seu normal. Enquanto a base que não ganha nadaaaa encontra-se convulsionada e chorosa, com demissões, caça às bruxas e toda sorte de deserções, no topo tudo permanece como sempre foi desde a aurora dos tempos, com o Flamengo reinando soberano no posto de predador supremo. Afinal, é o único cuja torcida já comemorou um título nesse primeiro semestre. A verdade é que a filial carioca da arco-íris se deu mal mais uma vez. Amarga mais um ano de insucessos e vices campeonatos, na maioria dos casos nem vices foram capazes de ser.
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Com as constantes notícias sobre a sua inevitável saída ao fim do empréstimo em 30 de junho, o cara que vai pro 3º paredão tem que ser o Ibson mesmo. Criado e aperfeiçoado no prolífico berço de craques da Gávea, Ibson voltou ano passado da Europa pra ser o melhor jogador do time durante o brilhante Campeonato Brasileiro. Esse ano ainda não conseguiu encontrar o ritmo e o bom futebol de 2007. Por incrível que pareça, desde que saiu da equipe titular o Flamengo tem se apresentado melhor. Olha só a ficha do cara:

