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Foi castigo

sex, 03/07/09
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Deixei para hoje o comentário das arbitragens de Inter x Corinthians e Grêmio x Cruzeiro para poder fazer uma comparação entre elas. No jogo de quarta, o clima era bem pior do que no de quinta-feira.

Dirigentes irresponsáveis começaram a fazer uma guerra de nervos fora do campo, com direito a vídeos, tendo em vista sempre levar vantagem. Esse tipo de malandragem deveria ser banida. O tribunal deveria punir os dirigentes que usam esses artifícios, mas no entanto, fica calado.

O árbitro Ricardo Marques (sobrenome de um dos maiores árbitros brasileiros de todos os tempos - aliás, o jeito de apitar do Ricardo me lembra muito o dele) fez um trabalho bem criterioso. Ele foi muito rígido, em certos casos até exageradamente, mas obteve um bom resultado. Os jogadores não souberam se portar, acredito que muito influenciados por declarações dos dirigentes de seus clubes.

Antes, eu estava preocupado por sua falta de experiência, apesar de ter sido promovido (prematuramente) ao quadro da Fifa. Agora, digo que ele Ricardo Marques se saiu bem e que sua atuação, de forma alguma, teve influência no resultado do jogo.

Na partida de quinta, foi mais uma vez fortalecida a tese de que o nome do juiz apita o jogo. Antes do confronto também teve uma onda muito ruim, muita polêmica envolvendo uma acusação de racismo.

Quando chegou a hora, Oscar Ruiz mostrou que não é à toa que já apitou duas Copas do Mundo e que, com certeza, irá à terceira. Dominou o jogo e também teve uma boa atuação. Não influenciou em nada o resultado.

Mais uma vez, o castigo veio a cavalo. As equipes gaúchas fizeram tanta pressão sobre a arbitragem que não renderam tudo o que sabem e foram envolvidos por seus adversários. Foi um castigo.

Bola com chip

dom, 28/06/09
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A final da Copa das Confederações foi muito boa. Não apenas pela vitória canarinha no fim, mas também pelo aspecto disciplinar. Mesmo com um segundo tempo mais difícil, o árbitro sueco Martin Hansson não teve dificuldades para controlar os ânimos. É preciso elogiar os americanos, muito corretos em campo.

O único lance que ficou a desejar em todo jogo foi um gol não dado de Kaká, já na etapa final. A bola do meia brasileiro bateu na trave, e desceu com uma angulação que só poderia ter feito com que ultrapassasse completamente a linha de fundo. O goleiro Howard tirou a bola de dentro do gol, mas o bandeirinha Henrik Andren, que não estava na linha de fundo, nada marcou.

Aí, volta a discussão: por que não adotar a bola com chip? Sou a favor da sua implantação, mas acho que a teoria é fácil; a prática, não. Não é algo que se faça da noite para o dia, apesar de uma empresa já ter fabricado um modelo com a tecnologia. Acredito que ainda não há como ter precisão em determinados tipos de lance. É, sem dúvida, uma boa ideia, uma solução interessante e viável. Mas apenas a longo prazo.

Bom para o feijão com arroz

qui, 25/06/09
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categoria Sem Categoria

A partida entre Brasil e África do Sul foi fácil de apitar. Para um jogo que não exigiu muito, o árbitro Massimo Basacca se saiu bem. O problema é que o suíço é um juiz de muita teoria e pouca prática, que faz bem só o feijão com arroz. Fica indeciso e muito dependente do bandeirinha.

 

Como a partida não apresentou grandes dificuldades, tudo correu bem. O mais importante foi a correta marcação da falta sofrida por Ramires, que de fato aconteceu, e que resultou no gol da vitória brasileira.

 

Para a final de domingo, acredito que deva ser escalado o árbitro sueco Martin Hanson, responsável por apitar a derrota Italiana para o egípcios ainda na primeira fase. Foi um confronto difícil de se administrar, vale lembrar. Esperemos por domingo.

Falta de comunicação

seg, 22/06/09
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Caros amigos do Blog,

apesar de não ter assistido ao jogo entre Atlético-MG e Santos, neste domingo (daqui da África do Sul apenas li algo pela internet), abro um pequeno espaço para a discussão dos erros da arbitragem. Sinceramente, faltou comunicação entre o árbitro Djalma Beltrami e seus assistentes. Algumas poucas palavras poderiam ter evitado tanta polêmica e confusão. Talvez o time da casa não tivesse marcado, nada tivesse sido anulado, etc. Melhor não pensar no que poderia ter sido.

Sobre o que de fato aconteceu, recebi uma quantidade grande de emails comentando a jogada. Por mais curioso que pareça, muitos torcedores do Galo se mostraram surpresos com as marcações, e reprovaram a atuação do árbitro, apesar das ações dele terem beneficiado seu próprio time.

Resposta do Bem, Amigos! (22/06)

seg, 22/06/09
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categoria Amigos!, Arbitragem

Na cobrança de um tiro de canto, a bola é colocada sobre a linha do quarto de círculo. O jogador cobra para trás. Um companheiro recebe a bola ainda no quarto de círculo, corre e faz o gol.  Se você fosse o árbitro?  

 

a) Mandaria cobrar novamente

b) Daria o gol

c) Marcaria impedimento

Cardápio:

Entrada
Ostras da Costa Oeste Sul Africana
Vinho: Sauvignon Blanc da África do Sul
 
Prato Principal
Kingklip com morango e creme de espinafre
Vinho: Chardonay da África do Sul
 
Sobremesa
Fruit Meringue ou merengue

 

 

Virou bagunça

qui, 18/06/09
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O jogo do Brasil de hoje foi tranquilo e fácil para apitar. Não teve lances quentes, e a seleção foi muito superior aos EUA. O que me incomoda é a banalização da interferência dos assistentes durante a partida.

A expulsão do Kljestan mostrou como o assistente interferiu de forma escancarada na decisão do juiz suíço Massimo Busacca. O americano chegou atrasado na disputa de bola com Ramires. O árbitro estava de frente para o lance, viu tudo e mandou o jogo seguir. Até duvidou que o brasileiro estivesse machucado, tanto que nem deixou o médico entrar.

Para minha surpresa, alguém informou o juiz que o atleta tinha sido mesmo atingido, o que o fez mudar uma decisão tomada sobre um lance que ele tinha visto e tinha decidido não punir. Quando ele mostrou o cartão vermelho, entregou que a atitude foi assinalada pelo árbitro reserva, e não por ele.

Eu não sou contra a tecnologia. Concordo que os auxiliares devem informar e alertar sobre uma jogada que acontece nas costas do juiz, mas discordo com a interferência em um lance que o próprio julgou.

O que me preocupa é que tem muita gente mandando. A palavra final deve ser do árbitro. Ele está delegando decisões que não vão pegar bem no futuro. Não sou contra a comunicação. Sou contra o exagero.

Resposta do Bem, Amigos! (16/06)

ter, 16/06/09
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categoria Sem Categoria

O goleiro, ao fazer uma defesa, cai no chão. A partir do momento em que se levanta, ele tem 6 segundos para repor a bola. Quem é o encarregado de contar esse tempo?

a) o árbitro

b) os assistentes

c) o árbitro reserva

Pergunta do Bem, Amigos! (16/06)

seg, 15/06/09
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categoria Sem Categoria

O goleiro, ao fazer uma defesa, cai no chão. A partir do momento em que se levanta, ele tem 6 segundos para repor a bola. Quem é o encarregado de contar esse tempo?

a) o árbitro

b) os assistentes

c) o árbitro reserva

www.globo.com/chat

Cardápio

Entrada: Vetkoek (gnocchi frito)

Prato principal: Cordeiro assado com morogo (creme de espinafre e molho branco)

Vinho: Cabernet Sauvignon

Sobremesa: bolinhos fritos de abóbora com canela e açúcar

Tecnologia salvadora

seg, 15/06/09
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Ao sair do Free State, encontrei com o trio de arbitragem da partida entre Brasil e Egito. Os ingleses Howard Webb, Michael Mullarkey e Peter Kirkup estavam indo em direção ao carro. Me apresentei, disse que também fui árbitro e que apitei a final da Copa do Mundo de 82.

Dei parabéns pelo trabalho deles no jogo e comentei a tecnologia usada. Falei que, no meu tempo, não tinha essa comunicação tão rápida e eficiente entre o juiz e seus auxiliares, e que ela ajuda muito.

Foi aí que perguntei sobre a mão na bola do jogador egípcio, já no final do jogo: “Quem te informou que foi pênalti?” O árbitro sorriu, colocou a mão na fronte e respondeu, brincando: “Foi a minha consciência”.

Consciência ou um sopro dos auxiliares com a ajuda da tecnologia, o que vale é que um pênalti importantíssimo para a definição do resultado final não deixou de ser marcado. Howard Webb não fez nada ilegal. Muito pelo contrário: usou das ferramentas que dispunha para não manchar, aos 45 do segundo tempo, sua boa atuação em campo.

Rumo à África do Sul

sex, 12/06/09
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Há duas semanas os árbitros pré-selecionados para Copa do Mundo estiveram na África do Sul fazendo testes de avaliação física. O brasileiro Carlos Eugênio Simon foi aprovado mais uma vez. A grande surpresa foi a reprovação do paraguaio Carlos Amarilla e o argentino Hector Baldassi. Caso não passem no próximo teste, os dois serão vetados para o Mundial.

 

 

Os árbitros que atuarão nesta Copa das Confederações estão entre os pré-selecionados para  o Mundial, e serão observados nesses jogos. Da América do Sul, apenas dois estarão presentes. Jorge Larionda, do Uruguai, e o argentino Sérgio Pezzota. Vamos esperar que o Brasil chegue na final e que tenhamos boas atuações, tanto da seleção quanto do árbitro escalado.

 

 

 



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